O SUICÍDIO DE PODER DO PT

‘A denúncia contra mim não passa da maior fraude jurídica e política da história do nosso país’ 

“Não há razão para o pedido de impeachment contra mim. Acusam-me sem nenhuma base legal. Não cometi crime de responsabilidade, não há contra mim qualquer denúncia de corrupção ou desvio de dinheiro público. Jamais impedi investigação contra quem quer que fosse. Meu nome não está em nenhuma lista de propina, tampouco sou suspeita de qualquer delito contra o bem comum. A denúncia contra mim em análise no Congresso Nacional não passa de uma fraude, a maior fraude jurídica e política da história do nosso país. Sem ela, o impeachment sequer seria votado. O Brasil e a democracia não merecem tamanha farsa. O que está em jogo é o respeito à vontade soberana do povo brasileiro, o respeito às urnas. O que está em jogo são as conquistas sociais e o respeito aos brasileiros. Desde que fui eleita, parte da oposição, inconformada, pediu a recontagem dos votos, tentou anular as eleições e passou a conspirar pelo impeachment. Os derrotados mergulharam o país num estado permanente de instabilidade política, impedindo a recuperação da economia com o único objetivo de tomar à força o que não conquistaram nas urnas. Para alcançar seus objetivos, estão dispostos a violentar a democracia e a rasgar a Constituição Federal, espalhando intolerância, ódio e violência entre nós. Estão dispostos a humilhar o Brasil perante a comunidade internacional, como se fôssemos uma republiqueta qualquer e não uma das maiores democracias do mundo. Peço a todos os brasileiros que não se deixem enganar. Vejam quem está liderando este processo e o que propõem para o futuro do Brasil. Os golpistas já disseram que, se conseguirem usurpar o poder, será necessário impor sacrifícios à população brasileira. Com que legitimidade? Querem revogar direitos e cortar programas sociais, como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida. Ameaçam até a educação pública. Querem abrir mão da soberania nacional, mudar o regime de partilha, e entregar os recursos do pré-sal às multinacionais estrangeiras.”
O contraditório de formação da denúncia contra Dilma Vana Rousseff na Câmara dos Deputados para a respectiva acusação dela ao Senado buscando a formação da culpa e consequente cassação do mandato, provou o que o professor Fernando Henrique Cardoso disse: “Discutir com o PT é a mesma coisa que jogar xadrez com pombo: Ele derruba todas as pedras, caga no tabuleiro e sai de peito estufado dizendo que venceu a partida.” Já, meu sobrinho professor na Universidade de Pelotas/RS, uma vez teve complicação porque quebrou a cara de um colega petista e proibiu de estudantes do PT lhe fazerem perguntas em suas aulas, ao discordar das minhas ponderações disse: “Tio, o sr. mostra não ter convivência com essa caterva. São autênticos demônios sem lucides, sem senso do ridículo, covardes ao extremo; provocativos e repugnantes em sua mediocridade. E seus cérebros são de pedra ferro: Esfarinham e não absorvem nada que não seja exatamente as burrices, imbecilidades e bravatas que ele impõe.” Eu sabia que eram assim, mas, pelo tanto que são perigosos, tentei aumentar a tolerância do meu sobrinho.
O CRIME DE RESPONSABIIDADE está escancarado no art. 37 com o 85 incs. V,VI,VII da Constituição, pela Lei 1.079 de 10.4.1950 com a Lei de Responsabilidade Fiscal, além dos vários crimes comuns que lhe qualificam a responsabilidade. E, sendo Miguel Reale Junior, um dos mais brilhantes e respeitáveis juristas do mundo; LECIONADO EM TODAS AS FACULDADES DE DIREITO MAIS RESPEITADAS DO MUNDO, o autor da denúncia, não resta o que ser comentado. E, se não se tratasse de UMA CATERVA DE BANDIDOS DA PIOR ESPECIE, VERDADEIRO ESTRUME DA CIVILIZAÇÃO, QUE REPRESOU NA ANISTIA, AO INVÉS DE TER SIDO VARRIDO PARA AS LATRINAS DA HISTÓRIA a cretina teria se suicidado assim que a denúncia foi instaurada no Foro Parlamentar Instrutório.
Então, para tomar parte no entrevero do “impeachment” reconheço que desço da DIGNIDADE MAGISTRAL da INTELIGÊNCIA MILITAR, do RIGOR ÉTICO DOS JURISTAS e da HONORABILIDADE DA CIDADANIA porque, do contrário, eu teria de responder com o silêncio da caravana que passa enquanto os cães ladram. E, se não fosse o grau de desinformação da nação que, por milhares de pessoas visita esta página, o espetáculo do impeachment não me diria a respeito em nada.
A primeira renúncia me é imposta pelo fato de Dilma Vana Rousseff não ter mandato, porque é só uma bandida terrorista usurpando o cargo de presidente da República por assalto ao poder feito pelo Foro de São Paulo com o Instituto Lula. a LILS, o Superior Tribunal Eleitoral e o Procurador-Geral Eleitoral, através de pleito eleitoral terroristas promovido com dinheiro roubado da Petrobras, BNDES, Eletrobrás, Eletronuclear, Cofres Públicos e do povo, com o qual produziram o sufrágio e fabricaram com ele o mandato dela nas urnas eletrônicas. Por isso, o enquadramento jurídico da meliante não é por impeachment e sim, intervenção constituinte no Processo Histórico, em Foro de Soberania, como ele se processou e está em execução. Isto porque, o corpo de delito do País mostra que a nação está sem foro de socorro no Regime, porquanto, perante qualquer poder ou instituição peticiona ao próprio bandido ou a protetor dele. A democracia transformada em cleptocracia se resume a “bandidos escondidos atrás de mandatos” fazendo leis, para “bandidos escondidos atrás da toga” mantê-los todos no roubo do País, massacre da Nação e Destruição da Pátria. Então, como jurista que sou, com a agravante de ser escriba, em grau de INTELIGÊNCIA DAS FORÇAS ARMADAS, eu não poderia me intrometer na parlenga do impeachment.
A segunda renúncia me é imposta por senso ético e coerência intelectual. Seria pretencioso e antiético eu me apresentar para sustentar uma postulação forense de Miguel Reale. Só o PT e seus “especialistas” têm o desavergonhamento, a insensatez e a desqualificação moral para fazer isso. E podem ser repelidos, como o foram na Câmara dos Deputados, como o foram na Ordem dos Advogados, como o Foram na Procuradoria Geral da República, como o foram no Supremo Tribunal Federal, em todos esses colégios forenses do Direito Máximo, rejeitados em invocatórios engendrados por eles.
A terceira renúncia me é imposta pela identificação de hombridade, honradez e caráter que são instituídas na Constituição por característica da cidadania. Vez que, sendo o cidadão(ã) a pedra angular da civilização brasileira, a pessoa tem de ser identificada por essas virtudes. E ai, a pessoa capaz de votar e ser votada com senso de responsabilidade histórica para com os seus descendentes e para com a Pátria que os abriga, não se associa ao tipo de coisa que é Dilma, Lula, o PT, o Foro de São Paulo e seu conteúdo. E, só o fato de eu descer ao abismo de Dilma, Lula, PT e seus “especialistas” perco a confiabilidade de pessoa de bom senso, escolarizada e lúcida.
Todavia, não posso me esquivar de ajudar remover o entulho que está deslocado da latrina, só porque ele é estrume. Pois, nesse caso, eu não me incomodaria de me confundir com ele. E então, me parece razoável que eu mostre o estrume que está exalando seu fedor ao meu redor, pelo seu conteúdo decomposto.
O contraditório forense não aceita lamúria, nem injúria como defesa. Se aceitasse, não findaria o confronto. Assim, à denúncia, o denunciado tem de opor a sua inocência. Como a denúncia não é aceita sem o fato concreto que se constitui do evento imputável, da prova, da culpa e da autoria, a inocência tem de desconstituir a imputação, ilidir a prova, descaracterizar a culpa e extinguir a autoria. Ou então, explicar a razão da conduta atípica para lhe aliviar a pena. Limitar-se a clamar que é inocente, só solidifica a convicção da culpa.
No impeachment da Dilma, o evento se insere no “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos” através da FARRA DO PT NO PODER que faz aliança com deus e o diabo, não tem doutrina, nem programa de governo, assalta, estupra, mata e destrói como modelo político. A prova ressalta do corpo de delito do País, mostrando que Dilma Vana Rousseff a 13 anos está empenhado em roubar as empresas públicas, os cofres públicos sem senso de responsabilidade nem com a própria atividade de roubar, porque faliu o Pais, e, ao propor nova rodada de roubo chamada “ajuste fiscal” ninguém acreditou, porque, seu Ministro da Fazenda Levy informou: “Os cofres públicos estão vazios. Não há mais nada. Levaram tudo. E não há de onde tirar recursos a não ser com impostos.” E o roubo chamado de “pedaladas fiscais” está no contexto aziendal de movimentação do País, na base de falcatruas contábeis, estelionato estatístico, renuncias fiscais estelionatárias, estelionato de preços públicos, estelionato de consumo, cambalachos com títulos públicos, por onde ela fabricava ativos líquidos para as emissões de real frio; com cujo expediente, movimentava o fluxo de caixa da economia pelo multiplicador bancário e fazia o “milagre” do aumento da arrecadação com a economia em retração. E estourou porque não era dinheiro, nem impostos, e sim, engenharia financeira estelionatária, sem lastro de conversão metálica em contas correntes. Como no Direito se pode destruir uma pretensão com engenharia retórica, até que a verdade se imponha pela sua própria evidência, na Economia, também, se pode destruir um estado falimentar com engenharia contábil, até se esgotar as posições matemáticas na trapaça dos lançamentos. A evidência de autoria e a intensidade do dolo ressaltam do genocídio de mais de 5 milhões de pessoas que Dilma Vana Rousseff matou para roubar o Pais, e mais 9,8 milhões de pessoas que ela jogou ao extermínio, pelo desemprego. Pois, se as “pedaladas fiscais” fossem para “acudir programas sociais,” ainda que ela tivesse assassinado antes 5 milhões de pessoas, o Brasil não estaria falido por uma dívida impagável de mais de R$ 5 trilhões, e a nação não estaria com 9,8 milhões de pessoas jogadas ao extermínio pela miséria, por ela. Porquanto, é óbvio que, se cada pessoa dessas estivesse empregada, estaria produzindo, no mínimo. O dobro do seu salário, e isso apareceria no PIB. Se estivesse empregado no “Minha Casa Minha Vida,” como ela informa, esse jeito dela roubar os cofres públicos não estaria com 46% de inadimplência, gerando despejos contínuos de inadimplentes irrecuperáveis, justamente por perda de emprego.
E, o fato do nome da Dilma não estar em nenhuma lista de propina e ela não estar sendo
processada na “Lava Jato” é irrelevante no campo do Foro Parlamentar Indiciário, porque a denúncia que a submete à acusação e julgamento, está provada e comprovada PELA PRÓPRIA LAVA JATO NO CORPO DE DELITO DO PAIS, NO QUAL DILMA É A LADRA PRINCIPAL DESDE 2.003 QUANDO ASSUMIU A PETROBRAS, COMO MINSTRA DE MINAS E ENERGIA. E DESDE ENTÃO, O DIREITO PENAL NÃO PRECISA DE PROVA TÉCNICO-INSTRUTÓRIA CONTRA ELA, PORQUE ELA ESTÁ APENADA PELA RESPONSABILIDADE DA INVESTIDURA COM A CULÁ IN ELIGENDO E IN VIGILANDO. Como se trata de invocação de mérito, tal grau de culpa se qualifica pelo ESTADO DE ROUBO DOPAÍS ATÉ A FALÊNCIA, LHE IMPONTO PENA MÁXIMA.

O Brasil era uma democracia sim, até que o PT chegou ao poder em 2003 e, como a Corte Constitucional reconheceu no veredicto do Min. Gilmar Mendes, o PT a transformou numa “cleptocracia,” e o “Pais, num sindicato de ladrões,” com o povo sequestrado em seus lares e locais de trabalho, sob o terrorismo do medo, insegurança pública, insegurança jurídica, insegurança econômica, insegurança nacional, sofrendo guerra social terrorista, apodrecimento moral da civilização, destruição da família, desagregação da nação e desmontagem da Pátria; submetida ao banditismo comunista terrorista fundamentalista no poder, distribuído em bandidagem no poder aninhada no erário público, roubando o pais, e bandidagem de campo aninhada no “fome zero” matando, estuprando sequestrando, invadindo e aterrorizando.
Contrariamente à afirmação de Dilma, não está em jogo a vontade soberana do povo, porque esta, foi de 89.323.489 eleitores que disseram nas eleições de 2.014 que não querem Dilma, PT, Lula e sua bandidagem no Governo, contra apenas 14.243.000 que votaram na Dilma. Porquanto, o restante que lhe perfaz a votação de 54 milhões, FOI FABRICADO NAS URNAS ELETRÔNICAS. Então, se o impeachment tem esse alcance meritório, o que Eduardo Cunha tem de fazer ao receber o persecutório para o encaminhamento da acusação, é reconhecer vaga a Presidência da República e convocar as Forças Armadas para darem posse ao seu substituto constitucional dentro da gradação do art. 80 da Constituição, na qual resulta excluído Michel Temer, por perecer no crime com Dilma; para realizar as eleições plebiscitárias no prazo de 90 dias. Situação que poderá ser passada para Renan Calheiro, que, ao invés de encaminhar a acusação a processamento, poderá, também, ter o mesmo procedimento. Que seria a SAIDA POLÍTICA HONROSA, E ÚNICA. PORQUE, FORA DESSA, DEPUTADOS E SENADORES RESULTAM CONSTITUCIONALMENTE ENVOLVIDOS COM DILMA VANA ROUSSEFF, EM TODOS OS CRIMES QUE ELA ESTÁ PRATICANDO, INDEPENDENTEMENTE DE TIRAREM-NA DO CARGO. PORQUANTO, O IMPEACHMENT NÃO SANA O ASSALTO AO PODER FEITO PELO FORO DE SÃO PAULO. Obrigando, assim, a INTERVENÇÃO DO POVO NO PROCESSO HISTÓRICO, que, imporá a suspensão de funcionamento do Congresso Nacional até a posse dos titulares constitucionalmente eleitos na eleição plebiscitária. E que acontecerá, porque, nesse caso, serei eu que tomarei posse na interinidade constituinte da Presidência da República, PELO POVO EM ARMAS E NÃO EM VOTOS. E no cargo, não preciso de “especialistas,” de conselheiros. SOU DOUTOR EM CIÊNCIA JURÍDICA, CIÊNCIA SOCIAL, CIÊNCIA POLÍTICA E CIÊNCIA ECONÔMICA que são a base fundamental do edifício nacional civilizado. Sou conhecido pela minha impessoalidade, SENSO DE JUSTIÇA INSUPERAVEL, AMOR ÀS ARMAS COMO A ALMA E A CONSCIÊNCIA DO MEU POVO E MENOSPREZO A APLAUSOS. PORÉM, COM FIDELIDADE ABSOLUTA À HISTÓRIA RETRATADA NA PÁTRIA E NA QUALIDADE DE VIDA DA NAÇÃO.
Não foram os derrotados que mergulharam o País em estado permanente de instabilidade política que ocasionou a crise econômica. E sim, foi a INTELIGÊNCIA das Forças Armadas que aceitou o restabelecimento do status quo ante da Revolução de 64 que Dilma Vana Rousseff fez com sua Lei terrorista nº 12.528 de 18.11.2011, e consolidou com seu Decreto nº 8.243 de 23.5.2014, por onde deixou o Brasil sem Constituição, à mercê da bandidagem no poder, que veio a campo, organizando o Í como estava previsto no “Ideário da Revolução de 64.” Para cujo momento, a Constituição preservou o poder constituinte no poder constitucional, para evitar pela INTERVENÇÃO DO POVO NO PROCESSO HISTÓRICO, a hecatombe de civilização que a bandidagem comunista, terroristas construíra. Além disso, tal invocação meritória, sem demonstração das instabilidades políticas e econômicas que povo produziu contra si, por ódio à Dilma, estendem-lhe o impeachment pelo corpo de delito do País, impondo-lhe a responsabilização penal pelo roubo do País e o genocídio da nação.
Quem instalou a nação brasileira sobre o ódio, foi Dilma Vana Rousseff, Lula, PT e seu aglomerado de bandidos, que, durante 13 anos no poder, jogou empregados contra patrões, pobres contra ricos, pretos contra brancos, índios contra a nação, sem terras contra proprietários, analfabetos contra eruditos, estudantes contra professores, filhos contra os pais, esposas contra maridos. Matou mais de 5 milhões de pessoas e jogou ao extermínio mais 9,8 milhões. E, arremata a sua destruição da civilização brasileira pelo ódio declarando guerra civil COM O SEU MURO DE BERLIM NA ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS, SEM NENHUMA JUSTIFICATIVA DE PARTE DA NAÇÃO, QUE EXPLIQUE ISSO, A NÃO SER UNCIAMENTE OS SEUS “EXÉRCITOS COMPOSTS DE MST, CUT, PCC, CV, FARCs, Hamas, Hesbollah, Al Qaeda, Talebans, Jihads, Boko Haram, que, fora os que já estavam aqui dentro como “mais médicos” e “imigrantes,” invadiram o Brasil nesta semana, para “defender Dilma do Impeachmet.” Como isso é uma invasão agressiva à Segurança Nacional, SERÃO REPELIDOS COMO INVASORES, NA BALA.
Então, minhas queridas amigas, meus queridos amigos, o inimigo encerra o seu espetáculo de picadeiro, deixando claro que NÃO ENTREGARÁ O CARGO ESBULHADO, SE NÃO FOR PELA BALA. E ASSIM ELE TERÁ. TODO O MUNDO LIVRE ESTÁ COM O POVO BRASILEIRO E COM CONFIANÇA TOTAL EM NOSSA CAPACIDADE DE SERMOS SOBERANOS NO SEIO DOS POVOS QUE RESPEITAMOS COM DEVOÇÃO EM NOSSA CONSTITUIÇÃO, MAS ALÍ ESTÁ CONSIGNADO QUE NÃO PRESCINDIMOS DE IGUAL CONSIDERAÇÃO.
Eu poderia entrar no impeachment e acabar com a festa. Mas, é preciso que o suicídio de poder das “esquerdas” levando consigo o subdesenvolvimento do Brasil, para que possamos reinstalá-lo no canteiro de obras de construção da Pátria que iniciamos em 1964, se complete por si. Apenas com a nossa assistência de arquibancada. Como o saudoso amigo João Figueiredo me recomendou em suas orientações derradeiras: “Quando o fervo começar, vá para as arquibancadas. Com o que sobrar do entrevero, faremos uma grande nação.” Recomendação que não sei se cumprirei, porque, como comandante supremo e autoridade suprema das Forças Armadas, TENHO AS TROPAS COMO MEUS FILHOS, E NÃO ME PERDOARIA SE RECEBER ALGUM DELES FERIDO NO CAMPO DE BATALHA, ONDE ESTAMOS CHAMADOS A MATAR PELA PÁTRIA E PELO NOSSO POVO MASSACRADO, SEM OUTRA ALTERNATIVA! EU ESTAREI COM ELES!
Como é a resposta do POVO EM SUAS FORÇAS ARMADAS, à fala da Dilma à nação, peço que deem máxima divulgação. Á minha responsabilidade.

ALEA JACTA EST!!!

Quartel General do Exército – Brasília/DF, 16 de abril de 2.016

Celio evangelista ferreira do nascimento
na representação constitucional do povo
no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas.
DIVULGUEM AO MÁXIMO. SOB MINHA RESPONSABILIDADE. MANDEM PRA TODOS OS DEPUTADOS E SENADORES.

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por | 17 de abril de 2016 · 00:35

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