PRESIDENTE INTERINO

Celio Evangelista Ferreira do Nascimento
EVENTUAL PRESIDENTE CONSTITUINTE INTERINO DO BRASIL
Missão na qual resultei na promoção e gerência da INTERVENÇÃO CONSTITUINTE no Processo Histórico,
no “Ideário da Revolução de 64” que integro desde 1969. No qual sou o responsável por tudo o que
possam acusar os governos militares, porque me considero mentor do que eles fizeram, na assessoria
privativa de inteligência da Presidência da República. E aceito o desafio presente do destino, porque
tenho envergadura moral, intelectual, espiritual e pedagógica para a Magistratura Suprema; suprido por
autoridade máxima de cátedras, conhecimento pleno de causa e domínio total da vida civilizada na sua
diversidade organizacional; tenho currículo vocacional para Chefe de Estado por mais de 50 anos de
sacerdócio nos serviços de inteligência nas esferas de Governo e Militar do Mundo Livre; tenho vida
pregressa para gerir a Segurança Nacional & Segurança Pública, que registra a destruição da “Cortina
de Ferro,” extinção da “Guerra Fria,” desmontagem da “União Soviética,” dissolvimento dos sistemas
totalitários e instalação do Mundo em canteiro de obras para a UNIFICAÇÃO DA HUMANIDADE PELO
PROGRESSO PARA QUALIDADE DE VIDA, que está na fase embrionária da “globalização dos povos.” E
venho com um patrimônio de US$ 243 trilhões para acolher a força empresarial, e US$ 4,7 trilhões no
bolso para promover a recuperação da economia, eliminar a dívida pública e reintegrar a força de
trabalho ao emprego. Assentado na Constituição que escrevi, garantida pelas Armas e apoiado pelo
povo e o mundo livre. Sei o que é Governo. Sei o que é Justiça. Sei o que é o homem. Sei quem é Deus.
DO ESTADO DO PARANÁ, BASEADOS EM CASCAVÉL, COM ARRAIAL EM CURITIBA, SAIMOS LAVANDO A JATO A REPÚBLICA.
COM PERSONALIDADE JURÍDICA NA UNIÃO FEDERAL, CNPJ Nº 29.979.036/0001-40
Quartel da 15ª Bda.Inf. Mec. 5ª Div. Ex. 3ª RM – Rua Rio de Janeiro, 229 Centro, 85.801-030, Cascavel-Pr.
cexvanaverba@hotmail.com – facebook/celio evangelista – 67 98121-80.64 –(45) 99850.40.46
1. AUTO APRESENTAÇÃO.
Deus pode ser apresentado? Não. E a Doutrina Cristã que produziu e orienta a civilização brasileira
ensina que: “o homem é a imagem e semelhança de Deus.” Logo, eu não posso ser apresentado. Mas não foi sempre
assim. Nascido em berço de ouro, num paraíso gaúcho chamado Invernada Redonda a 40 quilômetros da cidade de
Passo Fundo/RS, que misturava Natureza, Vida e Espaço em campos floridos, matas verdejantes, rios, lagoas e
cachoeiras, gado, ovelhas, cavalos, porcos, aves, pássaros, animais silvestres e insetos, carrapatos, pulga, percevejo,
bicho de pé, não havia como limitar a imaginação, embora a emoção fosse contida pela razão, no suceder-se de
gerações, desde Abrahão quando começou o povo judeu, para que a finalidade única da espécie humana de procriar,
sobreviver e raciocinar, no povo judeu, permanecesse identificada pela hombridade, honradez, caráter e lucidez,
apurando a determinante genética para abrigo biológico do Filho de Deus. Do qual sou primo por parte da sua mãe. Era
natural, pois, que eu crescesse treinando a mente para a vida pela melhor organização e educação familiar e ensino
escolar, e não tivesse limites na busca da finalização da capacidade intelectual humana nos seus campos pedagógicos.
E ai, primeiro percebi que Deus, em minha capacidade de identifica-lo seria Inteligência-PoderRiqueza.
Não o identifiquei, mas justifiquei por essa fórmula a supremacia social que o meu “status de doutor rico e
poderoso” demandava perante a minha consciência espiritual. E, lógico, isso me levou logo à saturação da vida e me
mostrou que a respectiva compensação era a solidão. Ao buscar remédio no existencialismo humano para ela, verifiquei
que o Rei Salomão registrou profundas queixas sobre a mesma, e isso me convenceu de que não havia solução; que a
compensação da supremacia social era mesmo a solidão.
Mas, quando eu me detinha ao relento para tentar algum relacionamento com as estrelas, a parte do
Universo que eu podia focar dizia em minha sensibilidade que todas as minhas buscas estavam dentro de mim, e o
encontro que eu tentava com Deus estava agendado em minha consciência espiritual, bastando apenas que eu o lesse.
E eu li. E estava escrito que eu queria saber quem é Deus para eu ser a “sua imagem e semelhança.” E o encontro com
Deus foi no Gênesis, onde Deus, nas labaredas que consumiam a Sarça debaixo da qual Moisés se abrigava do
escaldante calor do deserto, se identificou para ele: “SOU O QUE SOU.”
Pronto! Acabara-se a busca, porque acabou a solidão da minha imagem do Deus inteligência-poderriqueza
que nada mais era do que a imagem de mim mesmo E eu emergi NA ESPIRITUALIDADE DA ESPÉCIE HUMANA À
IMAGEM E SEMELHANÇA DO DEUS: “SOU O QUE SOU,” que está distribuído na CRIAÇÃO, tão convicto de si, tão íntegro,
tão incontestável, tão intocável, tão SUPREMO que não tem aparência e nem identificação no respectivo contexto pelo
qual ele se empreende; desde o fogo que derrete a vela e tempera o aço, até o ar que agita o espaço e ativa o cérebro,
ou da água que afoga o corpo e dá flutuação à sensibilidade, ou da terra que apodrece a semente e lhe dá perenidade
da espécie. E constatei que sou o PONTO entre o ABSOLUTO na minha frente, e o ABSURDO às minhas costas.
E desde então, não sou mais o que fui, mas sim, SOU O QUE SOU: morador de rua como o primo Jesus
informou que era: “As raposas têm suas tocas e as aves do céu têm seus ninhos, mas eu não tenho nem o espaço
onde deito para dormir.” O céu era o seu teto, a terra era o seu tapete e o espaço ao seu redor completava a mansão
na qual ele abrigava em seu coração todos quantos a ele se chegassem: “Minha mãe, meus irmãos, meus familiares,
são todos os que gostam de mim porque SOU O QUE SOU” e não o que eu possa representar ser pelo volume de lixo
que acumule numa dinâmica existencial sem sentido e sem objeto, visto que a Ciência já demonstra o que se carrega de
concreto de qualquer dinâmica e tamanho de empreendimentos em que investirmos nossas vidas: AS MESMAS 7 GRAMAS
DE NEUTRINO, na cor AZUL CLARO da respectiva essência material que, por formar contexto espiritual absoluto, Jesus
chamou de “Espírito Santo.”
E assim, como morador de rua, por não me confundir mais com o conteúdo industrial do mundo, por
pura ironia do sacerdócio vocacional que abracei, resulto na operacionalidade da Constituição que escrevi, com o encargo
nela, de assumir a Presidência do Brasil para ser o Magistrado Supremo do meu povo em seu Processo Histórico, que
ela institui e personifica no seu art. 1º incs. I,II e Parág. único com o art. 3º incs. I/IV, o art. 4º incs. I, III com o art. 5º
caput, incs. X, LXXIII, §§ 2º,3º com o art. 15 inc V, o 37 caput e § 4º, o art. 84 inc, XIII com o art. 85 inc. V e o art. 142 da
Constituição, que eu escrevi cumprindo missão das Forças Armadas que a produziram, mas que não é eu e nem elas e
sim, é o ESPÍRITO MAGISTRAL DO POVO BRASILEIRO FORJADO NO VERBO JURÍDICO FUNDIDO AO VERBO DE CHUMBO que faz
a base do Estado Democrático de Direito no mandato-patentes do Presidente da República, constituindo a chave de
disparo do Poder Constituinte preservado no poder constitucional, sempre que a vocação de liberdade do povo brasileiro
definida na Constituição, sofra desvirtuamento ou traição de qualquer tipo.
Será que a pessoa identificada PELO QUE ELA SEJA COMO GENTE e não como composto de coisa
biológica com seus implementos materiais é o princípio político que Deus quer restaurar à humanidade neste
conturbado, confuso e trágico momento da civilização brasileira que estancou o progresso necessário de abrigo da nação
como produto da sua própria História? Que não é degeneração isolada do povo brasileiro, porque tem suas causas
geradoras em todo o mundo civilizado; cuja fonte genética é a formação psíquica das pessoas para não serem o que
espiritualmente são, mas sim, aparentarem ser o que o materialismo insano impõe. E por isso, avulta como tarefa imediata
de governo, a restauração do doutorado sobre as perguntas: Qual é o sentido da vida? e o que eu estou fazendo da
minha? Mostrando que, para ser doutor, poderoso e rico não se precisa matar mais de 5 milhões de concidadãos, roubar
mais de R$ 36 trilhões do País e destruir a Pátria até a sua falência total. Porque, por esse tipo de desconstrução
espiritual, que o materialismo inconsequente impõe, os doutores resultam fundidos com analfabetos; os poderosos
resultam fundidos com bandidos; os ricos resultam fundidos com ladrões. E daí a dignidade humana acaba substituída
pela fachada do mais covarde; o amor vira moeda de troca na competição do consumo, e os filhos viram encargo
de acidentes sexuais entre as mulheres transformadas em vasos de descarga espermática para cafajestes, e os homens
transformados em dejetos das suas próprias desqualificações, ao ponto de só se sentirem alguma coisa pelo seu
potencial de consumo a partir da imponência do abrigo que constroem, não por amor à família, mas, para ser “doutor,
poderoso e rico;” em cujo contexto, os filhos servem para abater roubo ou assalto no imposto de renda e justificar a
demência por patrimônio. E, como é disso que nascem as ditaduras, as tiranias e os desastres políticos, a
civilização é cíclica, composta de períodos de efervescência de atividades e períodos de estagnação inventiva.
Em cujo abortamento espiritual, a civilização brasileira desponta desde os seus primórdios coloniais, cada vez mais
arraigada à sua gênese de exploradores sem pátria, degredados, piratas, devastadores, fugitivos, bandidos profissionais,
corridos pela miséria e aventureiros de todas as espécies. E neste estado, as Forças Armadas descobriram o Brasil
em 1964, com um patrimônio a ser empreendido de US$ 243 trilhões, um espaço geográfico para abrigar mais 800
milhões de pessoas; água potável para abastecer 80% da humanidade por mais 5 mil anos; carbono para suportar a
desindustrialização cega do mundo e reencaminhá-lo para a recomposição econômica de transformação da tríade
patrimonial: HOMEM-TERRA-NATUREZA em PROGRESSO para QUALIDADE DE VIDA e não mais para o LUCRO.
Então, estou convencido pelo tanto que a minha condição de morador de rua na Magistratura Suprema
me leva a entender minha nação e pelo entendimento, amá-la sem restrições, que, REALMENTE ENCONTREI DEUS se
apresentando para Moises, e desde então, EU SOU A SUA IMAGEM E SEMELHANÇA, porque SOU O QUE SOU e não o que
me envolve para ser uma rápida ilusão de consumo.
E se você é dos que dizem: “Mas o mundo não é assim. E a gente tem de ser como o mundo é, senão,
não funciona,” vai perder a apresentação que Deus está oferecendo de Si, para você ser “a sua imagem e semelhança.”
E vai ficar deslocado(a) dentro do TEMPO NOVO que começou neste ano de 2.017 a reinstalar o Brasil descoberto em
1964 pelas Forças Armadas, no canteiro de obras de construção da civilização que a Constituição projeta pelo ESTADO
CONSTITUCIONAL ECONÔMICO DE PROGRESSO PARA QUALIDADE DE VIDA,mudando o consumismo para a cobertura racional
da nação na única finalidade da espécie na Criação, de procriar, sobreviver e raciocinar, que o tempo de predomínio
dado ao Diabo suplantou pelo capitalismo, comunismo, socialismo, imaginativismo, doutrinismo, miseralismo, liberalismo,
libertinagem, comiseracionismo, banditismo, caritativismo, impositivismo e analfabetismo fundido com fundamentalismo;
por onde ele desintegrou a humanidade como composto intelecto-espiritual e chegou ao Brasil destes dias com filhos
contra os pais, esposas contra maridos, mulheres contra os homens, pretos contra brancos, empregados contra patrões,
analfabetos contra eruditos, sem terras contra proprietários, nesse contexto bio-emocional do “LULINHA PAZ E AMOR”
feito de analfabetismo, mentira, cafajestismo, covardia, vadiagem, traição, marginalidade, vício, burrice, vagabundagem
e sem-vergonhice; como modelo do “terrorismo comunista gramscista” ardilosamente imposto pelo “Projeto de Poder do
PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos” que destruiu a geração de brasileiros de 30 anos para menos e transformou a
democracia em “cleptocracia” e o “País num sindicato de ladrões” pelo crime organizado no governo, operado por
gangues políticas e gerido por corporações quadrilhas; assentado por “bandidos escondidos atrás de mandatos fazendo
leis, para bandidos escondidos atrás da toga manter o terrorismo acordado como sistema de poder e a corrupção
partilhada como forma de governo;” com a nação sequestrada em seus lares e locais de trabalho em regime de extermínio
pela tortura terrorista do medo, insegurança pública, insegurança jurídica, insegurança econômica, desemprego e
destruição moral, que prostra a nação por 88,9% de doentes, com um canceroso em cada três doentes amontoados nos
corredores de extermínio do SUS, onde são eliminados na base de 94 pessoas por dia; 638 mil pessoas em regime de
extermínio pela tortura terrorista carcerária, com mais 479 mil pessoas em regime de extermínio terrorista por exclusão
social à marginalidade por mandados de prisões expedidos; formando o núcleo de 3,6 milhões de pessoas agregados à
economia do crime” pelo banditismo de campo, produzindo 174 assassinatos por dia, uma ação criminosa a cada 0,11
minutos; 100 mulheres e crianças estupradas por dia; 503 mulheres agredidas por hora; 9 pessoas executadas por dia
no “tiro ao alvo” de treinamento dos menores arregimentados ao banditismo.
E assim completou-se o ciclo satânico com o suicídio de poder do PT levando consigo as oligarquias
do poder, vadiagem, colonialismo e subdesenvolvimento pelo auto expurgo da civilização brasileira para a instalação do
Brasil na etapa final do “Ideário da Revolução de 64” sem impositivismo e sem ideologismo de qualquer espécie, porque
a Constituição estabelece a pessoa humana identificada pela dignidade, soberania de consciência e autonomia
de ideais, como fonte, objeto e fim da civilização brasileira. E por isso, todo o poder emana dela, bifurcado em
poder constituinte preservado e poder constitucional outorgado, determinando o seu Processo Histórico pela
Constituição operada pelo Estado Democrático de Direito. Onde se aloja e de onde emerge a IMPESSOALIDADE DE
GOVERNO, DE LEIS E DE JUSTIÇA, NA MAGISTRATURA SUPREMA DE ESTADO que eu, morador de rua porque SOU O QUE SOU,
envergo como titular constituinte interino da Presidência da República. Logo, como PRIMEIRO SERVIDOR DA NAÇÃO
liderando-a no TRABALHO pela força empresarial gerando emprego assentado em expansão financeira, e por essa fusão,
fazendo o PROGRESSO para QUALIDADE DE VIDA.
Logo, se: “mudar o mundo é mudar a cabeça da humanidade que o habita” penso que Deus está
presente em nossa causa, desde que nasci, numa gestação espiritual específica para a respectiva predestinação. Na
qual peço desculpa à nação por ter levado tanto tempo para SER O QUE SOU.
2. CURRICULUM VITAE:
Como já informei, não sou um ”coitadinho” nascido na miséria do agreste nordestino, que não estudou
e emigrou para São Paulo, passou fome e experimentou todo o queixume da miséria. Sou filho de latifundiário, riquíssimo
como todo o judeu é. Tenho todos os apelidos universitários de esgotamento pedagógico nas ciências do Conhecimento
humano, nucleares do seu desenvolvimento; sou “imortal” da Academia Municipalista de Letras do Brasil, membro da
Sociedade de Estudos de Problemas Brasileiros, da Associação Brasileira de Escritores, da Academia Brasileira de
Comunicação, criador da Ordem dos Cidadãos da República Federativa do Brasil, cidadão honorário da cidade de Paris França,
e membro de várias outras entidades culturais e científicas nacionais e internacionais, comendador duas vezes
e possuidor de mais medalhas e condecorações do que o tamanho do meu peito para carrega-las; e nada comprado a
qualquer custo. Tenho 52 livros editados e circulando pelo mundo e mais de 700 mil exposições em todas as áreas de
ciências, espalhadas pela humanidade. E cicatrizes de bala no coro; e como tiro o fundo de um litro pelo bico em distância
de 20 metros é óbvio que, quem atirou em mim não prevaleceu para contar a façanha. Sou piloto por necessidade de
pilotar meu próprio avião, porque, pela profissão que exerço não posso passar por fiscalizações de aeroportos. Sou
homem de fé mas não sou religioso porque tenho ótimo relacionamento com Deus. E como sua “imagem e semelhança,”
não sou uma imposição e sim uma oferta, porém, não na vitrine, mas no silêncio das necessidades da vida; não tenho
preço, não porque não tenha valor, mas, porque estou acima de todos os preços, e então, destino o valor das transações
que me envolvem, ao bom andamento da minha missão. Não sou caridoso; não sou piedoso, não sou misericordioso,
porque não me sinto superior a ninguém e nem em condições de me entremeter no PROPÓSITO de Deus lhe colocando
superação em deficiência humanitária. Já passei fome sim, nos campos de batalha, onde comi coró de pau podre,
gafanhotos e me esgotei em jornadas ao ponto de deitar para morrer. Mas, não tenho ninguém para perdoar e nem
inimigo para odiar, por isso, em qualquer circunstância, a minha gratidão à humanidade mantém o meu amor aceso por
ela. Sem queixa e sem superioridade, como o seu servidor tolerado por Deus para a tarefa.
Sou brasileiro judeu originário da tribo de Judá, pelo bisavô aportado no Brasil na condição de fugido
de condenação ao degredo em Portugal. E aqui, onde hoje é a cidade da Lapa no Estado do Paraná, no “Passo do
Xaxim,” onde ele tinha sua propriedade, gerou meu avô com a sua escrava angolana Filomena. O qual, por ter “estudado
leis” em Portugal e voltado “republicano e abolicionista,” foi despachado de casa pelo bisavô, para onde quisesse ir, “com
três mulas arriadas e mais duas de montaria e uma de cabresto,” com o escravo que ele havia impedido do feitor açoitar.
E ele atravessou o Rio Uruguai e no “Planalto do Passo Fundo,” habitado pelos índios guaranis, casou com a índia
Generosa e gerou meu pai João Xaxim. Que na décima terceira produção me gerou, o “sétimo e último dos filhos homens”
entre oito irmãs na prole de 15 filhos.
Casei três vezes, o que não recomendo para ninguém, porque separação é coisa de irresponsável ou
de cafajeste. Meu pai e minha mãe foram casados por 64 anos quando foram separados pela morte dela. E eu não
mereço nenhuma das minhas esposas que são mulheres divinas, e as adorarei por toda a minha vida, na última que é
meu próprio ser. Tenho 6 filhas e 1 filho, 16 netos e 2 bisneto, que são o ar que respiro; e neles amo a nação inteira,
como minha última esposa define: “Eu sei que amo, porque no objeto do meu amor, sinto que cabe a humanidade toda.”
E então, não luto pela nação, mas pela parte de mim que, no suceder-se de gerações, me fará presente nela. E eu
entendo que devo integrar o padrão de honra do meu povo na sua história. Como o papai me ensinou: “Empregar a vida
em herança para os filhos, é lhes dar título de inúteis, antes que eles o mereçam. O que o pai tem de legar à descendência
é uma pátria edificada sobre sólidos e profundos alicerces de liberdade, para que, nela, eles exerçam sua soberania de
ideais do modo como Deus os inspire.”
3. A SITUAÇÃO EM QUE TOMO POSSE CONSTITUINTE NO GOVERNO.
Assumo o Brasil em escombros. Não resta uma única área da civilização brasileira em condição de
aproveitamento. E com um monstruoso passivo a descoberto de R$ 7 trilhões e suspenso do crédito internacional; com
a economia reduzida à massa falida de um terço do que ela era em 2.003, temos dois terços da força empresarial para
reintegrar ao progresso e 16,1 milhões de desempregados, na população de 19,8 milhões de pessoas descobertas de
capacidade de sobrevivência; e ainda que houvesse tanto dinheiro na poupança internacional que rompesse a suspensão
de crédito do Brasil, o País não tem infraestrutura mínima para expansão empresarial; pois, do seu parque viário, 85%
está destruído, ou por depredação do leito viário, ou por saturação do volume de rodagem; somando-se a eliminação do
sistema de armazenamento e a destruição dos terminais de embarques e desembarques. A isso ajunta-se a destruição
do Sistema Eletrobrás, Calha Norte e do Projeto Eletronuclear. O Brasil não tem mais estoque mínimo de energia para
sustentar um programa de recuperação da sua economia no porte territorial e demográfico do País.
Então eu estaria assumindo um holocausto de desmembramentos do Brasil e hecatombe da
civilização brasileira? Não, porque se fosse para seguir a tradição de subdesenvolvimento do País eu não o assumiria.
Em 1964 as Forças Armadas DESCOBRIRAM o Brasil e constataram que ele era o maior e último volume de riquezas
naturais da Terra, e possuía força de trabalho para assentar o maior canteiro de obras do mundo. Mas, havia a subversão
comunista terrorista que apareceu aqui em 1919 e se alastrava a cada combate repressivo que sofria, e ela precisava
ser eliminada da civilização brasileira; tanto porque as hostes comunistas se compunham de bandidos, apátridas, ladrões,
degenerados e retrógados em toda a União Soviética, à qual o Brasil seria integrado, quanto, pela necessidade de um
SISTEMA POLÍTICO PROGRAMÁTICO DE GOVERNO que substituísse aos ciclos de atividades promovidos por políticos, por
uma ECONOMIA com seu núcleo empreendedor no Governo, tomando conta dos investimentos de infraestrutura e do
lastro metálico em contas correntes, na sustentação de impulso empresarial do País, visando capacidade competitiva de
mercado. Ai surgiu, primeiro, o “Projeto Amazônia,” anunciado pelo Presidente Médici, sob o slogan patriótico: “Amazônia,
Ocupar Para não Entregar.” E, como não era sensato empreendê-lo naquela conjuntura de “Guerra Fria” que mantinha
o mundo em suspense, foi criado o “Ideário da Revolução de 64” dividido em 3 etapas: A primeira, de 1964 a 1985, que
instalou o Brasil no canteiro de obras de sua construção infraestrutural e suprimento energético; a segunda, de 1986 a
2.014/2.016, de reinstalação da baderna oligárquica subversiva, que absorvesse o comunismo de modo que ele se
somasse com as oligarquias, o banditismo, vadiagem, e o subdesenvolvimento e, quando ocorresse o respectivo suicídio
de poder, ele levasse consigo tudo que avia atraído, fazendo o auto expurgo de civilização sem ação armada ostensiva.
E a terceira, de 2.017, por um percurso de cem anos, construindo o “PROJETO BRASIL MEGA POTÊNCIA DO MUNDO.”
Quando o suicídio de poder das “esquerdas” ficou claro a partir de 2008, eu protocolizei no STF em
seu grau de Corte Constituinte, a reação de cidadania, originária na AP 470 gerada pelas CPIs dos Correios e do
Mensalão, que eu tinha instalado, e, a partir de 2.012, sob o compromisso assinado ao ACFA de ser morto e não preso,
se conduzisse a nação a erro pelo Foro de Soberania que a Constituição preserva como seu equipamento de auto defesa
e de legitima defesa social da nação, instaurei o procedimento institucional de INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO
HISTÓRICO, visando substituir o remédio da revolução armada pela guerra de inteligência assentada nas armas. E
chegamos a este momento de suicídio de poder que, como estava previsto, fez o expurgo de civilização que ocupa a
Polícia Federal, Ministério Público Federal e Justiça Federal na varredura dos respectivos escombros às latrinas da
história.
Nesse desempenho, me coube a reinstalação do Projeto Amazônia fazendo o objeto da INTERVENÇÃO
CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTORICO, já que conseguiríamos transformar a “revolução bolivariana comunista” fundida
com o “fundamentalismo islâmico terrorista” em caso de polícia. O qual reinstalei com o nome de: “PROJETO AMAZÔNIA
– Soberania, Poder e Riqueza pelo Caminho da Roça” empreendido pela ECONOMIA TRABALHISTA EDUCATIVA integrada
de iniciativa privada e governo, campo e cidade na transformação da tríade patrimonial originária: HOMEM-TERRANATUREZA
em PROGRESSO para QUALIDADE DE VIDA. Situado na circunscrição da Base Militar de Guarantã do Norte
Para inauguração do respectivo canteiro de obras, se impõe a formalização litúrgica de posse na
Presidência da República, suprindo-lhe a vacância aberta desde o dia 1º de janeiro de 2.015, quando Dilma Vana
Rousseff e Michel Miguel Temer Lúlia esbulharam o cargo por assalto ao poder feito pelo foro de São Paulo com o
Instituto Lula, Superior Tribunal Eleitoral e Procuradoria-Geral Eleitoral, através do pleito eleitoral terrorista promovido
com dinheiro roubado da nação e mandato para Dilma fabricado nas urnas eletrônicas; o qual, depois, refabricaram na
Câmara e Sendo com o Supremo Tribunal Federal para Temer pelo “impeachment de Dilma.” Sendo caso de polícia,
Embora envolvendo a Presidência da República, Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal e
Superior Tribunal Eleitoral, é encargo da Polícia Federal que deve efetuar a prisão dos meliantes Dilma Vana Rousseff e
Miguel Michel Temer Lúlia. Após essas prisões, o POVO EM FORO DE SOBERANIA dará posse na Instituição da Presidência
da República, ao cidadão Celio Evangelista Ferreira do Nascimento, em evento de cidadania no Congresso Nacional,
presidido pelo Exmo. Sr. Procurador-Geral da República, na execução do art. 127 da Constituição. Sendo tolerável a
nomeação dele por Dilma Vana Rousseff, porque ele foi escolhido por eleição do Colégio de Procuradores e aprovado
pela maioria absoluta do Senado Federal. E, se a Constituição suporta a “delação premiada” no seu art. 5º incs. XXXVII,
a INTERVENÇÃO não fará antecedente licencioso perante ela, no fato de suportar essa nomeação, face ao desempenho
cansado, mas produtivo do Exmo. Sr. Procurador-Geral, contra a bandidagem terrorista no poder, que a Polícia Federal
lhe apresenta. Não é o caso do Supremo Tribunal Federal com o recebimento dos “Ministros” de Dilma e Temer, sob o
seu próprio repúdio público nos repetidos vereditos dos Ministros Gilmar Mendes, Marco Aurélio de Mello, Celso de Melo,
e desassombrado desempenho contra o dogma da moralidade pública; ferindo-se a si próprio no art. 101 da Constituição.
A gradação do art. 80 da Constituição resulta inexistente em virtude de Dilma Vana Rousseff e Michel
Miguel Temer Lúlia não serem titulares constitucionais de mandato presidencial, mas, estarem no cargo de Presidente
da República em flagrante delito de esbulho por assalto ao poder feito com dinheiro roubado da nação; bem expostos
pelo corpo de delito do País e os vários persecutórios penais que os envolve. E, não havendo mandato de Presidente
da República, não há investidura substituível e nem sucessória.
Ausente, também, está a hipótese do art. 81 § 1º,2º da Constituição, porque o cargo de Presidente
da República está vago desde o dia 31 de dezembro 2.014. Sendo, a ação de “cassação da chapa Dilma/Temer” no
Superior Tribunal Eleitoral, o instrumento pelo qual ele reconheceu a extinção da ordem jurídica e do regime democrático
pela bandidagem no poder definindo o caso concreto, declarou ser subversão política de Foro de Soberania e convocou
o povo à aplicação da Constituição, fazendo a reintegração da Presidência da República pela INTERVENÇÃO
CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO. E efetivou-se o auto expurgo da bandidagem terrorista pelo suicídio de poder.
4. AS INSTAURAÇÕES EMERGENCIAIS DE MAGISTRATURA DE ESTADO.
A primeira instauração emergencial de Magistratura de Estado, será a RESTAURAÇÃO DA CORTE
CONSTITUINTE necessária à recuperação da ordem jurídica e do regime democrático suplantado, e do restabelecimento
do Estado Democrático de Direito pelo Foro de Soberania. Em cuja esfera, o art. 1º incs. I,II e Parág. único com o art. 5º
caput e o art; 101 e Parág. único com o art. 103-B da Constituição sujeita a nomeação de Ministro do STF à demissão
ad nutum, em sede de Processo Histórico, quando o desempenho institucional do STF se desvista da reputação ilibada
e notável saber jurídico; tipificando fusão corporativa da corte magistral com a bandidagem no poder, reconhecida
por ela própria nos reiterados veredictos proclamatórios dos seus ministros. E para a recomposição da Corte Constituinte
a Ordem dos Advogados do Brasil, as docências, o Ministério Público Federal, a Polícia Federal e a Justiça Federal são
ricas em grandes vocações jurídicas.

A segunda instauração emergencial de Magistratura de Estado será a eliminação do monstruoso déficit
financeiro do País, envolvendo medidas em “reserva de Estado.” Com o objetivo de resolvê-la em 120 dias da data da
posse na Presidência da República, para que possa ser anunciado ao Sistema Financeiro Internacional, perante o FMI,
o NOVO PADRÃO REAL e da RECLASSIFICAÇÃO ECONÔMICA do mundo a partir da ECONOMIA BRASILEIRA. Na qual se inclui
o PLANO DE SOCORRO ECONÔMICO À MASSA DE TRABALHADORES QUE PERDERAM O EMPREGO, por modalidade financeira
que permita aos desempregados o mesmo padrão de vida que proporcionavam às suas famílias quando empregados; a
durar enquanto a Economia nacional reabsorva toda a força de trabalho. Em cuja modalidade será extinto o “fome zero”
que repassa aos necessitados apenas 35% do saqueamento respectivos dos cofres públicos. E se inclui também a
transformação da Previdência Social em Sistema Financeiro Previdenciário a cargo do Sistema Financeiro Nacional que
fará dele o lastro metálico estável e permanente em contas correntes para a dinâmica operacional do multiplicador
bancário, por onde a Economia ficará desatrelada do Governo. E assim, a principal fonte geradora da inflação será
eliminada. Quanto menos fontes de inflação o País tiver, mais sólido será o padrão monetário. De maneira que essa
modalidade de previdência resolve dois problemas econômicos fundamentais e da Economia, a instabilidade social da
Previdência e as frequentes desestabilizações políticas do Governo por inconfiabilidade das contas públicas.
A terceira instauração emergencial de Magistratura de Estado será a REMODELAÇÃO GOVERNAMENTAL
DA REPUBLICA que será unificada da União aos Municípios, por um sistema cibernético que, de Brasília orientará a
execução orçamentária integrada da Federação; equipada com rigoroso serviço de fiscalização móvel rotativo de mão
dupla, investido do poder de polícia para fazer prisões em flagrante e instaurar o respectivo persecutório junto à Polícia
Federal, com sua movimentação à acessibilidade pela população. E por esse controle passará o Sistema Nacional de
Licitações e Pregões, os contratos de obras públicas e fornecimentos de governo, as folhas de pagamento, a despesa
de custeio e o patrimônio público desde os canteiros de obras até a conservação e melhoramentos.
A quarta instauração emergencial de Magistratura de Estado será a DESMONTAGEM DO MODELO
POLÍTICO ODIOSO DEMANDATÁRIO, DE VADIAGEM, MISERABILIDADE, VÍCIO, PROSTITUIÇÃO, EXTINÇÃO DA FAMÍLIA, DEGRADA –
ÇÃO SOCIAL E DESAGREGAÇÃO NACIONAL de gastos, custos, impostos, juros, consumo, endividamento e fachada social,
e reconstrução do Estado Constitucional Econômico de unificação nacional pelo trabalho, expansão empresarial,
científica e tecnológica e competitividade mundial. Na qual se inclui a refundação do Sistema Nacional de Ensino,
recuperando as escolas púbicas de bordéis de iniciação das crianças na prostituição, cafajestismo, vício, vadiagem e
marginalidade, para centros de desenvolvimento intelectual, espiritual e profissional. Porquanto, o TRABALHO e o ENSINO
comporão as planilhas escolares, assentadas no cultivo da hombridade, honradez, caráter, patriotismo, civismo e lucidez.
E também, inclui o Sistema Nacional de Habitação, Saneamento, Alimentação e Saúde. No Brasil não haverá mais saúde
para ricos e saúde para pobres, e nem médicos para tratar de doentes, mas sim, médicos para erradicar as doenças.
Pois, vai se acabar a economia do infortúnio humano, substituída pelo sacerdócio sagrado do bem estar e saúde.
Sobre esse saneamento de governo será instalado o PROJETO AMAZÔNIA com seu canteiro de obras
de construção da infraestrutura física do País, composto do Sistema Viário Terrestre Nacional Integrado, de vias urbanas,
rodoviárias, ferroviárias e fluviais; Sistema Nacional de Energia Hidroelétrica, Eólica, Solar, Renovável e Fóssil. Sistema
Nacional de Transporte Humano e de Cargas ajustado à necessidade de mobilização do País e da população; vez que
será substituído o modelo socialista de atividades, consumo e gastos pela economia de poupança, patrimônio e expansão
empresarial. A população se locomoverá menos, porque terá a felicidade dentro de si, em seus lares, em seu trabalho,
no lugar onde vive. Ajuntar-se-á, também, nesta área, a desconcentração urbana para a urbanização do campo. E
programas gigantes de recuperação do meio ambiente, integrando a construção infraestrutural do País acrescentarão
uma economia nova aos vários andares que comporão o EDIFÍCIO ECONÔMICO NACIONAL. No qual não haverá mais ciclos
de atividades regidos por crises de instabilidade política, e sim, uma ECONOMIA AUTO EDIFICADA SUSTENTANDO O ESTADO
COMO SEU SERVIÇO, como está no art. 1º inc. IV e Parág. único, com o art. 3º incs. I/IV e o art. 170 da Constituição.
A Segurança Pública será prioritária à tudo; ocupada com a erradicação do banditismo em todas as
suas formas, do terrorismo em todos os seus modelos, e do tráfico de drogas e vício. E este campo, será tratado com
absoluta racionalidade e repressão sumária. Para isso as Policias Federal, Militares e Civis serão muito bem equipadas,
com seus salários encabeçando a Folha de Pagamento da República, junto com os soldos das Forças Armadas.

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