CARTA AO DIRETOR DA POLÍCIA FEDERAL

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DR. LEANDRO DAIELLO COIMBRA, DIRETOR-GERAL DA POLÍCIA FEDERAL. PELO EXMO. SR. DR. DELEGADO DE POLÍCIA FEDERAL EM CASCAVEL/PR.

O POVO BRASILEIRO EM FORO DE SOBERANIA EM INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO PELO CIDADÃO CELIO EVANGELISTA FERREIRA DO NASCIMENTO QUE O REPRESENTA CONSTITUCIONALMENTE NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS no exercício direito do poder nos termos do art. 1º incs. I/V e Parág. único, com o art. 3º incs. I/IV, o art. 4º incs. I, II, III, VIII, o art. 5º caput e incs, X, XLIII, LXXIII, §§ 2º e 3º, com o art.. 37 caput, o art. 84 inc. XIII e o art. 142, o art. 144 caput, com o art. 127, o art. 102 caput e o art. 80, da CF, e recepcionam o art. 1º com o art. 5º n. 1, o art. 10º n. 1, 2 da Convenção Americana Sobre Direitos Humanos, o art. 2º com o art. 21 n. 1 da Declaração Universal dos Direitos do Homem, a Resol. do CS/ONU n. 1.373 de 28.09.2001, e faz aplicável o art. 6º com o art. 8º da Carta Democrática Interamericana, e o art. 55 c, da Carta da ONU, por aplicação do Decreto n. 5.639 de 26.12.2005, com o Decreto n. 4.388 de 25.09.2002,
1) considerando que o corpo de delito do País dispensa enquadramentos perquiritórios, porque ele mostra que foi produzido pelo “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos,” instalado pelo Foro de São Paulo na Presidência da República em 2.003, sob comando de Luiz Inácio Lula da Silva; em cuja execução ele extinguiu eficácia ao Estado Democrático de Direito e implantou o terrorismo oligárquico comunista de bandidos, que estendeu metástase para o Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal, Procuradoria-Geral da República, Ordem dos Advogados do Brasil, Escolas Públicas Universidades, Imprensa e daí por todo o tecido institucional e estruturas operacionais da República, em
forma de crime organizado no governo, operado por gangues políticas e gerido por corporações quadrilheiras, bifurcado em bandidagem no poder ocupada em roubar o país, massacrar a nação e destruir a Pátria, e bandidagem de campo ocupada em matar, estuprar, assaltar, sequestrar e aterrorizar, já somando, em 14 anos de ação, o roubo de R$ 36 trilhões e o massacre de mais de 5 milhões de pessoas; e fundiu o Governo, com as oligarquias do poder, empresas públicas e parte da iniciativa privada na FARRA DO PT NO PODER, por onde faliram o Brasil por retração empresarial, recessão econômica, destruição do real, inflação, e desemprego; com o país movido por falcatruas contábeis, estelionato estatístico, renúncias fiscais estelionatárias; cambalachos e vigarices com títulos públicos, estelionato de preços públicos, estelionato de consumo e emissões de real frio, e a economia agonizando por desaparecimento de atividades e negócios, fechamento de empresas, fuga do capital externo, recuperações de crédito, falências, fusões e incorporações de empresas e alijamento do país do sistema financeiro internacional. Dando como produto de civilização, a transformação da democracia em cleptocracia e o país, num sindicato de ladrões; a guerra social terrorista na base de 174 assassinatos por dia, uma ocorrência marginal a cada 0,14 minutos 94 eliminações por dia nos corredores de extermínio do SUS; com 88,9% da população doente; 53 mil eliminações e 135 mil aleijados e feridos por ano nos corredores de extermínio do trânsito; mais de 10 mil pessoas eliminadas por ano por fome, sede, promiscuidade habitacional, vício, falta de saneamento básico e segurança de infraestrutura; apodrecimento moral da civilização brasileira, com a “indústria Maria da Penha” de transformação de esposas em prostitutas, maridos em cafajestes e filhos em bastardos, e as escolas públicas transformadas em bordeis de iniciação das crianças na prostituição, cafajestismo, vício, vadiagem e marginalidade, onde já produziram 1,7 milhões de crianças de 9 a 14 ocupadas nesses campos, e 5,6 milhões de jovens de 18 a 24 anos sobrevivendo da prostituição, tráfico de drogas e crimes por falta de cobertura de sobrevivência digna na economia destroçada do País; destruição da família, com os filhos erigidos contra os pais, instrumentalizados da legítima defesa putativa, se estes quiserem educa-los e ensiná-los trabalhar; desintegração social com empregados contra patrões, sem terras contra proprietários, pretos contra brancos, índios contra a nação, analfabetos contra eruditos, mulheres contra os homens, estudantes contra os professores; a desagregação da nação com 96 milhões de encrencas na justiça para a população economicamente ativa de 76/83 milhões de pessoas; e a desmontagem da economia pela extorsão tributária, custos do Estado, falta de infraestrutura física do País, destruição da Petrobras, Eletrobrás Eletronuclear; resultando o povo brasileiro composto da: 1) elite bilionária da política, da Magistratura, do Ministério Pública e agregados, 2) da população que é assassinada pela fome, sede, vícios e epidemias, na medida em que o banditismo terrorista se agiganta sobre a nação;
2) Considerando que a bandidagem terrorista contida de 1.964 a 1.979 pela Revolução Redentora, e reintegrada à nação pela Lei 6.683 de 28.8.1979, e efetivados na vida pública do País pela Constituição no art. 8º do ADCT, pela sua Lei terrorista nº 12.528 de 18.1.2.011, renunciaram a anistia e restabeleceram o status quo ante da Revolução de 64, e se declararam vencedores e a nação vencida em suas Forças Armadas para, na condição de infame, sofrer as condenações, em seus soldados vivos e mortos, de execração moral e esquartejamento de personalidade, em caráter perpétuo; além da “indenização de guerra” já em mais de R$ 45 bilhões; e pela Lei Complementar terrorista nº 275 de 14.04.2.014 e o Decreto terrorista nº 8.243 de 23.5.2014, deram andamento ao projeto “pátria grande” que pretende dissolver a Pátria pela eliminação das fronteiras geográficas e distribuição dela aos países membros da organização terrorista de bandidos; e isso instaurou a nação em reação de cidadania contra a bandidagem no poder, emergente da razão de Estado que o corpo de delito do pais de 2.003 a 2.011 já configurava, mais a crise institucional de Estado, que se implementou com o assalto ao poder, a falência do Páis e o caos social, e rompeu o Estado Democrático de Direito na fusão do poder político com o poder militar na Magistratura de Estado, dando emersão ao povo em Foro de Soberania para recuperar a sua vocação de liberdade, restaurar o Estado Democrático de Direito, restabelecer a unidade da nação e encaminhar o País para o trabalho, que o povo promoveu pela operacionalidade procedimental de cidadania perante os poderes constitucionais, instituições e poderes públicos, constante do PO/ACFA 1300820/2013 – 7.2.2013, formalizado pelos PROTOCOLOS: STF 0038341, 29.2.2012, PR CODIN/POT/19.02.2012; SF29.02.2012; SF17.07.2012; SF11.06.2012 STF; PGR CD PR SF; CFA 117.419 29.02012 30.05.2012, 10.10.12; DPF/MS 08335.025373/2012-65 27.11.2012; DPF/ MS 335.005016/2013-61 28.01.2013; DPF/DF 08001.08335.0032 35/2002-5; 08001.008976/2012-74;
08001.014173/20 12-59 COGER/DPF; 08200.008079/2013-03; 08200.008592/2013- STF AR-J6603237679BR; PF 08335.018120/2014-05; PGJ 022451-2/2; 022450-2/2; 018742-2/2; 019223-22/, 01237180; 151113 1403 67; 01238632-1; 10123 1355; 11988/2014, PGR 10058/2014. STF SF 82200437/2014; STF PE 6197258220; ACFA PE 513259353JH; STF PE 513269996JH; STF PE 619725820JH; PRM-CAC-PR 10058/2014; PR PRM-CAC-PR 00010318/2014; 00001447/2015; MPF/CEV/PR 03/03/2015; PRM/CR-PR 1406/2015, dentre outros, recebidos, reconhecidos e homologados pelos poderes constitucionais, Ministério Público e Polícia Federal;
3) Considerando que o núcleo de comando da organização terrorista de bandidos se entrincheirou na Presidência da República, de onde ameaça consolidar o banditismo terrorista como forma de poder, através de destruição do livre exercício do Poder Judiciário implementado pela Segurança Pública que opera a justiça pelo persecutório indiciário à cargo da Polícia Federal e pela acusação a cargo do Ministério Público Federal, no campo da marginalidade no poder; em cujo desideratum pretendem dissolver a Polícia Federal, como já dissolveram o próprio Estado de direito, e com isso se fazem em flagrante delitos no âmbito do art. 5º caput da Constituição, regidos por índole perversa comum que os caracteriza como corporação ideológica organizada por bandos, quadrilhas e grupos dentro dos poderes, instituições e organismos do Estado, objetivando fugir do enquadramento penal e por isso, querem neutralizar a Polícia Federal como fizeram com o Ministério Público e o Poder Judiciário;
4) Considerando que são bandidos terroristas históricos na infestação penal da civilização brasileira, e confessos no roubo do País, que ainda hoje, 21.03.2016, reafirmaram a autoria do estado falimentar do Brasil, com o “programa de recuperação da economia,” pela “redução do tamanho burocrático e de custos do Estado,” que os faz confessos no roubo do País pela modalidade do empreguismo que o inchou 9,8% maior do que sua iniciativa privada, travou a expansão empresarial e resultou em desemprego, definhamento do Mercado e desabastecimento do Sistema Financeiro Nacional, gerando a “crise econômica” que o plano de “aceleração da economia” apresentado não instala canteiro de obras a ocupar a nação no trabalho, mas sim, de manutenção do roubo do País e da vadiagem pela redistribuição do sistema de roubá-lo, por: “correição das contas públicas, reduções de gastos, cortes de despesas, demissões e ajustamentos do Governo à capacidade orçamentária do País.” Isso faz prova absoluta de que são eles, “ladrões de sindicatos, que transformaram o país num sindicato de ladrões,” a peste da civilização brasileira que tem de ser expurgada da vida pública da nação.
5) Considerando que desde o dia 1º de janeiro de 2.015, o Brasil está sem presidente da República, com uma assassina, terrorista, sequestradora, assaltante, praticante de aborto na prostituição da guerrilha, usurpando o cargo de Presidente da República por assalto ao poder feito pelo Foro de São Paulo com o Instituto Lula, LILS, Superior Tribunal Eleitoral, Procuradoria-Geral Eleitoral Ordem dos Advogados do Brasil, com dinheiro roubado da Petrobras, BNDES, Eletrobrás, Eletronuclear, Cofres Públicos e do povo, com o qual produziram o sufrágio e fabricaram o mandato de Dilma Vana Rousseff com as urnas eletrônicas; situação reconhecida e proclamada pela Suprema Corte nos diversos veredictos do Ministro Gilmar Mendes alicerçada no acervo probatório produzido pela própria bandidagem no poder, com as várias ações perante o TSE.
6) Considerando que essa situação transforma a Presidência da República na trincheira de bandidos que, ali, em formação de quadrilha, além do roubo do País, massacre da Nação e destruição da Pátria, estão na prática dos crimes de usurpação de cargo público, prevaricação, obstrução da justiça, subtração de perseguido à justiça, fuga e esconderijo do respectivo meliante na Presidência da República, configurando em sede de Processo Histórico, atentado terrorista ao exercício do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Segurança Pública em formação de quadrilha e organização terrorista abrangidos no art. 1º inc. II e Parág. único, com o art.4º inc. VIII, o art. 5º inc. XLIII, XLIV com o art. 37 e o art. 144 caput e § 1º inc. I, IV da Constituição, que recepciona a Lei 7.170 de 14.12.1983 além da Carta das Nações Unidas e tratados internacionais nos quais o Brasil é signatário, engendrados e comandados por Dilma Vana Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva, José Eduardo Martins Cardoso e Eugênio José Guilherme de Aragão, patenteando-se estado de flagrante delito ideológico da bandidagem no poder e de legítima defesa da nação massacrada, que exclui a perquirição criminal singular, porque a criminalidade de conduta resulta absorvida no sistema de banditismo terrorista no poder, e impõe a INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL NO PROCESSO HISTÓRICO.
7) Considerando que a espiral do poder, no ordenamento jurídico do Brasil é do cidadão para o Estado, e isto impõe ao desempenho do mesmo: titularidade, legitimidade e mérito na dispensação sua tutelar, sem cujos requisitos inexistem procedimentos forenses geradores de jurisdição e coação, mas sim, rezingas de bandidos entre si, nas quais emborcam as necessidades de progresso e desenvolvimento do País, instalando convulsão demandatária generalizada que a população supera com a modalidade de todos roubarem a todos e todos desconfiarem de todos, por onde se instala o quadro patológico da degeneração de caráter e honradez da nação, 8) Considerando a agressividade da quadrilha de bandidos terroristas entrincheirada na Presidência da República, contra a nação na sua Polícia Federal, buscando neutralizá-la no inestimável serviço que ela está prestando à paz mundial, desde que transformou a “revolução bolivariana” de graves desfechos internacionais, em caso de polícia interna corporis do Brasil, com objetivo manifesto de extinguirem eficácia à Constituição que institui a Polícia Federal sob o comando da União, o qual, em virtude da CRISE INSTITUCIONAL DE ESTADO tipificada pelas diversas desqualificações criminosas, atacadas pelo povo com quase uma centena de ações judiciais e um processo de impeachment no Foro Parlamentar, todas abrangidas na INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO que instalou o meio ambiente político na consciência de repúdio da nação para isso, e que deu emersão ao povo em Foro de Soberania ao exercício direto do poder, pelo qual se investe do comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas, e também do comando governamental da Polícia Federal, em virtude de estar vago, desde o dia 1º de janeiro de 2.015 o cargo auxiliar de governo de Ministro de Estado da Justiça,
DECLARA-SE
responsável pela INTERVENÇÃO DE SEGURANÇA NACIONAL que foi feita no sistema de comunicação da Instituição da Presidência da República, através da Polícia Federal com o MM. Juiz Sergio Moro, que foi imposto pelo estado de marginalidade terrorista em que ela está, na invasão que sofre de parte do Foro de São Paulo, na execução do “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos,” que aninha na FARRA DO PT NO PODER, o roubo do País, o massacre da Nação e a destruição da Pátria, e porque o controle externo do Governo pelo POVO não é somente um dever de nacionalidade imposto pelo art. 144 caput da Constituição, como também é uma operação de cidadania no exercício direto do poder, que o povo tem de operar através da Polícia Federal com o Ministério Público Federal e o respectivo Juízo Federal que formam a “alquimia” de inteligência que transformou a “revolução bolivariana” em caso de polícia; em cuja transformação, o ataque terrorista sediado já a 14 anos na Presidência da República, é, primeiramente, questão policial de Ordem Pública, para depois, por eventual resistência marginal, se fazer questão de interesse da Segurança Nacional. E este é o equipamento de inteligência que agrega as Forças Armadas, Policias Militares, Polícia Federal, Ministério Público, Justiça Federal e a Suprema Corte na INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL DO POVO NO REGIME. Não tendo havido, pois, nem “escuta telefônica,” nem “grampo,” nem “desvio de comunicação,” nem “interceptação de telefonema,” mas sim, a VIGILÂNCIA DE SEGURANÇA NACIONAL AO ENCARGO DAS FORÇAS ARMADAS, que têm na Instituição da Presidência da República o seu ápice de soberania; ora feito em conjunto com as instituições mencionadas, em virtude da situação que a determinou. E, nessa vigilância, os meliantes Dilma Vana Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva foram flagrados combinando a execução de um gravíssimo atentado à Segurança Nacional, de Ordem Pública interna corporis; vez que os meliantes engendravam entre si a execução de atendado à Constituição, pelos crimes retro mencionados, dentre os quais, o mais grave é o de impedimento ao livre exercício do Poder Judiciário que, se Dilma Vana Rousseff tivesse mandato, configuraria crime de responsabilidade perante o Foro Parlamentar. Em falta dessa investidura, tipifica-se atentado terrorista de Ordem Pública. E por isso não foi o aparelho judiciário administrado pelo Magistrado Sergio Moro que deu a publico o flagrante, mas sim, foi O POVO NAS FORÇAS ARMADAS que lhe colocou o flagrante de um crime que estava sendo executado na Presidência da República, se fosse retido ao conhecimento da nação, configuraria crime grave de condescendência, favorecimento e co-autoria do Juizo da “Operação Lava-Jato,” na qual o flagrante se insere. E isso o POVO NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS, e por conseguinte, titular constitucional da Segurança Nacional, assume a determinação que levou o Juízo do feito à publicação do respectivo colóquio entre marginais abrigados na Presidência da República. Cujo objetivo da publicação é o alicerçamento de eventual AÇÃO ARMADA que o entrincheiramento da bandidagem no poder impuser à efetivação da INTERVENÇÃO com a posse do Presidente Interino da República. E assim sendo, o POVO EM FORO DE SOBERNIA,
ASSUME O COMANDO GOVERNAMENTAL CONSTITUCIONAL DA POLÍCIA FEDERAL, na pessoa do cidadão Celio Evangelista Ferreira do Nascimento no exercício direto do poder nos termos do art. 1º incs. I,II e Parág. único, com o art. 144 caput e § 1º da Constituição, originariamente, porque a União pressupõe a nação em exercício de cidadania, e, segundo, porque está vago o cargo de Presidente da República e, de consequência, o cargo auxiliar de governo de Ministro de Estado da Justiça; resultando a Polícia Federal na mesma situação das Forças Armadas: SOB O COMANDO DO POVO. Em cujo desempenho direto do poder.
I N V O C O
A V. Excia., dar ciência do presente ato institucional de cidadania ao Supremo Tribunal Federal em execução do art. 1º inc. II e Parág. único com o art. 144 caput e art. 102 caput da Constituição; vez que o COMANDO DE GOVERNO da Polícia Federal que pereceu pela ausência de titular mandatário e disso emerge o COMANDO DO POVO no exercício direto do poder que supre a operacionalidade da Constituição pelo Foro de Soberania emergente da extinção de eficácia ao Estado Democrático de Direito, implica na prisão imediata de Eugênio José Guilherme de Aragão; a qual está sendo invocada em ato a parte em virtude do rito constitucional de sua efetivação. Bem como, transmití-lo aos efetivos da Polícia Federal.
Quartel General do Exército – Brasília/DF, 22 de março de 2.016

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celio evangelista ferreira do nascimento
na representação constitucional do povo
no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas.

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