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SOBRE A MINHA POSSE

POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA
NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS.
EXCELENTÍSSIMO SENHOR PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA DR. RODRIGO JANOT.
EXCELENTÍSSIMOS SENHORES PROCURADORES-CHEFES DAS PROCURADORIAS DA          REPÚBLICA NOS ESTADOS.
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DIRETOR-GERAL DA POLÍCIA FEDERAL.
EXCELENTÍSSIMOS SENHORES SUPERINTENDES E DELEGADOS DA POLÍCIA FEDERAL.
PELA PROCURADORIA DA REPÚBLICA EM CASCAVEL-PR.

PELA DELEGACIA DE POLÍCIA FEDERAL EM CASCAVEL-PR.
CELIO EVANGELISTA FERREIRA DO NASCIMENTO, brasileiro, casado, jurista, título
de cidadania por investidura constitucional do art. 14 inc. II b, da Constituição, cadastro eleitoral nº003847590647/ Brasília/DF, filiação partidária nº 011745991910/PMDB, no exercício direto do poder constituinte preservado no poder constitucional pelo art. 1º incs. I,II e Parág. único, com o art. 3º incs. I/IV,o art. 4º incs. I, II, III, VIII, o art. 5º caput e incs, XLIII, LXXIII, §§ 2º e 3º, com o art. 37 caput, o art. 84 inc.XIII, com o art. 142 e o art. 80 com o art. 91 inc. VIII, da Constituição, que recepcionam o art. 1º com o art.5º n. 1, o art. 10º n. 1, 2 da Convenção Americana Sobre Direitos Humanos, o art. 2º com o art. 21 n. 1 da
Declaração Universal dos Direitos do Homem, a Resol. do CS/ONU n. 1.373 de 28.09.2001, e faz aplicável o art. 6º com o art. 8º da Carta Democrática Interamericana, e o art. 55 c, da Carta da ONU, com o Decreto n. 5.639 de 26.12.2005, e o Decreto n. 4.388 de 25.09.2002, pelos Protocolos: STF Pet. 142098/08.10.2008,
PO 1300820 – 7.2.2013/ACFA STF 0038341, 29.2.2012, PR CODIN/POT/ 19.02.2012; SF29.02.2012; SF17.07.2012; SF11.06.2012 STF; PGR CD PR SF; CFA 117.419 29.02012 30.05.2012, 10.10.12; DPF/MS 08335.025373/2012-65 27.11.2012;
DPF/ MS 335.005016/2013-61 28.01.2013; DPF/DF 08001.08335.0032 35/2002-5; 08001.008976/2012-74; 08001.014173/20 12-59 – COGER/DPF; 08200.008079/2013-03; 08200.008592/2013-96; DPF/CEVEL-R 02.05.2013; MPF/MS-00000744/2014; PRMS-00019658/2013. PR-MS-00000744/2014 – 000 07 443 /2014 – 00007787/2014 R 02.05.2013; MPF/MS-00000744/2014; PRMS 00019658/2013. PR-MS-00000744/2014– 000 07 443 /2014 – 00007787/2014 – A.D. SF 15492345 1 BR; MPE/MS-PGJ –
043779-2/2; 018742-2/2019223-2/2M; CD 006198- 30.9.13; SPF 08335,006262/ 2014-11; PGR ]00001654/2014; PGR 0007443 PR 04.09.2013; PR JG 642440674BR STF AR-J6603237679BR; PF 08335.018120/2014-05; PGJ 022451-2/2; 022450-2/2
022450-2/2; 018742-2/2; 019223-22/, 01237180; 151113 1403 67; 01238632-1; 10123 1355; 11988/2014, 01237180; 151113 1403 67; 01238632-1; 10123 1355; 11988/2014, PGR 10058/2014. STF SF 82200437/2014; STF PE 6197258220; ACFA PE
513259353JH; STF PE 513269996JH; STF PE 619725820JH; PRM-CAC-PR 10058/2014; PR PRM-CAC-PR 00010318/2014, além de outros recebidos, aceitos, reconhecidos e homologados pelo STF e demais poderes constitucionais e instituições, por este Ato Constituinte Interventorial que executa o art. 127 com o art. 144 caput e inc. I.
§ 1º incs. IV com o art. 109 incs. I, IV, V-A da Constituição,
INSTAURA A PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA EM TODA A SUA
DISTRIBUIÇÃO FEDERATIVA E A POLÍCIA FEDERAL EM TODA A SUA
DISTRIBUIÇÃO FEDERATIVA, EM REGIME DE INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO
PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA PARA OS SEGUINTES
DESEMPENHOS CONSTITUCIONAIS NA RECUPERAÇÃO DA PÁTRIA, DA ORDEM
JURIDICA E DO REGIME DEMOCRÁTICO E REENCAMINHAMENTO DO PAÍS.
POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS.
I. PRELIMINARMENTE.
FUNDAÇÃO PEDAGÓGICA.
A estrutura constitucional do presente Ato diz que o Foro de Soberania resultou suprido de jurisdição apenatória com a Instituição Ministerial incumbida da defesa da ordem jurídica e do regime democrático; do Órgão Policial para a sua ação de campo, e do Foro Judiciário para o respectivo PERSECUTÓRIO INSTITUCIONAL DE ESTADO na INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO nos desdobramentos judiciários que emergiram da sua essência político-institucional diante da extinção de foro de socorro à nação demonstrada pelo corpo de delito do País espelhado pelas: “Operação Lava Jato,” Operação Carne Franca,” “Operação Catilinária,” Operação Castelo de Areia,” “Operação Patmos,” Operação Boca Livre, “Operação Recomeço,” “Operação Turbulência,” “Operação Anacrônimos,” Operação Zelote,” “Operação Custo Brasil,” “Operação Lucas,” e identificado pela Polícia Federal como um estado de
banditismo inoculado no Estado Democrático de Direito que lhe extinguiu eficácia por superação da ordem jurídica e do regime democrático reconhecida pelo Ministério Público por sua promoção legiberante perante o Congresso Nacional das “dez medidas contra a corrupção,” e pelo STF, e assim qualificado: “É humanamente impossível estancar a corrupção do PT no país, porque, quando se chega a um foco, ele se ramifica em vários outros… Mensalão, Petróleo, Eletronuclear são todos conexos porque dentro deles está a mesma organização criminosa e as pessoas ligadas aos partidos políticos… todos ligados à Casa Civil do governo Lula… tudo foi originado dentro da Casa Civil” – Polícia Federal. “Estou convencido com as circunstâncias de fato que existem hoje é que não existiu um mensalão e não existiu uma Lava Jato. É toda uma operação conjugada. O mensalão foi a parte do iceberg que depois veio a ser descoberto e nem todo. Acho que esse iceberg ainda tem parte submersa. “ – PGR Rodrigo Janot.
“O esquema revelado pela Lava Jato é um verdadeiro método de governo: de um
lado recursos do Estado fluíram para as forças políticas, financiando campanhas
e, como ninguém é de ferro, o luxo dos atores envolvidos: casas, iates, reforma de
apartamento de namoradas, amantes, mães e tudo o mais. Foi um método
criminoso de governo que visava à perpetuação de um partido no poder. – STF no
veredicto proclamatório do Min, Gilmar Mendes.
“O Ministério Público Federal destacou que a investigação penal não obstante
fragmentada em diversos inquéritos e procedimentos de apuração de delito, tem
por objeto uma vasta organização criminosa de projeção tentacular com métodos
homogêneos de atuação, integrada por diversos atores e protagonistas e
operando por intermédio de vários núcleos com idêntico ou semelhante modus
operandi na captação, operacionalização e distribuição criminosa de vantagens
ilícitas.” STF no veredicto proclamatório do Min. Celso de Mello.
E, a “organização criminosa” está identificada pelo Superior Tribunal Eleitoral na “ação de cassação da chapa Dilma/Temer,” na qual ele reconheceu que “a democracia foi transformada em cleptocracia e o país num sindicato de ladrões, composto de bandidos escondidos atrás de mandatos fazendo leis para bandidos
escondidos atrás da toga manter o terrorismo acordado como sistema de poder e a corrupção partilhada como forma de governo;” arregimentados em: 1. bandidagem no poder distribuídos pelo PMDB, PTB, PDT, PT, PSB, PPL, PSDB, PTC, PSC, PMN, PRP, PPS, PV, PCB, PBC, PT do B, PPL, PR, PSTU, PRTB, PHS, PSDC, PCO, PTN, PSC, PRB, PSL, PR, PSD, PROS, SP, PMB, DEM, PC do B, PP, PCB, PRTB e REDE supridos pelos
“especialistas,” “intermediadores,” “negociadores” e “mefíticos” de toda a espécie, que estão espalhados por todo o tecido institucional e todas estruturas operacionais da República e iniciativa privada, alojados no erário público e ocupados em: a) roubar o Pais, b) massacrar a Nação, c) destruir e vender a Pátria; 2. bandidagem terrorista transnacional, no “projeto Pátria Grande” distribuídos pela URSAL, UNASUL,
URC, ESAD, G-20, BRICS, FAO, OTSC, CEI, OCS, ECVCNB, no MST, CUT, MSTA, CEMIG, CONTAG, Via Campesina, MLST, MAB, MIR, ELN, EZ, APINB, ARPIN-Sul, COIAB, APOINME, CIR, ABA, IEB, CTI, CUIA, Sindicatos, Hamas, Taleban, Al Qaeda, Jihads, Hesbollah, Boko-Haran, Al Shebab, Estado Islâmico; 3. bandidagem de campo no “fome zero” e criminalidade quadrilheira distribuídos pelo PCC, CV, FDN, TCC,
CRBC, CDL, SS, DCMS, TC, ADA, IDI, AJ, AD, B.dos 40; PCN; ER; 300 Esp.; PCM; ERam; B. dos 300; CC; GDA; PCM; BI; PGE; B. dos 40; ADM; COM; B.dos 300M; PCM2; PCE; CP; BM; KATIARA; CPr; CAVEIRA; CMO; PJ; PCMpr; PCMG; MP; PI; PCU; CJUC; GF, CDLcr, PGC2, PCRV, CL, SN, SC,PL, PGO, FRC, BC, OS TAURAS, V.7, O.S.A.l, U.P.P, C.P.C, A.L, P.C.Pr, P.C.L.ms, D.G, BPj, B.C.cuia, C.V.mt, A.L.ro, C.P.ro, B. dos 13; 3º CP; Carecas do ABC; Comando da Paz; CRBC, Máfia do Lixo, Esquadrão da Morte. Assistidos pela Depen, “Pastoral Carcerária,” outros serviços religiosos e ONGS; e ocupados em matar, assaltar, estuprar, sequestrar, roubar e aterrorizar a população; e
4. bandidagem empresarial terrorista distribuídos em: Odebrecht, OAS, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, UTC Engenharia, Camargo Correia, Engevix, Brf Brasil Founds S.A, Seara Alimentos S.A, JJZ Alimentos S.A, Madero Ind. Com. S.A, Touyo Setel Engenharia, Mendes Júnior Trading E. S.A, Anglo, Swit Bck, J&F, Vigor, Flora, Canal Rural, Banco Original, Cabana Los Lilas, Armour, Pite, Aspen Ridge, King
Island, Moy Park La Herencia, Pibgrins Pride, EPE, Havan, FRIBOI, JBS, BNDES, TV GLOBO, dentre outras. Como a extinção de eficácia do Estado Democrático de Direito pela superação da ordem jurídica e do regime democrático está identificada pelo “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos,” através do Foro de São Paulo que fundiu a “revolução bolivariana comunista” com o “fundamentalismo islâmico terrorista” e transformou a democracia em “cleptocracia e o país num sindicato de ladrões” com a nação sequestrada em seus lares e locais de trabalho em regime de tortura terrorista do medo, insegurança pública, insegurança jurídica e insegurança econômica, sofrendo a destruição da família, desintegração social e desagregação nacional, com a marginalidade em aumento de 1.638% de 2.003 a 2016, por 96 milhões de encrencas judicias entre 83 milhões de pessoas da população economicamente ativa, através da disseminação do banditismo no poder feita pelo Ministério Público que consolidou o crime organizado no governo, operado pelas gangues políticas e gerido por corporações quadrilheiras, suprido por “bandidos escondidos atrás de mandatos fazendo leis, para bandidos escondidos atrás da toga manter o terrorismo acordado como sistema de poder e a corrupção partilhada como forma de governo.” Com o País movido por falcatruas contábeis, estelionato estatístico, renúncias fiscais estelionatárias, estelionato de preços públicos, estelionato de consumo, superávits por exportações frias, lançamentos de renegociações da dívida pública como créditos, picaretagens com títulos públicos entre o Tesouro, BNDES
e Banco Central, e emissões de real frio. Por onde Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff e Michel Miguel Temer Lúlia excluíram o Brasil do crédito internacional, que gerou a crise financeira, a qual resultou na depressão econômica, que acabou com o País em massa falida de um terço do seu tamanho econômico de 2.003, a qual está sendo inventariada entre a bandidagem do poder por “ajuste fiscal,” “suspensão de investimentos públicos,” “contingenciamentos,” e depredação física do País, e administrada pelo script das “reformas.”
Por essa organização e estrutura operacional, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff e Michel Miguel Temer Lúlia roubaram o País em mais de R$ 36 trilhões; assassinaram mais de 5 milhões de pessoas, e destruíram a Pátria através da sua distribuição pelo dinheiro do terrorismo no projeto “Pátria Grande” formado pelo parque de obras e financiamentos nos 23 países componentes do banditismo transnacional comunista fundamentalista terrorista no qual virou o “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos.” E se tipificaram os pressupostos e condições de constitucionalidade, instabilidade e legitimidade na RAZÃO DE ESTADO, CRISE INSTITUTICONAL DE ESTADO, ASSALTO AO PODER, FALÊNCIA DO PAIS desde o dia 09.06.2017 quando o Superior Tribunal Eleitoral, em longo e criterioso processo judicial, reconheceu e proclamou a tirania terrorista de bandidos entrincheirada na Instituição da Presidência da República, e nela, viu escancarado o fato concreto, mas, face à ruptura do Estado Democrático de Direito na fusão do poder político com a força militar no mandato-patentes de Presidente da República, que isso ocasionou, em vigoroso veredicto concluído pelo seu Presidente Min. Gilmar Mendes, respeitável docente internacional de Constitucionalismo, a Suprema Corte Eleitoral se declarou incompetente para proferir sentença judiciária, e conclamou o POVO NO EXERCÍCIO DIRETO DO PODER à dar aplicação da Constituição ao fato concreto em sede de Processo Histórico no Foro de Soberania, pela reintegração do povo na Instituição da Presidência da República Isto é o que os manuais do gramscismo chamam de “estratégia demolidora dos reacionários e das elites pela revolução infiltrada nas estruturas institucional e disseminada no tecido social da nação pela ação de campo composta da educação emotiva fundida com a marginalidade.” Implantada no Brasil pela fusão dos efetivos da vida pública entre si através da corrupção e furto da coisa pública; com a Escola transformada em bordel de iniciação das crianças na prostituição, cafajestismo, vício e vadiagem que embota a inteligência e destrói a hombridade e a honradez, e o banditismo suprido do “bolsa família,” “bolsa aluguel, gás e luz,” “seguro desemprego” e “seguro prisão,” amparado por “direitos humanos, estatutos discriminatórios e leis terroristas,” “conselhos tutelares,” “delegacias e promotorias de infância e juventude” formando um portentoso campo econômico de enriquecimento macabro, com sua rendosa indústria Maria da Penha de transformação de esposas em prostitutas, maridos em cafajestes e filhos em bastardos; e a transformação do ente conjugal em fábrica de mentecaptos, alienados e bandidos com os filhos erigidos em inimigos dos pais, cobertos pela legitima defesa putativa, se estes quiserem educa-los e ensiná-los trabalhar. E não está ao domínio do Ministério Público e Polícia Federal circunscritos à “doutrina,” “jurisprudência” e à “ordem institucional vigente” como se isso fosse uma construção insuperável feita por Deus. Já que, se aprende nas próprias escolas de inteligência que: “O que homem faz, homem desmancha; o que se vence vira história e o bom senso continua. Para isto Deus dotou o homem de hombridade, honradez, caráter e lucidez que está no seu DNA e não se adquire na escola.”
E, embora a tragédia de civilização brasileira conserve a natureza de marginalidade em grau extremo de banditismo terrorista transnacional, no âmbito da Segurança Pública de alçada do Aparelho Repressor do Estado, este não existe mais, mercê da superação da ordem jurídica e do regime democrático pelo banditismo oligárquico comunista fundamentalista terrorista, materialmente demonstrada no corpo de delito do País sedimentado pelo volumoso PERSECUTÓRIO INSTITUCIONAL DE ESTADO distribuído pelos vários blocos indiciários. Impondo-se, pois, o declínio de competência judiciária declarado pela Corte Eleitoral Máxima, em favor do EXERCÍCIO DIRETO DO PODER PELO POVO em sede de Processo Histórico em Foro de Soberania, que se instala por este ATO CONSTITUINTE INTERVENTORIAL reiterando os vários outros que
AGREGAM A PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA E A POLÍCIA FEDERAL NO COMANDO DA INTERVENÇÃO CONSTITUNTE NO PROCESSO HISTÓRICO.
Pois, não podendo militar em favor do Ministério Público e da Polícia Federal a
presunção de analfabetismo jurídico, se não tivesse havido reconhecimento da constitucionalidade, legitimidade e necessidade tipificando aqueles atos institucionais invocatórios da reação institucional neles qualificada, eu estaria preso, porque, então, estaria na prática de graves crimes contra a Segurança Nacional, de atentado moral contra as autoridades constituídas e ataque à Ordem Constitucional. Por isso, a conduta do Ministério Público Federal e da Polícia Federal foi própria das instituições e órgãos dessa natureza na esfera de inteligência na lide das questões intrincadas do Processo Histórico em grau de Foro de Soberania. Onde, por inexistir jurisdição e consequente pronunciamento tutelar, o ato concreto tem de estar exposto no corpo de delito do País e a invocação à manifestação institucional tem de ser inequívoca em autoridade pedagógica, conhecimento de causa e domínio da vida civilizada, sob pena do aventureiro sofrer repressão grave. Então, este Ato, se tivesse de fundar-se em procedimento decidido estaria alicerçado no vasto invocatório que iniciou a reação de cidadania perante a Corte Constituinte no dia 08.10.2008, sempre recebido, reconhecido e homologado pelas instituições e poderes constitucionais invocados. Assim, por respeito, apreço e zelo patriótico pelo Ministério Público Federal e a Polícia Federal, informo que já lavrei relatórios para ministro do STF, e até escrevi “jurisprudência” para um Tribunal Regional Eleitoral, premido por necessidades na missão de “redemocratização do País,” que desempenhei por encargo do saudoso presidente João Figueiredo; expediente que me obrigou pagar elevado preço para uma gráfica imprimir a “jurisprudência” que eu havia escrito, quando o Presidente do Tribunal, amavelmente, me solicitou cópia autenticada dos originais, alegando que estava organizando o “arquivo de jurisprudência do Tribunal e sua assessoria não havia encontrado o compêndio de jurisprudência que eu citara.” E assim, em diversos julgados vi a minha “jurisprudência” sustentando as convicções magistrais respectivas, pavimentando convicções à “redemocratização.” Além do que, fora a Constituição que ajudei escrever, tenho mais de 700 mil exposições sobre Ciência Jurídica, Ciência Política, Ciência Econômica, Ciência Social, Psiquiatria Forense, dentre outras, espalhadas pelo mundo. De modo que, quando assinei, no dia 19.06.2012, ao Alto Comando das Forças Armadas o compromisso de ser morto e não preso, se conduzisse o povo brasileiro a erro pela Constituição, eu conhecia pelo lado do avesso o QI da nação sobre as ciências que ela deveria dominar, mas apenas conhecia por ouvir falar em períodos de bacharelatos que não davam grau de cátedras aos bacharéis para lerem a Constituição. E por isso, fora o Dr. Gilmar Mendes e alguns docentes e juristas envergonhados, NINGUÉM A CONHECIA quando eu comecei falar nela. Embora, desde a sua promulgação eu sempre tentei embasar os políticos e os magistrados nela. Isto para dizer que não posso capitular à “raciocínios literários” por composições catadas na “doutrina” e na “jurisprudência,” e nem à posições do tipo: “no meu modesto entendimento,” “a meu ver,” “salvo melhor juízo.” Pois, quem se propõe a postular poder de coação garantido pelas armas, quem se expõe a julgar, TEM DE SER O VIGOR DE CIÊNCIA QUE UNIFICA OS OPOSTOS PORQUE A DIVERGÊNCIA DE RACIOCINIO SE ACABA NA CAPACIDADE INTELECTUAL FINAL DO SER HUMANO. E por isso, as decisões de colegiados, devem superar o jogo forense a votos e serem o ESGOTAMENTO DE CÁTEDRA POR UNIFICAÇÃO DE CONSCIÊNCIA JURÍDICA DO COLEGIO MAGISTRAL. POIS, NÃO SENDO ASSIM, A CONTROVÉRSIA NÃO RESULTA ELIMINADA DA DINÂMICA EXISTENCIAL DA NAÇÃO. E PASSA A SER CULTIVO DA MEDIOCRIDADE NO JOGO DA RETÓRICA FORENSE. DIREITO É A CIÊNCIA MATEMÁTICA DA RAZÃO LÚCIDA. E CIÊNCIA MATEMÁTICA NÃO COMPORTA CONVICÇÃO DESINTEGRADA E NEM EXEGESE, SEMÂNTICA E HERMENEUTICA VERBORREICA. Embora, até aqui eu tenha tolerado as tergiversações, prevaricações, condescendências e idiotices do Ministério Público e da Polícia Federal. Pois, se eu dependesse de orientação de quem quer que seja, no campo de CIÊNCIAS que opero, não teria aceitado a tarefa que me envolve, quando, em 2.004 aportei em Brasília para “encontrar saída da tragédia que estava armada sobre o Brasil, pelas velhas oligarquias paulistas, mineiras e cariocas que pretendiam depor o Lula e empossar José Alencar.” O que, se ocorresse, o Brasil, talvez, estivesse até hoje em guerra civil pior do que a convulsão terrorista que sofre. E a saída que dei ao momento, foi com a “abertura dos bastidores do mar de lama da República” que levou o arroubo, entusiasmo e ingenuidade do PT na avalanche de denúncias e desmontou o golpe, através das CPIs dos Correios e do Mensalão que promovi com material retirado dos meus arquivos. Isto para dizer que, se o Ministério Público e a Polícia Federal preservam sensibilidade intelectual para perceber que a civilização brasileira não tem mais EDIFÍCIO ESTATAL e está restando só na Constituição, sem ESTRUTURA INSTITUCIONAL e sem MOLDURA PROCEDIMENTAL para ser operada pelos Poderes Constitucionais, Instituições e Órgãos Públicos, o padrão operacional do Aparelho Repressor está superado. Restando os HOMENS ARMADOS, não para se matarem, mas, para os que estão errados serem submetidos pelos que estão certos; dentro da instituição de cidadania de auto defesa da Constituição e legítima defesa social da nação. E como não temos tempo para um doutorado em VIDA CIVILIZADA REGIDA POR ESTADO CONSTITUCIONAL, no arraial do confronto já instaurado, basta para a inteligência jurídica que o acervo de conhecimento da humanidade acumula e que ilumina e determina na ORDEM JURÍDICA MUNDIAL, a confiabilidade nas instaurações que apresento, já que o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, formam o COMANDO INSTITUCIONAL DA INTERVENÇÃO QUE PATROCINO. E, minhas histórias de fórum ensinando advocacia, funções jurisdicionais e magistratura não se limitam aos episódios supra lembrados. Assim, não me parece arrogante, e sim, afetiva a abertura que faço pretendendo colocar a diferença de envergaduras escolares, profissionais e de tempo entre o belíssimo e encantador trabalho de maquiagem da civilização moribunda feito pelo Ministério Público e a Polícia Federal, que não leva à cura da paciente, mas oferece um bom espetáculo de entrevero entre bandidos, e o meu sisudo, preciso e fétido estrebuchamento clínico de entranhas que arregaça a paciente e a recoloca recuperada e saudável no respectivo Processo Histórico. Já advertido por Jesus em momento igual a este, quando ele lecionou: “Geração de idiotas que ficam coando o mosquito e engolindo o camelo, sem se aperceber que o mal que combatem está se consolidando como fórmula de eliminação do errado por ninguém
preservar virtudes para acusar a marginalidade.” É o totalitarismo do sufoco moral padronizado pela covardia e a burrice, que leva à escravidão pela padronização marginal. Porquanto, é tão ladrão dos cofres públicos o Órgão Ministerial e Policial que ampara a cleptocracia e o país transformado em sindicato de ladrões, quanto os ladrões objetos do entrevero acusatório que eles prendem e esquartejam. Ou que nome jurídico se dá para Polícia Federal combatendo bandidos no poder, chefiada por eles? Pela finalização de cátedras que me dota, chamo de SEDIÇÃO ENTRE QUADRILHAS NO BANDITISMO TERRORISTA NO PODER. Mas, tenho consciência dos heróis que se sentem os efetivos ministeriais e policiais nos indiciamentos das moscas, quando deveriam eliminar os camelos, e sou testemunha do respectivo patriotismo e vocação pública; então, meu dever DE COMANDO É DE SUPRIMENTO dos comandados, como o pai supre os filhos. De forma que, o Ministério Público e a Polícia Federal não precisam saber tudo, porque é dever meu TER AUTORIDADE INSUPERAVEL NO QUE LHES DETERMINO NA CONSTITUIÇÃO QUE ESCREVI.

II. TERMO DE RESPONSABILIDADE PELA INSTITUIÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA
REPÚBLICA E OPERACIONALIDADE DA MAGISTRATURA DE ESTADO, PERANTE
AS INSTITUIÇÕES E OS PODERES CONSTITUCIONAIS.
Considerando que não obstante a destruição institucional, política, social, econômica e física do Brasil, ainda resta a Constituição com sua capacidade de auto defesa e de legítima defesa social da nação, no POVO EM FORO DE SOBERANIA NAS FORÇAS ARMADAS, POLÍCIA FEDERAL, MINISTÉRIO PÚBLICO
FEDERAL E JUSTIÇA FEDERAL, eu Celio Evangelista Ferreira do Nascimento, autor e subscritor deste Ato na INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO, no exercício do art. 1º incs. I,II e Parág. único com o
art. 4º incs. I,III, o art. 84 incs. XIII e o art. 142 da Constituição,
ASSUMO A RESPONSABILIDADE EM FORO DE SOBERANIA PELA INSTITUIÇÃO DA
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA EM VIRTUDE DA VACÂNCIA DO CARGO DESDE O DIA 1º DE JANEIRO DE 2.015. E, NO DESEMPENHO DA MAGISTRATURA DE ESTADO PELO EXERCICIO DIRETO DO PODER:
1. Nos termos do art. 144 § 1º da Constituição ASSUMO A CHEFIA da Polícia Federal, perante a qual REPRESENTO em sede de Processo Judiciário, pela PRISÃO EM FLAGRANTE DELITO, de Michel Miguel Temer Lúlia, que está na pratica dos crimes comuns de esbulho do cargo público de Presidente da República, entrincheirado no Palácio do Planalto; no qual acomoda as suas quadrilhas de assalto ao País, massacre da nação e destruição da Pátria, formada, em âmbito de família, dele, da filha Maristela Temer, da sogra, de João Batista Lima Filho & Maria Rita Fratelzi, Carlos Roberto Pinto, Rodrigo Rocha Loures, e outros, e em âmbito de gangues, de Renan Calheiros, Eunício Oliveira, Edson Lobão, Rodrigo Maia, Joesley Batista, TV Globo e outros; Hamas e Hesbollah. Em cujo desempenho marginal é responsável pela eliminação de mais de 5 milhões de pessoas, e de outras 14,2 milhões nos corredores de extermínio pela miséria decorrente do desemprego no Brasil falido. E está determinado a destruir a civilização brasileira pela tragédia econômica; porque, em parceria publicitária com a TV Globo mantém a nação submetida a um enredo refinado de mentiras, no qual, todos os dias, os telejornais da Globo denunciam um campo da vida brasileira destruído e os membros das quadrilhas de Temer informando os “milagres” que serão feitos; como, por exemplo, a “denúncia” da destruição da malha viária do País, com o “ministro” dos Transportes anunciado licitações das obras de recuperação e asfaltamento milagroso das estradas; sem, entretanto, informar de onde sairá o dinheiro; como a denúncia do desemprego e a informação da “retomada do crescimento econômico” sem mostrar quantas empresas e quais áreas econômicas foram empreendidas; e o aumento das vendas no comércio, mostrando que o índice indicativo disso é do consumo de gasolina e óleos lubrificantes, o que denuncia emissões de real frio para custeio da folha de pagamento do funcionalismo público e bancários motorizados.
2. Estabeleço o prazo até o dia 27 de julho de 2.017 para a Polícia Federal efetuar a
prisão em flagrante do meliante, e respectiva entrega à Justiça Federal, acompanhado do Auto de Prisão em Flagrante Delito, à responsabilidade da 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba-Pr., por se tratar de marginal pé de chinelo sem qualquer regalia carcerária. Implicado na “Operação Lava Jato.” E comunicada a Celio Evangelista Ferreira do Nascimento no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas no Quartel da 15ª Bda. Inf. Mec. 5ª Div. de Ex., 3ª RM, à Rua Rio de Janeiro, 229, Centro, 85.801- 030 – Cascavel-Pr., – fone 45) 99850-4046- para fins de sua posse imediata no cargo de Presidente da República.
3. A desobediência a esta instauração será encarada como declaração da Polícia Federal à nação, de que se compõe em corporação terrorista com a bandidagem oligárquica comunista terrorista fundamentalista no poder, e seus desempenhos até aqui respeitáveis, se revestirão da qualificação de espetáculos próprios da estratégia terrorista de camuflagem, despido de qualificação patriótica e honradez policial; e, o caso de polícia de alçada da Segurança Pública, passará a ser caso de interesse da Segurança  Nacional ao trato pelas Forças Armadas; hipótese em que, os diretores, superintendentes e delegados da Polícia Federal serão presos e julgados em Tribunal Militar; com os demais terroristas.
III. EM AMBITO DA PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA.
1. No desempenho da Magistratura de Estado pelo exercício direto do poder, nos termos do art. 1º incs. I,II,III e Parág. único, com o art. 3º incs. I/IV, o art. 4º incs I,III, VIII, com o art. 15 inc. V, o art. 37 caput e § 4º, o art. 85 inc. V, o art. 101 e o art. 127 da Constituição, face à decisão do Superior Tribunal Eleitoral na “ação de cassação da chapa de eleição de Dilma Vana Rousseff com Michel Miguel Temer Lúlia em 2.014,” que reconheceu a extinção da ordem jurídica e do regime democrático como fato concreto e convocou o POVO EM FORO DE SOBERANIA para aplicar-lhe a Constituição, RECONHEÇO em regime de tolerância, o Exmo. Sr. Procurador Rodrigo Janot no cargo de Procurador-Geral da República, interino até a minha posse na Presidência da República, quando então, o efetivarei em virtude do mesmo ter sido selecionado por eleição do Colégio de Procuradores; a menos que ele leve a cabo a denúncia que apresentará contra Michel Miguel Temer Lúlia, sob licença da Câmara dos Deputados, porque isso tipificará reconhecimento do meliante como “presidente da República e configurará atentado terrorista contra a Constituição. Hipótese que o identificará no corpo de delito do Pais, em corporação terrorista quadrilheira com a bandidagem comunista fundamentalista terrorista no poder, sem comprometer consigo a Instituição Ministerial. E isso vindo a acontecer, será preso e julgado em Tribunal Militar juntamente com os demais terroristas. Pois, como Procurador-Geral da República não milita em seu favor a hipótese de não saber ler a Constituição, primariamente clara no seu art. 1º incs. V com o art. 17 inc. I e o art.77 § 1º; e como, no julgamento da esdrúxula “cassação da chapa” o TSE, no voto do Min. Luiz Fux advertiu que Michel Temer já assumira o cargo sem mandato, porque: “o mandato de Presidente da República é único, uno e indivisível; e não há como se entender diferente.”
2. No exercício do art. 1º incs. I,II e Parág. único, com o art. 4º incs. I,III e o art. 127 da Constituição instauro a Procuradoria-Geral da República em reação constituinte de recuperação da ordem jurídica e do regime democrático, na qual instalo o Exmo. Sr. Procurador-Geral da República Rodrigo Janot para a execução da tarefa que deve iniciar com a expedição do mandado de prisão em flagrante do meliante Michel Miguel Temer Lúlia ao Diretor-Geral da Polícia Federal, na reintegração da Instituição da Presidência da República ao POVO que tem como consequência imediata a Assembleia de Cidadãos(ãs) no Congresso Nacional, para Posse do cidadão Celio Evangelista Ferreira do Nascimento no cargo de Presidente da República, instituída no art. 78 da Constituição, em regime de interinidade constituinte, que deve ser presidida pelo Procurador-Geral da República.
3. Lembrando que a Constituição alicerça a representação mandatária, as investiduras e as funções públicas sobre o dogma da dignidade humana, personificado pela moralidade pública no art. 1º inc. III e Parág. único com o art. 37 caput e § 4º, com o art. 5º caput e inc. LXXIII, com o art. 15 inc.
V, o art. 85 inc. V e o art. 101 dela, constituindo a legitimidade intrínseca da ordem jurídica e do regime democrático que definem as fronteiras da tripartição, qualificam a jurisdição e fazem soberanas as leis e as decisões de governo e de justiça. Daí a desqualificação moral dos mandatários da Câmara dos Deputados
e do Senado Federal, pelo estado de marginalidade, bandalheiras e banditismos que os envolve no corpo de delito do País, apresentado pela Polícia e Justiça Pública, rompeu o Estado Democrático de Direito na fusão do voto com a bala em esfera dos Poderes Constitucionais; primeiramente, na organização corporativa terrorista em atentado contra a Constituição, em que se transformou o efetivo presidencial do Poder Executivo com os efetivos parlamentares do Poder Legislativo e o efetivo magistral do Poder Judiciário na refabricação do “mandato criminoso” de Dilma Vana Rousseff para Michel Miguel Temer Lúlia, pela engendração terrorista nojenta do “impeachment da Dilma;” envolvendo a redistribuição do roubo do País entre as respectivas gangues; depois pela desqualificação moral emergente do dever de denunciar imposto pelo Estado Democrático de Direito no art. 1º inc. III e Parág. único, com o art. 5º caput e incs. II, VI, XLXXIII e §§ 2º,3º da Constituição. Cuja estrutura constitucional do mandato, da investidura e da função impõe aos respectivos titulares, o DEVER CONSTITUCIONAL de exigir a exclusão do respectivo meio, do bandido, marginal, ladrão, crápula, que logrou se infiltrar ali. Como ninguém fez isso, resultam os respectivos efetivos dos três poderes abrangidos em grau de Foro de Soberania, pela qualificação universal de Direito Penal: “Quem, de qualquer modo se associa para a prática de crimes, não pode invocar isenção de culpa,” invocável em Foro de Soberania pelo art. 5º caput da Constituição que é universalizador da responsabilidade penal. Por isso, já se auto regulamenta no seu inciso I; não deixando dúvida de que a norma é dogmática e não disciplinar. Como não poderia deixar de ser diante da lição pedagógica antiquíssima: “Para tirar os bandidos da rua, se tem de tirar do poder, aqueles que, nas respectivas investiduras de autoridade, produzem a degeneração moral que os gera.” Daí, a Constituição não poderia assegurar abrigo a bandidos; pelo menos, não a Constituição brasileira, que as Forças Armadas produziram por missão desempenhada por mim na sua construção dogmática. Aliás, negar abrangência do art. 5º caput da Constituição aos governantes, legisladores e magistrados que estão roubando o País, massacrando a Nação e destruindo a Pátria, seria admitir que o regime democrático foi inventado para o povo outorgar poder para os bandidos que conseguiram enganá-lo, cometerem os crimes mais bárbaros e insanos no poder e saírem impunes, porque foi o povo que os instituiu sobre si. Nesse raciocínio, desapareceria o crime pela inexistência de engenharia pedagógica para defini-lo. Pois, o que faz irresistível o poder de coação é a absoluta desvinculação entre a magistratura e a marginalidade. Caso contrário não se teria ordem jurídica e sim, bandidos irresistíveis sobre bandidos atrevidos. §.3.a. Daí, rompido o Estado Democrático de Direito em sua fundação nuclear, emergiu  o POVO EM FORO DE SOBERANIA EM AUTO DEFESA DA CONSTITUIÇÃO E LEGÍTIMA DEFESA SOCIAL DA NAÇÃO, NAS FORÇAS ARMADAS E POLÍCIAS MILITARES, POLÍCIA FEDERAL, MINISTÉRIO PÚBLICO, ORDEM DOS POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS ADVOGADOS, E SUAS ENTIDADES CIVIS, POR INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO tipificada pela RAZÃO DE ESTADO, CRISE INSTITUCIONAL DE ESTADO, ASSALTO AO PODER PELO FORO DE SÃO PAULO, FALÊNCIA DO PAÍS E CAOS SOCIAL. Impondo: 1) recuperação da sua vocação de liberdade; 2) restabelecimento do Estado Democrático de Direito; 3) restauração da unidade da nação; 4) reencaminhamento do País para o trabalho; 5) reconstrução da soberania nacional no contexto mundial. §.3.b. E então, terá de dar posse na Instituição da Presidência da República, ao cidadão Celio Evangelista Ferreira do Nascimento, em evento de cidadania no Congresso Nacional, presidido pelo Exmo. Sr. Procurador-Geral da República, na execução do art. 127 da Constituição. Sendo tolerável a nomeação dele por Dilma Vana Rousseff, porque ele foi escolhido por eleição do Colégio de Procuradores e aprovado pela maioria absoluta do Senado Federal. E, se a Constituição suporta a “delação premiada” no seu art. 5º incs. XXXVII, a INTERVENÇÃO não fará antecedente licencioso perante ela, no fato de suportar essa nomeação, face ao desempenho ponderado, mas produtivo do Exmo. Sr. Procurador-Geral, contra a bandidagem terrorista no poder, que a Polícia Federal lhe apresenta. Não é o caso do Supremo Tribunal Federal com o recebimento dos “Ministros” de Dilma e Temer, sob o seu próprio repúdio público nos repetidos vereditos dos Ministros Gilmar Mendes, Marco Aurélio de Mello, Celso de Melo, e desassombrado desempenho contra o dogma da moralidade pública; ferindo-se a si próprio no art. 101 da Constituição.
§.3.c. A gradação do art. 80 da Constituição resulta inexistente em virtude de Dilma Vana Rousseff e Michel Miguel Temer Lúlia não serem titulares constitucionais de mandato presidencial, mas, estarem no cargo de Presidente da República em flagrante delito de esbulho por assalto ao poder feito com dinheiro roubado da nação; bem expostos pelo corpo de delito do País e os vários persecutórios penais que
os envolve. E, não havendo mandato de Presidente da República, não há investidura substituível e nem sucessória. §.3.d. Ausente, também, está a hipótese do art. 81 § 1º,2º da Constituição, porque o cargo de Presidente da República está vago desde o dia 31 de dezembro 2.014. Sendo, a ação de “cassação de mandato da Dilma” no Superior Tribunal Eleitoral, um atentado terrorista à Constituição, da mesma gravidade institucional do pleito pelo qual ele foi fabricado nas urnas eletrônicas. Tanto é que se trata de rezinga entre a bandidagem comunista terrorista no poder, que Michel Temer tentou frustrar com a refabricação do mandato de Dilma para si, pelo “impeachment da Dilma.” De modo que se instalou o Foro de Soberania em toda a sua plenitude constituinte do art. 1º incs. I,II e Parag. único da Constituição, nos
precisos termos da originalidade do Constitucionalismo: “Quando o Estado se acaba, restam os homens em armas para se reorganizar pela hombridade, a honradez, o caráter e a lucidez.” E a anarquia terrorista em que virou o País nas garras de quadrilhas, gangues e corporações de bandidos se comprova justamente com o estado de vacância na Presidência da República, mantido por arranjos quadrilheiros entre Michel Miguel Temer Lúlia, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal. Pois, aos bandidos no poder só interessa o estado de ilegalidade, ilegitimidade e instabilidade do Regime, porque, para roubar o País, massacrar a Nação e destruir a Pátria é exatamente assim que ele deve ser mantido. 4. Tolero, pois, que o Exmo. Sr. Procurador-Geral da Replica Rodrigo Janot, por sua alienação ”socialista,” tenha sucumbido à engendração terrorista do pleito mandatário extintivo da ordem jurídica e do regime democrático em 2.014, mas não tolerarei que ele se exponha como terrorista infiltrado no Ministério Público Federal para, ali, por manobras procedimentais astuciosas, sustentar a estratégia de destruição da civilização democrática cristã brasileira, pelo crime organizado no poder, operado por gangues políticas e gerido por corporações quadrilheiras. Porquanto, além da sua eventual denúncia contra Michel Temer perante a Câmara dos Deputados, ser um atentado terrorista contra a Constituição, de extrema agressividade, e por isso, estimulante do banditismo já insuportável, só pelo fato disso ser anunciado já desqualifica a Procuradoria-Geral da República e a torna uma Instituição desgarrada da Constituição a serviço do banditismo oligárquico comunista fundamentalista terrorista de ladrões, crápulas, vagabundos, trapaceiros e abjetos, com os quais se qualifica e mostra onde está a fonte do banditismo em prosperidade de 1.638% de 2003 a 2016, que dizima a nação no arraial da marginalidade comum na base de 174 pessoas
eliminadas por dia, 100 estupros de mulheres e crianças por dia, 503 mulheres agredidas por hora, e a viadagem fundida com a pederastia, o cafajestismo, a crapulices, a falta de vergonha na cara, a ausência moral e o horror à hombridade, à honradez e ao caráter, se impõe como padrão de “masculinidade sem sexo do poder,” e já se estabeleceu como “doutrina socialista da civilização popular lulista brasileira,” que o astucioso atentado terrorista da “denúncia do Temer como “presidente do Brasil,”’ consolidará; efetivando a linha estratégica que o entrincheirou na Instituição da Presidência da República, sob as bênçãos da Procuradoria-Geral da República, dando sequência à implantação da escravidão terrorista instalada com o assalto ao poder pelo Foro de São Paulo com o Instituto Lula e a Procuradoria-Geral Eleitoral, no dia 1º de janeiro de 2.015. §.4.a. De maneira que, como bem sabe o Exmo. Sr. Procurador-Geral Rodrigo Janot, Michel Miguel Temer Lúlia é somente um bandido terrorista, ladrão do pais, mentor e chefe da cleptocracia e da transformação do País em sindicato de ladrões, traiçoeiro, covarde, mentor do“Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos,” que ele instalou com Luiz Inácio Lula da Silva, e pelo qual fundiu o comunismo com o fundamentalismo e substituiu Dilma, não porque
essa não estivesse atuando pelos cânones do banditismo terrorista transnacional, mas, porque, por essa substituição terrorista, escancaradamente criminosa, resulta enterrado o Estado Democrático de Direito e submetido o povo brasileiro ao SISTEMA TERRORISTA QUADRILHEIRO DE PODER SEM CONSTITUIÇÃO, SEM ORDEM JURÍDICA, SEM REGIME DE QUALQUER TIPO, SEM PODERES IDENTIFICADOS, REGIDO PELA FORÇA DAS QUADRILHAS E A INSUPERABILIDADE DO CRIME NO PODER, BEM APRESENTADO PELA ELIMINAÇÃO COVARDE, SATANICA, MONSTRUOSA DO MIN. TEORI ZAVASKI, SEGUIDA DA ELIMINAÇÃO DO DELEGADO DA POLÍCIA FEDERAL QUE INVESTIGAVA O ATENTADO. §.4.B. E SERÁ QUE RODRIGO JANOT VIRÁ A TONA COMO PEÇA CHAVE NISSO? Se isso se concretizar, O POVO POR MIM ENCARNADO NA CONSTITUIÇÃO, ORA DESEMPENHANDO A MAGISTRATURA DE
ESTADO COMO RESPONSAVEL CONSTITUINTE PELA INSTITUIÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, não efetuará a sua prisão pelas Forças Armadas, mas, abrirá os portões da Papuda, e, se não chegar, de tantas quantas prisões forem necessárias, para que o depósito de criaturas humanas ali submetidas à extermínio por tortura terrorista que os transformou em chacais sedentos de JUSTIÇA, visitem a Procuradoria-Geral da República, o Supremo Tribunal Federal, o Congresso Nacional e a Presidência da República. O que não será genialidade nossa, porque foi Jesus, o Mestre e Patrono da civilização brasileira que usou O BANDITISMO CONTRA O BANDITISMO QUE O PRODUZ E POR ESSA ESTRATÉGIA DESTRUIU A TIRANIA TERRORISTA ROMANA-FARISAICA SEM REAÇÃO ARMADA DE GUERRA. E, o ESTADO DE BANDIDOS no poder lhe destrói o poder de polícia e o poder de coação e transforma a repressão em tirania que investe a população amontoada nas prisões, do direito de legítima defesa, que lhes supre da FORÇA LEGAL DE REAÇÃO VIOLENTA.
5. Então, como a Procuradoria-Geral da República tem o larápio fundamentalista
comunista terrorista Michel Miguel Temer Lúlia abrangido pelo fato penal concreto, à instauração do libelo de culpa, e, face a Corte Eleitoral Máxima ter declarado em veredicto desenhando para os que não sabem ler a Constituição, que o crime organizado no governo, operado por gangues políticas e gerido por
corporações quadrilheiras suplantou a ordem jurídica e o regime democrático, e não há mais como os Tribunais proferirem decisões judiciárias, como fartamente lecionou o Min. Gilmar Mendes -respeitável docente internacional de Constitucionalismo-, e por isso, É CASO DE FORO DE SOBERANIA, POR INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO, a aplicação da Constituição nele, É ENCARGO DA INVESTIDURA CONSTITUINTE da Procuradoria-Geral da República, no art. 127 da Constituição. No qual, ela tem de EXPEDIR o MANDADO DE PRISÃO de Michel Miguel Temer Lúlia, ao Diretor-Geral da Polícia Federal e a mim no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas, vez que o PERSECUTÓRIO INSTITUCIONAL DE ESTADO está em promoção e o meliante está abrangido nele, no bloco persecutório da “Operação Lava
Jato.” Por isso é caso de Justiça Pública, embora localizado em sede de Processo Histórico no Foro de Soberania. É UM BANDIDO ENTRINCHEIRADO NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA PELAS SUAS QUADRILHAS NA CAMARA DOS DEPUTADOS, SENADO FEDERAL E SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. MOSTRANDO APENAS QUE O CRIME EVOLUI E SUA ÍNDOLE INDOMÁVEL É SEMPRE SUPERAR A LEI E A ORDEM. E embora se saiba que ele se provê de organização subversiva contra a Soberania do Brasil, a Segurança Nacional e as Forças Armadas, a atuação da organização não é revolucionária e nem de guerra civil de massacre, mas externamente é de pura marginalidade comum institucionalizada no poder. §.5.a. Assevere-se ainda, que os poderes constitucionais e as instituições não substituem a Constituição, porque perecem no ataque que ela sofre. Por isto, ela está resguardada pelo Poder Constituinte preservado no poder constitucional, no qual, à semelhança do Supremo Tribunal Federal, o Ministério Público tem função jurisdicional no Foro Judiciário, e reação constituinte no Foro de Soberania; na primeira ele representa o Estado desafiado, exigindo justiça; na segunda ele é o Estado ferido em auto restauração perante a Corte Constituinte, ou, em falta desta, perante o POVO EM FORO DE SOBERANIA NO COMANDO SUPREMO E AUTORIADADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS.

§.5.b. Entretanto, em nenhuma das situações, o agente ministerial age como cidadão, e sim, como instituição. Pois, a investidura funde o cidadão à instituição, ou poder respectivo, transformando em equipamento de poder do povo. Ou no caso da Polícia Federal que, em âmbito constitucional é o povo no poder de polícia do Estado e, em esfera constituinte ou Foro de Soberania equipa o povo de força bélica interna corporis. Ou seja, o povo é o poder na Segurança Pública, equipado de força policial, na fusão do poder político com a força bélica no mandato-patentes de Presidente da República que embasa o Estado Democrático de Direito. Assim, a Procuradoria-Geral da República, na mesma Constituição, equipa o povo de Estado, em sua função jurisdicional, e, é o povo no Estado em sua esfera constituinte, quando o Estado resulta desprovido de ordem jurídica e de regime democrático, como a Corte Eleitoral Máxima reconheceu. Esta é a gênese da ESTRUTURA INSTITUCIONAL da civilização brasileira, que faz impessoal o poder.
§.5.c. Sendo, pois, na esfera constituinte da Procuradoria-Geral da República e da
Polícia Federal que se esgota a Segurança Pública e emerge a Segurança Nacional, ou por superação dos corpos institucionais pelo crime e a subversão, ou por fusão deles com este. In casu, está ocorrendo a fusão da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal com o banditismo comunista fundamentalista terrorista no poder, implantado por inoculação no Estado Democrático de Direito através do aniquilamento da ordem jurídica e do regime democrático que fez o apodrecimento institucional do Estado, já ao grau da cleptocracia estar com a respectiva bandidagem em seus covis guarnecidos por imponente sistema de segurança contra o povo que está do lado de fora totalmente entregue desarmado à senha satânica da bandidagem de campo. §.5.d. Nesta situação, eu Celio Evangelista Ferreira do Nascimento, assentado na minha vida pregressa que parte do registro de destruição da Cortina de Ferro, eliminação da Guerra Fria e desmontagem da União Soviética; escriba da Constituição cumprindo missão das Forças Armadas no “Ideário da Revolução de 64”
DECLARO, COM ABSOLUTA LUCIDEZ E SENSO DE RESPONSABILIDADE, A
TODOS TIPOS DE ESTRÁTEGOS SUBVERSIVOS, COMUNISTAS, TERRORISTAS,
BANDIDOS, LADRÕES E LARÁPIOS INFILTRADOS NAS INSTITUIÇÕES E NOS
PODERES CONSTITUCIONAIS, QUE ESTOU COM A NAÇÃO, DO LADO DE FORA DOS COVIS QUE OS ABRIGAM OS BANDIDOS NO PODER, TENHAM ELES A IMPONÊNCIA QUE TIVER. E, COMO MORADOR DE RUA, ME SOMO COM AS POPULAÇÕES
AMONTOADAS NOS DEPÓSITOS PRISIONAIS, COMO MEU PRIMO JESUS SE SOMOU COM O BANDIDO EXECUTADO AO SEU LADO. E, NA QUALIDADE CONSTITUCIONAL DE COMANDANTE SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS E TITULAR DA UNIÃO NA CHEFIA DA POLÍCIA FEDERAL, MONTEI, COMO FORÇA DE SOCORRO
POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADA NACIONAL, PARA ANTES DE PEDIR O SOCORRO HUMANITÁRIO, A FORÇA RESERVA DA NAÇÃO EM MASSACRE, CONSTITUIDA DE MAIS DE 600 MIL HOMENS QUE JÁ FORAM TRANSFORMADOS EM CHACAIS SEDENTOS DE JUSTIÇA
PELO SISTEMA PRISIONAL EXTERMINOR PELA TORTURA TERRORISTA. E,
SE ATÉ O DIA 27 DE JULHO DE 2.017 O BANDIDO LADRÃO PÉ DE CHINELO, MICHEL MIGUEL TEMER LULIA NÃO FOR ENTREGUE AO JUIZ SERGIO MORO NA JUSTIÇA FEDERAL EM CURITIBA, RESPONSAVEL PELA “OPERAÇÃO LAVA JATO QUE O ABRANGE” NO ROUBO E DESTRUIÇÃO DA PETROBRAS, ABRIREI TODO O SISTEMA PENITENCIÁRIO DO BRASIL, DE NORTE A SUL, LESTE A OESTE, E ESTAREI NO COMANDO DE 3,6 MILHÕES DE CHACAIS SOBRE A BANDIDAGEM NO PODER QUE OS PRODUZIU. PARA ESTA EVENTUALIDADE, O EQUIPAMENTO NECESSÁRIO PARA A JUSTIÇA E LIMPEZA DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA PELO SISTEMA DE CAÇADA, JÁ ESTÁ NOS DEVIDOS LUGARES. POIS, SE QUEREM NOS ESCRAVIZAR PELO TERRORISMO, PELO TERRORISMO RECEBERÃO A NOSSA LEGÍTIMA DEFESA. E GARANTO QUE SERÁ DA MAIS INFERNAL DESUMANIDADE! POIS, O ROUBO DO PAÍS, MASSACRE DA NAÇÃO E DESTRUIÇÃO DA PÁTRIA NÃO CONFIGURANDO ATAQUE À SOBERANIA DO BRASIL E NEM
TIRANIA POLÍTICA DE MASSACRE, VISTO A NAÇÃO PARTICIPAR DELA POR PROCESSO ELEITORAL, ENTÃO É ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA ENTRINCHEIRADA NOS PODERES CONSTITUCIONAIS E INSTITUIÇÕES, À REPULSA PELA LEGÍTIMA DEFESA INSTITUIDA NO ART. 1º INCS. II, III E PARÁG. ÚNICO COM O ART. 3º INCS. I/IV, O ART. 4º INC. II, VIII, E O ART. 5º CAPUT E INCS. III, X, XLIX, §§ 2º,3º COM O ART. 144 CAPUT DA CONSTITUIÇÃO. E, O ESTADO LOTADO POR BANDIDOS PERDE O PODER DE POLÍCIA E O PODER DE COAÇÃO E SE TRANSFORMA EM ENTREVERO DE CRIMES, ONDE, A SOBREVIVÊNCIA DEPENDE DA VIOLÊNCIA E DAI, MATAR É A NATURALIDADE DA DINÂMICA EXISTENCIAL QUE SE SELECIONA PELA LEI DO MAIS FORTE ABRINDO OS PORTÕES DO SISTEMA CARCERÁRIO BRASILEIRO. §.5.e. EM NÃO HAVENDO NECESSIDADE DE EMPREGO DESSE EQUIPAMENTO, MEU ACORDO COM AS POPULAÇÕES EM EXTERMINIO TERRORISTA CARCERÁRIO, É DE QUE, EMPOSSADO NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, EM 90 DIAS APÓS ISSO, NENHUMA PESSOA PRESA DENTRO DO BRASIL ESTARÁ SEM JULGAMENTO, E, NESSE MESMO PRAZO, AS MASMORRAS CARCERÁRIAS ESTARÃO SENDO DEMOLIDAS E O CANTEIRO DE OBRAS DO SISTEMA PENAL BRASILEIRO HUMANO, COMO MEU PRIMO JESUS DETERMINA EM SUA DOUTRINA QUE
PRODUZIU A CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA, SERÁ UM PARQUE CIENTÍFICO ESPIRITUAL DE REFORJAMENTO DE PERSONALIDADE PARA READMISSÃO SOCIAL DOS APENADOS, NÃO POR CUMPRIMENTO DE PENA, MAS SIM, POR CAPACITAÇÃO PLENA PARA A VIDA COMO A DOUTRINA CRISTÃ QUE PRODUZIU A CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA E A CONSTITUIÇÃO DOGMATIZAM. VERBA PARA ISSO? O QUE A BANDIDAGEM NO PODER ROUBOU DO PAIS SERÁ RECUPERADO POR INTEIRO AOS COFRES PÚBLICOS, E COM 45% DESSE RECURSO PÚBLICO SERÁ EMPREENDIDO O SISTEMA BRASILEIRO DE REFORJAMENTO BIO-SOCIAL DAS PESSOAS QUE COMETEM CRIMES. POIS, “NO FUNDO” O QUE A INTERVENÇÃO DO POVO NO PROCESSO HISTÓRICO TRAZ É UMA CIVILIZAÇÃO NOVA, VOLTADA PARA A VIDA FEITA DA ALEGRIA DE VIVER FLUINDO DA ÚNICA FINALIDADE DA CRIATURA HUMANA NA TERRA, QUE É: PROCRIAR,
SOBREVIVER E RACIOCINAR. E ISTO PRESSUPÕE: 1) HOMBRIDADE-HONRADEZ-CARÁTER; 2) SEGURANÇA-SAUDE-TRABALHO-EDUCAÇÃO, 3) PROGRESSO-CONFORTO-HEREDITARIEDADE; 4) HISTÓRIA-CONHECIMENTO-CIÊNCIA-ESPIRITUALIDADE, QUE SÃO AS QUATRO FACES DO EDIFÍCIO SOCIAL HUMANO. ERGUIDO PELA VERTICAL DO DESENVOLVIMENTO EVOLUTIVO QUE TEM SUA BASE NO HOMEM E SUA PROJEÇÃO À DEUS. O POVO BRASILEIRO EM SUAS FORÇAS ARMADAS ESPERA PRONTA ATENÇÃO.
Quartel da 15ª Bda. Inf. Mec., 5ª Div. Ex. 3ª RM, 17 de junho de 2.017.
COMANDO DA INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO
na representação constitucional do povo no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas
Celio Evangelista Ferreira do Nascimento
– Forças Armadas – Polícia Federal – Polícias Militares – Polícias Civis – Agentes Penitenciários
– Ministério Público Federal – Ordem dos Advogados do Brasil – Justiça Federal
– Associação Comercial e Industrial de Cascavel – ACIC – TV Tarobá.

DOCUMENTO DO ATO DA POSSE EM PDF

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PRESIDENTE INTERINO

Celio Evangelista Ferreira do Nascimento
EVENTUAL PRESIDENTE CONSTITUINTE INTERINO DO BRASIL
Missão na qual resultei na promoção e gerência da INTERVENÇÃO CONSTITUINTE no Processo Histórico,
no “Ideário da Revolução de 64” que integro desde 1969. No qual sou o responsável por tudo o que
possam acusar os governos militares, porque me considero mentor do que eles fizeram, na assessoria
privativa de inteligência da Presidência da República. E aceito o desafio presente do destino, porque
tenho envergadura moral, intelectual, espiritual e pedagógica para a Magistratura Suprema; suprido por
autoridade máxima de cátedras, conhecimento pleno de causa e domínio total da vida civilizada na sua
diversidade organizacional; tenho currículo vocacional para Chefe de Estado por mais de 50 anos de
sacerdócio nos serviços de inteligência nas esferas de Governo e Militar do Mundo Livre; tenho vida
pregressa para gerir a Segurança Nacional & Segurança Pública, que registra a destruição da “Cortina
de Ferro,” extinção da “Guerra Fria,” desmontagem da “União Soviética,” dissolvimento dos sistemas
totalitários e instalação do Mundo em canteiro de obras para a UNIFICAÇÃO DA HUMANIDADE PELO
PROGRESSO PARA QUALIDADE DE VIDA, que está na fase embrionária da “globalização dos povos.” E
venho com um patrimônio de US$ 243 trilhões para acolher a força empresarial, e US$ 4,7 trilhões no
bolso para promover a recuperação da economia, eliminar a dívida pública e reintegrar a força de
trabalho ao emprego. Assentado na Constituição que escrevi, garantida pelas Armas e apoiado pelo
povo e o mundo livre. Sei o que é Governo. Sei o que é Justiça. Sei o que é o homem. Sei quem é Deus.
DO ESTADO DO PARANÁ, BASEADOS EM CASCAVÉL, COM ARRAIAL EM CURITIBA, SAIMOS LAVANDO A JATO A REPÚBLICA.
COM PERSONALIDADE JURÍDICA NA UNIÃO FEDERAL, CNPJ Nº 29.979.036/0001-40
Quartel da 15ª Bda.Inf. Mec. 5ª Div. Ex. 3ª RM – Rua Rio de Janeiro, 229 Centro, 85.801-030, Cascavel-Pr.
cexvanaverba@hotmail.com – facebook/celio evangelista – 67 98121-80.64 –(45) 99850.40.46
1. AUTO APRESENTAÇÃO.
Deus pode ser apresentado? Não. E a Doutrina Cristã que produziu e orienta a civilização brasileira
ensina que: “o homem é a imagem e semelhança de Deus.” Logo, eu não posso ser apresentado. Mas não foi sempre
assim. Nascido em berço de ouro, num paraíso gaúcho chamado Invernada Redonda a 40 quilômetros da cidade de
Passo Fundo/RS, que misturava Natureza, Vida e Espaço em campos floridos, matas verdejantes, rios, lagoas e
cachoeiras, gado, ovelhas, cavalos, porcos, aves, pássaros, animais silvestres e insetos, carrapatos, pulga, percevejo,
bicho de pé, não havia como limitar a imaginação, embora a emoção fosse contida pela razão, no suceder-se de
gerações, desde Abrahão quando começou o povo judeu, para que a finalidade única da espécie humana de procriar,
sobreviver e raciocinar, no povo judeu, permanecesse identificada pela hombridade, honradez, caráter e lucidez,
apurando a determinante genética para abrigo biológico do Filho de Deus. Do qual sou primo por parte da sua mãe. Era
natural, pois, que eu crescesse treinando a mente para a vida pela melhor organização e educação familiar e ensino
escolar, e não tivesse limites na busca da finalização da capacidade intelectual humana nos seus campos pedagógicos.
E ai, primeiro percebi que Deus, em minha capacidade de identifica-lo seria Inteligência-PoderRiqueza.
Não o identifiquei, mas justifiquei por essa fórmula a supremacia social que o meu “status de doutor rico e
poderoso” demandava perante a minha consciência espiritual. E, lógico, isso me levou logo à saturação da vida e me
mostrou que a respectiva compensação era a solidão. Ao buscar remédio no existencialismo humano para ela, verifiquei
que o Rei Salomão registrou profundas queixas sobre a mesma, e isso me convenceu de que não havia solução; que a
compensação da supremacia social era mesmo a solidão.
Mas, quando eu me detinha ao relento para tentar algum relacionamento com as estrelas, a parte do
Universo que eu podia focar dizia em minha sensibilidade que todas as minhas buscas estavam dentro de mim, e o
encontro que eu tentava com Deus estava agendado em minha consciência espiritual, bastando apenas que eu o lesse.
E eu li. E estava escrito que eu queria saber quem é Deus para eu ser a “sua imagem e semelhança.” E o encontro com
Deus foi no Gênesis, onde Deus, nas labaredas que consumiam a Sarça debaixo da qual Moisés se abrigava do
escaldante calor do deserto, se identificou para ele: “SOU O QUE SOU.”
Pronto! Acabara-se a busca, porque acabou a solidão da minha imagem do Deus inteligência-poderriqueza
que nada mais era do que a imagem de mim mesmo E eu emergi NA ESPIRITUALIDADE DA ESPÉCIE HUMANA À
IMAGEM E SEMELHANÇA DO DEUS: “SOU O QUE SOU,” que está distribuído na CRIAÇÃO, tão convicto de si, tão íntegro,
tão incontestável, tão intocável, tão SUPREMO que não tem aparência e nem identificação no respectivo contexto pelo
qual ele se empreende; desde o fogo que derrete a vela e tempera o aço, até o ar que agita o espaço e ativa o cérebro,
ou da água que afoga o corpo e dá flutuação à sensibilidade, ou da terra que apodrece a semente e lhe dá perenidade
da espécie. E constatei que sou o PONTO entre o ABSOLUTO na minha frente, e o ABSURDO às minhas costas.
E desde então, não sou mais o que fui, mas sim, SOU O QUE SOU: morador de rua como o primo Jesus
informou que era: “As raposas têm suas tocas e as aves do céu têm seus ninhos, mas eu não tenho nem o espaço
onde deito para dormir.” O céu era o seu teto, a terra era o seu tapete e o espaço ao seu redor completava a mansão
na qual ele abrigava em seu coração todos quantos a ele se chegassem: “Minha mãe, meus irmãos, meus familiares,
são todos os que gostam de mim porque SOU O QUE SOU” e não o que eu possa representar ser pelo volume de lixo
que acumule numa dinâmica existencial sem sentido e sem objeto, visto que a Ciência já demonstra o que se carrega de
concreto de qualquer dinâmica e tamanho de empreendimentos em que investirmos nossas vidas: AS MESMAS 7 GRAMAS
DE NEUTRINO, na cor AZUL CLARO da respectiva essência material que, por formar contexto espiritual absoluto, Jesus
chamou de “Espírito Santo.”
E assim, como morador de rua, por não me confundir mais com o conteúdo industrial do mundo, por
pura ironia do sacerdócio vocacional que abracei, resulto na operacionalidade da Constituição que escrevi, com o encargo
nela, de assumir a Presidência do Brasil para ser o Magistrado Supremo do meu povo em seu Processo Histórico, que
ela institui e personifica no seu art. 1º incs. I,II e Parág. único com o art. 3º incs. I/IV, o art. 4º incs. I, III com o art. 5º
caput, incs. X, LXXIII, §§ 2º,3º com o art. 15 inc V, o 37 caput e § 4º, o art. 84 inc, XIII com o art. 85 inc. V e o art. 142 da
Constituição, que eu escrevi cumprindo missão das Forças Armadas que a produziram, mas que não é eu e nem elas e
sim, é o ESPÍRITO MAGISTRAL DO POVO BRASILEIRO FORJADO NO VERBO JURÍDICO FUNDIDO AO VERBO DE CHUMBO que faz
a base do Estado Democrático de Direito no mandato-patentes do Presidente da República, constituindo a chave de
disparo do Poder Constituinte preservado no poder constitucional, sempre que a vocação de liberdade do povo brasileiro
definida na Constituição, sofra desvirtuamento ou traição de qualquer tipo.
Será que a pessoa identificada PELO QUE ELA SEJA COMO GENTE e não como composto de coisa
biológica com seus implementos materiais é o princípio político que Deus quer restaurar à humanidade neste
conturbado, confuso e trágico momento da civilização brasileira que estancou o progresso necessário de abrigo da nação
como produto da sua própria História? Que não é degeneração isolada do povo brasileiro, porque tem suas causas
geradoras em todo o mundo civilizado; cuja fonte genética é a formação psíquica das pessoas para não serem o que
espiritualmente são, mas sim, aparentarem ser o que o materialismo insano impõe. E por isso, avulta como tarefa imediata
de governo, a restauração do doutorado sobre as perguntas: Qual é o sentido da vida? e o que eu estou fazendo da
minha? Mostrando que, para ser doutor, poderoso e rico não se precisa matar mais de 5 milhões de concidadãos, roubar
mais de R$ 36 trilhões do País e destruir a Pátria até a sua falência total. Porque, por esse tipo de desconstrução
espiritual, que o materialismo inconsequente impõe, os doutores resultam fundidos com analfabetos; os poderosos
resultam fundidos com bandidos; os ricos resultam fundidos com ladrões. E daí a dignidade humana acaba substituída
pela fachada do mais covarde; o amor vira moeda de troca na competição do consumo, e os filhos viram encargo
de acidentes sexuais entre as mulheres transformadas em vasos de descarga espermática para cafajestes, e os homens
transformados em dejetos das suas próprias desqualificações, ao ponto de só se sentirem alguma coisa pelo seu
potencial de consumo a partir da imponência do abrigo que constroem, não por amor à família, mas, para ser “doutor,
poderoso e rico;” em cujo contexto, os filhos servem para abater roubo ou assalto no imposto de renda e justificar a
demência por patrimônio. E, como é disso que nascem as ditaduras, as tiranias e os desastres políticos, a
civilização é cíclica, composta de períodos de efervescência de atividades e períodos de estagnação inventiva.
Em cujo abortamento espiritual, a civilização brasileira desponta desde os seus primórdios coloniais, cada vez mais
arraigada à sua gênese de exploradores sem pátria, degredados, piratas, devastadores, fugitivos, bandidos profissionais,
corridos pela miséria e aventureiros de todas as espécies. E neste estado, as Forças Armadas descobriram o Brasil
em 1964, com um patrimônio a ser empreendido de US$ 243 trilhões, um espaço geográfico para abrigar mais 800
milhões de pessoas; água potável para abastecer 80% da humanidade por mais 5 mil anos; carbono para suportar a
desindustrialização cega do mundo e reencaminhá-lo para a recomposição econômica de transformação da tríade
patrimonial: HOMEM-TERRA-NATUREZA em PROGRESSO para QUALIDADE DE VIDA e não mais para o LUCRO.
Então, estou convencido pelo tanto que a minha condição de morador de rua na Magistratura Suprema
me leva a entender minha nação e pelo entendimento, amá-la sem restrições, que, REALMENTE ENCONTREI DEUS se
apresentando para Moises, e desde então, EU SOU A SUA IMAGEM E SEMELHANÇA, porque SOU O QUE SOU e não o que
me envolve para ser uma rápida ilusão de consumo.
E se você é dos que dizem: “Mas o mundo não é assim. E a gente tem de ser como o mundo é, senão,
não funciona,” vai perder a apresentação que Deus está oferecendo de Si, para você ser “a sua imagem e semelhança.”
E vai ficar deslocado(a) dentro do TEMPO NOVO que começou neste ano de 2.017 a reinstalar o Brasil descoberto em
1964 pelas Forças Armadas, no canteiro de obras de construção da civilização que a Constituição projeta pelo ESTADO
CONSTITUCIONAL ECONÔMICO DE PROGRESSO PARA QUALIDADE DE VIDA,mudando o consumismo para a cobertura racional
da nação na única finalidade da espécie na Criação, de procriar, sobreviver e raciocinar, que o tempo de predomínio
dado ao Diabo suplantou pelo capitalismo, comunismo, socialismo, imaginativismo, doutrinismo, miseralismo, liberalismo,
libertinagem, comiseracionismo, banditismo, caritativismo, impositivismo e analfabetismo fundido com fundamentalismo;
por onde ele desintegrou a humanidade como composto intelecto-espiritual e chegou ao Brasil destes dias com filhos
contra os pais, esposas contra maridos, mulheres contra os homens, pretos contra brancos, empregados contra patrões,
analfabetos contra eruditos, sem terras contra proprietários, nesse contexto bio-emocional do “LULINHA PAZ E AMOR”
feito de analfabetismo, mentira, cafajestismo, covardia, vadiagem, traição, marginalidade, vício, burrice, vagabundagem
e sem-vergonhice; como modelo do “terrorismo comunista gramscista” ardilosamente imposto pelo “Projeto de Poder do
PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos” que destruiu a geração de brasileiros de 30 anos para menos e transformou a
democracia em “cleptocracia” e o “País num sindicato de ladrões” pelo crime organizado no governo, operado por
gangues políticas e gerido por corporações quadrilhas; assentado por “bandidos escondidos atrás de mandatos fazendo
leis, para bandidos escondidos atrás da toga manter o terrorismo acordado como sistema de poder e a corrupção
partilhada como forma de governo;” com a nação sequestrada em seus lares e locais de trabalho em regime de extermínio
pela tortura terrorista do medo, insegurança pública, insegurança jurídica, insegurança econômica, desemprego e
destruição moral, que prostra a nação por 88,9% de doentes, com um canceroso em cada três doentes amontoados nos
corredores de extermínio do SUS, onde são eliminados na base de 94 pessoas por dia; 638 mil pessoas em regime de
extermínio pela tortura terrorista carcerária, com mais 479 mil pessoas em regime de extermínio terrorista por exclusão
social à marginalidade por mandados de prisões expedidos; formando o núcleo de 3,6 milhões de pessoas agregados à
economia do crime” pelo banditismo de campo, produzindo 174 assassinatos por dia, uma ação criminosa a cada 0,11
minutos; 100 mulheres e crianças estupradas por dia; 503 mulheres agredidas por hora; 9 pessoas executadas por dia
no “tiro ao alvo” de treinamento dos menores arregimentados ao banditismo.
E assim completou-se o ciclo satânico com o suicídio de poder do PT levando consigo as oligarquias
do poder, vadiagem, colonialismo e subdesenvolvimento pelo auto expurgo da civilização brasileira para a instalação do
Brasil na etapa final do “Ideário da Revolução de 64” sem impositivismo e sem ideologismo de qualquer espécie, porque
a Constituição estabelece a pessoa humana identificada pela dignidade, soberania de consciência e autonomia
de ideais, como fonte, objeto e fim da civilização brasileira. E por isso, todo o poder emana dela, bifurcado em
poder constituinte preservado e poder constitucional outorgado, determinando o seu Processo Histórico pela
Constituição operada pelo Estado Democrático de Direito. Onde se aloja e de onde emerge a IMPESSOALIDADE DE
GOVERNO, DE LEIS E DE JUSTIÇA, NA MAGISTRATURA SUPREMA DE ESTADO que eu, morador de rua porque SOU O QUE SOU,
envergo como titular constituinte interino da Presidência da República. Logo, como PRIMEIRO SERVIDOR DA NAÇÃO
liderando-a no TRABALHO pela força empresarial gerando emprego assentado em expansão financeira, e por essa fusão,
fazendo o PROGRESSO para QUALIDADE DE VIDA.
Logo, se: “mudar o mundo é mudar a cabeça da humanidade que o habita” penso que Deus está
presente em nossa causa, desde que nasci, numa gestação espiritual específica para a respectiva predestinação. Na
qual peço desculpa à nação por ter levado tanto tempo para SER O QUE SOU.
2. CURRICULUM VITAE:
Como já informei, não sou um ”coitadinho” nascido na miséria do agreste nordestino, que não estudou
e emigrou para São Paulo, passou fome e experimentou todo o queixume da miséria. Sou filho de latifundiário, riquíssimo
como todo o judeu é. Tenho todos os apelidos universitários de esgotamento pedagógico nas ciências do Conhecimento
humano, nucleares do seu desenvolvimento; sou “imortal” da Academia Municipalista de Letras do Brasil, membro da
Sociedade de Estudos de Problemas Brasileiros, da Associação Brasileira de Escritores, da Academia Brasileira de
Comunicação, criador da Ordem dos Cidadãos da República Federativa do Brasil, cidadão honorário da cidade de Paris França,
e membro de várias outras entidades culturais e científicas nacionais e internacionais, comendador duas vezes
e possuidor de mais medalhas e condecorações do que o tamanho do meu peito para carrega-las; e nada comprado a
qualquer custo. Tenho 52 livros editados e circulando pelo mundo e mais de 700 mil exposições em todas as áreas de
ciências, espalhadas pela humanidade. E cicatrizes de bala no coro; e como tiro o fundo de um litro pelo bico em distância
de 20 metros é óbvio que, quem atirou em mim não prevaleceu para contar a façanha. Sou piloto por necessidade de
pilotar meu próprio avião, porque, pela profissão que exerço não posso passar por fiscalizações de aeroportos. Sou
homem de fé mas não sou religioso porque tenho ótimo relacionamento com Deus. E como sua “imagem e semelhança,”
não sou uma imposição e sim uma oferta, porém, não na vitrine, mas no silêncio das necessidades da vida; não tenho
preço, não porque não tenha valor, mas, porque estou acima de todos os preços, e então, destino o valor das transações
que me envolvem, ao bom andamento da minha missão. Não sou caridoso; não sou piedoso, não sou misericordioso,
porque não me sinto superior a ninguém e nem em condições de me entremeter no PROPÓSITO de Deus lhe colocando
superação em deficiência humanitária. Já passei fome sim, nos campos de batalha, onde comi coró de pau podre,
gafanhotos e me esgotei em jornadas ao ponto de deitar para morrer. Mas, não tenho ninguém para perdoar e nem
inimigo para odiar, por isso, em qualquer circunstância, a minha gratidão à humanidade mantém o meu amor aceso por
ela. Sem queixa e sem superioridade, como o seu servidor tolerado por Deus para a tarefa.
Sou brasileiro judeu originário da tribo de Judá, pelo bisavô aportado no Brasil na condição de fugido
de condenação ao degredo em Portugal. E aqui, onde hoje é a cidade da Lapa no Estado do Paraná, no “Passo do
Xaxim,” onde ele tinha sua propriedade, gerou meu avô com a sua escrava angolana Filomena. O qual, por ter “estudado
leis” em Portugal e voltado “republicano e abolicionista,” foi despachado de casa pelo bisavô, para onde quisesse ir, “com
três mulas arriadas e mais duas de montaria e uma de cabresto,” com o escravo que ele havia impedido do feitor açoitar.
E ele atravessou o Rio Uruguai e no “Planalto do Passo Fundo,” habitado pelos índios guaranis, casou com a índia
Generosa e gerou meu pai João Xaxim. Que na décima terceira produção me gerou, o “sétimo e último dos filhos homens”
entre oito irmãs na prole de 15 filhos.
Casei três vezes, o que não recomendo para ninguém, porque separação é coisa de irresponsável ou
de cafajeste. Meu pai e minha mãe foram casados por 64 anos quando foram separados pela morte dela. E eu não
mereço nenhuma das minhas esposas que são mulheres divinas, e as adorarei por toda a minha vida, na última que é
meu próprio ser. Tenho 6 filhas e 1 filho, 16 netos e 2 bisneto, que são o ar que respiro; e neles amo a nação inteira,
como minha última esposa define: “Eu sei que amo, porque no objeto do meu amor, sinto que cabe a humanidade toda.”
E então, não luto pela nação, mas pela parte de mim que, no suceder-se de gerações, me fará presente nela. E eu
entendo que devo integrar o padrão de honra do meu povo na sua história. Como o papai me ensinou: “Empregar a vida
em herança para os filhos, é lhes dar título de inúteis, antes que eles o mereçam. O que o pai tem de legar à descendência
é uma pátria edificada sobre sólidos e profundos alicerces de liberdade, para que, nela, eles exerçam sua soberania de
ideais do modo como Deus os inspire.”
3. A SITUAÇÃO EM QUE TOMO POSSE CONSTITUINTE NO GOVERNO.
Assumo o Brasil em escombros. Não resta uma única área da civilização brasileira em condição de
aproveitamento. E com um monstruoso passivo a descoberto de R$ 7 trilhões e suspenso do crédito internacional; com
a economia reduzida à massa falida de um terço do que ela era em 2.003, temos dois terços da força empresarial para
reintegrar ao progresso e 16,1 milhões de desempregados, na população de 19,8 milhões de pessoas descobertas de
capacidade de sobrevivência; e ainda que houvesse tanto dinheiro na poupança internacional que rompesse a suspensão
de crédito do Brasil, o País não tem infraestrutura mínima para expansão empresarial; pois, do seu parque viário, 85%
está destruído, ou por depredação do leito viário, ou por saturação do volume de rodagem; somando-se a eliminação do
sistema de armazenamento e a destruição dos terminais de embarques e desembarques. A isso ajunta-se a destruição
do Sistema Eletrobrás, Calha Norte e do Projeto Eletronuclear. O Brasil não tem mais estoque mínimo de energia para
sustentar um programa de recuperação da sua economia no porte territorial e demográfico do País.
Então eu estaria assumindo um holocausto de desmembramentos do Brasil e hecatombe da
civilização brasileira? Não, porque se fosse para seguir a tradição de subdesenvolvimento do País eu não o assumiria.
Em 1964 as Forças Armadas DESCOBRIRAM o Brasil e constataram que ele era o maior e último volume de riquezas
naturais da Terra, e possuía força de trabalho para assentar o maior canteiro de obras do mundo. Mas, havia a subversão
comunista terrorista que apareceu aqui em 1919 e se alastrava a cada combate repressivo que sofria, e ela precisava
ser eliminada da civilização brasileira; tanto porque as hostes comunistas se compunham de bandidos, apátridas, ladrões,
degenerados e retrógados em toda a União Soviética, à qual o Brasil seria integrado, quanto, pela necessidade de um
SISTEMA POLÍTICO PROGRAMÁTICO DE GOVERNO que substituísse aos ciclos de atividades promovidos por políticos, por
uma ECONOMIA com seu núcleo empreendedor no Governo, tomando conta dos investimentos de infraestrutura e do
lastro metálico em contas correntes, na sustentação de impulso empresarial do País, visando capacidade competitiva de
mercado. Ai surgiu, primeiro, o “Projeto Amazônia,” anunciado pelo Presidente Médici, sob o slogan patriótico: “Amazônia,
Ocupar Para não Entregar.” E, como não era sensato empreendê-lo naquela conjuntura de “Guerra Fria” que mantinha
o mundo em suspense, foi criado o “Ideário da Revolução de 64” dividido em 3 etapas: A primeira, de 1964 a 1985, que
instalou o Brasil no canteiro de obras de sua construção infraestrutural e suprimento energético; a segunda, de 1986 a
2.014/2.016, de reinstalação da baderna oligárquica subversiva, que absorvesse o comunismo de modo que ele se
somasse com as oligarquias, o banditismo, vadiagem, e o subdesenvolvimento e, quando ocorresse o respectivo suicídio
de poder, ele levasse consigo tudo que avia atraído, fazendo o auto expurgo de civilização sem ação armada ostensiva.
E a terceira, de 2.017, por um percurso de cem anos, construindo o “PROJETO BRASIL MEGA POTÊNCIA DO MUNDO.”
Quando o suicídio de poder das “esquerdas” ficou claro a partir de 2008, eu protocolizei no STF em
seu grau de Corte Constituinte, a reação de cidadania, originária na AP 470 gerada pelas CPIs dos Correios e do
Mensalão, que eu tinha instalado, e, a partir de 2.012, sob o compromisso assinado ao ACFA de ser morto e não preso,
se conduzisse a nação a erro pelo Foro de Soberania que a Constituição preserva como seu equipamento de auto defesa
e de legitima defesa social da nação, instaurei o procedimento institucional de INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO
HISTÓRICO, visando substituir o remédio da revolução armada pela guerra de inteligência assentada nas armas. E
chegamos a este momento de suicídio de poder que, como estava previsto, fez o expurgo de civilização que ocupa a
Polícia Federal, Ministério Público Federal e Justiça Federal na varredura dos respectivos escombros às latrinas da
história.
Nesse desempenho, me coube a reinstalação do Projeto Amazônia fazendo o objeto da INTERVENÇÃO
CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTORICO, já que conseguiríamos transformar a “revolução bolivariana comunista” fundida
com o “fundamentalismo islâmico terrorista” em caso de polícia. O qual reinstalei com o nome de: “PROJETO AMAZÔNIA
– Soberania, Poder e Riqueza pelo Caminho da Roça” empreendido pela ECONOMIA TRABALHISTA EDUCATIVA integrada
de iniciativa privada e governo, campo e cidade na transformação da tríade patrimonial originária: HOMEM-TERRANATUREZA
em PROGRESSO para QUALIDADE DE VIDA. Situado na circunscrição da Base Militar de Guarantã do Norte
Para inauguração do respectivo canteiro de obras, se impõe a formalização litúrgica de posse na
Presidência da República, suprindo-lhe a vacância aberta desde o dia 1º de janeiro de 2.015, quando Dilma Vana
Rousseff e Michel Miguel Temer Lúlia esbulharam o cargo por assalto ao poder feito pelo foro de São Paulo com o
Instituto Lula, Superior Tribunal Eleitoral e Procuradoria-Geral Eleitoral, através do pleito eleitoral terrorista promovido
com dinheiro roubado da nação e mandato para Dilma fabricado nas urnas eletrônicas; o qual, depois, refabricaram na
Câmara e Sendo com o Supremo Tribunal Federal para Temer pelo “impeachment de Dilma.” Sendo caso de polícia,
Embora envolvendo a Presidência da República, Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal e
Superior Tribunal Eleitoral, é encargo da Polícia Federal que deve efetuar a prisão dos meliantes Dilma Vana Rousseff e
Miguel Michel Temer Lúlia. Após essas prisões, o POVO EM FORO DE SOBERANIA dará posse na Instituição da Presidência
da República, ao cidadão Celio Evangelista Ferreira do Nascimento, em evento de cidadania no Congresso Nacional,
presidido pelo Exmo. Sr. Procurador-Geral da República, na execução do art. 127 da Constituição. Sendo tolerável a
nomeação dele por Dilma Vana Rousseff, porque ele foi escolhido por eleição do Colégio de Procuradores e aprovado
pela maioria absoluta do Senado Federal. E, se a Constituição suporta a “delação premiada” no seu art. 5º incs. XXXVII,
a INTERVENÇÃO não fará antecedente licencioso perante ela, no fato de suportar essa nomeação, face ao desempenho
cansado, mas produtivo do Exmo. Sr. Procurador-Geral, contra a bandidagem terrorista no poder, que a Polícia Federal
lhe apresenta. Não é o caso do Supremo Tribunal Federal com o recebimento dos “Ministros” de Dilma e Temer, sob o
seu próprio repúdio público nos repetidos vereditos dos Ministros Gilmar Mendes, Marco Aurélio de Mello, Celso de Melo,
e desassombrado desempenho contra o dogma da moralidade pública; ferindo-se a si próprio no art. 101 da Constituição.
A gradação do art. 80 da Constituição resulta inexistente em virtude de Dilma Vana Rousseff e Michel
Miguel Temer Lúlia não serem titulares constitucionais de mandato presidencial, mas, estarem no cargo de Presidente
da República em flagrante delito de esbulho por assalto ao poder feito com dinheiro roubado da nação; bem expostos
pelo corpo de delito do País e os vários persecutórios penais que os envolve. E, não havendo mandato de Presidente
da República, não há investidura substituível e nem sucessória.
Ausente, também, está a hipótese do art. 81 § 1º,2º da Constituição, porque o cargo de Presidente
da República está vago desde o dia 31 de dezembro 2.014. Sendo, a ação de “cassação da chapa Dilma/Temer” no
Superior Tribunal Eleitoral, o instrumento pelo qual ele reconheceu a extinção da ordem jurídica e do regime democrático
pela bandidagem no poder definindo o caso concreto, declarou ser subversão política de Foro de Soberania e convocou
o povo à aplicação da Constituição, fazendo a reintegração da Presidência da República pela INTERVENÇÃO
CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO. E efetivou-se o auto expurgo da bandidagem terrorista pelo suicídio de poder.
4. AS INSTAURAÇÕES EMERGENCIAIS DE MAGISTRATURA DE ESTADO.
A primeira instauração emergencial de Magistratura de Estado, será a RESTAURAÇÃO DA CORTE
CONSTITUINTE necessária à recuperação da ordem jurídica e do regime democrático suplantado, e do restabelecimento
do Estado Democrático de Direito pelo Foro de Soberania. Em cuja esfera, o art. 1º incs. I,II e Parág. único com o art. 5º
caput e o art; 101 e Parág. único com o art. 103-B da Constituição sujeita a nomeação de Ministro do STF à demissão
ad nutum, em sede de Processo Histórico, quando o desempenho institucional do STF se desvista da reputação ilibada
e notável saber jurídico; tipificando fusão corporativa da corte magistral com a bandidagem no poder, reconhecida
por ela própria nos reiterados veredictos proclamatórios dos seus ministros. E para a recomposição da Corte Constituinte
a Ordem dos Advogados do Brasil, as docências, o Ministério Público Federal, a Polícia Federal e a Justiça Federal são
ricas em grandes vocações jurídicas.

A segunda instauração emergencial de Magistratura de Estado será a eliminação do monstruoso déficit
financeiro do País, envolvendo medidas em “reserva de Estado.” Com o objetivo de resolvê-la em 120 dias da data da
posse na Presidência da República, para que possa ser anunciado ao Sistema Financeiro Internacional, perante o FMI,
o NOVO PADRÃO REAL e da RECLASSIFICAÇÃO ECONÔMICA do mundo a partir da ECONOMIA BRASILEIRA. Na qual se inclui
o PLANO DE SOCORRO ECONÔMICO À MASSA DE TRABALHADORES QUE PERDERAM O EMPREGO, por modalidade financeira
que permita aos desempregados o mesmo padrão de vida que proporcionavam às suas famílias quando empregados; a
durar enquanto a Economia nacional reabsorva toda a força de trabalho. Em cuja modalidade será extinto o “fome zero”
que repassa aos necessitados apenas 35% do saqueamento respectivos dos cofres públicos. E se inclui também a
transformação da Previdência Social em Sistema Financeiro Previdenciário a cargo do Sistema Financeiro Nacional que
fará dele o lastro metálico estável e permanente em contas correntes para a dinâmica operacional do multiplicador
bancário, por onde a Economia ficará desatrelada do Governo. E assim, a principal fonte geradora da inflação será
eliminada. Quanto menos fontes de inflação o País tiver, mais sólido será o padrão monetário. De maneira que essa
modalidade de previdência resolve dois problemas econômicos fundamentais e da Economia, a instabilidade social da
Previdência e as frequentes desestabilizações políticas do Governo por inconfiabilidade das contas públicas.
A terceira instauração emergencial de Magistratura de Estado será a REMODELAÇÃO GOVERNAMENTAL
DA REPUBLICA que será unificada da União aos Municípios, por um sistema cibernético que, de Brasília orientará a
execução orçamentária integrada da Federação; equipada com rigoroso serviço de fiscalização móvel rotativo de mão
dupla, investido do poder de polícia para fazer prisões em flagrante e instaurar o respectivo persecutório junto à Polícia
Federal, com sua movimentação à acessibilidade pela população. E por esse controle passará o Sistema Nacional de
Licitações e Pregões, os contratos de obras públicas e fornecimentos de governo, as folhas de pagamento, a despesa
de custeio e o patrimônio público desde os canteiros de obras até a conservação e melhoramentos.
A quarta instauração emergencial de Magistratura de Estado será a DESMONTAGEM DO MODELO
POLÍTICO ODIOSO DEMANDATÁRIO, DE VADIAGEM, MISERABILIDADE, VÍCIO, PROSTITUIÇÃO, EXTINÇÃO DA FAMÍLIA, DEGRADA –
ÇÃO SOCIAL E DESAGREGAÇÃO NACIONAL de gastos, custos, impostos, juros, consumo, endividamento e fachada social,
e reconstrução do Estado Constitucional Econômico de unificação nacional pelo trabalho, expansão empresarial,
científica e tecnológica e competitividade mundial. Na qual se inclui a refundação do Sistema Nacional de Ensino,
recuperando as escolas púbicas de bordéis de iniciação das crianças na prostituição, cafajestismo, vício, vadiagem e
marginalidade, para centros de desenvolvimento intelectual, espiritual e profissional. Porquanto, o TRABALHO e o ENSINO
comporão as planilhas escolares, assentadas no cultivo da hombridade, honradez, caráter, patriotismo, civismo e lucidez.
E também, inclui o Sistema Nacional de Habitação, Saneamento, Alimentação e Saúde. No Brasil não haverá mais saúde
para ricos e saúde para pobres, e nem médicos para tratar de doentes, mas sim, médicos para erradicar as doenças.
Pois, vai se acabar a economia do infortúnio humano, substituída pelo sacerdócio sagrado do bem estar e saúde.
Sobre esse saneamento de governo será instalado o PROJETO AMAZÔNIA com seu canteiro de obras
de construção da infraestrutura física do País, composto do Sistema Viário Terrestre Nacional Integrado, de vias urbanas,
rodoviárias, ferroviárias e fluviais; Sistema Nacional de Energia Hidroelétrica, Eólica, Solar, Renovável e Fóssil. Sistema
Nacional de Transporte Humano e de Cargas ajustado à necessidade de mobilização do País e da população; vez que
será substituído o modelo socialista de atividades, consumo e gastos pela economia de poupança, patrimônio e expansão
empresarial. A população se locomoverá menos, porque terá a felicidade dentro de si, em seus lares, em seu trabalho,
no lugar onde vive. Ajuntar-se-á, também, nesta área, a desconcentração urbana para a urbanização do campo. E
programas gigantes de recuperação do meio ambiente, integrando a construção infraestrutural do País acrescentarão
uma economia nova aos vários andares que comporão o EDIFÍCIO ECONÔMICO NACIONAL. No qual não haverá mais ciclos
de atividades regidos por crises de instabilidade política, e sim, uma ECONOMIA AUTO EDIFICADA SUSTENTANDO O ESTADO
COMO SEU SERVIÇO, como está no art. 1º inc. IV e Parág. único, com o art. 3º incs. I/IV e o art. 170 da Constituição.
A Segurança Pública será prioritária à tudo; ocupada com a erradicação do banditismo em todas as
suas formas, do terrorismo em todos os seus modelos, e do tráfico de drogas e vício. E este campo, será tratado com
absoluta racionalidade e repressão sumária. Para isso as Policias Federal, Militares e Civis serão muito bem equipadas,
com seus salários encabeçando a Folha de Pagamento da República, junto com os soldos das Forças Armadas.

CURRÍCULO EM PDF

Comentários desativados em PRESIDENTE INTERINO

Arquivado em Documentos, Forças Armadas, PROJETO AMAZÔNIA

LAVANDO À JATO A REPÚBLICA

CARA.PDF

Comentários desativados em LAVANDO À JATO A REPÚBLICA

por | 6 de junho de 2017 · 20:30

FALA FINAL

INSTITUIÇÃO DA CIDADANIA.
O PODER CIVIL FUNDIDO COM A FORÇA MILITAR NA CONSTITUIÇÃO, RESTABELECENDO O PROCESSO
HISTÓRICO.
ATO CONSTITUINTE DECISÓRIO.
EMENTA.
O POVO PELO COMANDO DA INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA, NO
RESPECTIVO PROCEDIMENTO INTERVENTORIAL, AQUI ASSINADO POR CELIO EVANGELISTA FERREIRA DO NASCIMENTO,
PROMULGA ESTE ATO CONSTITUINTE DECISÓRIO DA PRISÃO DE DILMA VANA ROUSSEFF & MICHEL MIGUEL TEMER LULIA,
DETERMINADO PELO ESTADO DE FLAGRANCIA DELES NOS CRIMES POLÍTICOS E COMUNS QUE SUBSTITUIRAM A ORDEM
JURÍDICA E O REGIME DEMOCRÁTICO PELA ANARQUIA OLIGÁRQUICA COMUNISTA FUNDAMENTALISTA TERRORISTA DE
BANDIDOS, TIPIFICADA PELA RAZÃO DE ESTADO, CRISE INSTITUCIONAL DE ESTADO, ASSALTO AO PODER PELO FORO DE
SÃO PAULO, FALÊNCIA DO PAIS E CAOS SOCIAL, E A GAMA DE CRIMES COMUNS QUE SE MULTIPLICAM NO TECIDO
INSTITUCIONAL E ESTRUTURAS OPERACIONAIS DO PAIS, NA MEDIDA EM QUE SOFREM REAÇÃO POLICIAL, POR ONDE
TRANSFORMARAM A DEMOCRACIA EM CLEPTOCRACIA E O PAÍS NUM SINDICATO DE LADRÕES AMPARADO POR
BANDIDOS ESCONDIDOS ATRAS DE MANDATOS FAZENDO LEIS, PARA BANDIDOS ESCONDIDOS ATRÁS DA TOGA
MANTER O TERRORISMO ACORDADO COMO SISTEMA DE PODER E A CORRUPÇÃO PARTILHADA COMO FORMA DE
GOVERNO, QUE ESTÁ SENDO IMPLANTADA PELA MODALIDADE DA TRANSFORMAÇÃO DO PAÍS EM CASO DE POLÍCIA SEM
FORO DE SOCORRO À NAÇÃO EM VIRTUDE DA FUSÃO DO APARELHO REPRESSOR COM O BANDITISMO E DAS FORÇAS
ARMADAS COM O TERRORISMO. IMPONDO-SE O EXPURGO DA BANDIDAGEM OLIGÁRQUICA COMUNISTA
FUNDAMENTALISTA TERRORISTA DO PODER PELO EMPREGO DA FORÇA POLICIAL E FORÇAS ARMADAS, NA FORMA A
SEGUIR:
I. – DO FLAGRANTE DELITO.
Art. 1º. – Dilma Vana Rousseff & Michel Miguel Temer Lúlia estão em flagrante crime político de
usurpação do cargo público de Presidente da República, desde o dia 1º de janeiro de 2.015, através de assalto ao
poder feito pelo Foro de São Paulo com o Instituto Lula, Superior Tribunal Eleitoral e Procuradoria-Geral Eleitoral,
pelo pleito eleitoral terrorista de 2.014 promovido com dinheiro roubado da Petrobras, BNDES, Eletrobrás,
Eletronuclear, Cofres Públicos e do povo, pelo qual fabricaram o mandato de Dilma nas urnas eletrônica e o
refabricaram na Câmara e Senado para Temer, pelo “impeachment da Dilma.” A cujo crime, agregam o atentado
terrorista contra a Constituição, de transformação da Presidência da República em ANTRO DE CRIAÇÃO,
PLANEJAMENTO E COMANDO da implantação do “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos”
fundido com o “Fundamentalismo Islâmico Terrorista,” pela estratégia do apodrecimento moral, pedagógico,
social e político da civilização brasileira, centrado no roubo do País, massacre da Nação e destruição da Pátria,
pelo crime organizado no governo, operado por gangues políticas e gerido por corporações quadrilheiras. Por onde
o “Plano Terrorista de Destruição da Civilização Cristã e dos EUA” imigrou de suas origens na Arábia Saudita,
Katar, Kwait, Sudão, Quênia, Somalia, Argélia, Afeganistão e Iraque para o Brasil, trazendo o dinheiro do terrorismo
que, pelo BNDES instalou o respectivo canteiro de obras da “Pátria Grande” projetada pela URSAL, UNASUL, URC,

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BOKO HARAN, HAMAS, HESBOLLAH, GIHADS, TALEBAN, AL QAEDA, Al Shebat, em Cuba e nos demais países
componentes da organização no Foro de São Paulo com o Estado Islâmico. Com sua estratégia bifurcada no:
“fome zero mundial” sob o comando de José Graziano na FAO, e Luiz Inácio Lula da Silva no Instituto Lula,
promovendo a invasão da Europa pela modalidade de “refugiados” e “imigrantes,” e a penetração nos EUA pela
modalidade de “empresas multinacionais brasileiras;” iniciada com a compra da sucata da “Refinaria de Pasadena”
pela Petrobras, já submetida às produtoras de petróleo do terrorismo; e a compra da Swift e agregadas pela JBS.
Empresa terrorista criada no Brasil, com as demais, com duas finalidades:
a) desviar a principal fonte de commodities alimentadoras da economia nacional, que é a carne
frigorificada, para a produção de dinheiro ao terrorismo; destruir o sistema econômico multiempresarial brasileiro;
submeter ao terrorismo o que fica restando do campo empresarial, pelo domínio do suprimento de energia que
movimenta o mesmo;
b) se infiltrar nos EUA pela economia, através da “expansão multinacional do JBS, abrindo
caminho aos demais grupos empresariais terroristas agregados;” com a cobertura de destruição cerebral da Rede
Globo de Televisão, arregimentada ao terrorismo; em cujo desempenho está infiltrada nos EUA, empenhada em
sutil destruição política do Presidente Donald Trump, apresentando-o como um inconsequente, ao mesmo tempo
em que está, com a mesma sutileza, gerando o terrorista Michel Temer um “herói do mundo.”
§.1º.a. – Esse plano terrorista se apoia na destruiu do Brasil pelo roubo do País envolto por
falcatruas contábeis, estelionato estatístico, renúncias fiscais estelionatárias, estelionato de preços públicos,
estelionato de consumo, picaretagens com títulos públicos, exportações inexistentes e lançamentos invertidos da
dívida externa, por onde inventavam ativos líquidos para a emissão de real frio que dava giro à roda da produção
e consumo, mantendo o emprego e a carga tributária na economia em definhamento, e se acumulou num passivo
líquido a descoberto de mais de R$ 7 trilhões, que gerou a crise financeira, da qual emergiu a depressão econômica
e resultou na massa falida que está sendo inventariada entre as gangues terroristas no poder, pela modalidade de
“ajuste fiscal,” “suspensão de investimentos públicos,” “sobrecarga tributária apresentada como encargos, correção
de tarifas, devolução de renúncias fiscais, e atualizações de preços públicos,” e assaltos aos aposentados, doentes
e aleijados.
§.1º.b. – Nisso tipificam-se crimes políticos, crimes econômicos, crimes financeiros e crimes
comuns da esfera da Segurança Pública, à responsabilidade da Polícia Federal, por não se caracterizar subversão
armada contra a lei e a ordem e sim, BANDITISMO POLÍTICO E COMUM DIVERSIFICADO entre as diversas gangues e
quadrilhas do terrorismo. Como a Polícia Federal e o Ministério Público Federal identificaram e o atacaram pelo
persecutório institucional de Estado dividido em blocos a partir da “Operação Lava Jato.”
2. DA QUALIFICAÇÃO PENAL.
Art. 2º. – A qualificação penal dos terroristas Dilma Vana Rousseff & Michel Miguel Temer Lúlia,
foge do padrão imputatório que acomodava a civilização brasileira colonial subdesenvolvida na “jurisprudência”
gerada pelo contraditório fundado na exegese dialética que limitava a inteligência jurídica ao embotamento
intelectual da “formatura;” o qual destruía a ilimitação racional do homem pelos condicionamentos à estamparia
mandatária e de investiduras, determinativas do “beija mão,” da falsidade dissimulada, da covardia enrustida e da
pederastia convidativa à corrupção. Por onde, chegou-se a este estado de imundície moral, de chamar-se
bandidos de excelência e as pessoas honradas estarem relegadas a pagadores de impostos, ou em extermínio
pela tortura terrorista do desemprego. Por onde a Política virou um antro de crápulas, analfabetos, mentirosos,
vagabundos, cafajestes, embusteiros, vadios, mentecaptos, alienados e escroques; a Justiça virou antro de
“bandidos escondidos atrás da toga e vagabundos que se impõe pela intimidação na mercadejação forense de
sentenças;” as escolas públicas viraram bordéis de iniciação das criança na prostituição, cafajestismo, vadiagem,
vício e marginalidade; as universidades viraram prostíbulos de transformação da mulher em vaso de descarga
espermática para cafajestes e mães por acidente sexual, e de emburrecimento ao ponto dos “doutores” saídos
dali, se forem bacharéis em Direito, não sabem ler a Constituição; se forem médicos são carniceiros incapazes de
fazer um diagnóstico clínico; se forem engenheiros, desmoronam as respectivas obras, às vezes, antes de serem
inauguradas; e, se forem economistas são Guido Mantega, Paulo Bernardo, Henrique Meirelles e os analistas

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econômicos da Globo, identificados pelo corpo de delito do País que eles produziram.
§.2º.a.- Mas, como não é um estado decadencial da civilização brasileira, porque tem presença
na humanidade lá a dois mil anos atrás, com Jesus chamando os “doutores” de “sepulcros caiados,” e os “docentes”
e “mestres” de “cegos guias de cego,” se tem na Doutrina Cristã que produziu a civilização brasileira, a prova de
que a Civilização é cíclica: Nasce das Escolas Iniciaticas, instala seu tempo de progresso e desenvolvimento da
humanidade; atinge seu apogeu de cátedras; esgota suas formulações pedagógicas; entra em saturação
econômica por ausência de saída da dinâmica existencial encerrada; instala o processo das transformações
sociais; submerge na desagregação nacional que implode a vertical do desenvolvimento evolutivo e desmorona o
edifício institucional misturando magistrados com marginais, eruditos com ignorantes, empreendedores com
vadios, num contexto humano sem tipificação racional, no qual a marginalidade de fundo do edifício social emerge
às cúpulas da sociedade e se aloja no poder, gerando a hecatombe de civilização que se completa por revolução
ou guerra civil, de onde um novo ciclo de civilização se forma restabelecendo a espécie na sua finalidade de
procriar, sobreviver e raciocinar. A civilização brasileira está nesse momento, o qual encerra o seu ciclo de
civilização colonial, atrasado, dentro do contexto humano planetário em esgotamento de cátedras, de sistemas e
de governos, inserido na efervescência de auto construção da Terra, que encerra a sua formação de maça em
torno do seu eixo, que instalava a Era Hermético de predomínio do Homem, e se expande do seu volume de massa
para o seu leito galáctico, acompanhando a auto construção dimensional da Via Láctea, que instala a Era aberta
de predomínio da Mulher. E isto explica a confusão psíquico-emotiva que toma conta da humanidade, em todas
as nações, pelo predomínio dos instintos sobre a lucidez, das paixões sobre o bom senso, dos desejos sobre a
racionalidade e do imaginativismo sobre a realidade bio-espiritual da espécie. Sendo natural que a decência, a
hombridade, a honradez e caráter, ainda em maior volume no existencialismo civilizado, pareçam virtudes
superadas, porque, o desmoronamento do edifício social levanta a poeira para o ar e assenta os escombros sólidos
na base. Daí Luiz Inácio Lula da Silva, um dejeto social, para o qual, a cadeia é deferência, ser “magistrado
supremo” da 5ª mais populosa nação do mundo, e a 2ª mais religiosa.
§.2º.b. – Então, essa constatação de CIÊNCIA DO EXISTENCIALISMO HUMANO, que equipa o
suprimento de inteligência militar, instalada em prática política através do acervo de conhecimento acumulado pela
humanidade, o qual ensina que o Homem é produto da sua própria história, nos convence de que a VIDA CIVILIZADA
é regida pelo INTELECTO NA GRADAÇÃO DA RESPECTIVA SUPREMACIA DE CÁTEDRAS. DESPROVIDA DE PERENDIADE
ESTRUTURAL. Pois, verifica-se que a expansão demográfica se processa no sentido transversal da vertical do
desenvolvimento evolutivo que ergue o edifício social. E por isso, a tendência de todos os sistemas políticos é de
desmoronamento, em virtude do crescimento da população estar sempre descoberto de abrigo econômico de
sobrevivência; ou, sob degeneração política por causa do excesso de hegemonia mundial. Como se vê de todas
as grandes civilizações do passado e ora, dos EUA. Daí, os sistemas de poder e as formas de governo não serem
definitivas e nem as formulações pedagógicas que os definem e os cultivam não são insuperáveis. A CIÊNCIA não
está condicionada a limites. E na medida em que equívocos profundos das inquietações humanas sobre suas
origens, sua finalidade e seu destino são esclarecidos pela CIÊNCIA, dogmas culturais, finalizações de intelecto,
regras sentimentais, equações de racionalidade e fórmulas desse existir se simplificam ou se enriquecem de
intelectualidade menos vibrante e mais realista, menos doutrinária e mais operacional, menos formulatória e mais
instrumental. E daí, as emoldurações institucionais da Vida Civilizada já terem formado acervo histórico de
construções políticas superadas.
§.2º.c. – Logo, o ENTE IDEOLÓGICO instituído pela LEI, operado pelo DIREITO e consolidado pela
JUSTIÇA, que o CONSTITUCIONALISMO composto da tríade originária da racionalidade jurídica: NAÇÃO-TERRITÓRIOSOBERANIA,
trazido pela Escola da Tragédia do Homem, de Moisés, é tão profundo na capacidade intelectual
humana, que transcendeu de fórmula política para concepção espiritual, como “palavra de Deus.” E continua
prevalecendo por essa atribuição, face a CIÊNCIA só comprovar a sua TRANSCENDENTALIDADE PEDAGÓGICA, na
medida em que, a sofisticação da tecnologia equipa o Conhecimento com ferramentas que desvendam os
“mistérios da morte” e mostram a INTERAÇÃO do MUNDO BIOLÓGICO com o MUNDO ESPIRITUAL, na qual, uma
INTELIGÊNCIA SUTIL, mas PRESENTE, conduz a humanidade, acima da sua dinâmica existencial de procriação,
sobrevivência e racionalidade.
§.2º.d. – Entretanto, os ÓRGÃOS do Ente Ideológico: Executivo, Legislativo e Judiciário, dados
por Montesquieu, não resistem a investida da CIÊNCIA que, já no início do MUNDO CIBERNÉTICO que ela instala,

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adverte para o AJUSTAMENTO DO ENTE IDEOLÓGICO ÀS SUAS ESTRITAS SERVENTIAS, SOB A REGÊNCIA DO
CUSTO/BENEFÍCIO, EM FAVOR DA PRESSA QUE A AGILIDADE DO MUNDO COMPUTADORIZADO IMPÕE. De modo que,
forçoso é considerar que ao tempo de Montesquieu, os povos viviam dos recursos naturais da Terra; se
locomoviam à pé, por liteiras nos ombros de escravos; guerreavam com espadas e pedradas, e tinham o dia para
conversar e a noite para dormir por falta de ambiente para aproveitar do seu aconchego sedutor. Muito diferente
dos povos de hoje, instantaneamente agrupados pelas avenidas planetárias de circulação imediata, e as salas
universais de negócios, de relacionamentos e informações; onde todos estão em todos os lugares em frações de
horas. Por onde estão em extermínio os “segredos,” a competição e a concorrência, porque ninguém mais tem
tempo de passar dias, semanas, meses e anos discutindo direitos, elaborando planos e projetos de ataques;
porquanto, a dinâmica do mundo virou uma ebulição de individualismo fundido pelas necessidades comuns de
espaço, segurança e desenvolvimento. E disso, apareceu o composto humano mostrando que somos uma
totalidade biológica, uma totalidade mental e uma totalidade espiritual, que não se desmembra, porque, nisso,
destrói a respectiva unidade espiritual que o constitui e se extingue pela depravação. Resultando inegável,
insuperável e impostergável a única e absoluta ideologia do progresso para qualidade de vida: “Com o suor do
rosto terás o pão.” Orientada pela única doutrina política finalizadora de toda a especulação humana de conduta:
“Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” Por cujos suportes ao Homem, Deus realiza o seu propósito de
povoamento da Eternidade. E estes 14 anos de ideologismo terrorista tentando suplantar isso pelo apodrecimento
moral da civilização e o prevalecimento do terrorismo sobre a razão, já mostraram que, por enquanto, a dotação
intelectual da humanidade estanca nessa “ideologia econômica” e nessa orientação doutrinária. Pois, o produto de
civilização que ele apresenta, mostra que a civilização brasileira sofre um período de inversão da vertical da
intelectualidade humana, com o poder raciocinando pelo ânus e defecando pelo cérebro; totalmente desprovido
de consistência pedagógica na dinâmica político-econômica da nação como conteúdo e objeto do seu Processo
Histórico.
§.2º.e. – Então, a civilização cibernética brasileira que nasce por este ATO DE CIDADANIA NA
CONSTITUIÇÃO, não terá tempo para abrigar um Poder Legislativo que não vale o que custa; estancou o
progresso pela burocratização e custos do Estado; e apodreceu a civilização pela legiferança ideológica,
inconsequente e marginal destinada a consolidar a anarquia oligárquica comunista fundamentalista terrorista de
bandidos no poder, que destruiu o conceito de bem e mal, de certo e errado, de ético e imoral, de decência e
marginalidade; transformando a personalidade dos indivíduos em uma fusão de cara e nádegas, com o ânus
substituindo o umbigo e a sensibilidade ótica se projetando através das coxas, fazendo tudo virar consumo e sexo
mostrado pela TV Globo como o “máximo do atrofiamento intelectual da nação.” E registrando no corpo de delito
do País que a hecatombe de civilização feita pela legiferança determinada pelo ideologismo e surgida da encrenca
contínua entre os poderes na partilha do País como despojo de mandatos, investiduras e funções, é muito mais
profunda e avessa à ressurreição intelectual do que a degeneração genética por decomposição cromossomática
de atrofiamento das descendências. Pois, esta se resolve pela Ciência, porém, aquela não tem solução outra,
senão, a REFORMULAÇÃO INSTITUCIONAL da organização nacional, com desassombrado expurgo político da
civilização. Como também, não terá tempo para sofrer um Poder Judiciário que também não vale o que custa,
e mergulhou a civilização brasileira numa criminalidade generalizada em aumento de 1.636% de 2003 a 2.016;
cujo produto de civilização é a destruição da família, a desintegração da sociedade e a desagregação da nação
por um estoque forense de 96 milhões de demandas na população economicamente ativa de 83 milhões de
pessoas, ao custo funcional de R$ 172 bilhões por ano, acrescido do prejuízo estimado ao progresso do País de
mais R$ 85 bilhões/ano, composto das perdas e danos, lucros cessantes e emergentes, fora os danos morais à
nação, que se materializam nos 88,9% da população doente, na qual tem 1 canceroso em cada 3 pacientes em
tratamento; caracterizando atentado terrorista tipificado pelo art. 1º incs. I,II,III e Prág. único com o art. 3º incs. I/IV
e art. 4º incs. II,VIII com o art. 5º caput e inc. X e o art. 102 caput da Constituição; porquanto, a Ciência demonstra
que 93% das doenças é ocasionado por estresse, depressão, medo, desemprego, preocupação, estado emocional
frustrante, má alimentação, lençol freático envenenado, ar poluído e sistema de saúde carniceiro para cultivar as
doenças; e, é isto que identifica o socialismo terrorista no qual a nação brasileira está sendo eliminada.
Ressaltando o apodrecimento constrangedor da Justiça demonstrado pela criação, por “emeda à Constituição,” do
Conselho Nacional de Justiça, que só acresceu os custos do Poder Judiciário para a nação, porque, depois dele,
a corregedora nacional de justiça, Min. Eliane Calmon bradou à nação, que: “Bandidos se escondem atrás da

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toga,” e “vagabundos se impõe pela intimidação na mercadejação forense de sentenças.” Do mesmo modo
como o terrorismo se protege com seus scripts contra o terrorismo, como a Lei 5.640 de 26.12.2005.
3. DO ENQUADRAMENTO REPRESSIVO.
Art. 3º. – São 14 anos de massacre da nação, desde a instalação do País no modelo socialista
popular igualitário de Estado, de gastos, consumo, farras, festas, vício, prostituição e vadiagem, sem
economia, sustentado pela produção de dinheiro pelo Governo, lastrado em ativos líquidos inventados,
que se acumulavam em dívida pública e supriam o caixa do terrorismo pelo roubo do País, corrupção,
propina e comissões; cujo sistema engaja a indústria de medicamentos, varejistas de combustíveis, empresas
públicas; concessionárias de serviços públicos, empreiteiras e fornecedores de governo, montadoras de veículos
e maquinaria, indústria de autopeças, pneus, implementos automobilísticos, fábricas de equipamentos elétricos,
eletrônicos e de móveis, a “indústria de roubo de cargas” destinada ao controle da inflação de balcão pelo equilíbrio
dos preços ao consumo abaixo dos custos de produção, e a indústria da construção civil centrada no “minha casa
minha vida” no “programa de aceleração da economia.” Assentado na desagregação econômica do País, com
empregados contra patrões, pobres contra ricos, pretos contra brancos, esposas contra maridos, filhos contra pais,
estudantes contra professores, analfabetos contra doutores, sem terras contra proprietários, personificando o
“Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos.” O qual começou a ser implantado com a Lei
terrorista nº 10.826 de 22.12.2003, seguida da legiferança terrorista centrada nas “emendas à Constituição” que a
transformaram numa agenda de anotações do terrorismo; Lei terrorista nº 12.582 de 18.11.2011 seguida da Lei
terrorista nº 276 de 24.4.2014 e do Decreto terrorista nº 8.243 de 23.5.2014; agregando a construção da “sociedade
desintegrada” pela Lie nº 11.340/2006; Lei nº 11.343/2006; Decreto nº 5.912/2006; Lei nº 11.417/2006; Lei nº
11.419/2006; Lei nº 11.457/2007; Lei nº 11.482/2007; Lei nº 12.034/2009; Lei nº 12.153/2009; Lei nº 12.318/2.010;
Lei nº 12.414/2011; ei nº 7.6727/2011; Lei nº 12.529/2.011; Lei nº 12.587/2012; Lei nº 12.594/2012; Lei nº
12.690/2012; Lei nº 12.741/2012; Lei nº 12.746/2012; Lei nº 830/2013; Lei nº 12.850/2013; e por ai a fora, uma
diarreia de “leis socialistas” sobrepostas ao Código Penal, Código de Processo Penal, Código Tributário Nacional,
Código Nacional de Trânsito, Código Civil, Código de Processo Civil, Código Florestal, etc., por onde incharam o
Estado 9,8% maior do que a iniciativa privada, por mais de 50 mil serventias cartoriais de governo e mais de 150
mil alojamentos empregatícios, que travou a expansão empresarial pela burocracia e custos públicos, e
transformou a economia empresarial em camelódromos e atividades de sobrevivência aninhadas na Previdência
social por “bolsa gás,” “gato luz,” “bolsa escola;” “bolsa transporte,” “bolsa aluguel,” “bolsa crack,” “tráfico de drogas”
e “pedofilia” pela qual os “conselhos tutelares” com “promotores e delegados da infância e juventude,” associados
com motéis, administram o sistema de assaltos pela prostituição infantil; como, pela indústria Maria da Penha de
transformação de esposas em prostitutas, maridos em cafajestes e filhos em bastardos, criaram uma potente
economia de enriquecimento fácil e alojamento de vadios nos cofres públicos, além da destruição da família,
desagregação social, expansão ao tráfico e consumo de drogas e suprimento do crime com os menores.
§.3º.a. – Mas, como o terrorismo embutiu isso na Segurança Pública, o enquadramento
repressivo é de banditismo de alçada da Polícia Federal e das Polícias Militares, no âmbito da prevenção, flagrância
e persecutório; sob comando supremo e autoridade suprema do POVO no art. 1º incs. I,II,III e Parág. único, com o
art. 3º incs. I/IV, o art. 4º inc. VIII e o art. 5º caput e incs. X, LXXIII com o art. 37, o art. 84 inc. XIII, o art. 142 e o
art. 144 caput e incs. I,V, § 1º incs. I, IV e § 6º da Constituição, em virtude da ruptura no Estado Democrático de
Direito na fusão do poder civil com a força militar no mandato-patentes de Presidente da República; e, da situação
criminal de Dilma Vana Rousseff e Michel Miguel Temer Lúlia no flagrante de esbulho do cargo de Presidente da
República em que fundem a Polícia Federal com a bandidagem terrorista pelo “Ministro da Justiça,” e a Policia
Militar com a marginalidade comum pelo “Ministro da Defesa,” vez que elas são forças auxiliares e reservas do
Exército.com a bandidagem terrorista e extinguem o Estado. Além do que, os governadores que foram eleitos no
mesmo pleito terrorista promovido pelo Foro de São Paulo com o Instituto Lula, a Justiça Eleitoral e as
Procuradorias-Gerais Eleitorais estaduais estão abrangidos pelo princípio universal de imputabilidade penal:
“Quem, de qualquer modo se associa para a prática de crimes, não pode invocar isenção de culpa.” E, além
da ilegitimidade mandatária, os governadores estão, desde o dia 1º de janeiro de 2.015 em FORMAÇÃO

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CORPORATIVA TERRORISTA FEDERATIVA com Dilma Vana Rousseff e Michel Miguel Temer Lúlia, no mesmo estado
de flagrante esbulho dos cargos públicos de governador, face ao art. 1º incs. II,V e Parág. único com o art. 17 caput
e inc. I da Constituição; porquanto, qualquer lei infraconstitucional que estabeleça o contrário, é atentado terrorista
contra a Constituição; e a isso somam a flagrância de corporação quadrilheira terrorista no roubo do País, massacre
da Nação e destruição da Pátria; além da gama de crimes comuns que vem sendo praticados, comandados e
administrados por Michel Miguel Temer Lúlia.
§.3º.b.- Mas, a situação penal de Michel Miguel Temer Lúlia, o excluí do art. 85 incs. II, IV, V
da Constituição, porque ele não é Presidente da República e sim, bandido terrorista comum em usurpação do
cargo, abrangido pela Lei nº 12.850 de 02.08.2013, produzida por ele através da sua bancada majoritária de “base
parlamentar” e sancionada por ele através da titular do “mandato” fabricado nas urnas eletrônicas, pelo qual se
constituem em UM ENTE MANDATÁRIO ÚNICO, INDIVISO, INSEPARÁVEL, como está instituído no art. 77 § 1º com o art.
78 e o art. 79 da Constituição. E ela institui assim, porque, quando a escrevíamos, o Dr. Ulysses lembrou do
renitente costume político na República, do vice-presidente dar golpe no Presidente, e acabando com isso, o vicepresidente
ficou sem mandato próprio; só podendo assumir a presidência em três únicos casos: a) renúncia ao
cargo pelo presidente; b) enfermidade insuperável; c) morte do presidente; porquanto, somente esses eventos
tipificam a vacância no cargo de presidente coberta pelo mandato eletivo que abrange o vice-presidente. Não foi o
caso da deposição de Dilma Vana Rousseff que implicou na cassação automática do mandato –ad argumentandum
tantum, visto ela não ter mandato, como o respectivo processo no Superior Tribunal Eleitoral proclama-.
§.3º.c. – E quanto às “delações premiadas” dos seus companheiros terroristas Joesley Batista
Ricardo Saud, que contam para a Justiça Pública que ele é o mentor, chefe e gestor da organização terrorista,
além de constituir “escritura voluntária de soberania de vontade,” que não se confunde com depoimento
testemunhal e nem confissão, mas é de mesma natureza jurídica do testamento ou declaração de última vontade,
não precisa ser “provada” porque são atos jurídicos perfeitos produzidos pela Lei nº 12.850 de 02.08.2013, e
recepcionadas pela instituição do domínio do fato que aparelha o Supremo Tribunal Federal contra a
procrastinação de contraditório, e tem sua veracidade insuperável no corpo de delito do País, que Michel Temer
produziu. Dispensando, pois, persecutório e complementações indiciárias, porque a suspeita resulta fulminada
pela natureza legal da certeza jurídica. Em cuja vibração de materialidade, autoria e culpa ressalta, ainda, a sua
conduta marginal renitente, mesmo na situação penal em que está; suficiente para excluir tolerância com a sua
periculosidade que se apresenta EXTREMAMENTE TEMÍVEL, dada a sua envergadura marginal. E face às mais de 5
milhões de pessoas que ele já eliminou nestes seus 14 anos de terrorismo no poder, e as outras 16 milhões que
ele deixou nos corredores de extermínio pelo desemprego; ao que soma o roubo do País em mais de R$ 36 trilhões
e a destruição da Pátria que, só nos corredores de extermínio em que virou a malha viária, elimina 53 mil pessoas
por ano e aleija e fere outras 135 mil; fora o saqueamento desenfreado da Amazônia.
§.3º.d. – Mas, a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE que instala a Polícia Federal em regime de PODER
DE POLÍCIA DA UNIÃO que funde o poder e a arma na REPRESSÃO pela MAGISTRATURA REPRESSIVA DA FLAGRANCIA
na execução do art. 1º incs. I,II,III e Parág. único com o art. 4º inc. VIII, o art. 5º caput e incs. X, LXXIII, §§ 2º,3º,
com o art. 84 inc. XIII e o art. 142 com o art. 144 inc. I, § 1º incs. I, IV da Constituição, se promove em sede de
Processo Histórico em Foro de Soberania, onde não há enquadramento dispositivo para a prisão, porque nessa
esfera inexiste decisão coercitiva, mas, somente expurgo institucional do poder sob cobertura da auto defesa da
Constituição e da legítima defesa social da nação, que vai até a eliminação dos bandidos terroristas no art. 144
caput da Constituição, se eles reagirem à prisão, ou a entrega, deles, mediante o Auto de Prisão Em Flagrante à
Justiça Federal, na execução do art 109 incs. I, IV, V, da Constituição, nos termos do art. 1º com o art. 5º n.1, o
art. 10º n.1 e 2 da Convenção Americana Sobre Direitos Humanos, com o art. 2º e o art. 21 n. 1 da Declaração
Universal dos Direitos do Homem; a Resol. do CS/ONU n. 1.373 de 28.09.2001, e faz aplicável o art. 6º com o art.
8º da Carta Democrática Interamericana, e o art. 55 c, da Carta da ONU, com o Decreto nº 5.639 de 26.12.2005 e
o Decreto nº 4. 388 de 25.09.2002; face ter se extinguido a Corte Constituinte no art. 102 caput da Constituição; e,
por causa disso, a respectiva investidura magistral, que é decorrente da outorga mandatária, retorna ao povo no
exercício direto do poder, instalando o Foro de Soberania.
§.3º.e. – Então, a competência constituinte, bifurcada em Segurança Pública e Segurança
Nacional, se instala constitucionalmente pela superação da ordem jurídica e do regime democrático pelo
banditismo no poder, que extinguiu eficácia ao Estado Democrático de Direito e deu emersão ao povo

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NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS
reabsorvendo o poder político e poder militar no Foro de Soberania, para, in casu, 1) restabelecer a sua
vocação de liberdade; 2) restaurar o Estado Democrático de Direito; 3) recuperar a unidade da nação; 4)
reencaminhar o País para o trabalho; 5) reconstruir a soberania brasileira no contexto internacional dos povos.
Estas são, pois, as figuras penais do estado de flagrante delito de Dilma Vana Rousseff & Michel Miguel Temer
Lúlia, em âmbito constitucional; as quais definem o enquadramento dos meliantes, em duas esferas penais:
1) institucional, que os enquadra na Segurança Nacional por serem caso de subversão da lei
e da ordem, afeto AO POVO NAS FORÇAS ARMADAS,
2) dispositiva que os enquadra na Segurança Pública por serem caso de polícia afeto AO POVO
NO APARELHO REPRESSOR DA CONSTITUIÇÃO que tem sua ação de campo na Polícia Federal.
§.3º.f.- In casu, os meliantes se enquadram, primeiramente, como caso de polícia afeto à
Segurança Pública, face à natureza penal do flagrante que os envolve, composto só de crimes comuns, fazendo
a estratégia de cobertura do terrorismo contra a lei e a ordem, a partir do crime de usurpação do cargo público de
Presidente da República, que se assenta na destruição do processo eleitoral democrático, feita pelas leis terroristas
que o instalam, e apenas executadas pelos terroristas que disputam as eleições; e por isso, eles argumentam
contra a repressão policial, que: “a roubalheira foi feita sim, mas dentro da lei e eles prestaram contas dela à Justiça
Eleitoral que a aprovou.” O que, felizmente, não alcança acolhida de juízo em Foro de Soberania, porque este
emerge da superação da ordem jurídica e do regime democrático pelo banditismo no poder, que destruiu a
acusação contraditória e instalou o povo em reação de cidadania para recuperar o Estado Democrático de Direito
PELA FUSÃO DO PODER CIVIL COM A FORÇA MILITAR. Como a gênese da racionalidade humana institui: “Quando o
Estado se acaba, restam os homens em armas para se reorganizar pela hombridade, a honradez, o caráter
e a lucidez.” Onde o enredo probatório cede lugar ao dever de respeito recíproco entre os homens que, para
merecerem a identificação e a consideração de homens NÃO PODEM MENTIR E NEM INVOCAR A PERSISTÊNCIA DA
MENTIRA NO EXISTENCIALISMO HUMANO, COMO DEFESA. SÓ A CATERVA, O ESTRUME BIOLÓGICO DA ESPÉCIE FAZ ISSO!
E A CATERVA, QUANDO CHEGA AO PODER, FOI PORQUE A CIVILIZAÇÃO APODRECEU EM SUAS ESTRUTURAS MORAIS E
INSTITUCIONAIS, PERMITINDO ESSA ASCENÇÃO. MAS, NÃO IMPEDINDO A RESSURREIÇÃO INTELECTUAL, ESCOLAR E
ÉTICA DA NAÇÃO, QUE VEM PELAS ARMAS. E da transformação da Presidência da República em trincheira da
bandidagem oligárquica comunista fundamentalista terrorista demonstrada pela relação de alcovas de Michel
Temer com Joesley Batista, na prática do terrorismo distribuído por dois universos operacionais montados por:
uma organização econômica de força emrpesarial composta de produção de petróleo, roubo
de ouro, pedras preciosas, nióbio e urânio da Amazônia e Guianas, agiotagem, tráfico de drogas, prostituição,
comércio de bebidas, roupas, calçados, bijuterias, postos de combustíveis e futebol visando a destruição das
economias do mundo livre e manutenção e expansão de abrigo do terrorismo nele; promovendo a destruição
empresarial das economias atacas, através das mega empresas sediadas no Brasil e distribuídas pela
ODEBRECHT, OAS, Brf Brasil Founds S.A, Seara Alimentos S.A, JJZ Alimentos S.A, Madero Ind. Com. S.A,
Andrade Gutierrez – Queiroz Galvão S.A, UTC, Galvão, Engevix, Touyo Setel Engenharia, Mendes Júnior Trading
E. S.A, Anglo, Swit Bck, J&F, Vigor, Flora, Canal Rural, Banco Original, Cabana Los Lilas, Armour, Pite, Aspen
Ridge, King Island, Moy Park La Herencia, Pibgrins Pride, EPE, Havan, FRIBOI, JBS, BNDES, TV GLOBO;
uma organização político-marginal de poder, composta de três estruturas operacionais
distribuídas em:
1. bandidagem no poder pelo PMDB, PTB, PDT, PT, PSB, PPL, PSDB, PTC, PSC, PMN, PRP, PPS,
PV, PCB, PBC, PTdo B, PPL, PR, PSTU, PRTB, PHS, PSDC, PCO, PTN, PSC, PRB, PSL, PR, PSD, PROS, SP, PMB, DEM,
PC do B, PP, PCB, PRTB e REDE Supridos pelos “especialistas,” “intermediadores,” “negociadores” e “mefíticos” de
toda a espécie, que estão espalhados por todo o tecido institucional e todas estruturas operacionais da República
e iniciativa privada, alojados no erário público e ocupados em: a) roubar o Pais, b) massacrar a Nação, c)
destruir e vender a Pátria;
2. bandidagem terrorista transnacional, no “projeto Pátria Grande” pela URSAL, UNASUL,
URC, ESAD, G-20, BRICS, FAO, OTSC, CEI, OCS, ECVCNB, no MST, CUT, MSTA, CEMIG, CONTAG, Via Campesina,
MLST, MAB, MIR, ELN, EZ, APINB, ARPIN-Sul, COIAB, APOINME, CIR, ABA, IEB, CTI, CUIA, Sindicatos, Hamas,
Taleban, Al Qaeda, Jihads, Hesbollah, Boko-Haran, Al Shebab, Estado Islâmico.
3. bandidagem de campo no “fome zero” e criminalidade quadrilheira pelo PCC, CV, FDN, TCC,
CRBC, CDL, SS, DCMS, TC, ADA, IDI, AJ, AD, B.dos 40; PCN; ER; 300 Esp.; PCM; ERam; B. dos 300; CC; GDA; PCM;
BI; PGE; B. dos 40; ADM; COM; B.dos 300M; PCM2; PCE; CP; BM; KATIARA; CPr; CAVEIRA; CMO; PJ; PCMpr; PCMG;

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NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS
MP; PI; PCU; CJUC; GF, CDLcr, PGC2, PCRV, CL, SN, SC,PL, PGO, FRC, BC, OS TAURAS, V.7, O.S.A.l, U.P.P, C.P.C,
A.L, P.C.Pr, P.C.L.ms, D.G, BPj, B.C.cuia, C.V.mt, A.L.ro, C.P.ro, B. dos 13; 3º CP; Carecas do ABC; Comando da Paz;
CRBC, Máfia do Lixo, Esquadrão da Morte. Assistidos pela Depen, “Pastoral Carcerária,” outros serviços religiosos
e ONGS; e ocupados em matar, assaltar, estuprar, sequestrar, roubar e aterrorizar a população.
§.3º.g.- Cuja organização é de natureza TERRORISTA ATENTATÓRIA CONTRA A SOBERANIA
NACIONAL, OS SÍMBOLOS, OS VALORES, A HISTÓRIA E AS TRADIÇÕES QUE ESTRUTURAM A CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA. E
por isso, são de competência intrínseca do POVO NAS FORÇAS ARMADAS. Entretanto, a esfera da Segurança
Nacional se confunde com a esfera da Segurança Pública em Foro de Soberania, porque ambas SÃO
CONSTITUINTES, em virtude de ter se acabado a ordem jurídica e o regime democrático, e com elas, desaparecido
o Estado Democrático de Direito; de cuja situação emergiu o POVO EM PODER POLÍTICO BIFURCADO EM FORÇA
POLICIAL E FORÇAS ARMADAS.
§ 3º.g. – É, pois, uma guerra mundial terrorista embutida na criminalidade comum e assim,
sediada no Brasil. Face a qual, somente o intelecto supremo de cátedra desapegado da “doutrina” e da
“jurisprudência” e acostumado lidar com o banditismo no poder, em todas as suas formas e em grau de
mundo, identifica, enquadra e lhe dá encaminhamento extintivo. Porquanto, quando a dinâmica existencial
humana tem de ser reencaminhada pelas armas, a sensatez que moverá o gatilho tem de fluir da autoridade
desafiadora de cátedras, somada ao conhecimento insuperável de causa e ao domínio cabal da vida civilizada; a
partir dos assentos formulatórios e das essências pedagógicas da sensibilidade humana sadia. Principalmente no
estado patológico que prostra a civilização brasileira, com suas docências jurídicas ensinando o “direito encontrado
na rua,” que desagua na magistratura impondo essa sapiência alicerçada na vitaliciedade da investidura. Por
onde a civilização brasileira desembocou nos “bandidos escondidos atrás da toga” e “vagabundos que se
impõe pela intimidação na mercadejação forense de sentenças.” É deste meio que Michel Temer tirou o seu
“Ministro do STF,” Alexandre Morais “docente em direito do estado,” e o seu “Ministro da Justiça,” Torquato Jardim;
este uma mentalidade petista circunscrita à “jurisprudência” e à “doutrina,” como se o Brasil fosse uma civilização
consolidada, na qual o progresso, a qualidade de vida, o desenvolvimento, o domínio científico do mundo e a
hegemonia planetária mostrassem que o Conhecimento, aqui, havia atingido o limite final da capacidade intelectual
humana.
4. DO SUPORTE APENATÓRIO.
Art. 4. – Como ficou demonstrado, não há conflito de competência entre a Segurança Nacional
e a Segurança Pública no Foro de Soberania em sede de Processo Histórico, sobre a prisão de Dilma Vana
Rousseff e Michel Miguel Temer Lúlia, porque ambas estão fundidas no Poder Constituinte de auto defesa da
Constituição e legitima defesa social da nação. Tão somente, é sobre a Segurança Pública que pesa o encargo da
prisão dos meliantes, porque o desempenho atentatório da Segurança Nacional está penalmente embutido no
caso de polícia, que tinha por objetivo gerar a comiseração internacional contra a ação armada que a bandidagem
de campo tinha de instaurar contra si. Cuja estratégia foi destruída pela reação policial, extraordinariamente bem
conduzida pela Polícia Federal com o Ministério Público Federal e a Justiça Federal. E agora, a Polícia Federal
soma sobre o seu encargo, mais as baixas que vem sofrendo em seu efetivo, de parte da bandidagem que a chefia.
De cujo envolvimento quadrilheiro, ela tem de se despojar, sob pena de resultar imputável por matança dos seus
próprio membros, no entrevero de bandidos em que resulta.
§.4º.a. – Logo, no encerramento de mérito do procedimento interventorial, para a sua execução,
evidencia-se a necessidade do povo brasileiro convencer o mundo da sua maturidade de soberania, competência
e insuperabilidade no trato com a democracia, as erupções ideológicas contra a estabilidade política e a paz, e a
operacionalidade da vida civilizada promovida por Constituição; porque é este o primeiro requisito para o Brasil
iniciar a sua recuperação moral e constitucional perante o mundo; necessária para a solução da monstruosa dívida
pública, dando recuperação ao crédito internacional do País, e reencaminhando a Economia nacional para a
reintegração da sua força empresarial ao progresso e sua força de trabalho ao emprego. Fora disso, é o discurso
embusteiro dos terroristas; tão desacreditado, que não conseguiu formar equipe de reserva, mas, se resume ao
grupinho quadrilheiro que resta vivo de seu apogeu em 1964. Estando mais do que evidente que o “impeachment

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da Dilma,” arquitetado e concluído na Câmara e Senado por membros de sua quadrilha no PMDB, foi estratégico
para assentar a consolidação do “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos,” na iminência de
uma guerra civil suicida que iniciaria com o confronto entre Michel Miguel Temer Lúlia e Luiz Inicio Lula da Silva,
que foi instalada no dia 23/05.2017, abrigada na “lei de imigração” e recepcionada pelo “decreto de ação armada
em defesa da lei e da ordem,” que Michel Temer revogou em cima da hora que ia ser preso, como arquiteto da
baderna, e a esperteza terrorista, novamente foi dissolvida.
§.4.b. – Como ficou demonstrado, as considerações de mérito do procedimento interventorial
trazem a Polícia Federal à instalação da INTERVENÇÃO na Presidência da República, que implica na prisão dos
meliantes que a esbulham. Pois, o corpo de delito do País que impõe a INTERVENÇÃO está suprido do persecutório
institucional de Estado, que a Polícia Federal instalou em blocos, com a “Operação Lava Jato,” Operação Carne
Franca,” “Operação Catilinária,” Operação Castelo de Areia,” “Operação Patmos,” Operação Boa Livre, “Operação
Recomeço,” “Operação Turbulência,” “Operação Recomeço,” “Operação Anacrônimos,” Operação Zelote,”
“Operação Custo Brasil,” “Operação Lucas.” E, se o corpo de delito do País não tinha forma própria à compreensão
jurídica oferecida pelo modelo institucional superado, é o persecutório institucional de Estado que lhe dá
materialidade identificando a qualificação penal, as instâncias de enquadramentos e os foros solutório. Mostrando
que parece não haver desordem institucional, porque não existem mais instituições, mercê da superação da ordem
jurídica e do regime democrático pela baderna oligárquica comunista fundamentalista terrorista de bandidos
inoculada no Estado Democrático de Direito. Então, a reintegração do POVO NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, é,
indubitavelmente, encargo de Segurança Pública à responsabilidade da Polícia Federal; tanto em sede de
Processo Histórico no Foro de Soberania, para o expurgo da bandidagem do poder, quanto em sede de Processo
Penal no Foro Judicial para a fixação de penas. Pois, fora desse contexto penal macro, o mais tudo são detalhes
retóricos fulminados pela instituição do domínio do fato, e do relacionamento quadrilheiro de Michel Temer com
Joesley Batista, Ricardo Saud, Cel. João Batista Lima Filho, Maristela de Toledo Temer Julia, Rocha Loures e os
demais da sua quadrilha, não negado por Temer. Daí, especulações sobre as causas determinantes das gravações
estão expostas no acervo persecutório que envolve os respectivos protagonistas; os suportes técnicos das
gravações estão fundados no estado criminal dos respectivos atores entre si; as fundações legais das gravações
estão nas leis especiais que instalam as instituição da interceptação de comunicações e da delação premiada,
satisfazendo o art. 5º incs. X, XI, LVI da Constituição; porquanto as gravações foram feitas na intimidade dólar de
Michel Temer, aberto espontaneamente por ele a Joesley, em horas mortas da noite, quando os bandidos se
reúnem, desse jeito para tramarem seus crimes, como eles tramaram. E qualquer outra consideração é
fulminda pelo mesmo art. 5º caput e incs. III, XLIII da Constituição; vez que os meliantes SÃO BANDIDOS
TERRORISTAS e nas suas práticas de terrorismo já assassinaram mais de 5 milhões de pessoas; entre cujas
modalidades, ressalta o extermínio da nação pela tortura terrorista do medo, da insegurança pública, da
insegurança jurídica, da insegurança econômica, que além das 174 pessoas que assassina por dia no arraial do
banditismo comum, mantém a nação com 88,9% da população doente, ao extermínio de 94 pessoas por dia nos
corredores de eliminação do SUS; incluindo-se os depósitos humanos de presos em regime de eliminação pela
tortura terrorista que são os presídios. Logo, o “jus sperniandi” de Michel Temer só comprova a sua total
desqualificação moral e qualifica a respectiva periculosidades, que, além do flagrante, impõe a sua prisão em
benefício da ordem pública.
5. DO PROJETO TERRORISTA E RESPECTIVA REAÇÃO EXTERMINADORA DELE.
Art. 5º. – O desempenho criminoso dos meliantes não se formou por dinâmica de índoles
perversas esparsas que foram se agregando ao longo de certo tempo, mas sim, foi instalado em 2003 por Luiz
Inácio Lula da Silva, pelo “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos,” pela estratégia montada
em 1992 no Foro de São Paulo, por ele e Fidel Castro, do qual saíram as organizações terroristas transnacionais
já citadas, por criações e agregamento. E se consolidou no poder na prática do roubo do País, massacre da Nação
e destruição da Pátria, em empreendimento terrorista ininterrupto, pela modalidade do terrorismo de infestação da
civilização, que opera a destruição desta pelo desempenho terrorista de entranhas, encoberto pela criminalidade
comum de face. Em cuja estratégia, Michel Temer persiste na respectiva obra terrorista que já transformou a

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democracia em cleptocracia e o País num sindicato de ladrões, pela modalidade de falcatruas contábeis,
estelionato estatístico, estelionato de preços públicos, estelionato de consumo, picaretagens com títulos públicos
e ações fazendo ativos líquidos para emissões de real frio; na tentativa de restabelecer giro à roda do
consumo/produção que mantinha o PROJETO TERRORISTA em implantação. O que não acontecerá, porque essa
prática terrorista está contida na crise financeira em sede do Sistema Financeiro Internacional, já explicado. E
somente poderá ser rompida com a eliminação do monstruoso déficit da Economia nacional, sem lastro patrimonial
de renegociação. E isso impede os investimentos externos de monta no Brasil; ainda que Temer/Meireles
apresentassem um PLANO CONCRETO DE RECUPERAÇÃO ECONÔMICA DO PAÍS mostrando onde reintegraria a força
empresarial ao progresso absorvendo a força de trabalho ao emprego; que forma uma massa humana superior à
capacidade geradora de sobrevivência que o volume econômico do Brasil conseguiu nos seus melhores momentos
de efervescência de atividades, vez que, ECONOMIA ELE SÓ TEVE. DE 1964 A 1985.
§.5º.a. – Então, além do travamento econômico do Brasil pela crise financeira instalada no
deficit a descoberto da sua Economia, o País está sem NÚCLEO GOVERNAMENTAL ECONÔMICO, submetido pelo
MODELO POLÍTICO/TERRORISTA DE ATIVIDADES FINANCEIRAS SEM ECONOMIA; o qual instalou a FARRA DO PT NO
PODER até que a “usina de produção de dinheiro” foi denunciada ao mundo em 2.013 e desfeita em 2.015; e SEM
LASTRO DE MERCADOS a partir do consumo interno que, com 14,2 milhões de desempregados e mais 13,3 milhões
de famílias alojadas no “bolsa família,” não sobra força empresarial para mover o PAQUIDERME MONSTRUOSO em
que transformaram o Brasil; e isso é impedimento intransponível para “recuperação econômica,” porque a
Economia está irremediavelmente atacada do CUSTO BRASIL, que transcende à capacidade de concorrência de
qualquer economia nos mercados externos. Evidenciando-se que o volume de exportações que o terrorismo
apresenta é produzido e subsidiado pelas emissões frias que fazem lastro metálico em contas correntes para o
fluxo de caixa pelo multiplicador bancário, que mantém a ilusão de arrecadação tributária e sobrevivência
econômica da nação; graças à burrice somada à desinformação da população, que Temer explora pela TV Globo.
§.5º.b. – Logo, não resta outro tratamento ao Brasil, senão o EXPURGO DA BANDIAGEM
COMUNISTA TERRORISTA DO PODER, com a instalação do País no PROJETO DE CONSTRUÇÃO DA PÁTRIA INSTALADO
DE 1.964 a 1985, e que está readequado pelo PROJETO AMAZÔNIA – Soberania, Poder e Riqueza pelo caminho
da roça, empreendido pela ECONOMIA TRABALHISTA EDUCATIVA identificada pelo COOPERATIVISMO DE ESTADO
ENTRE INICIATIVA PRIVADA E GOVERNO, CAMPO E CIDADE, transformando a tríade patrimonial: HOMEM-TERRANATUREZA
em PROGRESSO para QUALIDADE DE VIDA. O qual tem um patrimônio ainda a ser empreendido, de US$
243 trilhões, e US$ 4,7 trilhões em oferta na poupança externa, se necessitar.
6. DA NATUREZA JURÍDICA DESTE ATO.
Art. 6º. – Em Foro de Soberania inexistem postulatórios, porque ele é desprovido da ordem
jurídica e do regime democrático, que foram superados pela anarquia oligárquica comunista fundamentalista
terrorista de bandidos, a qual extinguiu eficácia ao Estado Democrático de Direito, de onde ele emerge no POVO
NO EXERCÍCIO DIRETO DO PODER. E é suprido por um único instrumento operacional: a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE
NO PROCESSO HISTÓRICO que foi instaurada com as CPIs dos Correios e do Mensalão que geraram a AP 470,
sobre a qual iniciou-se o PROCEDIMENTO INTERVENTORIAL perante a Corte Constituinte, Alto Comando das Forças
Armadas, Procuradoria-Geral da República, Ordem dos Advogados do Brasil e Poderes Constitucionais constantes
dos Protocolos: da Pet. 142098/08.10.2008, com o PO 1300820 – 7.2.2013/ACFA. STF Pet. 142098/08.10.2008, STF
0038341, 29.2.2012, PR CODIN/POT/19.02.2012; SF29.02.2012; SF17.07.2012; SF11.06.2012 STF; PGR CD PR SF; CFA 117.419
29.02012 30.05.2012, 10.10.12; DPF/MS 08335.025373/2012-65 27.11.2012; DPF/ MS 335.005016/2013-61 28.01.2013; DPF/DF
08001.08335.0032 35/2002-5; 08001.008976/2012-74; 08001.014173/20 12-59 – COGER/DPF; 08200.008079/2013-03;
08200.008592/2013-96; DPF/CEVEL-R 02.05.2013; MPF/MS-00000744/2014; PR-MS-00019658/2013. PR-MS-00000744/2014– 000 07
443 /2014 – 00007787/2014 R 02.05.2013; MPF/MS-00000744/2014; PR-MS-00019658/2013. PR-MS-00000744/2014– 000 07 443
/2014 – 00007787/2014 – A.D. SF 15492345 1 BR; MPE/MS-PGJ – 043779-2/2; 018742-2/2019223-2/2M; CD 006198- 30.9.13; SPF
08335,006262/ 2014-11; PGR 00001654/2014; PGR 0007443 PR 04.09.2013; PR JG 642440674BR STF AR-J6603237679BR; PF
08335.018120/2014-05; PGJ 022451-2/2; 022450-2/2 022450-2/2; 018742-2/2; 019223-22/, 01237180; 151113 1403 67; 01238632-1;
10123 1355; 11988/2014, 01237180; 151113 1403 67; 01238632-1; 10123 1355; 11988/2014, PGR 10058/2014. STF SF
82200437/2014; STF PE 6197258220; ACFA PE 513259353JH; STF PE 513269996JH; STF PE 619725820JH; PRM-CAC-PR
10058/2014; PR PRM-CAC-PR 00010318/2014, PRM-CAC-PR 0004149/2015; PRM-CAC-PR 00002475/2017, STF-JR607903029BR-
23.5.2017, além de outros, em âmbito nacional e internacional. E isto instala a CONTROVÉRCIA INSTITUCIONAL entre

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a nação vítima e as facções apátridas marginais. Aquela, remanescente na Constituição e identificada pelos
Símbolos, Valores, História e Tradições da civilização brasileira, e esta formada na organização anticonstitucional
e identificada no corpo de delito do País que produz. Assim, tem natureza demandatária, mas é desprovido de
contraditório, porque o Processo Histórico que ele rege, é uma construção permanente do meio ambiente
existencial da nação e dela própria, através do Conhecimento acumulado pela humanidade e do avanço de
desenvolvimento acrescentado pela Ciência.
§.6º.a. – De modo que, o Foro de Soberania é o equipamento do povo brasileiro, para a sua
continuidade histórica, quando o EQUÍVOCO POLITICO instaura a nação em estado de guerra civil revolucionária ou
convulsional. Revolucionária, quando o conflito entre a nação e as facções apátridas no poder se atracam pelas
armas; convulsional, quando esse conflito é unilateral, em deflagração contínua contra a nação pelo banditismo.
In casu, a nação é vítima de estado de guerra civil convulsional terrorista. Por isso, é caso de política; ou seja, de
REAÇÃO DE CIDADANIA PELO APARELHO REPRESSOR DA CONSTITUIÇÃO, através do persecutório institucional de
Estado que a Polícia Federal deflagrou em blocos pelas respectivas operações de flagrâncias.
§.6º.b. – Então, na identificação penal do conflito, a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO
HISTÓRICO estanca a “jurisprudência” e a “doutrina” que não prestam mais, porque pereceram com a ordem jurídica
vencida, e REPROJETA O BOM SENSO JURÍDICO E A LUCIDEZ DE CÁTEDRAS SOBRE O ESTADO DECANDENCIAL DA
CIVILIZAÇÃO, IMPOSITIVO DE REDIMENSIONAMENTO INSTITUTIVO DA ORDEM JURÍDICA, PARA QUE, POR ELE, ELA
RESULTE RECUPERADA, AINDA QUE SEJA PELAS ARMAS. Visto que a vida civilizada não se rege pelo absolutismo
armado, mas sim, pelo bom senso pedagógico equipado das armas.
§.6º.c. – Então, os ATOS CONSTITUINTES no Foro de Soberania não são invocatórios de
jurisdição coercitiva, e sim, PEDAGÓGICOS DE RECUPERAÇÃO INSTITUTIVA. Praticamente é o povo questionando-se
a si mesmo num redimensionamento de consciência jurídica, dentro da Constituição, para que não haja vítimas no
eventual desfecho armado. Por isso, o assunto que, para os juristas que o constroem seria de alguns parágrafos,
se estende por quase estafante exposição. Pois, se o Ato Constituinte não for PEDAGÓGICO, ele não alcança
absorvimento executório nem no próprio meio institucional elevado, que está preso à “jurisprudência,” “doutrina,”
“ABNT,” e manuais já indicados nos concursos públicos do “x” no quadrinho, porque o gramscismo no poder sabe,
d´antemão, que os candidatos à Magistratura, Ministério Público, etc., não têm envergadura pedagógica para
“raciocínios complexos” do grau que o trato da vida civilizada conflitada impõe. Por cuja carência, quando a nação
afunda nos seus abismos políticos, ao invés dela se reconstruir NA CONSTITUIÇÃO, imediatamente clama por outra
Constituição. Isto vem ocorrendo desde 1992, quatro anos após a promulgação da Constituição, quando
começaram “emenda-la” ao invés de lhe darem execução.
§.6º.c, Como dizem os constitucionalistas das mais respeitáveis universidades do mundo: “É a
Constituição mais avançada que o Constitucionalismo já produziu depois dos Dez Mandamentos.” E por isto, é
usada como livro didático em cursos de doutorado. Mas, no Brasil, ela ainda não tem envergadura de cátedras
para ser lida corretamente. Porém, não é um desastre, porque o Brasil é rico em respeitáveis juristas. E os “juristas,”
são os serviçais das instituições nos organismos de inteligência nas civilizações desenvolvidas. E ao tempo dos
governos militares, estavam, também aqui, presentes na assessoria de inteligência da Presidência da República.
§.6º.d. – Eis a razão deste Ato Constituinte não estar vazado em “jurisprudência” e “doutrina.”
Primeiramente, porque, como já foi dito, elas se absorvem nas estruturas institucionais superadas pelo banditismo;
e ai, instaurar saída no respectivo meio, seria promover uma “briga de foice no escuro;” tão comum no 3º Mundo,
E presente na “Operação Lava Jato,” pelo “prende solta” entre o Ministério Público Federal e o Supremo Tribunal
Federal. Em cuja baderna institucional se beneficia o banditismo que, na criminalidade comum prosperou
1.636% de 2.003 a 2016, e no banditismo no poder roubou o País até reduzi-lo à minguada massa falida que
está ai. Segundo, porque, se situássemos a INTERVENÇÃO no meio que a impõe, estaríamos fazendo o que a
Polícia Federal faz: EM GUERRA CONTRA A BANDIDAGEM NO PODER, CHEFIADA PELO MENTOR, COMANDANTE E CHEFE
DELES. EM PRÁTICA SUBVERSIVA QUALIFICADA, PORQUE NÃO MILITA EM FAVOR DA POLÍCIA FEDERAL A PRESUNÇÃO DE
DESCONHECIMENTO DA CONSTITUIÇÃO. E MUITO MENOS, A DESQUALIFICAÇÃO MACULADORA DA HOMBRIDADE DE
INVESTIDURA QUE LHE PESA PELO ATAQUE QUE VEM SOFRENDO EM SUA CORPORAÇÃO, DE RESPONSABILIDADE DA
BANDIDAGEM QUE A CHEFIA.
§.6º.e. – Porém, a Constituição veio para dar à civilização brasileira, superação a isso. Por isso,
não instituiu a Polícia Federal no mesmo grau dos poderes constitucionais que, ao darem perecimento ao Estado
Democrático de Direito resultam em auto extinção, mas, a reconhece como o PODER DE POLÍCIA DA UNIÃO que, ao

POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA
NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS
ficar ela sem Estado, remanesce na Constituição em sua originalidade constituinte sobre as instituições superadas.
Situação na qual, o seu desempenho se despega de eventuais limitações infraconstitucionais, porque, ao seu
encargo resulta a recuperação avançada da ordem jurídica e do regime democrático pela prisão em flagrante delito
em qualquer esfera da vida pública, pelo art. 1º incs. I,II e Parág. único, com o art. 5º caput da Constituição.
7. DAS INVOCAÇÕES.
Art. 7º. – Com esta fundamentação, o POVO EM FORO DE SOBERANIA NA POLÍCIA FEDERAL
fixa a data do presente Ato Constituinte como início do período em que COBRARÁ DA POLÍCIA FEDERAL os prejuízos
por perdas e danos, lucros cessantes e emergentes decorrentes do atraso na implantação do Brasil no PROJETO
AMAZÔNIA, em virtude da demora sem causa da PRISÃO DE DILMA VANA ROUSSEFF & MICHEL MIGUEL TEMER LÚLIA,
para o POVO EM FORO DE SOBERANIA NAS FORÇAS ARMADAS reintegrar-se na Instituição da Presidência da
República com a posse constituinte interina nela do cidadão Celio Evangelista Ferreira do Nascimento.
§.7º.a. – Notifica os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, de que, estando superada a
ordem jurídica e o regime democrático pela anarquia oligárquica comunista fundamentalista terrorista de
bandidos, ferrenhamente defendida pela “lei de abuso de autoridade,” “lei de imigração,” “eliminação do Min. Teori
Zavascki e do policial que investigava a mesma,” “execuções intimatórias na Polícia Federal” e o aparato
desmoralizador montado contra a “Operação Lava Jato,” somado ao desempenho integrado no inventário
minguado da massa falida em que transformaram o Brasil, e à eliminação da força de trabalho pelo regime de
tortura terrorista do desemprego, que se tipifica pela absoluta inércia do Governo com a Economia do País e
vigoroso empenho pela manutenção do saqueamento dele, identifica ORGANIZAÇÃO TERRORISTA substituindo o
Estado Democrático de Direito. À qual, o POVO BRASILEIRO NÃO SE SUBMETE E SE DECLARA EM AUTODEFESA DA
CONSTITUIÇÃO E LEGÍTIMA DEFESA SOCIAL DA NAÇÃO, NAS FORÇAS ARMADAS, POLÍCIA FEDERAL E NOS CIDADÃOS EM
PARTICULAR, SOBRE TODA A BANDIDAGEM TERRORISTA NO PODER, nos termos do princípio universal orientador da
legítima defesa: “Quem, de qualquer modo se associa para a prática de crimes, não pode invocar isenção
de culpa,” recepcionado pelo art. 5º caput da Constituição. APRESENTANDO UM CONTEXTO DE BANDIDOS
TERRORISTAS ENTRINCHEIRADOS POR MANDATOS, INVESTIDURAS E FUNÇÕES NOS PODERES CONSTITUCIONAIS
ROUBANDO O PAÍS, MASSCRANDO A NAÇÃO E DESTRUINDO A PÁTRIA.
§.7º.a.b. Contra isso, o POVO EM FORO DE SOBERANIA nas Forças Armadas, Polícia Federal,
Polícias Militares, Ministério Público Federal, Polícias Civis, Agentes Penitenciários, Ordem dos Advogados do
Brasil, Justiça Federal, Associação Comercial e Industrial de Cascavel/Pr. e TV Tarobá em 89.323.489
constituintes, dará posse ao cidadão Celio Evangelista Ferreira do Nascimento no cargo de Presidente da
República, em regime de interinidade constituinte, assim que a Polícia Federal tiver efetuado a prisão de Dilma
Vana Rousseff & Michel Miguel Temer Lúlia; independentemente de posição tomada pelo Superior Tribunal
Eleitoral no assalto ao poder que ele realizou em 2.014 para o Foro de São Paulo, Instituto Lula e CorregedoriaGeral
Eleitoral.
Quartel da 15ª Bda. Inf. Mec., 5ª Div. Ex. 3ª RM, 05 de junho de 2.017.
COMANDO DA INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO.
Celio Evangelista Ferreira do Nascimento – Forças Armadas – Polícia Federal – Polícias Militares – Polícias
Civis – Agentes Penitenciários – Ministério Público Federal – Ordem dos Advogados do Brasil – Justiça
Federal – Associação Comercial e Industrial de Cascavel – ACIC – TV Tarobá.

FALAFINAL.PDF

 

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MINHA POSSE NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

SENHORES VEREADORES PRESIDENTES DAS CÂMARAS MUNICIPAIS DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
SENHORES DEPUTADOS ESTADUAIS PRESIDENTES DAS ASSEMBLEIAS LEGISLATIVAS DOS ESTADOS DA REPÚBLICA
FEDERATIVA DO BRASIL
SENHOR DEPUTADO DISTRITAL PRESIDENTE CÂMARA DISTRITO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.
SENHORES DEPUTADOS FEDERAIS PRESIDENTES DAS CÂMARAS DOS DEPUTADOS DA UNIÃO NA REPÚBLICA
FEDERATIVA DO BRASIL.
SENHOR SENADOR PRESIDENTE DO SENADO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.
COMPONENTES DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO NA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
PELO SENHOR VERADOR PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE CASCAVEL-PR.
O POVO BRASILEIRO formado pela tríade constituinte originária: Nação-Território-Soberania,
autoproclamado no Preâmbulo da Constituição em Poder Constituinte, denominado nela de cidadania, pelo qual se
institui em Estado Democrático de Direito no art. 1º caput e incs. I,II e Parágrafo único, com o art. 4º incs. I,III da
Constituição, e se constitui em Ente Político de civilização, distribuído em organização federativa pela mesma, através
das Constituições Estaduais e Leis Orgânicas Municipais; bifurcado em: a) poder político constitucional rotativo indireto
nos partidos políticos no art. 1º incs. II,V e Parág. único, com o art. 14 incs. e §§ e art. 17 incs. e §§, art. 27 § 1º, art. 28,
art. 29 inc. II, art. 46, o art. 76, e o art. 80 da Constituição, no Colegiado Mandatário composto do Presidente e VicePresidente
da República, Presidente da Câmara dos Deputados, Presidente do Senado federal e Presidente do STF; b)
força militar constituinte permanente direta, formada das patentes eleitorais de comando supremo e autoridade
suprema das Forças Armadas, no art. 1º incs. I,II e Parág. único, com o art. 4º incs. II,III, o art. 84 incs. XIII, e o art. 142
com o art. 91 inc. VIII e o art. 80 da Constituição, no Colegiado Constituinte, composto dos Comandantes Superiores da
Marinha, Exército e Aeronáutica; com personalidade jurídica instituída no art. 2º e arts. 18, 20, 21, 22 da Constituição
na UNIÃO FEDERAL, CNPJ nº 29.979.036/0001-40, sediada no Palácio do Planalto, Praça dos Três Poderes, Brasília/DF,
ora com endereço operacional no Quartel da 15ª Brigada de Infantaria Motorizada, 5ª Divisão de Exército, 3ª Região
Militar Sul, em virtude de sua sede estar esbulhada pelo Foro de São Paulo e Estado Islâmico com o Instituto Lula,
Superior Tribunal Eleitoral, Procuradoria-Geral Eleitoral e Senado Federal com o Supremo Tribunal Federal;
em FORO DE SOBERANIA pelo exercício direto do poder instituído no art. 1º incs. I,II e Parág. único, com
o art. 4º incs. II, III, VIII, o art. 5º caput e incs XLIII, LXXIII, §§ 2º e 3º, com o art. 37 caput, o art. 84 inc. XIII, com o art. 142 e o art.
80 com o art. 91 inc. VIII, mais o art. 144 da Constituição, que recepcionam o art. 1º com o art. 5º n. 1, o art. 10º n. 1, 2 da Convenção
Americana Sobre Direitos Humanos, o art. 2º com o art. 21 n. 1 da Declaração Universal dos Direitos do Homem, a Resol. do
CS/ONU n. 1.373 de 28.09.2001, e faz aplicável o art. 6º com o art. 8º da Carta Democrática Interamericana, e o art. 55 c, da Carta
da ONU, com o Decreto n. 5.639 de 26.12.2005, e o Decreto n. 4.388 de 25.09.2002, face estar presente no corpo de delito
do País a RAZÃO DE ESTADO, CRISE INSTITUCIONAL DE ESTADO, ASSALTO AO PODER PELO FORO DE SÃO PAULO, FALÊNCIA
DO PAIS e CAOS SOCIAL, que rompeu o Estado Democrático de Direito na fusão do voto com a bala no mandato-patentes
de Presidente da República e extinguiu eficácia à Magistratura de Estado desprovendo o Processo Histórico de regência
institutiva e dando emersão ao povo em reação de cidadania para: RECUPERAÇÃO DA SUA VOCAÇÃO DE LIBERDADE;
RESTAURAÇÃO DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO; RESTABELECIMENTO DA UNIDADE DA NAÇÃO, e
REENCAMINHAMENTO DO PAIS PARA O TRABALHO;
aqui liderado pelo COMANDO DA INTERVENÇÃO DO POVO NO PROCESSO HISTÓRICO, formado do
cidadão Celio Evangelista Ferreira do Nascimento, jurista, com título de cidadania instituído no art. 14 inc. II, b, da
Constituição e cadastro eleitoral nº 0038.4759.0647/Brasília-DF, filiação partidária nº 011745991910/Brasília-DF.,

POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA
NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS
PMDB/Brasília-DF, identidade policial nº 788947/MS. e identificação fiscal nº 198.285.009-49, telefone: 45 99850-40.46,
cexvanaverba@hotmail.com– facebook/celio evangelista, e endereço no Quartel da 15ª Bda. Inf. Mec., 5ª Div. de Ex. 3ª
RM, na Rua Rio de Janeiro nº 229, Centro, 85.801-030 Cascavel-Pr., com: as Forças Armadas, as Polícias Militares,
a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, a Justiça Federal, as Polícias Civis, a Ordem dos Advogados do
Brasil, os Agentes Penitenciários, a Associação Comercial e Industrial de Cascavel/PR.-ACIC, e a Tv
Tarobá/Cvel/Pr. em 89.323.489 constituintes mobilizados desde o pleito eleitoral de 2.014 na praça pública e nas
redes sociais;
por este ATO CONSTITUINTE INTERPELATÓRIO na INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO
HISTÓRICO, instalada com as CPIs dos Correios e do Mensalão que geraram a AP 470 assentando a reação de cidadania
pelos atos institutivos constantes dos Protocolos: Pet. 142098/08.10.2008, PO 1300820 – 7.2.2013/ACFA, STF Pet.
142098/08.10.2008, STF 0038341, 29.2.2012, PR CODIN/POT/19.02.2012; SF29.02.2012; SF17.07.2012; SF11.06.2012 STF; PGR CD PR
SF; CFA 117.419 29.02012 30.05.2012, 10.10.12; DPF/MS 08335.025373/2012-65 27.11.2012; DPF/ MS 335.005016/2013-61 28.01.2013;
DPF/DF 08001.08335.0032 35/2002-5; 08001.008976/2012-74; 08001.014173/20 12-59-COGER/DPF; 08200.008079/2013-03;
08200.008592/2013-96; DPF/CEVEL-R 02.05.2013; MPF/MS-00000744/2014; PR-MS-00019658/2013. PR-MS-00000744/2014– 000 07 443
/2014 – 00007787/2014 R 02.05.2013; MPF/MS-00000744/2014; PR-MS-00019658/2013. PR-MS-00000744/2014– 000 07 443 /2014 –
00007787/2014 – A.D. SF 15492345 1 BR; MPE/MS-PGJ – 043779-2/2; 018742-2/2019223-2/2M; CD 006198- 30.9.13; SPF 08335,006262/
2014-11; PGR 00001654/2014; PGR 0007443 PR 04.09.2013; PR JG 642440674BR STF AR-J6603237679BR; PF 08335.018120/2014-05;
PGJ 022451-2/2; 022450-2/2 022450-2/2; 018742-2/2; 019223-22/, 01237180; 151113 1403 67; 01238632-1; 10123 1355; 11988/2014,
01237180; 151113 1403 67; 01238632-1; 10123 1355; 11988/2014, PGR 10058/2014. STF SF 82200437/2014; STF PE 6197258220; ACFA PE
513259353JH; STF PE 513269996JH; STF PE 619725820JH; PRM-CAC-PR 10058/2014; PR PRM-CAC-PR 00010318/2014, PRM-CAC-PR
0004149/2015; PRM-CAC-PR 00002475/2017, STF-JR607903029BR-23.5.2017, além de outros, em âmbito nacional e internacional,
recebidos, aceitos e homologados,
NOTIFICA O PODER LEGISLATIVO EM ÂMBITO FEDERATIVO REPUBLICANO, ATRAVÉS DA CÂMARA
MUNICIPAL DE CASCAVEL-PR., EM SEDE DE PROCESSO HISTÓRICO NO FORO DE SOBERANIA, DE
QUE, NA CONFORMIDADE DO ATO CONSTITUINTE DECISÓRIO ANEXO, DARÁ POSSE AO CIDADÃO
CELIO EVANGELISTA FERREIRA DO NASCIMENTO, NO CARGO DE PRESIDENTE DA REPÚBLICA, EM
VIRTUDE DE VACÃNCIA DESDE O DIA 1º DE JANEIRO DE 2.015, EM REGIME DE INTERINIDADE
CONSTITUINTE, IMEDIATAMENTE À PRISÃO DE DILMA VANA ROUSSEFF & MICHEL MIGUEL TEMER
LÚLIA PELA POLÍCIA FEDERAL. RELEMBRANDO:
I. A INCONSTITUCIONALIDADE, INSTABILIDADE E ILEGITIMIDADE DA PRESENÇA DE DILMA
VANA ROUSSEFF & MICHEL MIGUEL TEMER LÚLIA NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. SUAS
QUALIFICAÇÕES PENAIS E RESPECTIVO DESFECHO INSTITUCIONAL.
Como o corpo de delito do País registra e o PERSECUTÓRIO INSTITUCIONAL DE ESTADO composto do
equacionamento perquiritório em blocos instaurado pela Polícia Federal, Ministério Público Federal, Justiça Federal e
Supremo Tribunal Federal demonstra, Dilma Vana Rousseff & Michel Miguel Temer Lúlia estão em flagrante delito de
esbulho do cargo público de Presidente da República, por assalto ao poder através do pleito eleitoral terrorista de 2.014,
promovido pelo Foro de São Paulo com o Instituto Lula, Procuradoria-Geral Eleitoral e o Superior Tribunal Eleitoral, com
dinheiro roubado da nação e mandato para Dilma fabricado nas urnas eletrônicas e refabricado para Temer na Câmara
e Senado pelo “impeachment da Dilma,” executando a estratégia terrorista do “Projeto de Poder do PT de Comunizar o
Brasil Em 22 Anos” pela FARRA DO PT NO PODER, que transformou a democracia em “cleptocracia” e o País, “num sindicato
de ladrões,” operado pelo crime organizado no governo, assentado nas gangues políticas e gerido pelas corporações
quadrilheiras; com o povo sequestrado em seus lares e locais de trabalho em massacre por tortura terrorista do medo,
insegurança pública, insegurança jurídica e insegurança econômica, sofrendo a destruição da civilização brasileira pelos
“bandidos escondidos atrás de mandatos fazendo leis para bandidos escondidos atrás da toga manter o terrorismo
acordado como sistema de poder e a corrupção partilhada como forma de governo;” arregimentados em: 1. bandidagem
no poder distribuídos pelo PMDB, PTB, PDT, PT, PSB, PPL, PSDB, PTC, PSC, PMN, PRP, PPS, PV, PCB, PBC, PTdo B, PPL,
PR, PSTU, PRTB, PHS, PSDC, PCO, PTN, PSC, PRB, PSL, PR, PSD, PROS, SP, PMB, DEM, PC do B, PP, PCB, PRTB e REDE
Supridos pelos “especialistas,” “intermediadores,” “negociadores” e “mefíticos” de toda a espécie, que estão espalhados

POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA
NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS
por todo o tecido institucional e todas estruturas operacionais da República e iniciativa privada, alojados no erário público
e ocupados em: a) roubar o Pais, b) massacrar a Nação, c) destruir e vender a Pátria; 2. bandidagem terrorista
transnacional, no “projeto Pátria Grande” pela URSAL, UNASUL, URC, ESAD, G-20, BRICS, FAO, OTSC, CEI, OCS,
ECVCNB, no MST, CUT, MSTA, CEMIG, CONTAG, Via Campesina, MLST, MAB, MIR, ELN, EZ, APINB, ARPIN-Sul, COIAB,
APOINME, CIR, ABA, IEB, CTI, CUIA, Sindicatos, Hamas, Taleban, Al Qaeda, Jihads, Hesbollah, Boko-Haran, Al Shebab,
Estado Islâmico3. bandidagem de campo no “fome zero” e criminalidade quadrilheira pelo PCC, CV, FDN, TCC, CRBC,
CDL, SS, DCMS, TC, ADA, IDI, AJ, AD, B.dos 40; PCN; ER; 300 Esp.; PCM; ERam; B. dos 300; CC; GDA; PCM; BI; PGE; B. dos
40; ADM; COM; B.dos 300M; PCM2; PCE; CP; BM; KATIARA; CPr; CAVEIRA; CMO; PJ; PCMpr; PCMG; MP; PI; PCU; CJUC; GF,
CDLcr, PGC2, PCRV, CL, SN, SC,PL, PGO, FRC, BC, OS TAURAS, V.7, O.S.A.l, U.P.P, C.P.C, A.L, P.C.Pr, P.C.L.ms, D.G, BPj,
B.C.cuia, C.V.mt, A.L.ro, C.P.ro, B. dos 13; 3º CP; Carecas do ABC; Comando da Paz; CRBC, Máfia do Lixo, Esquadrão da
Morte. Assistidos pela Depen, “Pastoral Carcerária,” outros serviços religiosos e ONGS; e ocupados em matar, assaltar,
estuprar, sequestrar, roubar e aterrorizar a população.
Por essa estrutura, o “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos” movia o País por
falcatruas contábeis, estelionato estatístico, renúncias fiscais estelionatárias, estelionato de preços públicos, estelionato
de consumo, picaretagens com títulos públicos, lançamentos invertidos da dívida púbica e exportações inexistentes, por
onde gerava ativos líquidos para as emissões de real frio a lastro metálico em contas correntes para os bancos fazerem
o fluxo de caixa da economia pelo denominador bancário, que fazia a roda da produção/consumo girar mantendo o
emprego e produzindo impostos em crescimento, sem economia geradora. Era o “socialismo monetarista de Estado”
descoberto por Guido Mantega, Paulo Bernardo, Dilma Rousseff e Henrique Meirelles, sob as benção do analfabetismo
de Lula que, sem entender o “milagre,” transformou o “Projeto de Poder do PT” em “lulismo” distribuindo em “revolução
bolivariana comunista” fundida com o “fundamentalismo islâmico terrorista” no “Projeto Pátria Grande” pela URSAL,
UNASUL, URC, G-20, BRICS, HAMAS, HESBOLLAH, JIHADS, AL QAEDA, TALEBAN. E construiu no Brasil o armagedom
apocalíptico, que foi desmontado a partir das CPIs dos Correios e do Mensalão pela AP 470 que elas produziram; sobre
a qual foi instaurada a REAÇÃO DE CIDADANIA perante a Corte Constituinte em 2.008, dando materialidade jurídica às
esferas do Processo Histórico instituídas pelo art. 1º incs. I,II, e Parág. único com o art. 3º incs. I/IV e o art. 5º caput da
Constituição. Por onde o modelo política socialista terrorista sem economia foi identificado como caso de polícia, por
bandidagem transnacional agregada, e denunciado nos foros internacionais próprios, logrando a exclusão do Brasil do
crédito internacional, que lhe gerou a crise financeira, da qual veio a depressão econômica e a consequência massa
falida sem ativo real que sustente renegociação do astronômico passivo a descoberto de geração tributária pelo País,
para o seu custeio. E assim, a Inteligência das Forças Armadas, com a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a
Justiça Federal destruiu o armagedom e livrou o mundo da hecatombe de civilização que já teria eclodido pela Coreia do
Norte que fazia sustentação nuclear à organização, quando, por um descuido da Inteligência Planetária, Obama,
seguindo a regra de que: “cobra se mata pela cabeça,” bloqueou a Coreia do Norte e ia invadi-la, determinado a destruí-
la.
E assim cumpriu-se o “Ideário da Revolução de 64,” que estabelecia o período de 1986 a 2.014/2.016
para o suicídio de poder das esquerdas fundidas com as oligarquias do poder, a marginalidade e a vadiagem,
expurgando, de uma só vez, sem guerra civil, a civilização brasileira, para a reinstalação do Brasil na 3ª etapa do “Ideário
da Revolução de 64,” pelo instrumental que as Forças Armadas, por Celio Evangelista Ferreira e o Dr. Ulysses Guimarães
construíram na Constituição. Pelos quais, a reinstalação do Brasil em seu Processo Histórico vem com o “PROJETO
AMAZÔNIA – Soberania, Poder e Riqueza pelo caminho da roça,” empreendido pela ECONOMIA TRABALHISTA
EDUCATIVA integrada do COOPERATIVISMO DE ESTADO composto de iniciativa privada e governo, campo e cidade,
transformando a tríade patrimonial originária: HOMEM-TERRA-NATUREZA em PROGRESSO para QUALIDADE DE VIDA;
sustentado na “ideologia política” fácil de decorar: “COM O SUOR DO ROSTO TERÁS O PÃO,” regida pela “doutrina social”
simples e clara: “AMARÁS O TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO.” Dispondo do patrimônio nacional ainda a ser
empreendido, de US$ 243 trilhões; com ofertada de US$ 4,7 trilhões da poupança externa para os investimentos
infraestruturais, se o Brasil precisar. Como, aliás, acontecera de 1966 a 1982. Sobre cuja realidade extrínseca,
repousa a afirmação do POVO EM REAÇÃO DE CIDADANIA, de que o Brasil inicia neste ano de 2.017 a construção da
civilização fundada por Frei Henrique de Coimbra no dia 26 de abril de 1.500, instalada pela nação na “Marcha da Família
Com Deus Pela Liberdade” em 1.964, e identificada pela Assembleia Nacional Constituinte na Constituição em 1988; a
qual iniciou com as CPIs dos Correios e do Mensalão o acompanhamento da tragédia dos apátridas, inimigos do povo

POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA
NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS

brasileiro, que restam ao sepultamento da História, como estrebuchamentos imundos do respectivo suicídio de poder
plenamente concluído sem deixar feridas machucando a UNIDADE SAGRADA DA NAÇÃO.
E, nesse suicídio de poder, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff, Michel Miguel Temer
Lúlia se evidenciam plenamente identificados como os mentores, chefes, comandantes e principais beneficiários na
organização transnacional criminosa terrorista; e nesse grau, CULPADOS pelo extermínio de mais de 5 milhões de
pessoas; o roubo do País de mais de R$ 36 trilhões; e a destruição da Pátria a estado de massa falida de um terço do
tamanho econômico do Brasil em 2.003; em cujo estado, elimina 53 mil pessoas e aleija e fere outras 135 mil por ano só
nos corredores de extermínio em que virou a malha viária rodoviária e urbana do Brasil; elimina 94 pessoas por dia nos
corredores de extermínio do SUS; elimina 174 pessoas por dia no arraial da criminalidade comum, onde é registrada uma
ocorrência criminosa a cada 0,11 minutos; 100 mulheres e crianças são estupradas por dia; 503 mulheres são agredidas
por hora; e 14,3 milhões de pessoas estão estocadas ao extermínio pela tortura terrorista do desemprego, no País falido.
E, como continuam em estado de flagrantes delitos, Suas PRISÕES JÁ ESTÃO AO ENCARGO DA POLÍCIA FEDERAL, SOB O
RESPALDO BÉLICO DAS FORÇAS ARMADAS NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DO POVO NO COMANDO DA
INTERVENÇÃO EM 89.323.489 CONSTITUINTES.
II. O SANEAMENTO DA VACÂNCIA NA INSTITUIÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.
Imediatamente à apresentação de Dilma Vana Rousseff & Michel Miguel Temer Lúlia à Justiça Federal
em Curitiba-Pr., o COMANDO DA INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO no exercício direto do poder, dará
posse ao Presidente Constituinte Interino do Brasil perante o Congresso Nacional em grau constituinte de Foro de
Soberania instituído pelo art. 1º incs. I,II e Parág. único, com o art. 4º incs. I,III, e o art. 84 inc. XIII com o art. 142 e o art.
78 da Constituição.
Como a Constituição alicerça a representação mandatária, as investiduras e as funções públicas
sobre o dogma da dignidade humana, personificado pela moral pública no art. 1º inc. III e Parág. único com o art. 37
caput e § 4º, com o art. 5º caput e inc. LXXIII, com o art. 15 inc. V, o art. 85 inc. V e o art. 101 dela, constituindo a
legitimidade intrínseca da ordem jurídica e do regime democrático que definem as fronteiras da tripartição, qualificam
a jurisdição e fazem soberanas as leis e as decisões de governo e de justiça, a desqualificação moral dos mandatários
da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, pelo estado de marginalidade, bandalheiras e banditismos que os
envolve, no corpo de delito do País, apresentado pela Polícia e Justiça Pública, rompeu o Estado Democrático de Direito
na fusão do voto com a bala em esfera dos Poderes Constitucionais; primeiramente, na organização corporativa terrorista
em atentado contra a Constituição, em que se transformou o efetivo presidencial do Poder Executivo com os efetivos
parlamentares do Poder Legislativo e o efetivo magistral do Poder Judiciário na refabricação do “mandato criminoso” de
Dilma Vana Rousseff para Michel Miguel Temer Lúlia, pela engendração terrorista nojenta do “impeachment da Dilma;”
envolvendo a redistribuição do roubo do País entre as respectivas gangues; depois pela desqualificação moral
emergente da individualidade garantida pelo Estado Democrático de Direito no art. 1º inc. III e Parág. único, com o
art. 5º caput e incs. II, VI, XLXXIII e §§ 2º,3º da Constituição. Cuja estrutura constitucional do mandato, da investidura e
da função impõe aos respectivos titulares, o DEVER CONSTITUCIONAL de exigir a exclusão do respectivo meio, do
bandido, marginal, ladrão, crápula, que logrou se infiltrar ali. Como ninguém fez isso, resultam os respectivos efetivos
dos três poderes abrangidos em grau de Foro de Soberania, pela qualificação universal de Direito Penal: “Quem, de
qualquer modo se associa para a prática de crimes, não pode invocar isenção de culpa.” E o art. 5º caput da
Constituição não é individualista e sim institucional. Por isso, já se auto regulamenta no seu inciso I; não deixando dúvida
de que a norma é dogmática e não disciplinar. Como não poderia deixar de ser diante da lição pedagógica antiquíssima:
“Para tirar os bandidos da rua, se tem de tirar do poder, aqueles que, nas respectivas investiduras de autoridade,
produzem a degeneração moral que os gera.” Daí, a Constituição não poderia assegurar abrigo a bandidos; pelo
menos, não a Constituição brasileira, que as Forças Armadas produziram por missão desempenhada por Celio
Evangelista Ferreira na sua construção dogmática.
Daí, rompido o Estado Democrático de Direito em sua fundação nuclear, emergiu o POVO EM FORO DE
SOBERANIA EM AUTO DEFESA DA CONSTITUIÇÃO E LEGÍTIMA DEFESA SOCIAL DA NAÇÃO, NAS FORÇAS ARMADAS, POLÍCIAS

POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA
NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS
MILITARES, POLÍCIA FEDERAL, MINISTÉRIO PÚBLICO, ORDEM DOS ADVOGADOS E SUAS ENTIDADES CIVIS,
POR INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO tipificada pela RAZÃO DE ESTADO, CRISE INSTITUCIONAL DE
ESTADO, ASSALTO AO PODER PELO FORO DE SÃO PAULO, FALÊNCIA DO PAÍS E CAOS SOCIAL. Impondo: 1) recuperação da
sua vocação de liberdade; 2) restabelecimento do Estado Democrático de Direito; 3) restauração da unidade da nação;
4) reencaminhar do País para o trabalho; 5) reconstrução da soberania nacional no contexto mundial.
E então, dará posse na Instituição da Presidência da República, ao cidadão Celio Evangelista Ferreira
do Nascimento, em evento de cidadania no Congresso Nacional, presidido pelo Exmo. Sr. Procurador-Geral da
República, na execução do art. 127 da Constituição. Sendo tolerável a nomeação dele por Dilma Vana Rousseff, porque
ele foi escolhido por eleição do Colégio de Procuradores e aprovado pela maioria absoluta do Senado Federal. E, se a
Constituição suporta a “delação premiada” no seu art. 5º incs. XXXVII, a INTERVENÇÃO não fará antecedente licencioso
perante ela, no fato de suportar essa nomeação, face ao desempenho ponderado, mas produtivo do Exmo. Sr.
Procurador-Geral, contra a bandidagem terrorista no poder, que a Polícia Federal lhe apresenta. Não é o caso do
Supremo Tribunal Federal com o recebimento dos “Ministros” de Dilma e Temer, sob o seu próprio repúdio público nos
repetidos vereditos dos Ministros Gilmar Mendes, Marco Aurélio de Mello, Celso de Melo, e desassombrado desempenho
contra o dogma da moralidade pública; ferindo-se a si próprio no art. 101 da Constituição.
A gradação do art. 80 da Constituição resulta inexistente em virtude de Dilma Vana Rousseff e Michel
Miguel Temer Lúlia não serem titulares constitucionais de mandato presidencial, mas, estarem no cargo de Presidente
da República em flagrante delito de esbulho por assalto ao poder feito com dinheiro roubado da nação; bem expostos
pelo corpo de delito do País e os vários persecutórios penais que os envolve. E, não havendo mandato de Presidente da
República, não há investidura substituível e nem sucessória.
Ausente, também, está a hipótese do art. 81 § 1º,2º da Constituição, porque o cargo de Presidente da
República está vago desde o dia 31 de dezembro 2.014. Sendo, a ação de “cassação de mandato da Dilma” no Superior
Tribunal Eleitoral, um atentado terrorista à Constituição, da mesma gravidade institucional do pleito pelo qual ele foi
fabricado nas urnas eletrônicas. Tanto é que se trata de rezinga entre a bandidagem comunista terrorista no poder, que
Michel Temer tentou frustrar com a refabricação do mandato de Dilma para si, pelo “impeachment da Dilma.” De modo
que se instalou o Foro de Soberania em toda a sua plenitude constituinte do art. 1º incs. I,II e Parag. único da Constituição,
nos precisos termos da originalidade do Constitucionalismo: “Quando o Estado se acaba, restam os homens em armas
para se reorganizar pela hombridade, a honradez, o caráter e a lucidez.” E a anarquia terrorista em que virou o País
nas garras de quadrilhas, gangues e corporações de bandidos se comprova justamente com o estado de vacância na
Presidência da República, já há mais de dois anos, em manipulação no STE objetivando “legalizar” o mandato de Dilma
produzido por roubo da nação e fabricado nas urnas eletrônicas e refabricado a Temer na Câmara e Senado, pela “perda
de objeto” que esperam pelas eleições de 2.018. Pois, aos bandidos no poder não interessa o estado de ilegalidade,
ilegitimidade e instabilidade do Regime, porque, para roubar o País, massacrar a Nação e destruir a Pátria é exatamente
assim que ele deve estar.
III. – A INVOCAÇÃO:
A democracia constitucional brasileira é imune a golpes. Se suportou a baderna oligárquica
comunista fundamentalista terrorista de bandidos que se instalou no Brasil nos últimos 14 anos, foi para que essa
bandidagem se absorve no colonialismo subdesenvolvido renitente e se expurgasse nele, da civilização brasileira pelo
suicídio de poder, que, lá em 1970 as Forças Armadas, então no governo, suspenderam o canteiro de obras de
construção da Pátria, para que ele ocorresse. E não foi pro visão profética, mas, porque, conhecendo, como se conhecia
o currículo de cada indivíduo desses, se sabia que, no poder, eles não iriam fazer outra coisa, senão roubar, massacrar
e destruir a nação até se auto expurgarem da civilização brasileira.
E as Forças Armadas, cujo sacerdócio é a guerra, têm por alvo da vocação, o ser humano, no qual
têm de atirar se a Pátria, em sua nação, em seus símbolos, em seus valores, em sua história, em suas tradições, estiver
sendo atacada. Por isso, antes do cabal adestramento com as armas, o Soldado tem domínio cabal da espécie humana

POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA
NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS
em seu existencialismo, anseios, equívocos, dolo e culpa. E isso está bem construído na Constituição que elas
produziram. Logo, a INVOCAÇÃO ao Poder Legislativo, em toda a sua distribuição federativa, é no sentido da rendição
ao bom senso que a Constituição impõe. Vez que a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO é
constitucional, institutiva e legítima; como os Exmos. Srs. Comandantes Militares, pelo Exmo. Gen. de Ex. Eduardo
Dias da Costa Villas Boas ponderaram a Michel Miguel Temer Lúlia. De maneira que, em se apresentando provocação
à Segurança Nacional, o POVO NAS FORÇAS ARMADAS REAGIRÁ AO GRAU DE JUSTIÇA QUE AS MAIS DE 5 MILHÕES DE
PESSOAS ELIMINADAS EXIGEM.
Pois, em regime de ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, os efetivos da Presidência da República, Congresso
Nacional e Supremo Tribunal Federal estão abrangidos pelo art. 5º caput da Constituição, que não distingue entre a
pessoa outorgante do mandato e por ele, das investiduras e funções, e a pessoa outorgada para o exercício da
representação. Ou seja, não faz diferença entre o ladrão de galinhas e o ladrão dos cofres públicos; nem entre o
ladrão solitário no campo da marginalidade comum, e os ladrões quadrilheiros no poder.
Quartel da 15ª Bda. Inf. Mec., 5ª Div. Ex. 3ª RM, 05 de junho de 2.017.
COMANDO DA INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO.
Celio Evangelista Ferreira do Nascimento – Forças Armadas – Polícia Federal – Polícias Militares – Polícias Civis
– Agentes Penitenciários – Ministério Público Federal – Ordem dos Advogados do Brasil – Justiça Federal –
Associação Comercial e Industrial de Cascavel – ACIC – TV Tarobá

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ATO CONSTITUINTE DELIBERATIVO

INSTITUIÇÃO DA CIDADANIA
POVO NO EXERCÍCIO DIRETO DO PODER EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO.
ATO CONSTITUINTE DELIBERATIVO.
O POVO BRASILEIRO formado pela tríade constituinte originária: Nação-Território-Soberania, autoproclamado
no Preâmbulo da Constituição em Poder Constituinte, denominado nela de cidadania, pelo qual se institui em
Estado Democrático de Direito no art. 1º caput e incs. I,II e Parágrafo único, com o art. 4º incs. I,III da
Constituição, e se constitui em Ente Político de civilização, distribuído em organização federativa pela mesma,
através das Constituições Estaduais e Leis Orgânicas Municipais; bifurcado em: a) poder político
constitucional rotativo indireto nos partidos políticos no art. 1º incs. II,V e Parág. único, com o art. 14 incs. e
§§ e art. 17 incs. e §§, art. 27 § 1º, art. 28, art. 29 inc. II, art. 46, o art. 76, e o art. 80 da Constituição, no
Colegiado Mandatário composto do Presidente e Vice-Presidente da República, Presidente da Câmara dos
Deputados, Presidente do Senado federal e Presidente do STF; b) força militar constituinte permanente
direta, formada das patentes eleitorais de comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas, no
art. 1º incs. I,II e Parág. único, com o art. 4º incs. II,III, o art. 84 incs. XIII, e o art. 142 com o art. 91 inc. VIII e o
art. 80 da Constituição, no Colegiado Constituinte, composto dos Comandantes Superiores da Marinha, Exército
e Aeronáutica; com personalidade jurídica instituída no art. 2º e arts. 18, 20, 21, 22 da Constituição na
UNIÃO FEDERAL, CNPJ nº 29.979.036/0001-40, sediada no Palácio do Planalto, Praça dos Três Poderes,
Brasília/DF, ora com endereço operacional no Quartel da 15ª Brigada de Infantaria Motorizada, 5ª Divisão de
Exército, 3ª Região Militar Sul, em virtude de sua sede estar esbulhada pelo Foro de São Paulo e Estado
Islâmico com o Instituto Lula, Superior Tribunal Eleitoral, Procuradoria-Geral Eleitoral e Senado Federal com o
Supremo Tribunal Federal;
em FORO DE SOBERANIA pelo exercício direto do poder instituído no art. 1º incs. I,II e Parág.
único, com o art. 4º incs. II, III, VIII, o art. 5º caput e incs XLIII, LXXIII, §§ 2º e 3º, com o art. 37 caput, o art. 84 inc. XIII,
com o art. 142 e o art. 80 com o art. 91 inc. VIII, mais o art. 144 da Constituição, que recepcionam o art. 1º com o art. 5º
n. 1, o art. 10º n. 1, 2 da Convenção Americana Sobre Direitos Humanos, o art. 2º com o art. 21 n. 1 da Declaração
Universal dos Direitos do Homem, a Resol. do CS/ONU n. 1.373 de 28.09.2001, e faz aplicável o art. 6º com o art. 8º da
Carta Democrática Interamericana, e o art. 55 c, da Carta da ONU, com o Decreto n. 5.639 de 26.12.2005, e o Decreto
n. 4.388 de 25.09.2002, face estar presente no corpo de delito do País a RAZÃO DE ESTADO, CRISE INSTITUCIONAL
DE ESTADO, ASSALTO AO PODER PELO FORO DE SÃO PAULO, FALÊNCIA DO PAIS e CAOS SOCIAL, que rompeu o
Estado Democrático de Direito na fusão do voto com a bala no mandato-patentes de Presidente da República
e extinguiu eficácia à Magistratura de Estado desprovendo o Processo Histórico de regência institutiva e dando
emersão ao povo em reação de cidadania para: RECUPERAÇÃO DA SUA VOCAÇÃO DE LIBERDADE; RESTAURAÇÃO
DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO; RESTABELECIDMETO DA UNIDADE DA NAÇÃO, e REENCAMINHAMENTO DO
PAIS PARA O TRABALHO;
aqui liderado pelo COMANDO DA INTERVENÇÃO DO POVO NO PROCESSO HISTÓRICO,
formado do cidadão Celio Evangelista Ferreira do Nascimento, jurista, com título de cidadania instituído no
art. 14 inc. II, b, da Constituição e cadastro eleitoral nº 0038.4759.0647/Brasília-DF., filiação partidária nº
PMDB/Brasília-DF, identidade policial nº 788947/MS. e identificação fiscal nº 198.285.009-49, telefone: 45
99850-40.46, cexvanaverba@hotmail.com– facebook/celio evangelista, e endereço no Quartel da 15ª Bda. Inf.
Mec., 5ª Div. de Ex. 3ª RM, na Rua Rio de Janeiro nº 229, Centro, 85.801-030 Cascavel-Pr., com: as Forças
Armadas, as Polícias Militares, a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, a Justiça Federal, as
Polícias Civis, a Ordem dos Advogados do Brasil, os Agentes Penitenciários, a Associação Comercial e
Industrial de Cascavel/PR.-ACIC, e a Tv Tarobá/Cvel/Pr. em 89.323.489 constituintes mobilizados desde
o pleito eleitoral de 2.014 na praça pública e nas redes sociais;
por este ATO DELIBERATIVO DE CIDADANIA na INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO
HISTÓRICO, instalada, recebida, aceita e homologada pelos poderes constitucionais, Ministério Público e Ordem
dos Advogados do Brasil, sob pronunciamentos promulgatórios do Supremo Tribunal Federal em sua esfera
constituinte, nos procedimentos emergentes do corpo de delito do País que iniciou forma forense com as CPIs

POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA
NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS
dos Correios e do Mensalão gerando a AP 470 assentando a reação de cidadania constantes da Pet.
142098/08.10.2008, com o PO 1300820 – 7.2.2013/ACFA formalizado pelos PROTOCOLOS: STF Pet. 142098/08.10.2008,
STF 0038341, 29.2.2012, PR CODIN/POT/19.02.2012; SF29.02.2012; SF17.07.2012; SF11.06.2012 STF; PGR CD PR SF; CFA
117.419 29.02012 30.05.2012, 10.10.12; DPF/MS 08335.025373/2012-65 27.11.2012; DPF/ MS 335.005016/2013-61 28.01.2013;
DPF/DF 08001.08335.0032 35/2002-5; 08001.008976/2012-74; 08001.014173/20 12-59 – COGER/DPF; 08200.008079/2013-03;
08200.008592/2013-96; DPF/CEVEL-R 02.05.2013; MPF/MS-00000744/2014; PR-MS-00019658/2013. PR-MS-00000744/2014–
000 07 443 /2014 – 00007787/2014 R 02.05.2013; MPF/MS-00000744/2014; PR-MS-00019658/2013. PR-MS-00000744/2014– 000
07 443 /2014 – 00007787/2014 – A.D. SF 15492345 1 BR; MPE/MS-PGJ – 043779-2/2; 018742-2/2019223-2/2M; CD 006198-
30.9.13; SPF 08335,006262/ 2014-11; PGR 00001654/2014; PGR 0007443 PR 04.09.2013; PR JG 642440674BR STF ARJ6603237679BR;
PF 08335.018120/2014-05; PGJ 022451-2/2; 022450-2/2 022450-2/2; 018742-2/2; 019223-22/, 01237180; 151113
1403 67; 01238632-1; 10123 1355; 11988/2014, 01237180; 151113 1403 67; 01238632-1; 10123 1355; 11988/2014, PGR
10058/2014. STF SF 82200437/2014; STF PE 6197258220; ACFA PE 513259353JH; STF PE 513269996JH; STF PE
619725820JH; PRM-CAC-PR 10058/2014; PR PRM-CAC-PR 00010318/2014, PRM-CAC-PR 0004149/2015; PRM-CAC-PR
00002475/2017, STF-JR607903029BR-23.5.2017, além de outros, em âmbito nacional e internacional
FIXA AS SEGUINTES DELIBERAÇÕES INTERVENTORIAIS CAUTELARES À REINTE-
TEGRAÇÃO DO POVO NA INSTITIÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA E RESPEC-
TIVA RESTAURAÇÃO INSTITUCIONAL DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA.
I. DO OBJETO:
Art. 1º. – O objeto das deliberações é o definido na INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO
HISTÓRICO, demonstrado pelo corpo de delito do País a partir das CPIs dos Correios e do Mensalão que
produziram a AP 470, dando base ao persecutório institucional de Estado instaurado em blocos à partir da
“Operação Lava-Jato;” cujos blocos apresentaram a prova técnica de que a democracia foi transformada em
“cleptocracia e o País, num sindicato de ladrões,” com o crime organizado no governo, operado por gangues
políticas e gerido por corporações quadrilheiras, por bandidos escondidos atrás de mandatos fazendo leis, para
bandidos escondidos atrás da toga manter o terrorismo acordado como sistema de poder e a corrupção
partilhada como forma de governo; com a nação sequestrada em seus lares e locais de trabalho, sofrendo o
terrorismo do medo, insegurança pública, insegurança jurídica e insegurança econômica; estruturado pelo
BANDITISMO OLIGÁRQUICO COMUNISTA FUNDAMENTALISTA TERRORISTA distribuído em: 1. bandidagem no
poder pelo PMDB, PTB, PDT, PT, PSB, PPL, PSDB, PTC, PSC, PMN, PRP, PPS, PV, PCB, PBC, PTdo B, PPL, PR,
PSTU, PRTB, PHS, PSDC, PCO, PTN, PSC, PRB, PSL, PR, PSD, PROS, SP, PMB, DEM, PC do B, PP, PCB, PRTB e
REDE Supridos pelos “especialistas,” “intermediadores,” “negociadores” e “mefíticos” de toda a espécie, que
estão espalhados por todo o tecido institucional e todas estruturas operacionais da República e iniciativa
privada, alojados no erário público e ocupados em: a) roubar o Pais, b) massacrar a Nação, c) destruir e
vender a Pátria; 2. bandidagem terrorista transnacional, no “projeto Pátria Grande” pela URSAL, UNASUL,
URC, ESAD, G-20, BRICS, FAO, OTSC, CEI, OCS, ECVCNB, no MST, CUT, MSTA, CEMIG, CONTAG, Via Campesina,
MLST, MAB, MIR, ELN, EZ, APINB, ARPIN-Sul, COIAB, APOINME, CIR, ABA, IEB, CTI, CUIA, Sindicatos, Hamas,
Taleban, Al Qaeda, Jihads, Hesbollah, Boko-Haran; 3. bandidagem de campo no “fome zero” e criminalidade
quadrilheira pelo PCC, CV, FDN, TCC, CRBC, CDL, SS, DCMS, TC, ADA, IDI, AJ, AD, B.dos 40; PCN; ER; 300 Esp.;
PCM; ERam; B. dos 300; CC; GDA; PCM; BI; PGE; B. dos 40; ADM; COM; B.dos 300M; PCM2; PCE; CP; BM; KATIARA;
CPr; CAVEIRA; CMO; PJ; PCMpr; PCMG; MP; PI; PCU; CJUC; GF, CDLcr, PGC2, PCRV, CL, SN, SC,PL, PGO, FRC,
BC, OS TAURAS, V.7, O.S.A.l, U.P.P, C.P.C, A.L, P.C.Pr, P.C.L.ms, D.G, BPj, B.C.cuia, C.V.mt, A.L.ro, C.P.ro, B. dos
13; 3º CP; Carecas do ABC; Comando da Paz; CRBC, Máfia do Lixo, Esquadrão da Morte. Assistidos pela
Depen, “Pastoral Carcerária,” outros serviços religiosos e ONGS; e ocupados em matar, assaltar, estuprar,
sequestrar, roubar e aterrorizar a população.
§.1º.a. – Sobre essa base, o banditismo comunista oligárquico fundamentalista terrorista,
substituiu o Estado Democrático de Direito por um SISTEMA DE TIRANIA TERRORISTA DE BANDIDOS, instalado em
2.003 por Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Vana Rousseff, pelo “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil
Em 22 Anos,” tendo por mentor e conselheiro Michel Miguel Temer Lúlia, que, a partir de 2006 uniu o PMDB

POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA
NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS
com o PT, e em 2010 fundiu o Brasil com o terrorismo pela Lei terrorista nº 12.282 de 24.07.2.10, seguida da
Lei terrorista nº 276 de 24.04.2.014 e do Decreto terrorista nº 8.243 de 23.05.201; e implantou o “modelo
político socialista popular igualitário,” sem identificação racional, sem programa governamental e sem
economia; abrigando no Estado a população desprovida de auto iniciativa e senso de responsabilidade pela
sobrevivência, no “fome zero” e no empreguismo público; por onde incharam o Estado 9,8% maior do que a
iniciativa privada, ao custo de R$ 105,7% do PIB, suprido com emissões de real frio lastradas em ativos líquidos
inventados por falcatruas contábeis, estelionato estatístico, renúncias fiscais estelionatárias, estelionato de
preços públicos, estelionato de consumo, picaretagens com títulos públicos e lançamento da dívida púbica
renegociada como entrada de capital para o Tesouro; por onde davam giro à roda da produção/consumo e
faziam a manutenção dos empregos e a da arrecadação tributária em crescimento, sem economia geradora,
através das emissões de real frio; até isso se acumular numa dívida pública global bruta de mais de R$ 7
trilhões, que ficou sem lastro patrimonial de renegociação, e resultou na crise financeira que acabou em
depressão econômica e reduziu o Brasil a uma massa falida em liquidação entre a bandidagem terrorista, por
ajuste fiscal,” “suspensão dos investimentos públicos por 20 anos,” “extorsão de preços públicos,” “impostos
embutidos,” “assalto aos últimos fundos financeiros,” “quebra da Previdência,” “assalto aos aposentados” e
“venda do patrimônio público estratégico,” na qual já está sediando uma “Província Islâmica Fundamentalista”
na Amazônia; em pagamento do dinheiro do terrorismo que, pelo BNDES, financiou o parque de obras
estratégicas do terrorismo nos 23 países membros do Foro de São Paulo que está fundido com o Estado
Islâmico. Com isso instalaram o apodrecimento moral da civilização brasileira, com a extinção da família,
desagregação da nação e destruição da Pátria.
§.1º.c. – A partir de 2.016, Michel Miguel Temer Lúlia fez da Instituição da Presidência da
República uma trincheira do banditismo oligárquico comunista fundamentalista terrorista que destruiu o Estado
Democrático de Direito e transformou o País num antro de bandidos, com bandidos prendendo bandidos,
bandidos acusando bandidos, bandidos se defendendo de bandidos, bandidos roubando bandidos, bandidos
matando bandidos, bandidos se vingando sobre bandidos, numa dinâmica de banditismo generalizado com a
nação sequestrada em seus lares e locais de trabalho sob aniquilamento pela tortura do terrorismo de falta de
segurança pública, de segurança jurídica, de segurança econômica; em cujo estresse, resulta com 88,9% da
população doente, com 1 canceroso em cada 3 pacientes em tratamento, sob eliminação de 94 pessoas por
dia nos corredores de extermínio do SUS. Pois, é o que se tipifica da Polícia Federal submetida aos mais
perigosos bandidos entrincheirados na Presidência da República, prendendo bandidos, sob a constatação dela
própria de que: “é humanamente impossível combater a corrupção do PT, porque, quando se chega a
um foco, ela se dissemina em vários outros;” o Ministério Público acusando bandidos submetido a “bandidos
escondidos atrás de mandatos fazendo leis contra ele,” e contidos por “bandidos escondidos atrás da toca”
destruindo a ordem jurídica e o regime democrático; as Forças Armadas comandadas por bandidos recebendo
R$ 100 milhões dos bandidos, proveniente de emissões frias ou dinheiro do terrorismo, para matar bandidos; e
o povo sem foro de socorro, porque, perante qualquer dos poderes constitucionais, peticiona ao próprio bandido
ou a protetor dele.
§.1º.d. – E patenteou-se o suicídio de poder da bandidagem oligárquica comunista terrorista,
com os respectivos restos mortais divididos entre a facção de bandidos de Michel Temer no poder, sem apoio
popular, e a facção de bandidos de Luiz Inácio Lula da Silva feita da CUT, Centrais Sindicas e MST sem apoio
no poder. Tipificando-se QUESTÃO DE SEGURANÇA NACIONAL em virtude dessa situação expor o Brasil à
vulnerabilidade externa que já está sofrendo nas fronteiras com Colômbia, Venezuela, Bolívia e Uruguai. Cuja,
supre a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO que instrumentaliza o POVO EM FORO DE
SOBERANIA, com a RAZÃO DE ESTADO, CRISE INSTITUCIONAL DE ESTADO, ASSALTO AO PODER PELO FORO DE SÃO
PAULO, FALÊNCIA DO PAÍS e CAOS SOCIAL, de natureza penal comum da Segurança Pública de esfera da Polícia
Federal, e de natureza política da Segurança Nacional, de esfera das Forças Armadas.
§.1º.c. – Mas, mesmo em restos mortais, a bandidagem oligárquica comunista fundamentalista
terrorista, continua promovendo a consolidação da anarquia terrorista, com a matança, assaltos, estupros,
sequestros e aterrorização da nação no arraial da criminalidade comum; em cujo contexto, a bandidagem no
poder se abriga com a sua fabricação de leis contra a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a Justiça

POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA
NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS
Federal; somando o desencadeamento de execuções contra a Polícia Federal. E instalando o povo brasileiro
na única escolha da LEGITIMA DEFESA PELA MESMA METODOLOGIA TERRORISTA PELA QUAL ESTÁ SENDO
ATACADO.
II) DA HIERARQUIA DAS FORÇAS ARMADAS NA CONJUNTURA INTERVENCIONISTA.
Art. 2º. – Em respeito a FARDA que guarda a ETERNIDADE DA PÁTRIA nos Símbolos, Valores,
História e Tradições da civilização brasileira desde o dia 19 de abril de 1648 quando as Forças Armadas
nasceram a nação brasileira que nasceu Força Armada, e tolera em homenagem ao sacrifício da vocação
militar, a humilhação que as Forças Armadas sofrem desde o dia 1º de janeiro de 2.015, de estarem confundidas
com a bandidagem oligárquica comunista fundamentalista terrorista, que esbulha a Instituição da Presidência
da República por assalto ao poder feito pelo Foro de São Paulo com o Instituto Lula, o Superior Tribunal Eleitoral
e a Procuradoria-Geral Eleitoral, através do pleito eleitoral terrorista de 2.014 promovido com dinheiro roubado
da nação e mandato para Dilma Vana Rousseff fabricado nas urnas eletrônicas e refabricado para Michel Miguel
Temer Lúlia pela Câmara dos Deputados e Senado Federal com o Supremo Tribunal Federal. Em cuja prática
terrorista contra a Constituição, os “Comandantes” Superiores e Subalternos da Marinha, Exército e Aeronáutica
resultam em imputabilidade pelos crimes de esbulho de comandos; traição à Pátria; submetimento das tropas
à proteção da bandidagem terrorista no poder, na condição de capachos para “missões militares” que vão desde
“combater o imaginário mosquito da dengue” na produção da propaganda estratégica mentirosa do terrorismo,
até “silenciar” a população carcerária em extermínio pela tortura terrorista nas masmorras respectivas;
passando pelas “operações de guerra” protetoras do roubo do País pelas modalidades da “Super Copa da Fifa”
e das “Super Olimpíadas,” até a repugnante condição de “pistoleiros de Michel Temer” para “eliminar efetivos
inconvenientes” no arraial do banditismo comum no Estado do Rio Grande do Sul, ao preço de R$ 100 milhões
combinados com o Exmo. Gen. de Ex. Eduardo Dias da Costa Vilas Boas que “esbulha o posto de Comandante
do Exército;” e submissas ao assalto de R$ 5.67 bilhões que sofrem desde 2.015 pela modalidade de “ajuste
fiscal,” comprovando o que Lula e Dilma dizem: “Capachos de bandidos sustentados por esmolas que
comem na mão de Dilma.” Em cujo estado de miserabilidade moral, os Comandantes Superiores e
Subalternos nomeados por Dilma e Temer resultam imputáveis com a bandidagem oligárquica comunista
fundamentalista terrorista, pelos crimes de lesa Pátria tipificado pelo roubo do País, já em mais

de R$ 36 trilhões; massacre da Nação já em mais de 5 milhões de vítimas e outras
14,2 milhões de pessoas em regime de extermínio pelo desemprego no País falido; e destruição da Pátria que
mata 53 mil pessoas por ano e aleija e fere outras 135 mil só nos corredores de extermínio em que resultou a
malha viária nacional que foi construída pelas Forças Armadas de 1964 a 1985; e falência do País reduzido a
um terço do seu tamanho econômico de 2.003. Porquanto, o mandato-patentes de Presidente da República é
renovatório do governo nos termos do art. 1º incs. II, V e Parág. único com o art. 82 da Constituição; e só se
tipifica pela: constitucionalidade, moralidade e legitimidade, que inexistem no “mandato” de Dilma Vana
Rousseff, e muito menos no esbulho do cargo de Presidente da República em prática por Michel Temer. Por
isso, os Comandantes Superiores remanescentes, tinham de ter declarado estado de aquartelamento perante
a Corte Constituinte, por impossibilidade constitucional de reconhecerem Dilma Vana Rousseff como
comandante supremo e autoridade suprema das Forças Armadas, desde a sua Lei terrorista nº 12.528 de

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NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS
18.11.2011 que destruiu vigência à Constituição por ataque terrorista aos seus art. 8º e 9º do ADCT, e
restabelecimento do status quo ante da “Revolução de 64” que declarou a bandidagem terrorista vencedores e
a nação, vencida e condenada como infame, em suas Forças Armadas, nos seus soldados vivos e mortos; com
pedido de notificação ao povo brasileiro para instaurar-se em Foro de Soberania, sob pena de patentear-se
questão de Segurança Nacional afeta ao Foro de Caserna. Ausentes essas execuções constitucionais, as
Forças Armadas resultam em sua ORIGINALIDADE CONSTITUINTE na tríade genética que organiza o povo
brasileiro por Constituição: NAÇÃO-TERRITÓRIO-SOBERANIA, no art. 1º incs. I,II,V e Parág. único, com o art. 4º
incs. I,III e o art. 84 inc. XIII com o art. 91 nc. VIII e o art. 142 da Constituição; desvinculadas desses
“Comandantes,” sem quebra, entretanto, da hierarquia, que não é constitucional e sim constituinte.
§.2º.a. – Nessa situação, sem exigir responsabilidade desses “Comandantes Superiores e
Subalternos” nomeados por Dilma e Temer e a serviço dos mesmos, ficam declaradas, na Constituição, as
Forças Armadas sem Comandantes Superiores e Subalternos, sem opor nenhum demérito aos Exmos. Srs.
“esbulhadores” dos respectivos postos, reconhecendo que, razões de segurança nacional lhes exigiram o
sacrifício; e nessa situação, instala as Forças Armadas em regime de COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE
SUPREMA DO POVO, EXERCIDO PELO CIDADÃO CELIO EVANGELISTA FERREIRA DO NASCIMENTO, no Quartel da 15ª
Bda. Inf. Mec., 5ª Div. de Ex., 3ª RM na Rua Rio de Janeiro, 229, Centro 85.801-03, na cidade de CascavelPr;
mantidos em grau de interinidade, os Exmos. Srs. Oficiais que estão nos Comandos Superiores e
Subalternos das Três Armas, até a posse do cidadão(ã) que for conduzido(a) à interinidade constituinte do
cargo de Presidente da República, após a prisão de Dilma Vana Rousseff e Michel Miguel Temer Lúlia; quando
então, serão efetivados ou não; ou servirão a Pátria em outras funções de governo.
III. DO ESTADO DE AUTO DEFESA DA CONSTITUIÇÃO E LEGITIMA DEFESA SOCIAL.
Art. 3º. – A Polícia Federal é o próprio PODER DE POLÍCIA da União, que resulta nela em virtude
da extinção de eficácia do Estado Democrático de Direito, por desprovimento da ordem jurídica e do regime
democrático, por onde o banditismo terrorista sublimou-se ao Aparelho Repressor constitucional e submeteu a
Segurança Pública; com a Polícia Federal chefiada por um bandido comunista fundamentalista terrorista, ladrão
do País, mentor e chefe da respectiva bandidagem, e em flagrante delito de usurpação dos cargos públicos de
Presidente da República e Ministros de Estado, na prática continua dos crimes comuns de formação de
quadrilha, obstrução da justiça, corrupção e comando do terrorismo invasor dos EUA através de megas
empresas montadas na iniciativa privada brasileira, como a “Petrobras Refinaria de Pasadena” e a JBS-Swift;
com cuja organização, destroem a economia brasileira e rompem a auto proteção dos EUA contra o terrorismo;
ao mesmo tempo em que minam, também a economia americana.
Art. 3º.a. – E, sem foro de socorro no Poder Judiciário, em virtude da organização terrorista de
“bandidos escondidos atrás de mandatos fazendo leis para bandidos escondidos atrás da toga manter o
terrorismo acordado como sistema de poder e a corrupção partilhada como forma de governo,” desmoralizar o
desempenho da Polícia Federal e do Ministério Público Federal e inverter os efeitos da repressão contra a
nação e essas instituições, tanto pela desassombrada cobertura que o STF vem dando ao terrorismo, quanto,
porque, chefiada por bandidos, a Polícia Federal resulta em entrevero de bandidos, no qual as ações terroristas
que vem sofrendo resultam como revanches próprios desse entrevero, a Policia Federal se abrange na
Magistratura de Estado pelo art. 1º incs. I,II e Parág. único, com o art. 4º incs. I,III, o art. 5º caput e o art. 144 §
1º da Constituição; por onde, ao rompimento do Estado Democrático de Direito na fusão do poder político com
a força militar no mandato-patentes de Presidente da República, a Polícia Federal emerge em Poder
Constituinte Derivado, EM SEGURANÇA PÚBLICA. No qual a FORÇA REPRESSIVA está fundida com o PODER DE
MAGISTRATURA na INSTITUIÇÃO POLICIAL. E por isso, a Polícia Federal, como as Forças Armadas, não é instituída
pela Constituição, mas sim, RECONHECIDA POR ELA COMO ÓRGÃO PERMANENTE, ORGANIZADO E MANTIDO PELA
UNIÃO, na conformidade da lei que a instituiu ao tempo em que foi promulgada a Constituição. Isto é, a
Constituição reconhece as Forças Armadas como Poder Constituinte Originário na SOBERANIA da gênese
jurídica: Nação-Território-Soberania; e a Policia Federal, como Poder Constituinte Derivado no TERRITÓRIO; e

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fecha-se a tríade originária do Constitucionalismo, com a NAÇÃO, que antes de ser Força Armada de auto
defesa política, é Força Policial de circunscrição social. Primitivamente, a Polícia é anterior às Forças Armadas,
no PODER TRIBAL que antecede a SOBERANIA NACIONAL. E por sinal, foi Celio Evangelista Ferreira o engenheiro
do Foro de Soberania na Constituição, que ficou assim distribuído, porque, se tivesse sido construído de outro
modo, as “esquerdas não dariam quórum para a promulgação da Constituição,” e ai, as Forças Armadas
voltariam ao governo, porque o “Ideário da Revolução de 64” ficaria sem equipamento para recuperar o Brasil
ao projeto de progresso e desenvolvimento instalado em 1964, quando ocorresse o suicídio de poder das
“esquerdas.” E por causa disso, Celio Evangelista Ferreira foi absorvido pelo Dr. Ulysses na engenharia da
Constituição. E por isso, ele sabe a Carta de cor, de tanto que a leu para lhe dar a SISTEMATIZAÇÃO CIENTÍFICOCONSTITUCIONAL
que faz dela livro didático em cursos de doutorado nas melhores universidades do mundo.
Mas, não está, infelizmente, ao nível do gramscismo que domina o analfabetismo jurídico da bandidagem no
poder. Aliás, já não estava na sua promulgação, porque, se estivesse, as “esquerdas” não teriam dado quórum
de aprovação. O qual, também deram por puro analfabetismo; porque compareceram à Assembleia
Promulgatória, registraram presença, e depois do inflamado e raivoso discurso do Lula anunciado que “as
esquerdas, os trabalhadores e as classes menos favorecidas não aprovavam essa Constituição elitista, de
reacionários e latifundiários,” e se retiraram do Plenário. E só ficaram sabendo que haviam promulgado a
Constituição, quando quiseram entrar no STF para “anulá-la” por ela não ter sido “aprovada.” Ali lhes
esclareceram que Constituição não se aprova, se promulga. Daí como ela não é código disciplinar ou
organizacional de aplicação dispositiva, mas sim, CARTA DOGMÁTICA DE EXECUÇÃO INSTITUTIVA, tudo, nela, ESTÁ
CONSTRUIDO EM FORMA DE CARTA E NÃO DE CÓDIGO. Ou seja, é contextual dogmática, e não dispositiva
disciplinar. Além do que, ela preserva o Poder Constituinte como seu equipamento de auto defesa e de legítima
defesa social. Em cuja esfera, está a Polícia Federal e as Forças Armadas.
§.3º.b. Então, a submissão condescendente da Polícia Federal ao banditismo que a submete,
além de desqualificar o seu trabalho, porque submetida a bandidos ela se torna, juridicamente, uma corporação
de bandidos subalternos, ou de capachos, e se desprovê da condição dogmática do PODER DE POLICIA DA
UNIÃO, que é a LEGITIMIDADE DE INVESTIDURA. A Constituição não admite bandido reprimindo bandido. Nela,
todos são iguais perante a lei e não contra a lei.
IV. CONCLUSÃO EXEGÉTICA.
.
Art. 4º. – A Constituição, a História, o Direito e o bom senso ensinam que, quando uma
civilização chega a essa situação, se acabou a lei, romperam-se as instituições e o discernimento sobre o bem
e o mal, o certo e o errado, o direito e a repressão, o terrorismo e a justiça fundem-se em degeneração moral,
educacional, escolar, intelectual e espiritual promovendo o esgotamento das cátedras em curseira, da
inteligência em malícia, da hombridade em vagabundagem, da honradez em vantagens e do caráter em
conchavos, cambalachos e marginalidade compartilhada; e aí, resta o POVO EM ARMAS para recuperar a sua
vocação de liberdade; restabelecer o Estado; restaurar a unidade da nação; reencaminhar o País para
o trabalho e reinstaurar o seu Processo Histórico. E nós juristas, intelectuais, prelados, empresários,
militares, policiais, promotores e magistrados com o povo concluímos que ocupamos a Pátria por empréstimo
das gerações futuras e por isso, a elas devemos legá-la como a nós a legaram nossos antepassados. E
nenhuma outra via resta à nação, senão a de retirar da civilização, esses restos mortais do suicídio de
poder da bandidagem terrorista, do jeito que eles querem.
§.4º.a) E, no regime de aquartelamento em que as Forças Armadas estão por convocação a
ele pelo POVO NO EXERCÍCIO DIRETO DO PODER os Exmos. Srs. Alm. de Esq. Eduardo Bacellar Leal Ferreira,
Gen. de Ex. Eduardo Dias da Costa Villas Boas e Tnte. Brig. do Ar Nivaldo Luiz Rossato já esclareceram à
nação que: “As Forças Armadas são instituições regulares e permanentes sujeitas à Constituição, e fora dela
não reconhecem comando nem autoridade hierárquica.” E, diretamente a Michel Temer, acusado em várias e
diferentes ações penais e responsabilizado em 13 representação políticas, afirmaram que: “As Forças Armadas,
em especial a Força Terrestre se move pelos pilares da legalidade, estabilidade e legitimidade.” Fundida, por
conseguinte, em Foro de Soberania, está a pilastra do Estado Democrático de Direito composta do PODER CIVIL

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com a FORÇA MILITAR no mandato-patentes de Presidente da República, do qual o POVO SE REINVESTIU no corpo
de delito do País e respectivo ESTADO DE TIRANIA TERRORISTA DE BANDIDOS que o produz desde 2.003.
§.4º.b. O dogma constitucional da igualdade perante a lei torna a instituição do domínio do
fato, imperante no STF desde a AP 470, o instrumento da Policia Federal para a sua desvinculação imediata
da bandidagem que a submete, e além de submetê-la a esta matando e lhe impondo, assim, além da legítima
defesa da honra policial da nação, a sua legítima defesa da instituição policial que não é identificada pelos
indivíduos policiais que a compõe, mas sim, pela CORPORAÇÃO POLICIAL. Assim, se a Polícia Federal não reagir
PELO SEU CORPO FERIDO, ela decai do dogma da dignidade humana instituído no art. 1º incs. III com o art. 5º
inc. X da Constituição. Sem cuja investidura, a Polícia Federal resulta tipificada pelo Direito Penal, como a
quadrilha de capachos da bandidagem no poder, para acertar as suas desavenças de ciumeiras e partilhas no
roubo do País; cujo espetáculo a nação, desinformada pensa que são desempenhos em favor dela. Pois, a
história penal forense é rica em ensinamentos sobre as diversas modalidades das organizações criminosas
agirem; entre essas, a modalidade que eles chamam de “três cantos;” que são as facções lutando entre si, para
avançar sobre os sistemas de repressão. Exatamente o que vem ocorrendo no Brasil de 2003 para cá, quando
a criminalidade comum aumento 1.636% até 2.016, e a criminalidade no poder faliu o Brasil por um roubo do
pais de mais de R$ 36 trilhões. Com a Polícia Federal em desassombrado desempenho CHEFIADA PELOS
PRÓPRIOS BANDIDOS COM OS QUAIS ESTÁ ATRACADA. E, se ela não tivesse APARELHADA DA CONSTITUIÇÃO para
se despojar dessa situação, mereceria relevância. Mas, não é o caso da Polícia Federal brasileira,
originariamente reconhecida na Constituição como Poder Constituinte; justamente para não ser superada.
V. AS MEDIDAS QUE SE IMPÕE:
Art. 5º. – Para cada policial executado, o POVO BRASILEIRO quer no mínimo 100 (cem)
bandidos mortos; confeccionando a lista a partir da bandidagem entrincheirada na Presidência da
República e Ministérios; no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal, porquanto, o art. 1º inc.
III com o art. 5º caput e inc. X da Constituição consagra o princípio universal de Direito Penal de que: “Quem
de qualquer modo se associa para a pratica de crimes, não pode arguir isenção de culpa.” E, as
corporações da Instituição da Presidência da República, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal
Federal, desde 2.003 estão em ASSOCIAÇÃO OLIGÁRQUICA COMUNISTA FUNDAMENTALISTA TERRORISTA DE
BANDIDOS, NA PRÁTICA DO ROUBO DO PAIS, NO QUAL JÁ O ROUBARAM EM MAIS DE R$ 36 TRILHÕES; MASSACRE DA
NAÇÃO, NO QUAL JÁ MATARAM MAIS DE 5 MILHÕES DE PESSOAS; DESTRUIÇÃO DA PÁTRIA, NO QUAL
TRANSFORMARAM O BRASIL NUMA MASSA FALIDA IRRECUPERAVEL.
Art. 6º. – O POVO BRASILEIRO quer a PRISÃO IMEDIATA de Dilma Vana Rousseff; Michel
Miguel Temer Lúlia; Torquato Jardim; Luiz Inácio Lula da Silva; José Renan Vasconcellos Calheiros; Ricardo
Lewandowski e José Dias Toffoli.
Dando-se ciência à nação.
Quartel da 15ª Bda. Inf. Mec., 5ª Div. Ex. 3ª RM, 31 de maio de 2.017
COMANDO DA INTERVENÇÃO DO POVO NO PROCESSO HISTÓRICO
na representação constitucional do povo no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas
celio evangelista ferreira do nascimento
Forças Armadas – Polícias Militares – Polícia Federal – Polícias Civis – Procuradoria-Geral da
República – Justiça Federal – Agentes Penitenciários – Ordem dos advogados do Brasil
Associação Comercial e Industrial de Cascavel-ACIC – TV Tarobá
(Adesões no Procedimento Interventorial)

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PROJETO AMAZÔNIA

POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS.
MENSAGEM ÀS ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS E INDUSTRIAIS MINEIRAS
O Brasil nasceu com a “Inconfidência Mineira,” que o brasileiro adotivo Dom Pedro I consolidou depois, quando o “espírito mineiro de brasilidade” extravasara do “esquartejamento do Alferes” e queria “A PÁTRIA LIVRE OU O ESQUARTEJAMENTO DA NAÇÃO.” E caminhava do jeito brasileiro de se auto construir, até que, em 1964, brasileiros nascidos aqui, mas que não eram mineiros, quiseram agregar a Pátria à União Soviética através de Cuba. E então, os mineiros liderados por seu governador Magalhães e o Gen. Mourão Filho não concordaram e movendo a nação na “Marcha da Família Com Deus Pela Liberdade,” contiveram os apátridas pela “Revolução de 64.” A qual, sob a experiência da “Guerra Fria” de que, não era com a repressão armada que se eliminaria subversão comunista do Brasil, porque ela era uma epidemia da Civilização, chegou à conclusão de que deveria recolher os comunistas à baderna política da República dentro de uma estrutura econômica, educacional e social do País que os resistisse até que eles, por suicídio de poder se auto expurgassem da civilização brasileira. E assim foi criado o “Ideário da Revolução de 64” que dividiu a “Revolução Redentora” em 3 períodos: de 64 a 85 que instalou o Brasil em sólida infraestrutura física; de 85 a 2.014/2016 que absorveria os ideólogos de todos os naipes que se misturariam com as oligarquias do poder e se fundiriam à marginalidade de todos os tipos e, como seria natural, pereceriam por suicídio de poder, levando consigo o subdesenvolvimento do Brasil que se nutria dessas deficiências; e de 2017 em diante, o Brasil voltaria ao projeto de “Mega Potência do Mundo” como a “inconfidência Minera” sonhara. E, com a Lei 6.683/79 o País foi conduzido a esse objetivo, e aquele Ideário se cumpriu. De forma mais trágica do que era previsto, devido a dinâmica do mundo e a influência da comunicação cibernética.
Então, diante da gravidade em que resulta o Brasil em destroços da experiência socialista, ora fundida com o terrorismo, a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO que instrumentaliza o FORO DE SOBERANIA na recuperação do País, empreendida pela inteligência militar com as CPIs dos Correios e do Mensalão que geraram a AP 470 na qual o procedimento interventorial foi embasado em 2008, fazendo alicerce para o PERSECUTÓRIO INSTITUTIONAL DE ESTADO que foi deflagrado em blocos a partir da “Operação Lava-Jato” que veio à público em 2.014, transformou o armagedom comuno-terrorista que estava armado no Brasil, em caso de polícia. Por onde, até aqui, vem destruindo a guerra civil macabra que a bandidagem comunista terrorista no poder insiste em deflagrar, sem confronto militar ostensivo. E, agora, já encerrando-se o cerco sobre Michel Temer que, como bandido terrorista, ladrão do País não pode continuar como presidente do Brasil, o COMANDO DA INTERVENÇÃO, ao invés de lançar a campo as Forças Militares, entende que é mais sensato e sem perigo, lançar a FORÇA EMPRESARIAL DO POVO BRASILEIRO, que é tão fulminante quanto a sua força bélica, ou, talvez, até mais. Para isso, a primeira entidade empresarial que se agregou ao COMANDO DA INTERVENÇÃO foi a Associação Comercial e Industrial de Cascavel-Pr. A qual já instalou suas primeiras experiência no exercício da cidadania, sobre o Governo Municipal de Cascavel, com êxito total, porque é o povo no exercício direto do poder reinvestido da representatividade da Magistratura de Estado, e por conseguinte, abrangente da organização institucional da República, como a Constituição institui. Então, a partir desse desempenho, estamos entregando a ela o ataque de campo sobre o estado de massacre convulsional terrorista que submete o Brasil, pela estratégia de tomada do governo por blocos municipais à cargo das Associações empresariais, como estamos fazendo no campo da destruição política por blocos persecutórios à cargo da Polícia Federal. Em cujo desempenho, essa FORÇA EMPRESARIAL fica plenamente à vontade para criar e empreender em cada unidade de conformidade com as peculiaridades locais. Em Cascavel, por exemplo, o governo municipal já está submetido à ACIC em várias áreas, e o objetivo é submetê-lo em toda a administração pública, já que a Instituição da Cidadania abrange por inteiro os poderes constitucionais operados pela representação mandatária.
Em Minas Gerais o cidadão Alexandre Martins da Costa de Ipatinga é o herói nacional exposto pela INTERVENÇÃO. E assim que o suporte de tesouraria que fomos obrigado apresentar para custeio da efetivação da intervenção pela FORÇA CIVIL DO POVO apenas respaldado na força militar, possibilitar estaremos fazendo uma cruzada nacional de amplo esclarecimento à nação, através da sua organização empresarial e social. Vez que, embora estejamos apenas trazendo à execução de governo a Constituição que as Forças Armadas produziram em 1988, por missão a mim encarregada na Constituinte, ela nunca foi posta em pratica nem mesmo ensinada nos cursos de Direito. De modo que, a ignorância sobre o Estado Democrático de Direito que ela instala, a democracia forense meritória militar que ela projeta e o progresso e desenvolvimento que ela inspira e ampara permanecem totalmente desconhecidos da nação. E isto é, à par da delicada situação terrorista que envolve o momento brasileiro, nossa principal tarefa neste desfecho do expurgo da bandidagem comunista fundamentalista terrorista do poder. Pois, que, a INTERVENÇÃO que está em operação não é início de um novo ciclo político de enganação da nação, mas sim, é a TERCEIRA ETAPA DA REVOLUÇÃO DE 64 que vem com o PROJETO AMAZÔNIA- Soberania, Poder e Riqueza pelo caminho da roça, empreendendo o patrimônio de US$ 243 trilhões que o Brasil ainda é. Perfeitamente equipado de estruturas legais, jurídicas, científicas e técnicas para, em dez anos após sua implantação que iniciará com a prisão de Dilma/Temer e consequente READEQUAÇÃO GOVERNAMENTAL, ADMINISTRATIVA E POLÍTICA DA REPÚBLICA, a pobreza, a doença e o analfabetismo serem crimes contra a humanidade no Brasil. Quartel da 15ª BIM/Cve/Pr. maio/2017 COMANDO DA INTERVENÇÃO DO POVO NO PROCESSO HISTÓRICO na representação constitucional do povo no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas celio evangelista ferreira do nascimento Forças Armadas – Polícias Militares – Polícia Federal – Polícias Civis Procuradoria-Geral da República – Justiça Federal – Agentes Penitenciários Ordem dos Advogados do Brasil – ACIC – TV Tarobá (Adesões no Procedimento Interventorial)

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Leia Mais /// Comentários no Facebook:

O BANDIDO NUNCA PROSPERA EM SUA ATIVIDADE, PORQUE ELE NÃO ACREDITA NA SUPERIORIDADE DA POLÍCIA. E DESDE QUE O MUNDO LIVRE PRECISOU SE VALER DA CIÊNCIA PARA PRODUZIR EQUIPES CONTRA O COMUNISMO E SEU AVANÇO NO MUNDO, A TENDÊNCIA É QUE A HUMANIDADE SE AGREGUE PELA PAZ, NÃO PORQUE TENHA SE DESPOJADO DA VIOLÊNCIA, MAS, PORQUE A INTELIGÊNCIA DE CONTENÇÃO DA VIOLÊNCIA NÃO LHE DEIXA MAIS ESPAÇO PARA O CRIME ORGANIZADO EM QUALQUER DE SUAS FORMAS.

_______________________A PETROBRÁS COLOCOU A REFINARIA DE PASADENA A VENDA. PROVOU QUE, REALMENTE ELA SE DESTINAVA TÃO SOMENTE A ABRIGAR TERRORISTAS FEROZES NOS EUA.

_______________________A TV GLOBO ESTÁ EMPENHADA EM DERRUBAR O PRESIDENTE TRUMP PARA EMPLACAR LUCIANO HULK NA PRESIDÊNCIA DO BRASIL. DIANTE DISSO LEMBRO DE UMA EXPLICAÇÃO QUE UM PSICANALISTA DA GLOBO ME DEU UMA VEZ SOBRE OS PERSONAGENS DAS NOVELAS QUE ELE FABRICAVA: “É MUITO MAIS DIFÍCIL TRAZÊ-LOS DE VOLTA À REALIDADE, DO QUE LEVÁ-LOS À VIDA FANTASIOSA DO PERSONAGEM. PORQUE A MENTE HUMANA TENDE PARA O IMAGINÁRIO E OS SONHOS. E, SE MUITO TEMPO SUBMETIDA A ISSO, A MENTIRA DO ENREDO VIRA REALIDADE SACROSSANTA PARA O PERSONAGEM.” ENTÃO, ENTENDAMOS A GLOBO.

__________________A vários meses estamos matando terroristas. Eram muitos! Dilma os havia alugado de 13 países produtores com o pagamento dos alugueres adiantados em forma de “perdões de dívidas.” Eles adentravam por um esquema bem urdido no Ministério das Relações Exteriores e Polícia Federal; culminavam e se alojavam no “crime organizado” onde passavam a formar terroristas e por ai a criminalidade virou no que estava ocorrendo, dos bandidos darem ordens na segurança pública e até avisarem a polícia quando iama fazer uma operação, para que não estivesse no local, para não sair ninguém ferido. Então, tem alguém dos “direitos humanos” contra nós? Do Presidente Trump para baixo e ao redor, estamos com potencial bélico para matar a Terra 39 vezes, esperando pelos “direitos humanos.”

(Célio Ferreira, 18/05)

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MINISTRO GILMAR MENDES, MUITO OBRIGADO!

Meus companheiros intervencionistas, eu confio em vocês. Somos os selecionados pela dinâmica da nossa civilização para protagonizarmos na História este momento da construção do País que queremos para os nossos descendentes, como legado sagrado recebido dos nossos antepassados desde o dia 26 de abril de 1.500 quando Frei Henrique de Coimbra deu esta Terra da Santa Cruz em posse para Deus. E então, só temos uma escolha: VENCER; um único horizonte: IMPERAR PELO SACERDÓCIO VOCACIONAL QUE NOS MOVE À LUTA. E nisto, o Ministro Gilmar Ferreira Mendes, tem sido o nosso timoneiro, o nosso intervencionista mais ilustre; o nosso farol na BOCA DO FURACÃO DO TERRORISMO em que o Supremo Tribunal Federal se transformou de 2.003 para cá. Foi o Ministro Gilmar Mendes que, na investidura de Presidente do STF recebeu em 2.008 a instalação da REAÇÃO DE CIDADANIA apresentada por mim, em sequência às CPIs dos Correios e do Mensalão promovidas por mim, que geraram a AP 470, após ter dominado as entranhas do terrorismo que se fixara no poder com a ascensão de Luiz Inácio Lula da Silva a ele. Ao me perguntar em que esfera deveria autuar a exposição, lhe pedi que a mantivesse recebida em grau de “assunto de Estado, no Gabinete da Presidência.” E foi alicerçado nesse início que a LAVA JATO se instalou, vingou e extrapolou do Brasil para o mundo livre. E sobre essa ruptura nas entranhas do terrorismo, a INTERVENÇÃO ganhou o mundo, hoje sob a liderança do Presidente Donald Trump. Pois que, a guerra me ensinou que: quando a causa é legal, legítima e necessária, o mundo a entende, a absorve e a transforma em história pelo avanço que acrescenta ao desenvolvimento da humanidade. Então, meus caros companheiros intervencionistas, como diz a sabedoria popular: “de convictos pelas causas, o inferno está cheio.” Porque, na guerra não basta a convicção, é preciso, acima dela, a LUCIDEZ, o DESAPEGO e a HOMBRIDADE; são estas três coisas que fazem a UNIÃO, sem a qual a vitória é impossível. E uma força de guerra unida não o é pela sua compactação de massa, mas sim, pela sua COMPETÊNCIA INDIVIDUAL DE AÇÃO. A qual não se circunscreve ao combate tradicional do inimigo, mas também, às surpresas de ataques reversos no seio dele. E o Docente Gilmar Mendes, Doutor em Constitucionalismo de envergadura internacional, Guerreiro da Inteligência, Patriota insuspeito, conhece tão profundamente as essências quase utópicas da Magistratura, quanto as leis infernais da guerra em seu âmago da saída pelo holocausto. Lá atrás, o Magistrado Sanção, nos deu essa lição, que o Salvador Jesus repetiu com a crucificação. E por tais lições, o SACERDÓCIO DA GUERRA se assenta na FATALIDADE DA MORTE: “MORRER PELA CAUSA. SE PRECISO FOR.” Gilmar Mendes mostrou que não é magistrado da lei; se o fosse, seria um repetidor de Pilatos a mercadejar sentenças por plateia, na segurança e conforto do poder, ainda que este seja terrorista, efêmero e hediondo. Gilmar Mendes é AUTO ILUMINADO pela sua envergadura magistral acima do comum; e auto suprido pela sua SENSIBILIDADE HISTÓRICA insuperável. E por isso, ele reconheceu o momento de um MAGISTRADO DA CORTE CONSTITUINTE EXTINTA, como o Ministro Marco Aurélio de Melo denunciou: “O Supremo de ontem era um, o de hoje é outro,” se oferecer em holocausto, porque esse era o ÚNICO INSTRUMENTO DA INTERVENÇÃO SER COLOCADA NA PAUTA DE EFETIVAÇÃO. E NÃO FOI POR CIUME da Justiça Federal que integra o comando dela, porque FOI ELE que, bem antes da Lava Jato, me permitiu, no patrocínio da causa nacional, instaurar o PROCEDIMENTO INTERVENTORIAL de Foro de Soberania fundado no corpo de delito do País, que tipificou PERSECUTÓRIO INSTITUCIONAL DE ESTADO fazendo proteção pelas Forças Armadas ao furacão indiciário desencadeado pela Gloriosa Polícia Federal. Por onde transformamos em caso de polícia a “revolução bolivariana comunista” fundida com o “fundamentalismo islâmico terrorista” que estava construindo o armagedom apocalíptico no Brasil. Em cujo percurso, o Magistrado Gilmar Mendes se manteve no posto que lhe cabe de timoneiro da INTERVENÇÃO no seio do inimigo, com seus ataques fulminantes: “Estamos lidando com gangsteres. Que fique claro, lidamos com bandidos no poder;” “a Lava Jato desmontou os esquemas de uma organização transnacional de bandidos;” “transformaram a democracia numa cleptocracia e o país num sindicato de ladrões;” “estão tentando bolivarizar a Corte à semelhança do que já fizeram em outros ramos do Estado; “a rigor, hoje nós não temos presidente da República.” “não podemos deixar que o Brasil seja transformado num sindicato de ladrões.” Então, o Magistrado Gilmar Mendes, que desde 2.008 pavimenta o arraial da INTERVENÇÃO, reconheceu que ela estava estancada no art. 102 caput da Constituição, e, pela via do holocausto, deu reconhecimento à arguição de ausência de foro de socorro à nação, na cleptocracia imperante, porque, perante qualquer poder, em qualquer instância, ela peticiona ao próprio bandido ou a protetor dele, constante do Protocolo: PRM-CAC-PR. 00002470/2017, em 10.04.2017. Então, obrigado valoroso companheiro! O seu lugar na História não lhe veio por aplausos de plateia, e sim, pelo HOLOCAUSTO VOLUNTÁRIO, NO QUAL, VOSSA EXCELÊNCIA, SEM OUTRO INSTRUMENTO, REGISTROU QUE, SE A CORTE CONSTITUINTE SE EXTINGUIU POR “BANDIDOS ESCONDIDOS ATRAS DE MANDATOS FAZENDO LEIS, PARA BANDIDOS ESCONDIDOS ATRAS DA TOGA MANTER O TERRORISMO ACORDADO COMO SISTEMA DE PODER E A CORRUPÇÃO PARTILHADA COMO FORMA DE GOVERNO, VOSSA EXCELÊNCIA NÃO SE SOMA ENTRE ESSES. Porquanto, se não for assim, que a Corte casse o seu deferimento monocrático. E não estou revelando segredo de bastidores, porque, se ele era, deixou de ser quando me cabe ajuntar os mortos. O autor da INTERVENÇÃO é o POVO BRASILEIRO. Logo, ela tem de ser pública. Até porque, o seu primeiro objetivo é ensinar a nação a operar a Constituição, porque, sem essa habilidade a democracia constitucional será sempre um equívoco político. – celio evangelista ferreira do nascimento em 05/05/2017

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UNIDOS PARA A INTERVENÇÃO

A eleição do Pres. Trump nos EUA era uma necessidade para nós. Só que, como a Lava Jato estendeu o combate contra corrupção no mundo, a INTERVENÇÃO também se estendeu para os EUA e o Pres. Trump a empreendeu em termos do mundo. E o que era para ser um evento tupiniquim nosso, já está instalando a humanidade no ponto intermediário entre o ciclo de civilização vencido e o novo ciclo que estamos vendo nascer. E sem perigo de um confronto nuclear porque o poder atômico do terrorismo na Coreia do Norte explode sobre eles a qualquer movimento de ataque sério que os terroristas mostrarem. Então, meu povo, o Brasil está nascendo, sem ter pensado nisso, NA LIDERANÇA DO MUNDO QUE SE INICIA. E POR ONDE: PELA POLÍCIA FEDERAL E PELOS INTERVENCIONISTAS QUE VIRARAM COMANDO DA INTERVENÇÃO COMPOSTO DAS FORÇAS ARMADAS, POLÍCIAS MILITARES, POLÍCIA FEDERAL, POLÍCIAS CIVIS, AGENTES PENITENCIÁRIOS, MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, ORDEM DOS ADVOGADOS, JUSTIÇA FEDERAL, ACIC…

Estou convencido de que teríamos deflagrado uma guerra civil terrorista encarniçada no Brasil, se tivéssemos encaminhado a intervenção pela força, ao invés da via forense que escolhemos. E para isso contribuiu bastante a nossa longa experiência forense, por mais de 10 mil confrontos forenses dentro e fora do Brasil. O que, somado à minha responsabilidade pessoal de autor da Constituição cumprindo a missão militar que ajudá-la escrever, nos manteve nos trilhos da LEI, BOM SENSO E MAGISTRATURA em busca do objetivo necessário ao reencaminhamento do nosso Processo Histórico. Não tm sido fácil; e confesso que só estou presente ainda, porque, quando a intervenção começou sair das fronteiras do Brasil pela Lava Jato, num abraço receptivo do mundo, percebi que se tratava de um novo momento de Deus entre a gente, e por pura curiosidade me mantive no epicentro do momento, buscando clarear um horizonte indicativo de uma realidade que emergiu do final de ciclo da Civilização Conciliatória, instalando a humanidade em trabalho de parto de um TEMPO NOVO. E perdemos nosso companheiro Niesman, mas DESMONTAMOS O COMUNISMO TERRORISTA NA ARGENTINA. Atrasamos a prisão do Temer, mas vencemos o avanço da irresponsabilidade e boa fé nos EUA e hoje, somos OS INTERVENCIONISTAS-POLÍCIA-FEDERAL-PRES.TRUMP reinstalando o mundo pela LEI, A ORDEM E O PROGRESSO PARA QUALIDADE DE VIDA.Então, vamos comemorar! Eu já faz dias que comemoro, bebendo garapa e suco de assai todos os dias.

 

NOVOS DOCUMENTOS DA INTERVENÇÃO SE ENCONTRAM NESTES LINKS (FAVOR DIVULGAREM)

https://drive.google.com/file/d/0Bx6c2XTVi_HvZ1FYV05NZWQzWmZNZG9FbnVxT1N0cjYwemdj/view?usp=sharing

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CONTRA-GOLPE  DE 1964


POLÍTICA, O MEIO MILITAR E O GOVERNO BRASILEIRO INTERVENÇÃO MILITAR NA IMPLANTAÇÃO DO COMUNISMO NO BRASIL

VOCÊ SABE COMO E QUANTO TEMPO SE LEVOU PARA INFORMAR AO POVO SOBRE O QUE ESTAVA ACONTECENDO NO PAIS E QUE ACABOU CULMINANDO NO CONTRA-GOLPE DE 1964??!!
Um pouquinho longo o texto, mas que te proporciona um “banho’ de historia e de ideias que podem ser usadas ainda hoje para derrubar esse desgoverno. Leia e prometo que não se arrependera’.
Muitos de nós estamos um pouco frustrados com o baixo comparecimento do povo às atuais manifestações INTERVENCIONISTAS e a lentidão de uma ação por parte das FFAA. É importante a leitura do texto que copiei e ora transcrevo. Através dele podemos aproveitar muita coisa que pode nos auxiliar nos tempos de agora quando o ataque dos comunistas se repete em nosso País.
A LUTA CONTRA O COMUNISMO NO BRASIL EM 1964.
NOTA: Jamais leiam o site WIKIPEDIA em relação ao 1964, todos os artigos sobre 1964 da WIKIPEDIA estão controlados pelos infames comunistas.
A história secreta da legítima revolução do povo brasileiro. A história inspiradora de como um povo se rebelou e impediu os comunistas de tomarem conta de seu país.
Raramente uma grande nação esteve mais perto do desastre e se recuperou do que o Brasil em seu triunfo sobre a subversão vermelha. Os elementos da campanha comunista para a dominação – propaganda, infiltração, terror – estavam em plena ação.
A rendição total parecia iminente…. e então o povo disse: NÃO.
O palco estava completamente armado e determinado o cronograma para a primeira fase da tomada de posse pelos comunistas. Nos calendários dos chefes vermelhos no Brasil – assim como nos de Moscou, Havana e Pequim – as etapas para a conquista do poder estavam marcadas com um circulo vermelho: primeiro, o caos; depois, guerra civil; por fim domínio comunista total.
Havia anos que os vermelhos olhavam com água na boca o grande país, maior que a parte continental dos EUA e que então continha 80 milhões de habitantes, aproximadamente metade da população da América do Sul. Além de imensamente rico em recursos ainda não aproveitados, o Brasil se limita com 10 países – toda a América do Sul, exceto Chile e Equador – seu domínio direto ou indireto pelos comunistas ofereceria excelentes oportunidades para subverter um vizinho após o outro. A captura deste fabuloso potencial mudaria desastrosamente o equilíbrio de forças contra o Ocidente. Comparada com isso, a comunização de Cuba era insignificante.
Por fim estava tudo preparado. A inflação piorava dia a dia; a corrupção campeava; havia inquietação por toda a parte – condições perfeitas para os objetivos comunistas. O governo do presidente João Goulart estava crivado de radicais; o Congresso, cheio de instrumentos dos comunistas. Habilmente, anos a fio, os extremistas de esquerda tinham semeado a idéia de que a revolução era inevitável no Brasil. Dezenas de volumes eruditos foram escritos acerca da espiral descendente do Brasil para o caos econômico e social; a maioria concordava em que a explosão que viria seria sangrenta, comandada pela esquerda e com um elenco acentuadamente castrista. Os brasileiros em geral olhavam o futuro com a fascinação paralisada de quem assiste impotente à aproximação de um ciclone. Uma expressão brasileira corrente era: “A questão não é mais de saber se a revolução virá, mas de quando virá.”
O país estava realmente maduro para a colheita. Os vermelhos tinham introduzido toneladas de munições por contrabando, havia guerrilheiros bem adestrados, os escalões inferiores das Forças Armadas estavam infiltrados, planos pormenorizados estavam prontos para a apropriação do poder, feitas as “listas de liquidação” dos anticomunistas mais destacados. Luiz Carlos Prestes, chefe do Partido Comunista Brasileiro, tecnicamente ilegal, mas agressivamente ativo, vangloriava-se publicamente: “Já temos o Poder, basta-nos apenas tomar o Governo!”
Amadores contra Profissionais
E então, de repente – e arrasadoramente para os planos vermelhos – algo aconteceu. No último instante, uma contra-revolução antecipou-se à iniciativa deles. A sofrida classe média brasileira, sublevando-se em força bem organizada e poder completamente inesperado, fez sua própria revolução – e salvou o Brasil.
Sem precedentes nos anais dos levantes políticos sul-americanos, a revolução foi levada a efeito não por extremistas, mas por grupos normalmente moderados e respeitadores da lei. Conquanto sua fase culminante fosse levada a cabo por uma ação militar, a liderança atrás dos bastidores foi fornecida e continua a ser compartilhada por civis. Sua ação foi rápida (cerca de 48 horas do início ao término), sem derramamento de sangue e popular além de todas as expectativas.
Uma vitória colossal para o próprio Brasil, ela foi ainda maior para todo o mundo livre. Pois, como comentou um categorizado funcionário do Governo em Brasília: “Ela marca a mudança da maré, quando todas as vitórias pareciam vermelhas, e destrói completamente a afirmação comunista de que a “história está de nosso lado”.
Como foi, exatamente, que os brasileiros conseguiram esta vitória magnífica? A história secreta desta legítima revolução do povo – planejada e executada por amadores mobilizados para a luta contra calejados revolucionários vermelhos – é um modelo para toda nação analogamente ameaçada, uma prova animadora de que o comunismo pode ser detido de vez, quando enfrentado com energia por um povo suficientemente provocado e decidido.
A Hora é Agora
Alarmados com a perigosa deriva para o caos, alguns homens de negócio e profissionais liberais reuniram-se no Rio em fins de 1961, dizendo: “Nós, homens de negócio, não mais podemos deixar a direção do País apenas aos políticos.” Convocando outras reuniões no Rio e em São Paulo, declararam: “A hora de afastar o desastre é agora, não quando os vermelhos já tiverem o controle completo de nosso Governo!”
Dessas reuniões nasceu o Instituto de Pesquisas Econômicas e Sociais (IPES), destinado a descobrir exatamente o que ocorria por trás do cenário político e o que se poderia fazer a respeito. Outras associações já existentes, como o CONCLAP (Conselho Superior das Classes Produtoras), formado pelos chefes de organizações industriais, tanto grandes como pequenas; o GAP (Grupo de Ação Política); o Centro Industrial e a Associação Comercial, também se empenharam em atividades de resistência democrática.
Essas organizações ramificaram-se rapidamente através do País. Embora agindo independentemente, esses grupos conjugavam suas descobertas, coordenavam planos de ação. Produziam cartas circulares apreciando a situação política, faziam levantamentos da opinião pública e redigiam centenas de artigos para a imprensa respondendo às fanfarronadas comunistas.
Para descobrir como funcionava no Brasil o aparelho subterrâneo treinado por Moscou, o IPES formou seu próprio serviço de informações, uma força-tarefa de investigadores (vários dentro do próprio governo) para reunir, classificar e correlacionar informes sobre a extensão da infiltração vermelha no Brasil.
Propaganda por Panfleto
Os líderes da classe média brasileira, armados com as montanhas de provas reunidas por seus investigadores, puseram-se então a agir. Sua missão: despertar seus tolerantes e cordiais patrícios, cujas condescendentes atitudes políticas eram resumidas muito freqüentemente na frase: “Está certo, ele é comunista, mas é uma boa praça!”
Os anticomunistas organizavam dossiês sobre os chefes comunistas e seus colaboradores, dentro e fora do Governo, e distribuíram-nos largamente entre os líderes da resistência e os jornais. Eles visavam principalmente à crescentes classe assalariada do País, a grande sofredora com a galopante inflação.
Diretores de organizações comerciais e de fábricas convocavam reuniões regulares dos empregados, discutiam o significado oculto dos acontecimentos correntes, davam-lhes panfletos. Um livrinho barato, escrito por André Gama, dono de uma pequena fábrica de Petrópolis, e intitulado “Nossos Males e Seus Remédios”, teve uma circulação superior a um milhão de exemplares. Outro documento, escrito em linguagem simples, explicava como o sistema democrático funciona melhor do que outro qualquer, detalhava as tragédias da Hungria e de Cuba, e avisava: “Está acontecendo aqui.”
A distribuição desse e de outros materiais anti-comunistas a princípio foi clandestina, depois tornou-se ostensiva. Os lojistas punham os folhetos denunciadores dentro de embrulhos e sacos de compras. Os ascensoristas davam-nos a passageiros que se queixavam da situação. Os barbeiros punham-nos dentro de revistas que eram lidas pelos fregueses que esperavam a vez. Um tipógrafo do Rio imprimiu secretamente 50 000 cartazes com caricaturas de Fidel Castro fustigando seu povo e a legenda: “Você quer viver sob a chibata dos comunistas?” À noite mandou vários ajudantes colocá-los em lugares públicos.
Os contra-revolucionários da classe média do Brasil pagavam pelo tempo no rádio e na televisão para divulgarem suas revelações. Quando a pressão do Governo fechou muitas estações de radio e TV a todos menos aos mais radicais propagandistas, eles formaram sua própria “Rede da Democracia” de mais de 100 estações em todo o Brasil. De outubro de 1963 até a Revolução, as estações dessa rede, organizada por João Calmon, diretor dos Diários Associados, iam para o ar na mesma hora em que o esquerdista Leonel Brizola arengava ao público. (Detido após a Revolução e perguntado por que falhara o golpe vermelho, o General Assis Brasil, o esquerdista chefe do Gabinete Militar do Presidente Goulart, deixou escapar: “Aquela desgraçada rede de radio e TV, assustando a opinião pública e provocando todas aquela marchas de mulheres.”)
Os investigadores não descobriram apenas o que tinha acontecido, mas também o que estava para acontecer. Adotando as táticas dos próprios vermelhos, trabalhadores infiltravam-se nos altos conselhos dos sindicatos trabalhistas, fingindo-se comunistas, mas denunciando regularmente as maquinações vermelhas. Repetidas vezes os planos dos vermelhos foram desmantelados, quando oradores e escritores da oposição iam para a imprensa e para o radio revelar o que se preparava. Certa feita, os vermelhos estavam discretamente reunindo 5 000 pessoas para uma viagem a Brasília, numa “peregrinação espontânea” para influenciar a ação do Congresso. Quando os anticomunistas denunciaram a manobra dias antes, a “peregrinação” foi cancelada.
A “Corrente de Simpatia”
Quando a sala de estar de dona Amélia não mais pôde acomodar todas as donas-de-casa ansiosas por tomar parte na CAMDE(Campanha da Mulher pela Democracia), ela mudou suas reuniões para salões paroquiais de igrejas, formou dezenas de outras pequenas células em casas de família. Cada mulher que comparecia era encarregada de organizar outra reunião com 10 de suas amigas; por sua vez estas tinham de recrutar outras. Para financiar suas atividades, elas economizavam nos orçamentos domésticos e pediam ajuda às amigas com posses. As mulheres da CAMDE insistiam em ação. Formavam comícios de protesto público; ficavam horas diariamente ao telefone; escreviam cartas (certa vez, mais de 30 000) a congressistas para “assumirem posição firme em prol da democracia”. Pressionavam firmas comerciais para que tirassem sua publicidade do jornal Última Hora, punham anúncios em jornais avisando sobre suas reuniões, apareciam em comícios públicos para discutir com esquerdistas e desafiar os agitadores, distribuíam milhões de circulares e livretos preparados pelas organizações democráticas denunciando o namoro do Governo com os vermelhos.
Além disso, produziam literatura própria, especialmente orientada no sentido das preocupações femininas; mais de 200 000 exemplares só de um trabalho, descrevendo o que as mulheres podiam fazer, foram distribuídos pela CAMDE às suas sócias, cada uma devendo tirar cinco cópias e mandá-las a possíveis candidatas a sócias.
Quando o diretor esquerdista dos Correios e Telégrafos vedou a distribuição de mensagens e publicações da CAMDE, dona Amelinha organizou uma força de senhoras estafetas para entregar o material de automóvel, convencendo pilotos de companhias de aviação brasileiras a transportá-lo para lugares distantes.
As donas-de-casa da classe média não se limitaram a seu próprio ambiente. Elas se concentraram, por exemplo, nas mulheres do sindicato dos estivadores, fortemente influenciado pelos vermelhos. “Vocês devem convencer seus maridos”, diziam àquelas mulheres. Muitas o conseguiram, e não poucos foram os estivadores assim convertidos à democracia, comunicando depois às suas esposas: “Não somos mais comunistas!”
A Marcha das Mulheres
Os primeiros a agir foram as mulheres de São Paulo. Ouvindo pelo rádio e TV o comício de 13 de março, centenas de donas-de-casa correram para os telefones para convocar um comício capaz de fazer a demonstração engendrada por Goulart parecer insignificante. Seis dias depois, a 19 de março, as largas avenidas do centro de São Paulo ficaram entupidas pelo que as mulheres denominaram “A Marcha da Família com Deus pela Liberdade”. Apertando livros de oração e rosários contra o peito, mais de 600 000 pessoas marcharam solene e ritmicamente sob pendões anticomunistas. E enquanto elas marchavam, os jornaleiros nas calçadas venderam centenas de milhares de exemplares de jornais contendo na íntegra uma proclamação de mais de 1 000 palavras, previamente preparada pelas mulheres. É dessa proclamação o seguinte trecho:
“Esta nação que Deus nos deu, imensa e maravilhosa como é, está em extremo perigo. Permitimos que homens de ambição ilimitada, sem fé cristã nem escrúpulos, trouxessem para nosso povo a miséria, destruindo nossa economia, perturbando a nossa paz social, criando ódio e desespero. Eles infiltraram o nosso País, o nosso Governo, as nossas Forças Armadas e até nossas Igrejas com servidores do totalitarismo exótico para nós e que tudo destrói… Mãe de Deus, defendei-nos contra a sorte e o sofrimento das mulheres martirizadas de Cuba, da Polônia, da Hungria e de outras nações escravizadas”!
Um espectador classificou a marcha das mulheres em São Paulo como a demonstração mais comovente da história brasileira. Dias depois, foram organizadas marchas semelhantes para várias das principais cidades do País. Nem todos os esforços do governo para desencorajá-las, nem as ameaças da polícia de dissolvê-las conseguiram deter as entusiásticas cruzadas.
Vitória
Pelo meio da tarde de Quarta-feira, 10 de abril, tudo estava terminado, e os lideras da classe média do Brasil estavam nos microfones saudando o colapso do comunismo. Em todas as janelas do Rio esvoaçavam lençóis e toalhas saudando a vitória, e as ruas de todas as grandes cidades do Brasil se encheram de gente alegre e dançando num espírito carnavalesco.
Do Rio Grande do Sul chegou a notícia de que Jango Goulart fugira para o Uruguai. Também escaparam às pressas Brizola, o embaixador de Cuba e chefes graduados dos vermelhos, que dispararam para as fronteiras dos países vizinhos, pularam depressa dentro de aviões rumo a Cuba ou se esconderam em embaixadas amigas de países da Cortina de Ferro.
Navios procedentes da Tcheco-Eslováquia, cheios de mais armas para os revolucionários vermelhos, foram assinalados virando rumo a Havana. E, no Rio, densas nuvens de fumaça subiam dos incineradores da Embaixada Russa, onde grandes quantidades de documentos e papéis foram queimados às pressas.
Como pôde uma nação dividida, de 80 milhões de pessoas, mudar politicamente tão depressa e sem perdas de vidas, em contraste com as carnificinas de circo romano de Cuba, ou da Espanha, onde ambos os lados lutaram tão encarniçadamente durante anos?
O mérito cabe em grande parte ao quadro dos Oficiais do Exército Brasileiro, altamente civilizado, que agiu com tanta lealdade e precisão para pôr cobro à ameaça vermelha de apoderar-se do Governo, pouco antes de chegar ao ponto de derramamento de sangue. Mas como os generais se apressam em admitir, maior mérito ainda cabe aos civis, que, tendo diante dos olhos a lição de Cuba, por mais de dois anos haviam alertado o povo – e no momento culminante deram o sinal aos militares para agirem.
Dois dias depois da Revolução, o Brasil teve um lembrete do que realmente a tornara possível. Dois de abril tinha sido marcado pelas mulheres do CAMDE como a data da “Marcha da Família com deus pela Liberdade”, no Rio de Janeiro. Mas então, com a liberdade conquistada, para que incomodar-se? As mulheres do Rio, todavia, correram aos seus telefones, como suas irmãs de outras cidades haviam feito antes. A marcha teria lugar segundo os planos, mas agora como “marcha de ação de graças a Deus”. Quando até o General Castello Branco, por meio do telefonema de um amigo, aconselhou o cancelamento, temendo violências, dona Amélia Bastos insistiu afirmando: “A marcha demonstrará ao mundo que esta é uma Revolução do povo – um plebiscito em marcha pela verdadeira democracia”.
E assim foi: um oceano de humanidade, totalizando mais de um milhão de pessoas, deslocando-se sob uma tempestade de papéis picados caindo dos arranha-céus ao longo das avenidas do Rio; um exército de paz com bandeiras, dizendo com firmeza e reverência a toda a América do Sul que os brasileiros estavam decididos a permanecer livres.
LEIA TAMBÉM: “A MORTE MISTERIOSA DE CASTELLO BRANCO”
Fonte: A CASERNA

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