AUDIÊNCIA VIRTUAL DE CIDADANIA

O POVO BRASILEIRO EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO EM FORO DE SOBERANIA COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS.
AUDIÊNCIA VIRTUAL DE CIDADANIA PELAS REDES SOCIAIS. INSTALADA PELO POVO EM FORO DE SOBERANIA, PERANTE O ALTO COMANDO DAS FORÇAS ARMADAS, A POLÍCIA FEDERAL, A PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA, A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, A JUSTIÇA FEDERAL, O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E A INICIATIVA PRIVADA.
AS FORÇAS ARMADAS em sua função constitucional de equipamento do Povo Brasileiro no exercício direto do poder, inaugurando esta modalidade de comunicação institucional com a nação, instalam AUDIÊNCIA VIRTUAL DE CIDADANIA PELAS REDES SOCIAIS, com a Polícia Federal, a Procuradoria-Geral da República, a Ordem dos Advogados do Brasil e a Iniciativa privada, para explicar, esclarecer, recomendar e informar o seguinte: I. EXPLICAM. O Brasil está em regime de INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO, motivada pela RAZÃO DE ESTADO, a CRISE INSTITUCIONAL DE ESTADO, o ASSALTO AO PODER feito pelo Foro de São Paulo e Estado Islâmico, a FALÊNCIA DO BRASIL e o CAOS SOCIAL que romperam o Estado Democrático de Direito na fusão do voto com a bala no mandato de Presidente da República, e extinguiram a Magistratura de Estado, submetendo o País a anarquia oligárquica comunista terrorista fundamentalista de bandidos. Como está registrado no corpo de delito do País apresentado pela Polícia Federal como um sistema de poder ao inverso da LEI, da ORDEM e da CAPACIDADE REPRESSIVA do Estado: “É humanamente impossível combater a corrupção do PT, porque, quando se chega a um foco, ele se espalha em vários outros.” Isso fez o POVO SURGIR EM PODER CONSTITUINTE que está preservado na Constituição como seu equipamento de autodefesa no art. 1º incs. I,II e Parág. único e art. 3º incs. I/IV, com o art. 4º incs. II, III,
VIII, o art. 5º caput e incs XLIII, LXXIII, §§ 2º e 3º, com o art. 37 caput, o art. 84 inc. XIII, com o art. 142 e o art. 80 com o art. 91 inc. VIII, mais o art. 144 da Constituição, que recepcionam o art. 1º com o art. 5º n. 1, o art. 10º n. 1, 2 da Convenção Americana Sobre Direitos Humanos, o art. 2º com o art. 21 n. 1 da Declaração Universal dos Direitos do Homem, a Resol. do CS/ONU n. 1.373 de 28.09.2001, e faz aplicável o art. 6º com o art. 8º da Carta Democrática Interamericana, e o art. 55 c, da Carta da ONU, com o Decreto n. 5.639 de 26.12.2005, e o Decreto n. 4.388 de 25.09.2002. E instalou o Processo Histórico em Foro de Soberania equipado com a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE que o POVO promove com o PO 1300820 – 7.2.2013/ACFA, formalizado pelos PROTOCOLOS: STF 0038341, 29.2.2012, PR CODIN/POT/19.02.2012; SF29.02.2012; SF17.07.2012; SF11.06.2012 STF; PGR CD PR SF; CFA 117.419 29.02012 30.05.2012, 10.10.12; DPF/MS 08335.025373/2012-65 27.11.2012; DPF/ MS 335.005016/2013-61 28.01.2013; DPF/DF 08001.08335.0032 35/2002-5; 08001.008976/2012-74; 08001.014173/20 12-59 – COGER/DPF; 08200.008079/2013-03; 08200.008592/2013-96; DPF/CEVEL-R 02.05.2013; MPF/MS-00000744/2014; PR-MS-00019658/2013. PR-MS-00000 44/ 2014– 000 07 443 /2014 – 00007787/2014 R 02.05.2013; MPF/MS-00000744/2014; PR-MS-00019658/2013. PR-MS-00000744/2014– 000 07 443 /2014 – 00007787/2014 – A.D. SF 15492345 1 BR; MPE/MS-PGJ – 043779-2/2; 018742-2/2019223-2/2M; CD 006198- 30.9.13; SPF 08335,006262/ 2014-11; PGR 00001654/2014; PGR 0007443 PR 04.09.2013; PR JG 642440674BR STF AR-J6603237679BR; PF 08335.018120/2014-05; PGJ 022451-2/2; 022450-2/2 022450-2/2; 018742-2/2; 019223-22/, 01237180; 151113 1403 67; 01238632-1; 10123 1355; 11988/2014, 01237180; 151113 1403 67; 01238632-1; 10123 1355; 11988/2014, PGR 10058/2014. STF SF 82200437/2014; STF PE 6197258220; ACFA PE 513259353JH; STF PE 513269996JH; STF PE 619725820JH; PRM-CAC-PR 10058/2014; PR PRM-CAC-PR 00010318/2014, PRN-CAC-PR00006715/2016 – STF/JR006694447/BR-08.09.2016; E PROVIDÊNCIAS DE 18.10-7.11-16.11-22.11-30.11 P/PF, PGR E AC/FA, além de outros, em âmbito nacional e internacional. E, pela INTERVENÇÃO CONSTITUINTE que se processou na esfera da execução forense da Constituição, suprida pela inteligência militar, foi atacado o “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos” através da farra do PT no poder, idealizado e comandado pelo Foro de São Paulo com o Estado Islâmico, pela “revolução bolivariana comunista” com o “fundamentalismo islâmico terrorista.” Cujo ataque foi feito pela transformação dessa construção terrorista transnacional de bandidos em caso de polícia ao encargo da Polícia Federal com o Ministério Público Federal, o Juiz Sergio Moro e o Ministro Gilmar Mendes. Promovendo enquadramentos penais e prisões estratégicas de face, em cobertura do trabalho de entranhas de desmontagem do tecido, estruturas e tendões da organização, que lhe davam suprimento financeiro e, pelo BNDES, FCO, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal financiava a construção do aparelho estratégico do armagedon terrorista que sediavam no Brasil e construíam em Cuba, Nicarágua, Panamá, Colômbia, Equador, Venezuela, Bolívia, Argentina, Uruguai, Angola, Nigéria, Moçambique, Cabo Verde, Gabão, Congo, Líbano, Síria e financiavam o agregamento dos 23 países componentes do plano de transformação do Brasil na “pátria grande.” Na qual se agregam 13 países africanos produtores de guerrilheiros e terroristas, dos quais Dilma os alugara mediante pagamento adiantado dos alugueres em forma de “perdões de dívidas.” E entrariam para o Brasil via Haiti, como “imigrantes.” Foi possível a transformação da organização terrorista transnacional em caso de polícia, graças à compra dos escombros empresarias e sucatas da “Refinaria de Pasadena” nos EUA, pela Petrobrás que já estava dominada pelo terrorismo e em processo de anexação ao “campo produtor de divisas” dele no Estado Islâmico e Venezuela. Cuja aquisição tinha por finalidade “fazer de Pasadena a base do terrorismo nos EUA, via Brasil.” Porquanto, a organização terrorista já havia submetido a FAO pelo José Graziano, que tinha por objetivo “desmontar a União Europeia e submeter a Europa à invasão terrorista pela modalidade de fugitivos e imigrantes,” promovida pelo “Programa do Fome Zero Mundial” a cargo do Instituto Lula e LILS financiados pelo “sistema de corrupção” constatado pela Polícia Federal. Pois, foi ai que a INTELIGÊNCIA MILITAR DO MUNDO LIVRE reagiu em REDE UNIVERSAL que identificou em profundidade a base planificadora e escolar do terrorismo no Brasil, e o seu sistema de deflagrações publicitárias partindo do Estado Islâmico. Numa planificação tão cuidadosamente astuciosa que envolveu até a Rússia e a China no BRICs resultante do “G-20” com o qual o Foro de São Paulo pretendia destruir a “globalização dos povos.” Já em ataque bem sucedido pela desestruturação do Sistema Financeiro Internacional feita com o dinheiro do terrorismo que se movimentava do petróleo ao tráfico de drogas, prostituição, sequestros, assaltos, contrabando de armas, pistolagem e tráfico de pessoas e de órgãos. Sem controle fiscal de nenhum tipo. Só cometeram o erro na crise financeira, provocada pelo dólar, que inibiu o consumo no mundo, de explodirem o consumismo, gastança, esbanjamentos e o script de desenvolvimento no Brasil, que estava em depredação física, sem rumo e deslocado no cenário econômico mundial. Não podendo, pois, ter uma via lícita de geração de tanto dinheiro. Esse plano terrorista do consumismo criou outra “fonte de renda,” que era das “comissões de consumo” pagas pelas montadoras de veículos, maquinaria, autopeças e implementos, e pelas indústrias de móveis e eletrodomésticos, financeiras e indústria farmacêutica. O dinheiro do terrorismo, além de envolver o povo na fartura financeira dos investimentos externos do Brasil, dava amparo fictício à moeda metálica em contas correntes para o
multiplicador bancário pelas emissões de real frio, feitas por falcatruas contábeis, invenções de ativos líquidos através de picaretagens com títulos públicos entre o Tesouro, BNDES e Banco Central. Denunciado o empreendimento terrorista nos foros internacionais próprios, o Brasil foi excluído do Sistema Financeiro Internacional e o dinheiro do terrorismo desapareceu daqui. A consequência foi a depressão econômica do Brasil, que o afunda por uma dívida bruto de mais de R$ 5 trilhões, sob um PIB em definhamento e uma economia em desindustrialização na base de 19% ao ano. Vindo à tona o esqueleto estrutural da “economia socialista popular igualitária” do “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos.” Constituído da propaganda, mentira, embustes, corrupção, peculato, consultorias, ouvidorias, ongs, sindicatos, associações, burocracia empregatícia, furto recíproco generalizado, verborragia distribuída por assessorias de comunicação, desmontagem da estrutura de trabalho, produção e comércio e montagem da estrutura de guerra de desintegração social, nacional e depredação do País. Por onde estancaram a expansão empresarial e esmagaram a iniciativa privada com o Estado. O qual acabou sem ter o que vender, sem crédito e sem saída, em meio ao País em escombros na base de 14 trabalhadores desempregados por dia, já formando um contingente de 13,1 milhões de desempregados; 88,9% da população doente, com 94 pessoas eliminadas por dia no SUS; 174 pessoas eliminadas por dia na criminalidade comum; 53 mil pessoas eliminadas por ano nos corredores de extermínio do trânsito em escombros; mais de 20 suicídios por dia; 15 mil pessoas eliminadas por ano nas diversas tragédias da destruição física do País. Então a bandidagem terrorista inventou o “impeachment da Dilma” para “institucionalizar” o assalto ao poder feito pelo Foro de São Paulo e reorganizar as facções mentoras, com os “mestres” Michel Temer, Henrique Meirelles e Renan Calheiros impondo a “redução econômica e financeiro do Brasil,” ao equivalente a um terço do que ele era em 2003. Sem, entretanto, reduzir o tamanho burocrático e empregatício do Estado que é 9,8% maior do que sua iniciativa privada. No que evidencia-se grau de demência da bandidagem terrorista; vez que, ao invés deles terem promovido a expansão da economia pública, se queriam uma escravidão econômica, fizeram o contrário, destruindo os suportes empresarias do Estado. Mas, como não são beneficiários da presunção de burrice, essa demência aparente conduz ao propósito terrorista oculto que era a certeza de que “o banditismo comunista terrorista fundamentalista já era a nova ordem mundial da humanidade, sustentada com o dinheiro do terrorismo, sem sistema financeiro.” Pois, os bandidos são somente astutos, porque são desprovidos de racionalidade. E é por isso, que criam seus castelos, seus impérios e resultam suicidados por eles, quanto o MUNDO RACIONAL reage. Assim, o armagedon que a bandidagem comunista terrorista havia sediado no Brasil, foi dissolvido como caso de polícia, que eliminou todas as implicâncias de ordem jurídica e humanitária internacional, nas quais a organização se baseava. Porquanto transformou todas as suas estrelas e seus atores que estavam elencados para serem vítimas, em bandidos apátridas da pior espécie, a partir do “messias” Lula e da “mãe” Dilma. E a REINTEGRAÇÃO DO POVO BRASILEIRO AO GOVERNO CONSTITUCIONAL DEMOCRÁTICO que a Constituição institui, veio por suicídio de poder da bandidagem comunista terrorista. O qual o “Ideário da Revolução de 64” previa que aconteceria em 2.014/2.016. Para cujo evento, a Constituição foi produzida pelas Forças Armadas, por missão desempenhada na Assembleia Constituição por Celio Evangelista Ferreira. Equipada do PODER CONSTITUINTE preservado nela em Foro de Soberania instrumentalizado com a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO. II. ESCLARECEM: A LEI, o GOVERNO e a JUSTIÇA têm origem comum na Constituição, que tem origem no Poder Constituinte, que se forma de: Nação-Território-Soberania e se personifica nas Forças Armadas, que guardam o Processo Histórico em Foro de Soberania que emerge do rompimento do Estado Democrático de Direito na fusão do voto com a bala no mandato de Presidente da República, que extingue a Magistratura de Estado e transforma a democracia em corporativismo quadrilheiro. Ou, na cleptocracia sindicalista de ladrões, em que transformou a democracia brasileira. Esta situação está impressa no corpo de delito do País. Mostrando que o Brasil virou uma organização de bandidos comunistas terroristas, que se alojaram nos edifícios públicos como mandatários ilegítimos do povo, por eleições terroristas atentatórias da Constituição, e como titulares de autoridade e de funções empregatícias para roubar o País, massacrar a Nação e destruir a Pátria. E nesse desempenho, transformaram o patrimônio público operacional do Estado, de propriedade da nação, em fortalezas de segurança máxima da respectiva bandidagem comunista terrorista sobre a mesma. Em cuja situação, a nação está do lado de fora, sem acesso ao seu patrimônio, mesmo quando precise de contato com os titulares de mandatos ou de investiduras que são postos por ela, para servi-la; e atacada, assim, em sua investidura constitucional de dignidade humana, que não admite a autoridade pública desconfiar da honra e
hombridade da nação, por causa do banditismo que se agigantou em seu seio ao índice de 1024% de 2.003 a
2.013. Porque isso é o produto de civilização da bandidagem comunista terrorista que se abriga nesse
patrimônio público transformado por eles em fortalezas de segurança máxima contra o povo para eles roubarem
em paz o País. Como a literatura policial ensina: “Para tirar os bandidos da rua, se tem de tirar do poder, aqueles
que, nas respectivas investiduras de autoridade, produzem a degeneração moral que os gera.” Daí, o povo
resulta vítima da bandidagem três vezes: 1) por estelionato político de mandatos, investiduras e funções; 2) por
ausência de foro de socorro no regime; 3) por massacre moral e desapossamento do seu patrimônio público
de operacionalidade do Estado. Agressividade suficiente para, invocar-se a recomendação de João Figueiredo:
“ARREBENTEM AS CANCELAS, ENTREM E PRENDAM OS BANDIDOS QUE SE ABRIGAM ATRAS DELAS.”
A DIGNINDADE HUMANA é dogma da civilização brasileira no art. 1º inc. III da Constituição
que faz da pessoa humana ente constitucional da nação, sob cuja supremacia constituinte, todos os titulares
de mandatos, de investiduras e de funções estão sujeitos, na condição de representantes, servidores e
serviçais. Legisladores e governantes são representantes do povo; magistrados e promotores são servidores
do povo e funcionários públicos de todo o tipo, são serviçais do povo. Estão cobertos com o PODER DE POLÍCIA
do Estado Democrático de Direito nos limites da legítima defesa que lhes decorre da representação, da
investidura ou da função, DENTRO DA RAZOABILIDADE JURÍDICO-MORAL definida pela Segurança Pública que ESTÁ
AO ENCARGO DELES e da legítima defesa das pessoas. De modo que, quando o banditismo excedeu o EQUILÍBRIO
entre a DIGNIDADE HUMANA e a IMPUTABILIDADE PENAL, tipifica-se perecimento do Estado Democrático de Direito
ocasionado pela decadência institucional das representações, investiduras e funções. Cuja consequência
imediata é o PERECIMENTO DO PODER DE POLÍCIA, que resulta ABSORVIDO NO PODER CONSTITUINTE PELO DOGMA
DA DIGNIDADE HUMANA, À RESTAURAÇÃO PELO POVO ATRAVÉS DA INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO
HISTÓRICO. Ou, recuperação do Estado Democrático de Direito pelo exercício direito do poder.
Então, os prédios públicos, do Supremo Tribunal Federal ao fórum de primeiro grau; da
Presidência da República às Prefeituras Municipais; do Senado Federal às Câmaras Municipais; dos Ministérios
às Secretarias Municipais; da Procuradoria-Geral da República, às Promotorias de Justiça, e todos os edifícios
públicos da operacionalidade da vida pública do Brasil, constituem o patrimônio público da nação,
integrante do equipamento da sua dinâmica existencial, que NENHUM tipo de representação, de investidura
ou de função retira da titularidade dogmática da dignidade humana que investe todas as pessoas nacionais da
honorabilidade, confiabilidade e respeitabilidade para serem recebidas dentro deles, SEM NENHUM TIPO DE
DISCRIMINAÇÃO RESTRITIVA DE ACESSO, que está expressamente repugnado no art. 3º incs. I/IV da Constituição.
Até a própria obrigatoriedade de identificação da pessoa nas tranqueiras de acesso aos edifícios públicos, é
atentado terrorista contra o dogma da dignidade humana instituído pela Constituição como ESSÊNCIA JURÍDICO SOCIAL
da UNIDADE DA NAÇÃO instituída no art. 1º incs. II,III e Parág. único com o art. 3º incs. I/IV da
Constituição. E não há, no Conhecimento armazenado pela Humanidade e nem nos alcances do bom senso,
nenhum ideologismo ou imaginativismo que supere essa estrutura nuclear da civilização brasileira, porque ela
emerge da finalização de intelecto que o seu acervo pedagógico e histórico lhe possibilitam. Se o contrário
fosse, as Forças Armadas não teriam a incontestabilidade que esta AUDIÊNCIA VIRTUAL DE CIDADANIA lhes exige,
na qualidade de produtoras da Constituição, que são por missão desempenhada na Assembleia Constituinte
pelo Signatário. Pois, como TITULARES DAS ARMAS, as Forças Armadas estão postas na Doutrina Cristã que
produziu a civilização brasileira, por “Ministros de Deus contra os maus.” O que lhes investe da MAGISTRATURA
ABSOLUTA QUE TEM A MORTE POR GARANTIA DE EXECUÇÃO. Em cuja esfera, os “mestres meio-mastro,” não têm
espaço pelo motivo óbvio da autoridade pedagógica, conhecimento da dinâmica existencial humana e domínio
da vida racional. Sendo pois, vedada à inteligência militar, fazer sustentações por jurisprudência e resenhas
bibliográficas de rodapé. Pela simples razão de que o ALVO DA BALA MILITAR É SEMPRE UM SER HUMANO, EM
FAVOR DE OUTRO SER HUMANO. E isto define o PADRÃO PEDAGÓGICO MILITAR quando ele tem de vir aos palcos
da civilização para REORDENAR A PÁTRIA NO RESPECTIVO PROCESSO HISTÓRICO. E este é o “segredo” da
Administração Militar que o Brasil desfrutou de 1964 a 1.985 permanecer INSSUPERADA.
Além disso, só mentecaptos e bandidos de consciência extremamente pesada admitem a
eventualidade de um facínora ou pistoleiro adentrar a Câmara dos Deputados ou o Senado Federal para matar
ou ferir um deputado ou senador, ou qualquer funcionário lá dentro. Em toda a História do Brasil, registra-se
uma morte dentro do Senado Federal ocorrida em briga entre os senadores protagonistas da tragédia; e
algumas brigas sem consequências na Câmara dos Deputados entre parlamentares. E jamais um Ministro
sofreu atentando dentro do Supremo Tribunal Federal; como são raras as agressões contra juízes nas
dependências do Fórum. E não se tem notícia de algum atentado no Ministério Público. Como também, nem
assaltos nos edifícios públicos se verificam a nível do povo estar submetido à condenação de “massa marginal
perigosa.” Justamente depois que a sua vocação de liberdade foi transformada em escravidão ao banditismo disseminado por toda a vida púbica do País, para roubar, matar, estuprar, aterrorizar e destruir. Daí, a RECUPERAÇÃO DE EFICÁCIA da Constituição, por onde o POVO PODE RESTAURAR A ORDEM JURÍDICA E O REGIME DEMOCRÁTICO, passa pela reintegração da nação ao dogma da dignidade humana que alicerça o suceder-se de gerações sobre a HONORABILIDADE, RESPEITABILIDADE E REVERÊNCIA que a Constituição institui aos efetivos do poder para com o povo. E a transformação desse patrimônio da nação em fortalezas de segurança máxima da bandidagem comunista terrorista no poder, para, alojados nele, se sentirem seguros na prática dos crimes que empreendem, tipifica agressão terrorista contra o povo, que resulta erigido em estado de legítima defesa institucional da Constituição, vez que a agressão ao seu dogma, antes de prostrar o povo, caracteriza atentado terrorista contra ela. Caso em que, a REAÇÃO DE CIDADANIA se absorve na INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO, em Foro de Soberania. Estando pois, o POVO, investido de constitucionalidade, legitimidade e titularidade para acabar com esse massacre moral, no qual se gera a criminalidade em vertiginoso e fenomenal aumento desde 2.013. Cujo massacre, por si só instala a bandidagem comunista terrorista em estado de flagrante delito composto do esbulho dos edifícios públicos nos quais se abrigam, e do roubo do País, massacre da Nação e destruição da Pátria nos quais estão empenhados. Pois, não se pode mais dizer que “as instituições estão funcionando,” porque não existem mais instituições, desde o momento em que, o Ministério Público Federal, assentado na constatação da Polícia Federal de que o Brasil submergiu em estado de massacre convulcional terrorista da nação, convocou esta para instituir uma ordem jurídica emergencial pela sua proposição de “10 medidas contra a corrupção.” A qual, ao invés de ter sido acolhida pela “bandidagem escondidos atrás de mandatos” no poder, sofreu retaliação pela “Lei Contra Abuso de Autoridade,” imposta pelos mesmos, que neutralizou a proposição, com menosprezo jocoso ao Magistrado Sergio Moro, chamado para disfarçar o embuste no palco do picadeiro senatorial. E resultou consolidado o “REGIME DE ACORDOS E CONCHAVOS” instalado por Michel Temer, Renan Calheiros e Rodrigo Maya, que tem no crime organizado no governo, operado por gangues políticas e regido por corporações quadrilheiras, a sua estrutura operacional. Dai, não existindo mais as instituições, RESTA O POVO EM ARMAS NA CONSTITUIÇÃO, PARA RECUPERAR A SUA VOCAÇÃO DE LIBERDADE, O SEU PATRIMÔNIO PÚBLICO E A PÁTRIA COMO ABRIGO DO SUCEDER-SE DE GERAÇÕES, PELA REESTRUTURAÇÃO POLÍTICA DO SEU PROCESSO HISTÓRICO. Cabendo então, invocar de novo a determinação patriótica do saudoso João Figueiredo: “ARREBENTEM AS CANCELAS, ENTREM E PRENDAM OS BANDIDOS QUE SE ABRIGAM ATRAS DELAS.” III. INFORMAM: Eu Celio Evangelista, aprendi na Escola, no acervo de conhecimentos armazenado pelo mundo e ao longo dos meus 60 anos de atividades pelo progresso da humanidade visando qualidade de vida, que: Para a gente dar visão aos cegos, é preciso que eles tenham olhos, e para dar audição aos surdos, é preciso que eles tenham ouvidos. Não foi difícil acabar com a Cortina de Ferro, extinguir a Guerra Fria e destruir a União Soviética, como está sendo difícil organizar a humanidade por sistema operacional da existência regido pela razão, suprido pela lucidez e promovido pelo progresso para qualidade de vida. E, dentre todas as civilizações retrogradas, atrofiadas e instáveis, a civilização brasileira surpreende com o seu povo dono do 2º maior QI da humanidade e com o grau de burrice mais efêmero do mundo. Pois, com um patrimônio ainda a ser empreendido de US$ 243 trilhões, situa-se entre as 10 mais efêmeras misérias do Planeta; por uma economia predatória, extravagante, perdulária, imediatista, avarenta, inconsequente, marginal, volúvel e ocasional. Constituída de ignorância e desonestidade, instabilidade patrimonial, improvisação empresarial, gastos, prejuízos, endividamento, custos sobrepostos, extorsão tributária, sonegação de lucros, evasão de divisas, empastelamento empresarial, insegurança de investimentos, aventuras comerciais e concentração avarenta de rendas. Por isso, com 500 anos de história de atividades econômicas liberais, não tem nenhum patrimônio com um século de existência. E suas empresas, mais de 80% sendo multinacionais com unidades exploradoras instaladas aqui, têm de 90 anos para menos. A média de sua vida empresarial é de 25 anos. Não possui campos de atividades identificados como força econômica capaz de estimular investimentos, e nem tem penetração de mercados capaz de garantir empreendimentos produtivos. A base da sua economia são commodities constituídas pela extração mineral e a indústria agropecuária dependente do Banco do Brasil ora em definhamento. Já tem quase dois séculos de existência como economia soberana, porém, continua convicto de que é colônia; não mais de Portugal, mas de quem queira. Com o seu nióbio ao domínio da Inglaterra; seu
ouro ao domínio das máfias internacionais, e suas riquezas naturais ao domínio dos grupos exploradores sem pátria. Gastando, só com o consumo de drogas entorpecente R$ 840 bilhões/ano, e sofrendo nessa área mais os prejuízos de saúde e de tragédias de R$ 280 bilhões/ano. Ao que soma-se a tragédia das bebidas alcoólicas que renderam só para Jorge Paulo Lemann a fortuna de R$ 83,7 bilhões, e para o País, os prejuízos humanos, econômicos e matérias de R$ 170 bilhões/ano. É um país regido por subdesenvolvimento crônico que emerge da sua incoerência existencial. Pois, com a 5ª maior força de trabalho do mundo, ao invés de investir na construção física do País e na expansão empresarial, submete a população à “formação profissional,” como se o emprego viesse por milagre do grau escolar. E, com a massa falida em que resulta o País, ao invés da bandidagem comunista terrorista ajustar o Estado à lei do custo/benefício, quer produzir o “milagre ideológico ao inverso da lucidez” de manter o Estado 9,8% maior do que sua iniciativa privada em definhamento na base de 19 empresas, atividades e negócios desaparecendo por dia, com 14 trabalhadores desempregados por dia, na massa de desempregados que já ultrapassa 13,1 milhões de pessoas em 3 anos; e, pasme-se! com os remédios que a Ciência Econômica tem para a deflação, a estagnação de mercados, o descontrole de produção e o excesso de arrecadação, que são: “ajuste fiscal,” “obstrução da base monetária,” “congelamento da carga tributária,” “manutenção dos gastos sociais sem retornos,” “contenção de investimentos públicos,” “bloqueios contábeis dos ativos líquidos” e “desvalorização cambial da economia,” Michel Temer, Henrique Meireles e a respectiva bandidagem de apoio instauram o “plano de recuperação do crescimento econômico.” Face a cujo quadro, em qualquer centro científico de engenharia econômica e financeira do mundo, Michel Temer e Henrique Meirelles receberiam recomendação de internamento imediato por desprovimento de bom senso. Situação que lhes muda o diagnóstico nas esferas da inteligência militar, para terroristas determinados a escravizarem o mundo pela destruição dos sistemas econômicos que integram os povos pela racionalidade contábil, matemática e distributiva do “postulado do parti-duplismo” e da “lei do retorno” que tanto rege o Sistema Biológico Solar, quanto todo o complexo de ideais, interesses e satisfações que movem a espécie humana como dimensão histórica da sua ilimitação econômica. Porém, repita-se, não lhes cabendo a presunção de ignorância e nem de loucura, face à proeminência que lhes identifica, resta provada a determinação terrorista de exterminarem a civilização brasileira pela tragédia política, no empreendimento terrorista de submetimento da humanidade à escravidão totalitária satânica e sem sentido. E o que intriga é ver-se que nenhuma entidade empresarial, como nenhum economista, quer da área empresarial, quer da docência, se levanta contra esse script terrorista de Michel Temer e Henrique Meireles, anunciando “recuperação da economia” por “ajuste fiscal,” “redução de investimentos públicos por 20 anos,” descaso absoluto com o desemprego e com a fuga do parque industrial para a China, Índia, Paraguai, Chile e países da África. Pois, se a “redução dos investimentos públicos” não pode durar mais de 20 anos, então, não é um remédio nem de contenção da depressão econômica que o Brasil vive, e muito menos de recuperação da economia. Porque, daqui a 20 anos, a quanto montará o custo para o País dos investimentos que nesse tempo ficarão suspensos? “Ajuste fiscal” é o aborto do PIB; e “suspensão de investimentos públicos” é prorrogação das causas que geraram a falência do Brasil. Por isso, resulta provado que Michel Temer e Henrique Meireles, com toda a bandidagem que com eles se agregam, estão empenhados em implantar o “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos,” que já acabou com a “economia capitalista” e “as zelite,” e igualou o que sobra dos 160 bilionários brasileiros pela miséria; na qual a nação está dividida entre a maioria que não come e a minoria que não dorme: A maioria que não como porque já não tem mais o que comer, e a minoria que não dorme de medo dos que não comem. Cujas facções estão atracadas no estado de massacre convulcional terrorista, que Michel Temer entende resolver pela “eliminação silenciosa dos chefes de quadrilhas” que descumprirem os “acordos” sobre o sistema da “polícia pacificadora,” e o suborno dobrado da Mídia para que esta não faça o “jornalismo investigativo” e se atenha à verborragia empastelada mesclada com fofocas espelhadas na “Lava-Jato.” Ao que se ajunta a “repatriação de dinheiros criminosamente guardados no exterior, pela via do recolhimento dos tributos incidentes e desaparecimento dos crimes.” Que louco e em que grau de loucura faria isso? Num país falido nas garras de ladrões? Porém, não se trata de “dinheiro clandestino depositado no exterior,” mas sim, do dinheiro do terrorismo que retornou com duas finalidades: 1) socorrer a bandidagem terrorista que estavam na eminência de conflito imprevisível por falta de “dinheiro para o “natal dos funcionários” na esfera das prefeituras municipais; 2) legalizar no sistema financeiro o dinheiro do terrorismo que entrou por essa via, ao socorro da economia nacional até que Meirelles e Temer façam a “redução” dela. A qual só não vai acontecer porque a “redução da economia brasileira” extinguiria imediatamente o “agro negócio” que é a segunda base de commodities que sustentam o Brasil; eliminaria do Estado 9,3 milhões de pessoas aninhadas no erário público, já sem utilidade desde que foram alojadas nele e fecharia 2/3 das montadoras de veículos. As quais não produzem riqueza, mas somente doenças, desespero, tragédia de trânsito e empobrecimento. Contudo, estão para a população, como o futebol; e somadas constituem o “ópio
da miserabilidade humana” no campo do materialismo de fachadas e idiotices. Porquanto, é pelo futebol e o automóvel que a nação idiotizada vibra a sua miserabilidade e desprovimento de racionalidade. Sem cujas deficiências não se forma a massa de consumo que deu aos irmãos Marinho a fortuna de R$ 73 bilhões por induzimento publicitário às compras, enquanto o Brasil faliu. Provando-se, pois, que a propaganda de consumo se arrola entre os instrumento de empobrecimento e roubo da nação, que aparelham o banditismo comunista terrorista. Pois, se o contrário fosse, a economia brasileira não estaria reduzida à massa falida, e nem a nação estaria com 19,8 milhões de pessoas descobertas de capacidade de sobrevivência; que foram produzidas nos últimos 31 anos de “socialismos” e “democracia participativa,” que convergiram de 2.003 para cá no banditismo oligárquico comunista terrorista. E, se não fosse o dinheiro do terrorismo que retornou nessa quantia, então era o roubo do País que estava escondido lá fora e os ladrões respectivos aproveitaram a ocasião para “legaliza-lo” com a finalidade de comprarem patrimônios por um mínimo do que valem, que já se empilham em volume de 46% do patrimônio privado nacional à venda para pagamento de dívidas e mais alguns dias de sobrevivência dos proprietários. Então, do âmbito de todas as ciências, a bandidagem comunista terrorista no poder tipifica-se em flagrante atentado terrorista de destruição da civilização brasileira e escravização da nação. Nas mãos do povo para o EXPURGO DO PODER QUE LHE CABE. Na condição de bandidos comuns, tanto porque, as eleições terroristas de 2.014 se constituem em atentado terrorista contra a Constituição, promovido pelo Foro de São Paulo e Estado Islâmico com dinheiro do terrorismo e dinheiro roubado da Petrobrás, BNDES, Eletrobrás, Eletronuclear, Cofres Públicos e do povo, quanto, porque, ao destruírem vigência ao Estado Democrático de Direito pela baderna oligárquica comunista terrorista de bandidos que instalaram, acabaram com a ordem jurídica e o regime democrático, e resultaram descobertos do “devido processo legal” que se alicerça na “presunção de inocência” que demanda indiciamento e sumário de culpa, distribuído por foro comum e foro privilegiado. Pois, falece à bandidagem comunista terrorista no poder, a presunção de inocência, diante do corpo de delito do País, cuja autoria e dolo emergem da representação mandatária e das investiduras. E, os efetivos da bandidagem comunista terrorista resultam ao JUIZO DE LEGÍTIMA DEFESA DO POVO, que impõe a PRISÃO DOS MESMOS, ONDE ELES SE ALOJAM, por questão de HONRA DA NAÇÃO. É necessário informar que o “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos,” se constitui da Lei terrorista nº 10.826 de 22.12.2003 (Estatuto do Desarmamento) que é um atentado contra o art. 144 caput da Constituição que institui a legítima defesa como primeiro equipamento da Segurança Pública, o qual pressupõe povo armado; seguido da Lei terrorista nº 11.340 de 7.8.2006, (Lei Maria da Penha) que transformou o ente conjugal na indústria de transformação de esposas em prostitutas, maridos em cafajestes e filhos em bastardos, e instalou a “economia maria da penha” de apodrecimento moral da civilização brasileira, que soma-se no roubo do País com R$ 8,5 bilhões/ano de custo de todo o seu aparato operacional; da Lei terrorista nº 12.282 de 5.7.2010 que doa R$ 25 milhões ao Hamas; da Lei terrorista n] 12.528 de 18.11.2011 que restaura o status quo ante da “Revolução de 64” e obriga o povo nas Forças Armadas ultimá-la; da Lei Complementar terrorista nº 276 de 24.4.2014 e do Decreto terrorista nº 8.243 de 23.5.2.014. Isso constitui apenas o entulho autoritário do terrorismo, que será imediatamente eliminado do disciplinamento legal do País, porque são atentatórios contra a Constituição. E por isso, só servem para provar a determinação da bandidagem comunista terrorista de destruírem a civilização brasileira e imporem a escravidão irracional. Dessa forma o banditismo terrorista promove o apodrecimento moral da civilização brasileira pela transformação das escolas públicas em bordeis de iniciação das crianças na prostituição, cafajestismo, vadiagem, vício e marginalidade; com 83% das cidades e 11% do campo submetido ao tráfico de drogas; e a nação submetida pelo crime organizado no governo, operado por gangues políticas e gerido por corporações quadrilheiras; o País sendo movido por falcatruas contábeis, estelionato estatístico, renúncias fiscais estelionatárias, estelionato de preços públicos, estelionato de consumo, picaretagens com títulos públicos e emissões de real frio. E em depressão econômica e sem crédito não haverá, dentro do Brasil nenhum tipo de fortuna, mesmo sustentada por atividades ilícitas, que aguente. TODOS, INDISTINTAMENTE, ESTÃO FADADOS À POBREZA. Esse arcabouço terrorista que extinguiu eficácia ao Estado Democrático de Direito; e acabou com a ordem jurídica e o regime democrático, é mantido por “bandidos escondidos atrás de mandatos” fazendo leis para “bandidos escondidos atrás da toga” manter o sistema. E assim, não resta outra saída, senão o POVO EM LEVANTE DE MASSA EMPUNHAR AS FORÇAS ARMADAS PARA OS DISPAROS DE AUTO DEFESA DA CONSTITUIÇÃO.
IV. RECOMENDAM. As Forças Armadas, como já explicado, não têm deliberação própria na Constituição. Elas são como o revolver na cintura da pessoa: Se não for empunhado e disparado, a pessoa perece com ele na cintura. Assim, a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE é a formalização técnica da legítima defesa do povo que está sendo vítima de roubo do País, massacre da Nação e destruição da Pátria pela bandidagem comunista terrorista no poder. Isso instala ESTADO DE LEGÍTIMA DEFESA INSTITUCIONAL que é a situação intermediária entre a guerra civil iminente pelo choque de forças legalistas com as forças conspiratórias ou subversivas. Cuja, a Constituição situa no Foro de Soberania instaurado pelo POVO, pelo qual ele funde-se com as Forças Armadas em defesa da Constituição, chamada de INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO. A qual tem diversos campos de deflagrações e várias formas de desempenhos, até que o bom senso se esgote e a reagregação constitucional da nação se imponha pelo VERBO DE CHUMBO. Ou seja, PELA RAZÃO DA FORÇA que equipa a auto determinação. Dentre as formas de desempenhos intervencionistas, as Forças Armadas recomendam ao POVO a MANIFESTAÇÃO DE MASSA, que é a SAIDA DO POVO PARA A RUA, em todo o território nacional, fazendo o cerco do Palácio do Planalto, Palácio da Alvorada, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal, para a REINTEGRAÇÃO AO GOVERNO CONSTITUCIONAL E RECUPERAÇÃO DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, que implica na PRISÃO de Michel Temer, Renan Calheiros, Rodrigo Maya, Ricardo Lewandowski, José Dias Toffoli, Teori Zavaski, Henrique Meirelles, Alexandre Tombini, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff, Marta Suplicy, Paulo Bernardo, Geddel Vieira Lima, Elizeu Padilha, dentre os demais. E como já foi explicado, o Palácio do Planalto, como todos os prédios públicos são propriedades do povo, que a ele devem estar franqueados a todo o tempo. E suas transformações em fortalezas de segurança máxima contra o povo tipifica esbulho de parte da bandidagem comunista terrorista ocupante, que se constituem em redutos de bandidos terroristas, alojados na Soberania nacional para destruí-la; como câncer no organismo humano. E por isso, o POVO TEM DE EXTRAÍ-LO POR CIRURGIA. Já que ele se alimenta dos tratamentos ministrados. A INTERVENÇÃO CONSTITUINTE abrange a reintegração do governo constitucional em todos os poderes constitucionais, com a respectiva reintegração de posse dos prédios públicos que foram transformados em fortalezas da bandidagem, e tipifica esbulho. Sanável pela reintegração de posse que se inclui na legítima defesa coberta pelo desforços próprio. Esta AUDIENCIA VIRTUAL DE CIDADANIA PELAS REDES SOCIAIS foi instalada pelo POVO EM FORO DE SOBERANIA sob a responsabilidade das FORÇAS ARMADAS, com a Ordem dos Advogados do Brasil, a Polícia Federal, a Procuradoria-Geral da República, a Justiça Federal e a Iniciativa Privada. E foi denunciada aos países vítimas do terrorismo que apoiam a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE no Brasil. A recomendação está bem embasada e está feita. E as Forças Armadas ACREDITAM NA HOMBRIDADE E HONRADEZ DO POVO BRASILEIRO. Acampamento da Presidência Constituinte Interina da República. 15ª BIM/RMS/CVEL/PR., 05 de dezembro de 2.016 celio evangelista ferreira do nascimento na liderança constitucional do povo no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas. Policia Federal Procuradoria-Geral da República Ordem dos Advogados do Brasil
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