SOBRE A MINHA POSSE

POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA
NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS.
EXCELENTÍSSIMO SENHOR PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA DR. RODRIGO JANOT.
EXCELENTÍSSIMOS SENHORES PROCURADORES-CHEFES DAS PROCURADORIAS DA          REPÚBLICA NOS ESTADOS.
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DIRETOR-GERAL DA POLÍCIA FEDERAL.
EXCELENTÍSSIMOS SENHORES SUPERINTENDES E DELEGADOS DA POLÍCIA FEDERAL.
PELA PROCURADORIA DA REPÚBLICA EM CASCAVEL-PR.

PELA DELEGACIA DE POLÍCIA FEDERAL EM CASCAVEL-PR.
CELIO EVANGELISTA FERREIRA DO NASCIMENTO, brasileiro, casado, jurista, título
de cidadania por investidura constitucional do art. 14 inc. II b, da Constituição, cadastro eleitoral nº003847590647/ Brasília/DF, filiação partidária nº 011745991910/PMDB, no exercício direto do poder constituinte preservado no poder constitucional pelo art. 1º incs. I,II e Parág. único, com o art. 3º incs. I/IV,o art. 4º incs. I, II, III, VIII, o art. 5º caput e incs, XLIII, LXXIII, §§ 2º e 3º, com o art. 37 caput, o art. 84 inc.XIII, com o art. 142 e o art. 80 com o art. 91 inc. VIII, da Constituição, que recepcionam o art. 1º com o art.5º n. 1, o art. 10º n. 1, 2 da Convenção Americana Sobre Direitos Humanos, o art. 2º com o art. 21 n. 1 da
Declaração Universal dos Direitos do Homem, a Resol. do CS/ONU n. 1.373 de 28.09.2001, e faz aplicável o art. 6º com o art. 8º da Carta Democrática Interamericana, e o art. 55 c, da Carta da ONU, com o Decreto n. 5.639 de 26.12.2005, e o Decreto n. 4.388 de 25.09.2002, pelos Protocolos: STF Pet. 142098/08.10.2008,
PO 1300820 – 7.2.2013/ACFA STF 0038341, 29.2.2012, PR CODIN/POT/ 19.02.2012; SF29.02.2012; SF17.07.2012; SF11.06.2012 STF; PGR CD PR SF; CFA 117.419 29.02012 30.05.2012, 10.10.12; DPF/MS 08335.025373/2012-65 27.11.2012;
DPF/ MS 335.005016/2013-61 28.01.2013; DPF/DF 08001.08335.0032 35/2002-5; 08001.008976/2012-74; 08001.014173/20 12-59 – COGER/DPF; 08200.008079/2013-03; 08200.008592/2013-96; DPF/CEVEL-R 02.05.2013; MPF/MS-00000744/2014; PRMS-00019658/2013. PR-MS-00000744/2014 – 000 07 443 /2014 – 00007787/2014 R 02.05.2013; MPF/MS-00000744/2014; PRMS 00019658/2013. PR-MS-00000744/2014– 000 07 443 /2014 – 00007787/2014 – A.D. SF 15492345 1 BR; MPE/MS-PGJ –
043779-2/2; 018742-2/2019223-2/2M; CD 006198- 30.9.13; SPF 08335,006262/ 2014-11; PGR ]00001654/2014; PGR 0007443 PR 04.09.2013; PR JG 642440674BR STF AR-J6603237679BR; PF 08335.018120/2014-05; PGJ 022451-2/2; 022450-2/2
022450-2/2; 018742-2/2; 019223-22/, 01237180; 151113 1403 67; 01238632-1; 10123 1355; 11988/2014, 01237180; 151113 1403 67; 01238632-1; 10123 1355; 11988/2014, PGR 10058/2014. STF SF 82200437/2014; STF PE 6197258220; ACFA PE
513259353JH; STF PE 513269996JH; STF PE 619725820JH; PRM-CAC-PR 10058/2014; PR PRM-CAC-PR 00010318/2014, além de outros recebidos, aceitos, reconhecidos e homologados pelo STF e demais poderes constitucionais e instituições, por este Ato Constituinte Interventorial que executa o art. 127 com o art. 144 caput e inc. I.
§ 1º incs. IV com o art. 109 incs. I, IV, V-A da Constituição,
INSTAURA A PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA EM TODA A SUA
DISTRIBUIÇÃO FEDERATIVA E A POLÍCIA FEDERAL EM TODA A SUA
DISTRIBUIÇÃO FEDERATIVA, EM REGIME DE INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO
PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA PARA OS SEGUINTES
DESEMPENHOS CONSTITUCIONAIS NA RECUPERAÇÃO DA PÁTRIA, DA ORDEM
JURIDICA E DO REGIME DEMOCRÁTICO E REENCAMINHAMENTO DO PAÍS.
POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS.
I. PRELIMINARMENTE.
FUNDAÇÃO PEDAGÓGICA.
A estrutura constitucional do presente Ato diz que o Foro de Soberania resultou suprido de jurisdição apenatória com a Instituição Ministerial incumbida da defesa da ordem jurídica e do regime democrático; do Órgão Policial para a sua ação de campo, e do Foro Judiciário para o respectivo PERSECUTÓRIO INSTITUCIONAL DE ESTADO na INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO nos desdobramentos judiciários que emergiram da sua essência político-institucional diante da extinção de foro de socorro à nação demonstrada pelo corpo de delito do País espelhado pelas: “Operação Lava Jato,” Operação Carne Franca,” “Operação Catilinária,” Operação Castelo de Areia,” “Operação Patmos,” Operação Boca Livre, “Operação Recomeço,” “Operação Turbulência,” “Operação Anacrônimos,” Operação Zelote,” “Operação Custo Brasil,” “Operação Lucas,” e identificado pela Polícia Federal como um estado de
banditismo inoculado no Estado Democrático de Direito que lhe extinguiu eficácia por superação da ordem jurídica e do regime democrático reconhecida pelo Ministério Público por sua promoção legiberante perante o Congresso Nacional das “dez medidas contra a corrupção,” e pelo STF, e assim qualificado: “É humanamente impossível estancar a corrupção do PT no país, porque, quando se chega a um foco, ele se ramifica em vários outros… Mensalão, Petróleo, Eletronuclear são todos conexos porque dentro deles está a mesma organização criminosa e as pessoas ligadas aos partidos políticos… todos ligados à Casa Civil do governo Lula… tudo foi originado dentro da Casa Civil” – Polícia Federal. “Estou convencido com as circunstâncias de fato que existem hoje é que não existiu um mensalão e não existiu uma Lava Jato. É toda uma operação conjugada. O mensalão foi a parte do iceberg que depois veio a ser descoberto e nem todo. Acho que esse iceberg ainda tem parte submersa. “ – PGR Rodrigo Janot.
“O esquema revelado pela Lava Jato é um verdadeiro método de governo: de um
lado recursos do Estado fluíram para as forças políticas, financiando campanhas
e, como ninguém é de ferro, o luxo dos atores envolvidos: casas, iates, reforma de
apartamento de namoradas, amantes, mães e tudo o mais. Foi um método
criminoso de governo que visava à perpetuação de um partido no poder. – STF no
veredicto proclamatório do Min, Gilmar Mendes.
“O Ministério Público Federal destacou que a investigação penal não obstante
fragmentada em diversos inquéritos e procedimentos de apuração de delito, tem
por objeto uma vasta organização criminosa de projeção tentacular com métodos
homogêneos de atuação, integrada por diversos atores e protagonistas e
operando por intermédio de vários núcleos com idêntico ou semelhante modus
operandi na captação, operacionalização e distribuição criminosa de vantagens
ilícitas.” STF no veredicto proclamatório do Min. Celso de Mello.
E, a “organização criminosa” está identificada pelo Superior Tribunal Eleitoral na “ação de cassação da chapa Dilma/Temer,” na qual ele reconheceu que “a democracia foi transformada em cleptocracia e o país num sindicato de ladrões, composto de bandidos escondidos atrás de mandatos fazendo leis para bandidos
escondidos atrás da toga manter o terrorismo acordado como sistema de poder e a corrupção partilhada como forma de governo;” arregimentados em: 1. bandidagem no poder distribuídos pelo PMDB, PTB, PDT, PT, PSB, PPL, PSDB, PTC, PSC, PMN, PRP, PPS, PV, PCB, PBC, PT do B, PPL, PR, PSTU, PRTB, PHS, PSDC, PCO, PTN, PSC, PRB, PSL, PR, PSD, PROS, SP, PMB, DEM, PC do B, PP, PCB, PRTB e REDE supridos pelos
“especialistas,” “intermediadores,” “negociadores” e “mefíticos” de toda a espécie, que estão espalhados por todo o tecido institucional e todas estruturas operacionais da República e iniciativa privada, alojados no erário público e ocupados em: a) roubar o Pais, b) massacrar a Nação, c) destruir e vender a Pátria; 2. bandidagem terrorista transnacional, no “projeto Pátria Grande” distribuídos pela URSAL, UNASUL,
URC, ESAD, G-20, BRICS, FAO, OTSC, CEI, OCS, ECVCNB, no MST, CUT, MSTA, CEMIG, CONTAG, Via Campesina, MLST, MAB, MIR, ELN, EZ, APINB, ARPIN-Sul, COIAB, APOINME, CIR, ABA, IEB, CTI, CUIA, Sindicatos, Hamas, Taleban, Al Qaeda, Jihads, Hesbollah, Boko-Haran, Al Shebab, Estado Islâmico; 3. bandidagem de campo no “fome zero” e criminalidade quadrilheira distribuídos pelo PCC, CV, FDN, TCC,
CRBC, CDL, SS, DCMS, TC, ADA, IDI, AJ, AD, B.dos 40; PCN; ER; 300 Esp.; PCM; ERam; B. dos 300; CC; GDA; PCM; BI; PGE; B. dos 40; ADM; COM; B.dos 300M; PCM2; PCE; CP; BM; KATIARA; CPr; CAVEIRA; CMO; PJ; PCMpr; PCMG; MP; PI; PCU; CJUC; GF, CDLcr, PGC2, PCRV, CL, SN, SC,PL, PGO, FRC, BC, OS TAURAS, V.7, O.S.A.l, U.P.P, C.P.C, A.L, P.C.Pr, P.C.L.ms, D.G, BPj, B.C.cuia, C.V.mt, A.L.ro, C.P.ro, B. dos 13; 3º CP; Carecas do ABC; Comando da Paz; CRBC, Máfia do Lixo, Esquadrão da Morte. Assistidos pela Depen, “Pastoral Carcerária,” outros serviços religiosos e ONGS; e ocupados em matar, assaltar, estuprar, sequestrar, roubar e aterrorizar a população; e
4. bandidagem empresarial terrorista distribuídos em: Odebrecht, OAS, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, UTC Engenharia, Camargo Correia, Engevix, Brf Brasil Founds S.A, Seara Alimentos S.A, JJZ Alimentos S.A, Madero Ind. Com. S.A, Touyo Setel Engenharia, Mendes Júnior Trading E. S.A, Anglo, Swit Bck, J&F, Vigor, Flora, Canal Rural, Banco Original, Cabana Los Lilas, Armour, Pite, Aspen Ridge, King
Island, Moy Park La Herencia, Pibgrins Pride, EPE, Havan, FRIBOI, JBS, BNDES, TV GLOBO, dentre outras. Como a extinção de eficácia do Estado Democrático de Direito pela superação da ordem jurídica e do regime democrático está identificada pelo “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos,” através do Foro de São Paulo que fundiu a “revolução bolivariana comunista” com o “fundamentalismo islâmico terrorista” e transformou a democracia em “cleptocracia e o país num sindicato de ladrões” com a nação sequestrada em seus lares e locais de trabalho em regime de tortura terrorista do medo, insegurança pública, insegurança jurídica e insegurança econômica, sofrendo a destruição da família, desintegração social e desagregação nacional, com a marginalidade em aumento de 1.638% de 2.003 a 2016, por 96 milhões de encrencas judicias entre 83 milhões de pessoas da população economicamente ativa, através da disseminação do banditismo no poder feita pelo Ministério Público que consolidou o crime organizado no governo, operado pelas gangues políticas e gerido por corporações quadrilheiras, suprido por “bandidos escondidos atrás de mandatos fazendo leis, para bandidos escondidos atrás da toga manter o terrorismo acordado como sistema de poder e a corrupção partilhada como forma de governo.” Com o País movido por falcatruas contábeis, estelionato estatístico, renúncias fiscais estelionatárias, estelionato de preços públicos, estelionato de consumo, superávits por exportações frias, lançamentos de renegociações da dívida pública como créditos, picaretagens com títulos públicos entre o Tesouro, BNDES
e Banco Central, e emissões de real frio. Por onde Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff e Michel Miguel Temer Lúlia excluíram o Brasil do crédito internacional, que gerou a crise financeira, a qual resultou na depressão econômica, que acabou com o País em massa falida de um terço do seu tamanho econômico de 2.003, a qual está sendo inventariada entre a bandidagem do poder por “ajuste fiscal,” “suspensão de investimentos públicos,” “contingenciamentos,” e depredação física do País, e administrada pelo script das “reformas.”
Por essa organização e estrutura operacional, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff e Michel Miguel Temer Lúlia roubaram o País em mais de R$ 36 trilhões; assassinaram mais de 5 milhões de pessoas, e destruíram a Pátria através da sua distribuição pelo dinheiro do terrorismo no projeto “Pátria Grande” formado pelo parque de obras e financiamentos nos 23 países componentes do banditismo transnacional comunista fundamentalista terrorista no qual virou o “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos.” E se tipificaram os pressupostos e condições de constitucionalidade, instabilidade e legitimidade na RAZÃO DE ESTADO, CRISE INSTITUTICONAL DE ESTADO, ASSALTO AO PODER, FALÊNCIA DO PAIS desde o dia 09.06.2017 quando o Superior Tribunal Eleitoral, em longo e criterioso processo judicial, reconheceu e proclamou a tirania terrorista de bandidos entrincheirada na Instituição da Presidência da República, e nela, viu escancarado o fato concreto, mas, face à ruptura do Estado Democrático de Direito na fusão do poder político com a força militar no mandato-patentes de Presidente da República, que isso ocasionou, em vigoroso veredicto concluído pelo seu Presidente Min. Gilmar Mendes, respeitável docente internacional de Constitucionalismo, a Suprema Corte Eleitoral se declarou incompetente para proferir sentença judiciária, e conclamou o POVO NO EXERCÍCIO DIRETO DO PODER à dar aplicação da Constituição ao fato concreto em sede de Processo Histórico no Foro de Soberania, pela reintegração do povo na Instituição da Presidência da República Isto é o que os manuais do gramscismo chamam de “estratégia demolidora dos reacionários e das elites pela revolução infiltrada nas estruturas institucional e disseminada no tecido social da nação pela ação de campo composta da educação emotiva fundida com a marginalidade.” Implantada no Brasil pela fusão dos efetivos da vida pública entre si através da corrupção e furto da coisa pública; com a Escola transformada em bordel de iniciação das crianças na prostituição, cafajestismo, vício e vadiagem que embota a inteligência e destrói a hombridade e a honradez, e o banditismo suprido do “bolsa família,” “bolsa aluguel, gás e luz,” “seguro desemprego” e “seguro prisão,” amparado por “direitos humanos, estatutos discriminatórios e leis terroristas,” “conselhos tutelares,” “delegacias e promotorias de infância e juventude” formando um portentoso campo econômico de enriquecimento macabro, com sua rendosa indústria Maria da Penha de transformação de esposas em prostitutas, maridos em cafajestes e filhos em bastardos; e a transformação do ente conjugal em fábrica de mentecaptos, alienados e bandidos com os filhos erigidos em inimigos dos pais, cobertos pela legitima defesa putativa, se estes quiserem educa-los e ensiná-los trabalhar. E não está ao domínio do Ministério Público e Polícia Federal circunscritos à “doutrina,” “jurisprudência” e à “ordem institucional vigente” como se isso fosse uma construção insuperável feita por Deus. Já que, se aprende nas próprias escolas de inteligência que: “O que homem faz, homem desmancha; o que se vence vira história e o bom senso continua. Para isto Deus dotou o homem de hombridade, honradez, caráter e lucidez que está no seu DNA e não se adquire na escola.”
E, embora a tragédia de civilização brasileira conserve a natureza de marginalidade em grau extremo de banditismo terrorista transnacional, no âmbito da Segurança Pública de alçada do Aparelho Repressor do Estado, este não existe mais, mercê da superação da ordem jurídica e do regime democrático pelo banditismo oligárquico comunista fundamentalista terrorista, materialmente demonstrada no corpo de delito do País sedimentado pelo volumoso PERSECUTÓRIO INSTITUCIONAL DE ESTADO distribuído pelos vários blocos indiciários. Impondo-se, pois, o declínio de competência judiciária declarado pela Corte Eleitoral Máxima, em favor do EXERCÍCIO DIRETO DO PODER PELO POVO em sede de Processo Histórico em Foro de Soberania, que se instala por este ATO CONSTITUINTE INTERVENTORIAL reiterando os vários outros que
AGREGAM A PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA E A POLÍCIA FEDERAL NO COMANDO DA INTERVENÇÃO CONSTITUNTE NO PROCESSO HISTÓRICO.
Pois, não podendo militar em favor do Ministério Público e da Polícia Federal a
presunção de analfabetismo jurídico, se não tivesse havido reconhecimento da constitucionalidade, legitimidade e necessidade tipificando aqueles atos institucionais invocatórios da reação institucional neles qualificada, eu estaria preso, porque, então, estaria na prática de graves crimes contra a Segurança Nacional, de atentado moral contra as autoridades constituídas e ataque à Ordem Constitucional. Por isso, a conduta do Ministério Público Federal e da Polícia Federal foi própria das instituições e órgãos dessa natureza na esfera de inteligência na lide das questões intrincadas do Processo Histórico em grau de Foro de Soberania. Onde, por inexistir jurisdição e consequente pronunciamento tutelar, o ato concreto tem de estar exposto no corpo de delito do País e a invocação à manifestação institucional tem de ser inequívoca em autoridade pedagógica, conhecimento de causa e domínio da vida civilizada, sob pena do aventureiro sofrer repressão grave. Então, este Ato, se tivesse de fundar-se em procedimento decidido estaria alicerçado no vasto invocatório que iniciou a reação de cidadania perante a Corte Constituinte no dia 08.10.2008, sempre recebido, reconhecido e homologado pelas instituições e poderes constitucionais invocados. Assim, por respeito, apreço e zelo patriótico pelo Ministério Público Federal e a Polícia Federal, informo que já lavrei relatórios para ministro do STF, e até escrevi “jurisprudência” para um Tribunal Regional Eleitoral, premido por necessidades na missão de “redemocratização do País,” que desempenhei por encargo do saudoso presidente João Figueiredo; expediente que me obrigou pagar elevado preço para uma gráfica imprimir a “jurisprudência” que eu havia escrito, quando o Presidente do Tribunal, amavelmente, me solicitou cópia autenticada dos originais, alegando que estava organizando o “arquivo de jurisprudência do Tribunal e sua assessoria não havia encontrado o compêndio de jurisprudência que eu citara.” E assim, em diversos julgados vi a minha “jurisprudência” sustentando as convicções magistrais respectivas, pavimentando convicções à “redemocratização.” Além do que, fora a Constituição que ajudei escrever, tenho mais de 700 mil exposições sobre Ciência Jurídica, Ciência Política, Ciência Econômica, Ciência Social, Psiquiatria Forense, dentre outras, espalhadas pelo mundo. De modo que, quando assinei, no dia 19.06.2012, ao Alto Comando das Forças Armadas o compromisso de ser morto e não preso, se conduzisse o povo brasileiro a erro pela Constituição, eu conhecia pelo lado do avesso o QI da nação sobre as ciências que ela deveria dominar, mas apenas conhecia por ouvir falar em períodos de bacharelatos que não davam grau de cátedras aos bacharéis para lerem a Constituição. E por isso, fora o Dr. Gilmar Mendes e alguns docentes e juristas envergonhados, NINGUÉM A CONHECIA quando eu comecei falar nela. Embora, desde a sua promulgação eu sempre tentei embasar os políticos e os magistrados nela. Isto para dizer que não posso capitular à “raciocínios literários” por composições catadas na “doutrina” e na “jurisprudência,” e nem à posições do tipo: “no meu modesto entendimento,” “a meu ver,” “salvo melhor juízo.” Pois, quem se propõe a postular poder de coação garantido pelas armas, quem se expõe a julgar, TEM DE SER O VIGOR DE CIÊNCIA QUE UNIFICA OS OPOSTOS PORQUE A DIVERGÊNCIA DE RACIOCINIO SE ACABA NA CAPACIDADE INTELECTUAL FINAL DO SER HUMANO. E por isso, as decisões de colegiados, devem superar o jogo forense a votos e serem o ESGOTAMENTO DE CÁTEDRA POR UNIFICAÇÃO DE CONSCIÊNCIA JURÍDICA DO COLEGIO MAGISTRAL. POIS, NÃO SENDO ASSIM, A CONTROVÉRSIA NÃO RESULTA ELIMINADA DA DINÂMICA EXISTENCIAL DA NAÇÃO. E PASSA A SER CULTIVO DA MEDIOCRIDADE NO JOGO DA RETÓRICA FORENSE. DIREITO É A CIÊNCIA MATEMÁTICA DA RAZÃO LÚCIDA. E CIÊNCIA MATEMÁTICA NÃO COMPORTA CONVICÇÃO DESINTEGRADA E NEM EXEGESE, SEMÂNTICA E HERMENEUTICA VERBORREICA. Embora, até aqui eu tenha tolerado as tergiversações, prevaricações, condescendências e idiotices do Ministério Público e da Polícia Federal. Pois, se eu dependesse de orientação de quem quer que seja, no campo de CIÊNCIAS que opero, não teria aceitado a tarefa que me envolve, quando, em 2.004 aportei em Brasília para “encontrar saída da tragédia que estava armada sobre o Brasil, pelas velhas oligarquias paulistas, mineiras e cariocas que pretendiam depor o Lula e empossar José Alencar.” O que, se ocorresse, o Brasil, talvez, estivesse até hoje em guerra civil pior do que a convulsão terrorista que sofre. E a saída que dei ao momento, foi com a “abertura dos bastidores do mar de lama da República” que levou o arroubo, entusiasmo e ingenuidade do PT na avalanche de denúncias e desmontou o golpe, através das CPIs dos Correios e do Mensalão que promovi com material retirado dos meus arquivos. Isto para dizer que, se o Ministério Público e a Polícia Federal preservam sensibilidade intelectual para perceber que a civilização brasileira não tem mais EDIFÍCIO ESTATAL e está restando só na Constituição, sem ESTRUTURA INSTITUCIONAL e sem MOLDURA PROCEDIMENTAL para ser operada pelos Poderes Constitucionais, Instituições e Órgãos Públicos, o padrão operacional do Aparelho Repressor está superado. Restando os HOMENS ARMADOS, não para se matarem, mas, para os que estão errados serem submetidos pelos que estão certos; dentro da instituição de cidadania de auto defesa da Constituição e legítima defesa social da nação. E como não temos tempo para um doutorado em VIDA CIVILIZADA REGIDA POR ESTADO CONSTITUCIONAL, no arraial do confronto já instaurado, basta para a inteligência jurídica que o acervo de conhecimento da humanidade acumula e que ilumina e determina na ORDEM JURÍDICA MUNDIAL, a confiabilidade nas instaurações que apresento, já que o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, formam o COMANDO INSTITUCIONAL DA INTERVENÇÃO QUE PATROCINO. E, minhas histórias de fórum ensinando advocacia, funções jurisdicionais e magistratura não se limitam aos episódios supra lembrados. Assim, não me parece arrogante, e sim, afetiva a abertura que faço pretendendo colocar a diferença de envergaduras escolares, profissionais e de tempo entre o belíssimo e encantador trabalho de maquiagem da civilização moribunda feito pelo Ministério Público e a Polícia Federal, que não leva à cura da paciente, mas oferece um bom espetáculo de entrevero entre bandidos, e o meu sisudo, preciso e fétido estrebuchamento clínico de entranhas que arregaça a paciente e a recoloca recuperada e saudável no respectivo Processo Histórico. Já advertido por Jesus em momento igual a este, quando ele lecionou: “Geração de idiotas que ficam coando o mosquito e engolindo o camelo, sem se aperceber que o mal que combatem está se consolidando como fórmula de eliminação do errado por ninguém
preservar virtudes para acusar a marginalidade.” É o totalitarismo do sufoco moral padronizado pela covardia e a burrice, que leva à escravidão pela padronização marginal. Porquanto, é tão ladrão dos cofres públicos o Órgão Ministerial e Policial que ampara a cleptocracia e o país transformado em sindicato de ladrões, quanto os ladrões objetos do entrevero acusatório que eles prendem e esquartejam. Ou que nome jurídico se dá para Polícia Federal combatendo bandidos no poder, chefiada por eles? Pela finalização de cátedras que me dota, chamo de SEDIÇÃO ENTRE QUADRILHAS NO BANDITISMO TERRORISTA NO PODER. Mas, tenho consciência dos heróis que se sentem os efetivos ministeriais e policiais nos indiciamentos das moscas, quando deveriam eliminar os camelos, e sou testemunha do respectivo patriotismo e vocação pública; então, meu dever DE COMANDO É DE SUPRIMENTO dos comandados, como o pai supre os filhos. De forma que, o Ministério Público e a Polícia Federal não precisam saber tudo, porque é dever meu TER AUTORIDADE INSUPERAVEL NO QUE LHES DETERMINO NA CONSTITUIÇÃO QUE ESCREVI.

II. TERMO DE RESPONSABILIDADE PELA INSTITUIÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA
REPÚBLICA E OPERACIONALIDADE DA MAGISTRATURA DE ESTADO, PERANTE
AS INSTITUIÇÕES E OS PODERES CONSTITUCIONAIS.
Considerando que não obstante a destruição institucional, política, social, econômica e física do Brasil, ainda resta a Constituição com sua capacidade de auto defesa e de legítima defesa social da nação, no POVO EM FORO DE SOBERANIA NAS FORÇAS ARMADAS, POLÍCIA FEDERAL, MINISTÉRIO PÚBLICO
FEDERAL E JUSTIÇA FEDERAL, eu Celio Evangelista Ferreira do Nascimento, autor e subscritor deste Ato na INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO, no exercício do art. 1º incs. I,II e Parág. único com o
art. 4º incs. I,III, o art. 84 incs. XIII e o art. 142 da Constituição,
ASSUMO A RESPONSABILIDADE EM FORO DE SOBERANIA PELA INSTITUIÇÃO DA
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA EM VIRTUDE DA VACÂNCIA DO CARGO DESDE O DIA 1º DE JANEIRO DE 2.015. E, NO DESEMPENHO DA MAGISTRATURA DE ESTADO PELO EXERCICIO DIRETO DO PODER:
1. Nos termos do art. 144 § 1º da Constituição ASSUMO A CHEFIA da Polícia Federal, perante a qual REPRESENTO em sede de Processo Judiciário, pela PRISÃO EM FLAGRANTE DELITO, de Michel Miguel Temer Lúlia, que está na pratica dos crimes comuns de esbulho do cargo público de Presidente da República, entrincheirado no Palácio do Planalto; no qual acomoda as suas quadrilhas de assalto ao País, massacre da nação e destruição da Pátria, formada, em âmbito de família, dele, da filha Maristela Temer, da sogra, de João Batista Lima Filho & Maria Rita Fratelzi, Carlos Roberto Pinto, Rodrigo Rocha Loures, e outros, e em âmbito de gangues, de Renan Calheiros, Eunício Oliveira, Edson Lobão, Rodrigo Maia, Joesley Batista, TV Globo e outros; Hamas e Hesbollah. Em cujo desempenho marginal é responsável pela eliminação de mais de 5 milhões de pessoas, e de outras 14,2 milhões nos corredores de extermínio pela miséria decorrente do desemprego no Brasil falido. E está determinado a destruir a civilização brasileira pela tragédia econômica; porque, em parceria publicitária com a TV Globo mantém a nação submetida a um enredo refinado de mentiras, no qual, todos os dias, os telejornais da Globo denunciam um campo da vida brasileira destruído e os membros das quadrilhas de Temer informando os “milagres” que serão feitos; como, por exemplo, a “denúncia” da destruição da malha viária do País, com o “ministro” dos Transportes anunciado licitações das obras de recuperação e asfaltamento milagroso das estradas; sem, entretanto, informar de onde sairá o dinheiro; como a denúncia do desemprego e a informação da “retomada do crescimento econômico” sem mostrar quantas empresas e quais áreas econômicas foram empreendidas; e o aumento das vendas no comércio, mostrando que o índice indicativo disso é do consumo de gasolina e óleos lubrificantes, o que denuncia emissões de real frio para custeio da folha de pagamento do funcionalismo público e bancários motorizados.
2. Estabeleço o prazo até o dia 27 de julho de 2.017 para a Polícia Federal efetuar a
prisão em flagrante do meliante, e respectiva entrega à Justiça Federal, acompanhado do Auto de Prisão em Flagrante Delito, à responsabilidade da 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba-Pr., por se tratar de marginal pé de chinelo sem qualquer regalia carcerária. Implicado na “Operação Lava Jato.” E comunicada a Celio Evangelista Ferreira do Nascimento no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas no Quartel da 15ª Bda. Inf. Mec. 5ª Div. de Ex., 3ª RM, à Rua Rio de Janeiro, 229, Centro, 85.801- 030 – Cascavel-Pr., – fone 45) 99850-4046- para fins de sua posse imediata no cargo de Presidente da República.
3. A desobediência a esta instauração será encarada como declaração da Polícia Federal à nação, de que se compõe em corporação terrorista com a bandidagem oligárquica comunista terrorista fundamentalista no poder, e seus desempenhos até aqui respeitáveis, se revestirão da qualificação de espetáculos próprios da estratégia terrorista de camuflagem, despido de qualificação patriótica e honradez policial; e, o caso de polícia de alçada da Segurança Pública, passará a ser caso de interesse da Segurança  Nacional ao trato pelas Forças Armadas; hipótese em que, os diretores, superintendentes e delegados da Polícia Federal serão presos e julgados em Tribunal Militar; com os demais terroristas.
III. EM AMBITO DA PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA.
1. No desempenho da Magistratura de Estado pelo exercício direto do poder, nos termos do art. 1º incs. I,II,III e Parág. único, com o art. 3º incs. I/IV, o art. 4º incs I,III, VIII, com o art. 15 inc. V, o art. 37 caput e § 4º, o art. 85 inc. V, o art. 101 e o art. 127 da Constituição, face à decisão do Superior Tribunal Eleitoral na “ação de cassação da chapa de eleição de Dilma Vana Rousseff com Michel Miguel Temer Lúlia em 2.014,” que reconheceu a extinção da ordem jurídica e do regime democrático como fato concreto e convocou o POVO EM FORO DE SOBERANIA para aplicar-lhe a Constituição, RECONHEÇO em regime de tolerância, o Exmo. Sr. Procurador Rodrigo Janot no cargo de Procurador-Geral da República, interino até a minha posse na Presidência da República, quando então, o efetivarei em virtude do mesmo ter sido selecionado por eleição do Colégio de Procuradores; a menos que ele leve a cabo a denúncia que apresentará contra Michel Miguel Temer Lúlia, sob licença da Câmara dos Deputados, porque isso tipificará reconhecimento do meliante como “presidente da República e configurará atentado terrorista contra a Constituição. Hipótese que o identificará no corpo de delito do Pais, em corporação terrorista quadrilheira com a bandidagem comunista fundamentalista terrorista no poder, sem comprometer consigo a Instituição Ministerial. E isso vindo a acontecer, será preso e julgado em Tribunal Militar juntamente com os demais terroristas. Pois, como Procurador-Geral da República não milita em seu favor a hipótese de não saber ler a Constituição, primariamente clara no seu art. 1º incs. V com o art. 17 inc. I e o art.77 § 1º; e como, no julgamento da esdrúxula “cassação da chapa” o TSE, no voto do Min. Luiz Fux advertiu que Michel Temer já assumira o cargo sem mandato, porque: “o mandato de Presidente da República é único, uno e indivisível; e não há como se entender diferente.”
2. No exercício do art. 1º incs. I,II e Parág. único, com o art. 4º incs. I,III e o art. 127 da Constituição instauro a Procuradoria-Geral da República em reação constituinte de recuperação da ordem jurídica e do regime democrático, na qual instalo o Exmo. Sr. Procurador-Geral da República Rodrigo Janot para a execução da tarefa que deve iniciar com a expedição do mandado de prisão em flagrante do meliante Michel Miguel Temer Lúlia ao Diretor-Geral da Polícia Federal, na reintegração da Instituição da Presidência da República ao POVO que tem como consequência imediata a Assembleia de Cidadãos(ãs) no Congresso Nacional, para Posse do cidadão Celio Evangelista Ferreira do Nascimento no cargo de Presidente da República, instituída no art. 78 da Constituição, em regime de interinidade constituinte, que deve ser presidida pelo Procurador-Geral da República.
3. Lembrando que a Constituição alicerça a representação mandatária, as investiduras e as funções públicas sobre o dogma da dignidade humana, personificado pela moralidade pública no art. 1º inc. III e Parág. único com o art. 37 caput e § 4º, com o art. 5º caput e inc. LXXIII, com o art. 15 inc.
V, o art. 85 inc. V e o art. 101 dela, constituindo a legitimidade intrínseca da ordem jurídica e do regime democrático que definem as fronteiras da tripartição, qualificam a jurisdição e fazem soberanas as leis e as decisões de governo e de justiça. Daí a desqualificação moral dos mandatários da Câmara dos Deputados
e do Senado Federal, pelo estado de marginalidade, bandalheiras e banditismos que os envolve no corpo de delito do País, apresentado pela Polícia e Justiça Pública, rompeu o Estado Democrático de Direito na fusão do voto com a bala em esfera dos Poderes Constitucionais; primeiramente, na organização corporativa terrorista em atentado contra a Constituição, em que se transformou o efetivo presidencial do Poder Executivo com os efetivos parlamentares do Poder Legislativo e o efetivo magistral do Poder Judiciário na refabricação do “mandato criminoso” de Dilma Vana Rousseff para Michel Miguel Temer Lúlia, pela engendração terrorista nojenta do “impeachment da Dilma;” envolvendo a redistribuição do roubo do País entre as respectivas gangues; depois pela desqualificação moral emergente do dever de denunciar imposto pelo Estado Democrático de Direito no art. 1º inc. III e Parág. único, com o art. 5º caput e incs. II, VI, XLXXIII e §§ 2º,3º da Constituição. Cuja estrutura constitucional do mandato, da investidura e da função impõe aos respectivos titulares, o DEVER CONSTITUCIONAL de exigir a exclusão do respectivo meio, do bandido, marginal, ladrão, crápula, que logrou se infiltrar ali. Como ninguém fez isso, resultam os respectivos efetivos dos três poderes abrangidos em grau de Foro de Soberania, pela qualificação universal de Direito Penal: “Quem, de qualquer modo se associa para a prática de crimes, não pode invocar isenção de culpa,” invocável em Foro de Soberania pelo art. 5º caput da Constituição que é universalizador da responsabilidade penal. Por isso, já se auto regulamenta no seu inciso I; não deixando dúvida de que a norma é dogmática e não disciplinar. Como não poderia deixar de ser diante da lição pedagógica antiquíssima: “Para tirar os bandidos da rua, se tem de tirar do poder, aqueles que, nas respectivas investiduras de autoridade, produzem a degeneração moral que os gera.” Daí, a Constituição não poderia assegurar abrigo a bandidos; pelo menos, não a Constituição brasileira, que as Forças Armadas produziram por missão desempenhada por mim na sua construção dogmática. Aliás, negar abrangência do art. 5º caput da Constituição aos governantes, legisladores e magistrados que estão roubando o País, massacrando a Nação e destruindo a Pátria, seria admitir que o regime democrático foi inventado para o povo outorgar poder para os bandidos que conseguiram enganá-lo, cometerem os crimes mais bárbaros e insanos no poder e saírem impunes, porque foi o povo que os instituiu sobre si. Nesse raciocínio, desapareceria o crime pela inexistência de engenharia pedagógica para defini-lo. Pois, o que faz irresistível o poder de coação é a absoluta desvinculação entre a magistratura e a marginalidade. Caso contrário não se teria ordem jurídica e sim, bandidos irresistíveis sobre bandidos atrevidos. §.3.a. Daí, rompido o Estado Democrático de Direito em sua fundação nuclear, emergiu  o POVO EM FORO DE SOBERANIA EM AUTO DEFESA DA CONSTITUIÇÃO E LEGÍTIMA DEFESA SOCIAL DA NAÇÃO, NAS FORÇAS ARMADAS E POLÍCIAS MILITARES, POLÍCIA FEDERAL, MINISTÉRIO PÚBLICO, ORDEM DOS POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS ADVOGADOS, E SUAS ENTIDADES CIVIS, POR INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO tipificada pela RAZÃO DE ESTADO, CRISE INSTITUCIONAL DE ESTADO, ASSALTO AO PODER PELO FORO DE SÃO PAULO, FALÊNCIA DO PAÍS E CAOS SOCIAL. Impondo: 1) recuperação da sua vocação de liberdade; 2) restabelecimento do Estado Democrático de Direito; 3) restauração da unidade da nação; 4) reencaminhamento do País para o trabalho; 5) reconstrução da soberania nacional no contexto mundial. §.3.b. E então, terá de dar posse na Instituição da Presidência da República, ao cidadão Celio Evangelista Ferreira do Nascimento, em evento de cidadania no Congresso Nacional, presidido pelo Exmo. Sr. Procurador-Geral da República, na execução do art. 127 da Constituição. Sendo tolerável a nomeação dele por Dilma Vana Rousseff, porque ele foi escolhido por eleição do Colégio de Procuradores e aprovado pela maioria absoluta do Senado Federal. E, se a Constituição suporta a “delação premiada” no seu art. 5º incs. XXXVII, a INTERVENÇÃO não fará antecedente licencioso perante ela, no fato de suportar essa nomeação, face ao desempenho ponderado, mas produtivo do Exmo. Sr. Procurador-Geral, contra a bandidagem terrorista no poder, que a Polícia Federal lhe apresenta. Não é o caso do Supremo Tribunal Federal com o recebimento dos “Ministros” de Dilma e Temer, sob o seu próprio repúdio público nos repetidos vereditos dos Ministros Gilmar Mendes, Marco Aurélio de Mello, Celso de Melo, e desassombrado desempenho contra o dogma da moralidade pública; ferindo-se a si próprio no art. 101 da Constituição.
§.3.c. A gradação do art. 80 da Constituição resulta inexistente em virtude de Dilma Vana Rousseff e Michel Miguel Temer Lúlia não serem titulares constitucionais de mandato presidencial, mas, estarem no cargo de Presidente da República em flagrante delito de esbulho por assalto ao poder feito com dinheiro roubado da nação; bem expostos pelo corpo de delito do País e os vários persecutórios penais que
os envolve. E, não havendo mandato de Presidente da República, não há investidura substituível e nem sucessória. §.3.d. Ausente, também, está a hipótese do art. 81 § 1º,2º da Constituição, porque o cargo de Presidente da República está vago desde o dia 31 de dezembro 2.014. Sendo, a ação de “cassação de mandato da Dilma” no Superior Tribunal Eleitoral, um atentado terrorista à Constituição, da mesma gravidade institucional do pleito pelo qual ele foi fabricado nas urnas eletrônicas. Tanto é que se trata de rezinga entre a bandidagem comunista terrorista no poder, que Michel Temer tentou frustrar com a refabricação do mandato de Dilma para si, pelo “impeachment da Dilma.” De modo que se instalou o Foro de Soberania em toda a sua plenitude constituinte do art. 1º incs. I,II e Parag. único da Constituição, nos
precisos termos da originalidade do Constitucionalismo: “Quando o Estado se acaba, restam os homens em armas para se reorganizar pela hombridade, a honradez, o caráter e a lucidez.” E a anarquia terrorista em que virou o País nas garras de quadrilhas, gangues e corporações de bandidos se comprova justamente com o estado de vacância na Presidência da República, mantido por arranjos quadrilheiros entre Michel Miguel Temer Lúlia, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal. Pois, aos bandidos no poder só interessa o estado de ilegalidade, ilegitimidade e instabilidade do Regime, porque, para roubar o País, massacrar a Nação e destruir a Pátria é exatamente assim que ele deve ser mantido. 4. Tolero, pois, que o Exmo. Sr. Procurador-Geral da Replica Rodrigo Janot, por sua alienação ”socialista,” tenha sucumbido à engendração terrorista do pleito mandatário extintivo da ordem jurídica e do regime democrático em 2.014, mas não tolerarei que ele se exponha como terrorista infiltrado no Ministério Público Federal para, ali, por manobras procedimentais astuciosas, sustentar a estratégia de destruição da civilização democrática cristã brasileira, pelo crime organizado no poder, operado por gangues políticas e gerido por corporações quadrilheiras. Porquanto, além da sua eventual denúncia contra Michel Temer perante a Câmara dos Deputados, ser um atentado terrorista contra a Constituição, de extrema agressividade, e por isso, estimulante do banditismo já insuportável, só pelo fato disso ser anunciado já desqualifica a Procuradoria-Geral da República e a torna uma Instituição desgarrada da Constituição a serviço do banditismo oligárquico comunista fundamentalista terrorista de ladrões, crápulas, vagabundos, trapaceiros e abjetos, com os quais se qualifica e mostra onde está a fonte do banditismo em prosperidade de 1.638% de 2003 a 2016, que dizima a nação no arraial da marginalidade comum na base de 174 pessoas
eliminadas por dia, 100 estupros de mulheres e crianças por dia, 503 mulheres agredidas por hora, e a viadagem fundida com a pederastia, o cafajestismo, a crapulices, a falta de vergonha na cara, a ausência moral e o horror à hombridade, à honradez e ao caráter, se impõe como padrão de “masculinidade sem sexo do poder,” e já se estabeleceu como “doutrina socialista da civilização popular lulista brasileira,” que o astucioso atentado terrorista da “denúncia do Temer como “presidente do Brasil,”’ consolidará; efetivando a linha estratégica que o entrincheirou na Instituição da Presidência da República, sob as bênçãos da Procuradoria-Geral da República, dando sequência à implantação da escravidão terrorista instalada com o assalto ao poder pelo Foro de São Paulo com o Instituto Lula e a Procuradoria-Geral Eleitoral, no dia 1º de janeiro de 2.015. §.4.a. De maneira que, como bem sabe o Exmo. Sr. Procurador-Geral Rodrigo Janot, Michel Miguel Temer Lúlia é somente um bandido terrorista, ladrão do pais, mentor e chefe da cleptocracia e da transformação do País em sindicato de ladrões, traiçoeiro, covarde, mentor do“Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos,” que ele instalou com Luiz Inácio Lula da Silva, e pelo qual fundiu o comunismo com o fundamentalismo e substituiu Dilma, não porque
essa não estivesse atuando pelos cânones do banditismo terrorista transnacional, mas, porque, por essa substituição terrorista, escancaradamente criminosa, resulta enterrado o Estado Democrático de Direito e submetido o povo brasileiro ao SISTEMA TERRORISTA QUADRILHEIRO DE PODER SEM CONSTITUIÇÃO, SEM ORDEM JURÍDICA, SEM REGIME DE QUALQUER TIPO, SEM PODERES IDENTIFICADOS, REGIDO PELA FORÇA DAS QUADRILHAS E A INSUPERABILIDADE DO CRIME NO PODER, BEM APRESENTADO PELA ELIMINAÇÃO COVARDE, SATANICA, MONSTRUOSA DO MIN. TEORI ZAVASKI, SEGUIDA DA ELIMINAÇÃO DO DELEGADO DA POLÍCIA FEDERAL QUE INVESTIGAVA O ATENTADO. §.4.B. E SERÁ QUE RODRIGO JANOT VIRÁ A TONA COMO PEÇA CHAVE NISSO? Se isso se concretizar, O POVO POR MIM ENCARNADO NA CONSTITUIÇÃO, ORA DESEMPENHANDO A MAGISTRATURA DE
ESTADO COMO RESPONSAVEL CONSTITUINTE PELA INSTITUIÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, não efetuará a sua prisão pelas Forças Armadas, mas, abrirá os portões da Papuda, e, se não chegar, de tantas quantas prisões forem necessárias, para que o depósito de criaturas humanas ali submetidas à extermínio por tortura terrorista que os transformou em chacais sedentos de JUSTIÇA, visitem a Procuradoria-Geral da República, o Supremo Tribunal Federal, o Congresso Nacional e a Presidência da República. O que não será genialidade nossa, porque foi Jesus, o Mestre e Patrono da civilização brasileira que usou O BANDITISMO CONTRA O BANDITISMO QUE O PRODUZ E POR ESSA ESTRATÉGIA DESTRUIU A TIRANIA TERRORISTA ROMANA-FARISAICA SEM REAÇÃO ARMADA DE GUERRA. E, o ESTADO DE BANDIDOS no poder lhe destrói o poder de polícia e o poder de coação e transforma a repressão em tirania que investe a população amontoada nas prisões, do direito de legítima defesa, que lhes supre da FORÇA LEGAL DE REAÇÃO VIOLENTA.
5. Então, como a Procuradoria-Geral da República tem o larápio fundamentalista
comunista terrorista Michel Miguel Temer Lúlia abrangido pelo fato penal concreto, à instauração do libelo de culpa, e, face a Corte Eleitoral Máxima ter declarado em veredicto desenhando para os que não sabem ler a Constituição, que o crime organizado no governo, operado por gangues políticas e gerido por
corporações quadrilheiras suplantou a ordem jurídica e o regime democrático, e não há mais como os Tribunais proferirem decisões judiciárias, como fartamente lecionou o Min. Gilmar Mendes -respeitável docente internacional de Constitucionalismo-, e por isso, É CASO DE FORO DE SOBERANIA, POR INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO, a aplicação da Constituição nele, É ENCARGO DA INVESTIDURA CONSTITUINTE da Procuradoria-Geral da República, no art. 127 da Constituição. No qual, ela tem de EXPEDIR o MANDADO DE PRISÃO de Michel Miguel Temer Lúlia, ao Diretor-Geral da Polícia Federal e a mim no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas, vez que o PERSECUTÓRIO INSTITUCIONAL DE ESTADO está em promoção e o meliante está abrangido nele, no bloco persecutório da “Operação Lava
Jato.” Por isso é caso de Justiça Pública, embora localizado em sede de Processo Histórico no Foro de Soberania. É UM BANDIDO ENTRINCHEIRADO NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA PELAS SUAS QUADRILHAS NA CAMARA DOS DEPUTADOS, SENADO FEDERAL E SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. MOSTRANDO APENAS QUE O CRIME EVOLUI E SUA ÍNDOLE INDOMÁVEL É SEMPRE SUPERAR A LEI E A ORDEM. E embora se saiba que ele se provê de organização subversiva contra a Soberania do Brasil, a Segurança Nacional e as Forças Armadas, a atuação da organização não é revolucionária e nem de guerra civil de massacre, mas externamente é de pura marginalidade comum institucionalizada no poder. §.5.a. Assevere-se ainda, que os poderes constitucionais e as instituições não substituem a Constituição, porque perecem no ataque que ela sofre. Por isto, ela está resguardada pelo Poder Constituinte preservado no poder constitucional, no qual, à semelhança do Supremo Tribunal Federal, o Ministério Público tem função jurisdicional no Foro Judiciário, e reação constituinte no Foro de Soberania; na primeira ele representa o Estado desafiado, exigindo justiça; na segunda ele é o Estado ferido em auto restauração perante a Corte Constituinte, ou, em falta desta, perante o POVO EM FORO DE SOBERANIA NO COMANDO SUPREMO E AUTORIADADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS.

§.5.b. Entretanto, em nenhuma das situações, o agente ministerial age como cidadão, e sim, como instituição. Pois, a investidura funde o cidadão à instituição, ou poder respectivo, transformando em equipamento de poder do povo. Ou no caso da Polícia Federal que, em âmbito constitucional é o povo no poder de polícia do Estado e, em esfera constituinte ou Foro de Soberania equipa o povo de força bélica interna corporis. Ou seja, o povo é o poder na Segurança Pública, equipado de força policial, na fusão do poder político com a força bélica no mandato-patentes de Presidente da República que embasa o Estado Democrático de Direito. Assim, a Procuradoria-Geral da República, na mesma Constituição, equipa o povo de Estado, em sua função jurisdicional, e, é o povo no Estado em sua esfera constituinte, quando o Estado resulta desprovido de ordem jurídica e de regime democrático, como a Corte Eleitoral Máxima reconheceu. Esta é a gênese da ESTRUTURA INSTITUCIONAL da civilização brasileira, que faz impessoal o poder.
§.5.c. Sendo, pois, na esfera constituinte da Procuradoria-Geral da República e da
Polícia Federal que se esgota a Segurança Pública e emerge a Segurança Nacional, ou por superação dos corpos institucionais pelo crime e a subversão, ou por fusão deles com este. In casu, está ocorrendo a fusão da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal com o banditismo comunista fundamentalista terrorista no poder, implantado por inoculação no Estado Democrático de Direito através do aniquilamento da ordem jurídica e do regime democrático que fez o apodrecimento institucional do Estado, já ao grau da cleptocracia estar com a respectiva bandidagem em seus covis guarnecidos por imponente sistema de segurança contra o povo que está do lado de fora totalmente entregue desarmado à senha satânica da bandidagem de campo. §.5.d. Nesta situação, eu Celio Evangelista Ferreira do Nascimento, assentado na minha vida pregressa que parte do registro de destruição da Cortina de Ferro, eliminação da Guerra Fria e desmontagem da União Soviética; escriba da Constituição cumprindo missão das Forças Armadas no “Ideário da Revolução de 64”
DECLARO, COM ABSOLUTA LUCIDEZ E SENSO DE RESPONSABILIDADE, A
TODOS TIPOS DE ESTRÁTEGOS SUBVERSIVOS, COMUNISTAS, TERRORISTAS,
BANDIDOS, LADRÕES E LARÁPIOS INFILTRADOS NAS INSTITUIÇÕES E NOS
PODERES CONSTITUCIONAIS, QUE ESTOU COM A NAÇÃO, DO LADO DE FORA DOS COVIS QUE OS ABRIGAM OS BANDIDOS NO PODER, TENHAM ELES A IMPONÊNCIA QUE TIVER. E, COMO MORADOR DE RUA, ME SOMO COM AS POPULAÇÕES
AMONTOADAS NOS DEPÓSITOS PRISIONAIS, COMO MEU PRIMO JESUS SE SOMOU COM O BANDIDO EXECUTADO AO SEU LADO. E, NA QUALIDADE CONSTITUCIONAL DE COMANDANTE SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS E TITULAR DA UNIÃO NA CHEFIA DA POLÍCIA FEDERAL, MONTEI, COMO FORÇA DE SOCORRO
POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADA NACIONAL, PARA ANTES DE PEDIR O SOCORRO HUMANITÁRIO, A FORÇA RESERVA DA NAÇÃO EM MASSACRE, CONSTITUIDA DE MAIS DE 600 MIL HOMENS QUE JÁ FORAM TRANSFORMADOS EM CHACAIS SEDENTOS DE JUSTIÇA
PELO SISTEMA PRISIONAL EXTERMINOR PELA TORTURA TERRORISTA. E,
SE ATÉ O DIA 27 DE JULHO DE 2.017 O BANDIDO LADRÃO PÉ DE CHINELO, MICHEL MIGUEL TEMER LULIA NÃO FOR ENTREGUE AO JUIZ SERGIO MORO NA JUSTIÇA FEDERAL EM CURITIBA, RESPONSAVEL PELA “OPERAÇÃO LAVA JATO QUE O ABRANGE” NO ROUBO E DESTRUIÇÃO DA PETROBRAS, ABRIREI TODO O SISTEMA PENITENCIÁRIO DO BRASIL, DE NORTE A SUL, LESTE A OESTE, E ESTAREI NO COMANDO DE 3,6 MILHÕES DE CHACAIS SOBRE A BANDIDAGEM NO PODER QUE OS PRODUZIU. PARA ESTA EVENTUALIDADE, O EQUIPAMENTO NECESSÁRIO PARA A JUSTIÇA E LIMPEZA DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA PELO SISTEMA DE CAÇADA, JÁ ESTÁ NOS DEVIDOS LUGARES. POIS, SE QUEREM NOS ESCRAVIZAR PELO TERRORISMO, PELO TERRORISMO RECEBERÃO A NOSSA LEGÍTIMA DEFESA. E GARANTO QUE SERÁ DA MAIS INFERNAL DESUMANIDADE! POIS, O ROUBO DO PAÍS, MASSACRE DA NAÇÃO E DESTRUIÇÃO DA PÁTRIA NÃO CONFIGURANDO ATAQUE À SOBERANIA DO BRASIL E NEM
TIRANIA POLÍTICA DE MASSACRE, VISTO A NAÇÃO PARTICIPAR DELA POR PROCESSO ELEITORAL, ENTÃO É ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA ENTRINCHEIRADA NOS PODERES CONSTITUCIONAIS E INSTITUIÇÕES, À REPULSA PELA LEGÍTIMA DEFESA INSTITUIDA NO ART. 1º INCS. II, III E PARÁG. ÚNICO COM O ART. 3º INCS. I/IV, O ART. 4º INC. II, VIII, E O ART. 5º CAPUT E INCS. III, X, XLIX, §§ 2º,3º COM O ART. 144 CAPUT DA CONSTITUIÇÃO. E, O ESTADO LOTADO POR BANDIDOS PERDE O PODER DE POLÍCIA E O PODER DE COAÇÃO E SE TRANSFORMA EM ENTREVERO DE CRIMES, ONDE, A SOBREVIVÊNCIA DEPENDE DA VIOLÊNCIA E DAI, MATAR É A NATURALIDADE DA DINÂMICA EXISTENCIAL QUE SE SELECIONA PELA LEI DO MAIS FORTE ABRINDO OS PORTÕES DO SISTEMA CARCERÁRIO BRASILEIRO. §.5.e. EM NÃO HAVENDO NECESSIDADE DE EMPREGO DESSE EQUIPAMENTO, MEU ACORDO COM AS POPULAÇÕES EM EXTERMINIO TERRORISTA CARCERÁRIO, É DE QUE, EMPOSSADO NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, EM 90 DIAS APÓS ISSO, NENHUMA PESSOA PRESA DENTRO DO BRASIL ESTARÁ SEM JULGAMENTO, E, NESSE MESMO PRAZO, AS MASMORRAS CARCERÁRIAS ESTARÃO SENDO DEMOLIDAS E O CANTEIRO DE OBRAS DO SISTEMA PENAL BRASILEIRO HUMANO, COMO MEU PRIMO JESUS DETERMINA EM SUA DOUTRINA QUE
PRODUZIU A CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA, SERÁ UM PARQUE CIENTÍFICO ESPIRITUAL DE REFORJAMENTO DE PERSONALIDADE PARA READMISSÃO SOCIAL DOS APENADOS, NÃO POR CUMPRIMENTO DE PENA, MAS SIM, POR CAPACITAÇÃO PLENA PARA A VIDA COMO A DOUTRINA CRISTÃ QUE PRODUZIU A CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA E A CONSTITUIÇÃO DOGMATIZAM. VERBA PARA ISSO? O QUE A BANDIDAGEM NO PODER ROUBOU DO PAIS SERÁ RECUPERADO POR INTEIRO AOS COFRES PÚBLICOS, E COM 45% DESSE RECURSO PÚBLICO SERÁ EMPREENDIDO O SISTEMA BRASILEIRO DE REFORJAMENTO BIO-SOCIAL DAS PESSOAS QUE COMETEM CRIMES. POIS, “NO FUNDO” O QUE A INTERVENÇÃO DO POVO NO PROCESSO HISTÓRICO TRAZ É UMA CIVILIZAÇÃO NOVA, VOLTADA PARA A VIDA FEITA DA ALEGRIA DE VIVER FLUINDO DA ÚNICA FINALIDADE DA CRIATURA HUMANA NA TERRA, QUE É: PROCRIAR,
SOBREVIVER E RACIOCINAR. E ISTO PRESSUPÕE: 1) HOMBRIDADE-HONRADEZ-CARÁTER; 2) SEGURANÇA-SAUDE-TRABALHO-EDUCAÇÃO, 3) PROGRESSO-CONFORTO-HEREDITARIEDADE; 4) HISTÓRIA-CONHECIMENTO-CIÊNCIA-ESPIRITUALIDADE, QUE SÃO AS QUATRO FACES DO EDIFÍCIO SOCIAL HUMANO. ERGUIDO PELA VERTICAL DO DESENVOLVIMENTO EVOLUTIVO QUE TEM SUA BASE NO HOMEM E SUA PROJEÇÃO À DEUS. O POVO BRASILEIRO EM SUAS FORÇAS ARMADAS ESPERA PRONTA ATENÇÃO.
Quartel da 15ª Bda. Inf. Mec., 5ª Div. Ex. 3ª RM, 17 de junho de 2.017.
COMANDO DA INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO
na representação constitucional do povo no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas
Celio Evangelista Ferreira do Nascimento
– Forças Armadas – Polícia Federal – Polícias Militares – Polícias Civis – Agentes Penitenciários
– Ministério Público Federal – Ordem dos Advogados do Brasil – Justiça Federal
– Associação Comercial e Industrial de Cascavel – ACIC – TV Tarobá.

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