INTERVENÇÃO DO POVO NO REGIME

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REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
Forças Armadas sob Comando Supremo e Autoridade Suprema do Povo.
EXCELENTÍSSIMO SENHOR PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA PELA PROCURADORIA DA REPÚBLICA EM CASCAVEL-PR.
O POVO NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS PELO CIDADÃO QUE O REPRESENTA CONSTITUCIONALMENTE EM 89.323.489 CONSTITUINTES NO EXERCÍCIO DIRETO DO PODER NOS TERMOS DA CONSTITUIÇÃO, por este Ato Institucional de Cidadania fundado na Constituição e alicerçado nas Forças Armadas, com arquivamento na Procuradoria-Geral da República e distribuído pelas redes sociais à população, executando o propósito pedagógico da INTERVENÇÃO DO POVO NO REGIME que está instaurada perante o Supremo Tribunal Federal nos termos do art. 102 caput da Constituição e perante todos os poderes constitucionais,
REGISTRA PARA OS ANAIS DA HISTÓRIA,
o espetáculo do “impeachment da Dilma” que está em publicidade de bilheteria a vários meses e teve na apresentação do dia 17.12.015, o elenco dos
“BANDIDOS ESCONDIDOS ATRÁS DA TOGA.”
Assim identificados pela Exma Sra. ex-Corregedora Na -cional de Justiça, Min. Eliana Calmon, e auto consagrados assim pela aceitação tácita.
O ousado elenco que, com desassombro petis -ta extraordinário soma-do à vocação terrorista nata, silenciou a nação com a sua macabra arte de negar eficácia à Constituição e consolidar a anarquia oligárquica comunista terrorista fundamentalista de bandidos ocupada em roubar o País, massacrar a Nação e destruir a Pátria pela FARRA DO PT NO PODER, regada a prostituição, cafajestismo, orgias, vício, vadiagem, vagabundagem, torpeza, menosprezo ao bom senso e desprovimento de hombridade, honradez, caráter e lucidez. Em execução do “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil em 22 Anos.”
O script interpretado se originou de denúncia por crime de responsabilidade que o POVO NO EXERCÍCIO DA CIDADANIA apresentou ao Foro Parlamentar contra Dilma Vana Rousseff, assassina, sequestradora, assaltante, terrorista, praticante de aborto na prostituição da guerrilha, ora usurpando o cargo de Presidente da República por assalto ao poder, praticado pelo Foro de São Paulo com José Dias Toffoli e Rodrigo Janot, através de eleição terrorista promovida com dinheiro roubado da Petrobrás, BNDES, Eletrobrás, Cofres Públicos e do povo, pela qual produziram o sufrágio e fabricaram com ele o mandato de Dilma nas urnas eletrônicas.
Foi um espetáculo repetitivo sem novidade, visto que a denúncia tinha por objeto, mostrar ao mundo que a nação está sem foro de socorro no Regime porque a qualquer dos poderes constitucionais em todos os graus federativos, peticiona ao próprio bandido ou a protetor dele. Por isso o desassombrado elenco não surpreendeu a nação. Pois, o desempenho de picadeiro já era esperado desde a apresentação da denúncia ao Foro Parlamentar. O que gerou comentários foi a arte sórdida, covarde e dissimulada do elenco de se compor em corporação quadrilheira na prática do crime de terrorismo institucional pelo art. 101 da Constituição, que os transforma de indivíduos judicantes em “Corte Magistral.” Assim, o repugnante ator de proa Fachini declarou a eficácia da Constituição na sua escaramuça monocrática de palco judicante, porque seria absorvido em corpo quadrilheiro pela mesma Constituição. E prevaleceria, como prevaleceu, a arte macabra desse corpo extinguindo eficácia à Constituição. E assim a Constituição resultou só um livro sem conteúdo dogmático para o “direito achado na rua” que o terrorismo petista inoculou na cultura jurídica da nação. O qual produziu os “bandidos escondidos atrás da toga” que se impõem pela sapiência de investidura ao invés de decidirem pela AUTORIDADE DE CÁTEDRA, CULTURA MÁXIMA e DOMÍNIO DA VIDA CIVILIZADA identificados por hombridade, honradez, caráter, impessoalidade e patriotismo quando a questão é de Corte Constitucional, implícitos no notável saber jurídico e reputação ilibada. Pois, negada eficácia à Constituição resultam ausentes essas qualificações de investiduras.
O Foro Parlamentar é desprovido de judicatura. Por isto, sua decisão é legiferante e não judiciária. E, é constituído de instância parlamentar congressual única, distribuída nas duas esferas legiferantes do Congresso Nacional. Ele se compõe da Câmara dos Deputados que, sobre denúncia fundada, de qualquer cidadão, formula a acusação contra o Presidente da República, que tem de ser recebida por dois terços dos deputados e apresentada por decreto de acusação acompanhado do procedimento que o motiva, ao Senado Federal que instaura o processo parlamentar sobre o decreto acusatório na forma do respectivo Regimento Interno do Congresso Nacional. Se este não existir, ou não estabelecer a ação de impeachment, esta se regerá pela Constituição com a Lei nº 1.079 de 10.04.1.950. JAMAIS POR PATROCÍNIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, porque, tal relação de subordinação extingue a tripartição dos poderes que, na esfera de FORO PARLAMENTAR e FORO JUDICIÁRIO está identificada pela judicatura do Poder Judiciário e a legislatura do Poder Legislativo. E instala CRISE INSTITUCIONAL DE ESTADO por extinção de eficácia da Constituição, que tipifica o estado anárquico de gangues e quadrilhas. Por isto, a denúncia instaura a acusação na Câmara dos Deputados, que a transforma em decreto acusatório e comissão parlamentar acusatória no Senado Federal.
Daí o ELENCO PRETORIANO identificar-se pela qualificação da ex-Corregedora Nacional de Justiça Min. Eliana Calmon, da maior periculosidade, porque revelam-se terroristas em atentado contra a Constituição no desempenho terrorista da organização de consolidação da anarquia oligárquica comunista terrorista fundamentalista bifurcada em bandidagem no poder ocupada em roubar o País, massacrar a Nação e destruir a Pátria, e bandidagem de campo ocupada em matar, roubar, estuprar e aterrorizar, que se distribui na República em crime organizado no governo, operado por gangues políticas e gerido por corporações quadrilheiras, dentre as quais, a mais insana é a dos “bandidos escondidos atrás da toga.” Como os anais do Poder Judiciário registram:
“Notoriamente usaram a Justiça Eleitoral como uma instituição de lavagem de dinheiro. Seja na forma de gastos que não ocorreram – tiraram o dinheiro da campanha para outras finalidades -como também essas doações viciadas. Porque na origem está o fenômeno de corrupção lá na Petrobras… Então nós estamos falando de lavagem. A gráfica VTB – Serviços Gráficos e Mídia Exterior Ltda., recebeu R$ 23 milhões, da campanha de Dilma, não tem nenhum empregado, a sua sede aparentemente não existe.” Min. Gilmar Mendes
“A minha designação como relator foi contestada pela Procuradoria-Geral Eleitoral (em novembro de 2014). À época, eu já tinha até dito: ‘procurador se quiser atuar como advogado, assuma a bancada dos advogados do pt, mas não aqui. E não venha ele querer dar lição ao STE… A gráfica VTB Serviços Gráficos e Mídia Exterior Ltda., recebeu R$ 23 milhões, da campanha de Dilma, não tem nenhum empregado, a sua sede aparentemente não existe.” – Min. Gilmar Mendes “Ladrões de sindicatos transformaram o pais num sindicato de ladrões, estamos vivendo uma “cleptocracia…”

“O Brasil vive uma crise de enfraquecimento do Estado, em contraposição à crescente tentativa de manipulação da democracia pelo jeitinho brasileiro. Cada manhã é recebida com reserva pelos brasileiros, o País anuncia um novo pacote, uma nova medida, uma nova reforma de eficácia questionável. Vemos nossos direitos sendo saqueados, nossas riquezas sendo lavadas, nossos bens sendo expatriados. Somos bombardeados a todo momento por notícias de corrupção como se o Brasil fosse uma terra minada. (…) Uma verdadeira torre de babel, parece que ninguém mais se entende…Nisto expresso o sentimento do brasileiro.” Min. João Otavio de Noronha.

“A investigação penal, não obstante fragmentada em diversos inquéritos e procedimentos de apuração de delito, tem por objeto uma vasta organização criminosa de projeção tentacular com métodos homogêneos de atuação,

“integrada por diversos atores e protagonistas e operando por intermédio de vários núcleos com idêntico ou semelhante modus operandi na captação, operacionalização e distribuição criminosa.”
“É humanamente impossível estancar a corrupção do PT no país. Quando se chega a um foco ele se ramifica em vários outros.” – Diz Delegado da Lava-Jato.

“FESTA O casamento do filho de Sepúlveda Pertence, presidente da Comissão de Ética Pública, reuniu o ex-senador Luz Estevão e o ministro Dias Toffoli, respectivamente réu e juiz de um mesmo processo, numa festa com jatos à disposição e surpresas, como a distribuição de frascos de lança-perfume aos convidados.
“O processo de escolha (dos Ministros) é uma verdadeira simbiose entre Legislativo, Executivo e Judiciário e foi levado a um ponto intragável, em que há sempre a perspectiva, por parte dos magistrados, de agradar aos políticos de plantão, que podem ajudá-los a galgar postos mais altos na Justiça.” Afirma o procurador Alexandre Camanho, presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, Virou uma grande bancada de compadres, onde todos se protegem, se frequentam, e quem quiser ter vaga no STJ ou no STF tem de usufruir de proximidade e prestígio com os políticos.”
“Relator do caso que resultou no arquivamento do processo que investigou a família Sarney, o ministro Sebastião Reis Júnior foi empossado em junho passado no STJ. Um de seus amigos diletos é o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro. Kakay, como o advogado é conhecido em Brasília, também é amigo de Sarney e defensor do clã maranhense há tempos… Em fevereiro, o advogado organizou uma feijoada na mansão em que mora, em Brasília, que reuniu ministros, senadores e advogados famosos. Sebastião Reis era um dos convidados. Na ocasião, apesar de ainda ser aspirante à vaga no STJ, já era paparicado como “ministro” por alguns convivas. O ministro do Supremo Tribunal Federal José Dias Toffoli também participou da feijoada, que varou a madrugada. Ah, as festas e os quartos de hotel em Brasília…
“No dia 17 passado, um sábado, Toffoli, Kakay e representantes de famosas bancas de advogados de Brasília voltaram a se encontrar em uma festa, em Araxá, Minas Gerais, no casamento de um dos filhos do ex-ministro do STF Sepúlveda Pertence, presidente da Comissão de Ética Pública da Presidência – uma espécie de vigilante e fiscal do comportamento das autoridades do Executivo… O aeroporto da cidade não via um movimento assim tão intenso fazia muito tempo. Os convidados mais famosos chegaram a bordo de aviões particulares, inclusive o ministro Dias Toffoli… Na segunda-feira, quando começa a semana de trabalho, os convivas passa a chamar-se de excelências. Voltam a ser juízes, advogados e réus. Só na aparência, infelizmente.” –Veja nº 39 ed. 2236, de 28.09.2011, pags. 71/72-
“Limpeza na Justiça. À frente da corregedoria do CNJ, o ministro Gilson Dipp conduz uma devassa que tem exposto as mazelas do Judiciário Brasileiro… Vendas de sentenças, patrimonialismo, clientelismo, corrupção variada. Há de tudo nos tribunais do País.

“Há um juiz auxiliar meu que costuma dizer que os tribunais brasileiros são formados por duques, condes, lordes e fidalgos comandados por um rei, o presidente, com mandato de dois anos,” afirma Dipp. – Carta Capital, n. 565 de 30.09.2009-
“MINISTRA ELIANE CALMON: Recentemente, para atender a um pedido político, o STJ chegou a conclusão de que denúncia anônima (comprovada pela Polícia Federal) não pode ser considerada pelo tribunal… Para ascender na carreira, o juiz precisa dos políticos. Nos tribunais superiores, o critério é única e exclusivamente político… Certa vez me perguntaram se eu tinha padrinhos políticos. Eu disse: Claro, se não tivesse, não estaria aqui. Eu sou fruto de um sistema. Para entrar num tribunal como o STJ, seu nome tem de primeiro passar pelo crivo dos ministros, depois do presidente da República e ainda do Senado.
O ministro escolhido sai devendo a todo o mundo… Eles têm medo desse meu jeito. Eu sou a única rebelde nesse sistema, mas sou uma rebelde que fala. Há colegas que, quando chegam para montar um gabinete, não têm o direito de escolher um assessor sequer, porque já está tudo preenchido por indicação política.” –Veja, edição n. 2184, de 29.09.2010-
“UMA FESTA DO OUTRO MUNDO. A elite de Brasília foi brindada com um casamento inspirado em Versalhes e parecido com a corte local: exuberante, luxuoso e cheio de personagens “acima de qualquer suspeita… José Celso Gontijo, o pai da noiva, foi filmado entregando pacotes de dinheiro a um arrecadador de propina… o empresário explica: “Não era propina. Eu estava apenas ajudando o Arruda, meu amigo de longa data, a pagar os honorários do advogado dele.” Detalhe curioso: Gontijo e o tal advogado, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Maurício Corrêa, são cunhados. E por que raios o governador precisaria dos serviços do empresário para entregar dinheiro ao próprio advogado…” – Veja, edição 2184, de 29.09.2010, pags. 92/93-
“A morte do juiz Leopoldino Marques do Amaral foi tramada em uma reunião realizada na casa de Josino Pereira Guimarães com a presença dos desembargadores aposentados Odiles de Freitas e Paulo Lessa e do ex-sargento José Jesus de Freitas. A informação é do ex-juiz José Geraldo Palmeira, que prestou depoimento por videoconferência ao Juízo da 7ª Vara da Justiça Federal.” – A Gazeta-
E assim é que a cleptocracia transformou o povo em moeda de troca em suas desavenças na partilha do País como despojo das urnas pela modalidade de “bases parlamentares” e “governo participativo.”
“No fundo, o que se espera é que processos saiam de Curitiba e não tenham a devida sequência em outros lugares. É bom que se diga em português claro.” Min. Gilmar Mendes no “fatiamento de juízo sobre a “Lava-Jato.” Que mostrou o STF protegendo a cleptocracia terrorista, por um aviltamento da justiça nunca antes ocorrido. Comemorada pelos bandidos terroristas.
“A gente está lidando com gangsters. Vamos deixar claro; estamos lidando com bandidos.” – Min. Gilmar Mendes CNJ/STF
“Vagabundos terminam por nos intimidar e nós ficamos reféns deles. Porque não se acredita no sistema. Ficamos pensando Vou me expor, colocar minha carreira em risco.” –Min. Eliana Calmon – CNJ/STJ.:
“Nas corregedorias, é uma tradição não fazer nada. O corregedor sai da corregedoria e se candidata à presidência. Se ele mexer em muitas coisas, ele não é eleito. O colégio de corregedores vira sempre um grande piquenique. As mulheres vão, passeiam…tem jantares. E tudo fica por isso.” –Min. Eliana Calmon CNJ/STJ.
“É dificílimo uma corregedoria julgar desembargadores. Se for o que tem liderança, o que tem simpatia é ainda pior. E aqui quero dizer que os malandros são extremamente simpáticos. Faço isso por causa da boa magistratura, que não pode ser confundida com os vagabundos que estão infiltrados.” – Min. Eliana Calmon, CNJ/STJ.
“O ministro do STF, Joaquim Barbosa atacou duramente o ex-presidente da Corte Cezar Peluso. Joaquim Barbosa chamou Peloso de “corporativista,” “desleal,” ”tirano,” e “pequeno,” em entrevista à jornalista Carolina Brigido, disponível para assinantes do jornal O Globo. Joaquim Barbosa denunciou que: “Peluso inúmeras vezes manipulou ou tentou manipular resultados de julgamentos, criando falsas questões processuais para tumultuar e não proclamar o resultado que era contrário ou seu pensamento.” Gazeta do Paraná, f. 7, 21/4/2012
“Governo pressiona, e STF recua em decisão sobre MPs. Após pressão do governo, o Supremo Tribunal Federal modificou o efeito de decisão que colocaria em risco centenas de leis, editadas por meio de MP (Medida Provisória), que criaram não apenas o Instituto Chico Mendes, mas também as eu criaram o Bolsa Família, o ProUni, o Brasil Sem Miséria e 560 MPs (de enorme peso empregatício no Estado). O governo entrou em campo. O Presidente da Câmara Marco Maia (PT;RS), e ministros do Planalto conversaram com ministros do Supremo e alertaram para o estrago que a decisão podia resulta. Acolhendo os argumentos da AGU o STF reverteu a decisão…O STF tomou uma decisão surpreendente que deixa o mundo jurídico em polvorosa; após ter inconstitucional a lei que criou o Instituto Chico Mendes, voltou atrás e decidiu pela constitucionalidade da mesma lei… O governo, pela ministra do meio ambiente, Izabela Teixeira argumentou que a decisão anterior causaria mal-estar e apreensão no órgão, que tem dois mil servidores.”

E na AP 470 Ricardo Lewandoswski arquiteto dos embargos infringentes respectivos por manobras regimentais que levaram essa ação penal até a abertura das vagas no STF por aposentadorias dos ministros Cezar Peluso e Ayres Britto, que trouxeram o ministro Teori Zawaski e o causídico Luiz Roberto Barroso, “militante de esquerda” e construtor forense do “asilo político” ao bandido italiano Cesare Battisti, e patrocinador da bandidagem no poder, confirmou a denúncia do Ministro Marco Aurélio de Melo, de que:
“O Supremo Tribunal Federal de ontem era um, o de hoje é outro.”
Pois, não é mais a INSTÃNCIA FINAL DA INTELECTUALIDADE JURIDICA DO POVO BRASILEIRO, mas sim, uma baderna tutelar da bandidagem no poder, que, em favor do crime organizado no poder para roubar o Pais REJULGA O QUE JÁ HAVIA JULGADO, fundando no “direito achado na rua” que lhe outorga a sapiência de investidura construído pela engenharia verborreica lulista, identificando o STF, na melhor das hipóteses, como casa de mentecaptos:

“Aqui é a última instância de julgamento e é necessário que haja um reexame de julgamento.” “grifamos)

Registrando para a História, não apenas a incompatibilidade entre a inteligência do Ministro e a esfera da respectiva toga, como também, ferindo o Estado Democrático de Direito que ela identifica pelo padrão moral e o padrão de cátedra assassinados. E esse é o tom que orquestrou o brado

colegial dessa “última instância de julgamento,” posta por Lewandowski contra a Constituição no, não menos desassombrado “julgamento/voto” do:

Ministro Celso de Mello que fez coro com o Ministro Luiz Roberto Barroso:

“O Supremo não pode se expor a pressões externas, como aquelas resultante do
clamor popular e da pressão das multidões, sob pena de completa subversão do regime constitucional dos direitos e garantias individuais e de aniquilamento de inestimáveis prerrogativas essenciais que a ordem jurídica assegura a qualquer réu.”

E mostrou que é uma corporação do terrorismo petista no rejulgamento da AP 470 fundado em execração do Ministro Joaquim Barbosa, ex-Presidente do “Supremo Tribunal Federal de hoje,” que foi relator dessa ação. Em cujo impropério, a Corte o acusou de tê-la conduzido a erro de parcialidade institucional e despreparo. E pelo Ministro Joaquim Barbosa já estar aposentado, tal conduta da “Corte” tipifica dois ataques terroristas à Constituição: 1) contra a cultura pedagógica de formação do caráter, que determina: “Abra a tua boca a favor do mudo e defenda o ausente,” cuja, a Constituição institui por dogma fundamental da civilização brasileira no art. 1º inc. III da Constituição; 2) contra a reputação ilibada posta por requisito dogmático da investidura magistral suprema no art. 101 da Constituição, que faz dos 11 ministros UM ÚNICO MAGISTRADO. Com o que arremata identificando terroristas covardes que devoram-se uns aos outros na luta pela consolidação da cleptocracia de bandidos. Pois, é isto que resulta à inteligência formada pelo Direito, da posição que os “embargos infringentes” na AP 479 deram ao “Supremo de hoje,” no rejulgamento do que haviam julgado por indução de Joaquim Barbosa, finalmente expulso do grupo:

“…é essencial que a Suprema Corte garanta às partes um julgamento digno, imparcial, isento e independente.” (grifamos)

Isso registra a ausência de integridade e de pudor mostrando o caráter magistral volúvel ou seduzível da “Corte de hoje” que expõe o Poder Judiciário como sustentáculo da anarquia oligárquica comunista terrorista fundamentalista de bandidos, explicando a desintegração comunista da nação que desfecha nele pela avalanche de 94 milhões de encrencas entre a população economicamente ativa de 76 milhões de pessoas; e no “STF de hoje” aporta na “mercadejação do poder” entre o que convém e o que não convém para o “sistema” como a ex-Corregedora Nacional de Justiça Min. Eliana Calmou denunciou. Cuja conveniência exposta para o poder são os depósitos judiciários superiores a meio trilhão de reais, apropriados indebitamente pelo Poder Executivo, incluindo tribunais; como o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro; onde está o mais exposto antro da bandidagem no poder chefiados por Cabral, Pesão e Piciani.
Pois, nas condenações que proferiu no julgamento da ação em 2.012, Celso de Mello, austero contra o banditismo no poder lecionou que:

“Nada mais ofensivo e transgressor à paz pública do que a formação de quadrilha no núcleo mais íntimo e elevado de um dos poderes da República, com o objetivo de obter, mediante perpetração de outros crimes, o domínio do aparelho do Estado e a submissão inconstitucional do Parlamento aos desígnios criminosos de um grupo que desejava controlar o poder.”

E na remissão contra Joaquim Barbosa instalada na Corte no dia 18.09.2013, o mesmo Ministro deslecionou, corrigindo para constar que:
“Ninguém. Absolutamente ninguém pode ser desmerecedor do direito de defesa, ainda que se revele antagônico o sentimento da coletividade… O Supremo não pode se expor a pressões externas, como aquelas resultantes do clamor popular e da pressão das multidões… Estar-se-ia a negar a acusados o direito fundamental a um julgamento justo.” (grifamos).

Assim, o Ministro diz que foi injusto no seu julgamento anterior. Por quê? Só faltou dizer que a “Corte” foi levada àquele julgamento por um “negro safado” que traíra o AMO LULA da Corte.

Resultando o “Supremo Tribunal Federal de hoje” integrado à cartilha de Lula bem exposta em suas declarações e nas declarações do seu bando, explicado pelo Min. Gilmar Mendes:
“Para eleger Dilma nós faremos o Diabo… Na campanha da queridíssima Dilma
nós tínhamos um discurso, hoje o PT tem outro… A companheira Dilma não pode ser condenada pelo que ela falou nas eleição. Isso já passou. ”

“Quando falamos que estamos investigando esquema de compra de apoio político para o governo federal através de corrupção, estamos dizendo que os casos Mensalão, Petrolão e Eletronuclear são todos conexos porque dentro deles está a mesma organização criminosa e as pessoas ligadas aos partidos políticos. Não tenho dúvida nenhuma de que todos ligados à Casa Civil do governo Lula, tudo foi originado dentro da Casa Civil.” – Proc. da Rep. Carlos Fernando dos Santos Lima.
Senador AECIO NEVES “Golpe é usar dinheiro do crime para obter votos.” Grifamos.
E portanto, é evidente que o POVO ao bater às portas do Foro Parlamentar o fez com o objetivo único de, como já dissemos, mostrar ao mundo que está sem foro de socorro no Regime, porque, perante qualquer dos poderes constitucionais, peticiona ao próprio bandido ou a protetor dele. Resultando demonstrado também, a fonte do massacre da nação já em 5 milhões de vítimas, como o acervo de conhecimento armazenado pela humanidade ensina: “Para tirar os bandidos da rua, se tem de tirar do poder, os que, nas respectivas investiduras de autoridade, produzem a degeneração moral que os gera.”
Evidente que, a denúncia do povo, elaborada por JURISTAS que não foram absorvidos pelo “direito achado na rua,” no objeto principal dela, não menosprezavam a hipótese de um lampejo de lucidez e dignidade pública na bandidagem do poder, face ao espetáculo que Eduardo Cunha promovia. E contava com a remotíssima eventualidade de uma solução política para a CRISE INSTITUCIONAL DE ESTADO que impõe a INTERVENÇÃO DO POVO NO PODER. Pois, a Constituição equipa a DEMOCRÁCIA FORENSE-MILITAR com dois foros: o Foro Parlamentar instrumentalizado com o IMPEACHMENT aparelhado da cassação do mandado e da declaração de vacância do cargo na gradação do art. 80 da Constituição, e do Foro de Soberania instrumentalizado com a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE no Processo Histórico aparelhada da fusão do voto com a bala no mandato de presidente da República no art. 1º incs. I,II e Parág. único, com o art. 4º incs. I, III, com o art. 84 inc. XIII, o art. 91 inc. VIII e o art. 142 da Constituição. (O art. 91 inc. VIII da Constituição, porque, quando o povo emerge em Foro de Soberania no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas, não há mais titular da Magistratura de Estado no art. 80 da Constituição. É o que ocorre nestes últimos 13 anos, com especial ênfase após a Lei nº 12.528/2015).
Então, havia no “imaginário jurídico” do povo a eventualidade da denúncia por crime de responsabilidade apresentada ao Foro Parlamentar vingar o impeachment e, dada a situação penal da Dilma, o processo se concluir com o decreto declaratório de vacância no cargo de Presidente da República, que atingiria o vice-presidente e empossaria interinamente o Presidente da Câmara dos Deputados na Presidência da República, para ele realizar eleição no prazo de 90 dias. Seria um entrevero da bandidagem terrorista no poder, vez que as eleições de 2.014 são um atentado terrorista contra a democracia brasileira, porque foram realizadas pelo Foro de São Paulo que se compõe do PT, PDT, PCB, PPS, PC d/B, PSB e PTL. Os quais arregimentaram ao mesmo todas as demais gangues partidárias pelas coligações. E formaram bando terrorista abrangido pela Lei nº 7.170/83 na prática do terrorismo de extinção de eficácia da Constituição; cuja consequência é a destruição da civilização brasileira e o submetimento da nação à escravidão comunista anárquica que o Decreto nº 8.243 de 23.05.2014 instala.
Pois, na ação de impeachment contra o Presidente da República, a Constituição é explícita e vigorosa contra o rompimento da tripartição dos poderes. Em cujo rigor, institui o Presidente do Supremo Tribunal Federal como observador no processo, em execução ao art. 102 caput da Constituição, para que o decreto de cassação do mandato ou de declaração de vacância no cargo resulte insuspeito de inconstitucionalidade.
O Signatário deste ato também afirma que Lula sabia de tudo. Foi o Signatário que montou as “CPIs dos Correios e do Mensalão.” Lula, ávido por dinheiro, fizera aliança com José Alencar, empresário inescrupuloso escolhido pelas oligarquias paulistas, mineiras e cariocas para substituí-lo no governo, através de golpe pelo Congresso Nacional. Todavia, se isso ocorresse o Brasil submergiria numa guerra civil sem tempo para findar. Então, o Signatário foi convocado em 2.005 para encontrar uma fórmula de manter Lula até o final do seu mandato. E a fórmula encontrada foi a abertura das comportas do mar de lama da República para que a avalanche de escândalos que jorraria, levasse o entusiasmo, as bravatas e a ingenuidade do PT com o poder, e desarticulasse as oligarquias e as gangues políticas envolvidas no plano. E assim, Lula chegasse ao final do seu governo. Isso atendia também, o “Ideário da Revolução de 64” que estabelecia 2.016 para o encerramento da Revolução de 64 pelo suicídio de poder do PT levando consigo todo o subdesenvolvimento do Brasil e instalando-o no seu grande destino de MEGA POTÊNCIA DO MUNDO.
Como aquelas CPIs eram obra da área militar e essas não apresentam personagem beneficiário, porque o autor de tudo o que sai dessa área é o POVO NA CONSTITUIÇÃO em desempenho de inteligência, como ela institui, o deputado federal Roberto Jefferson quis aproveitar o evento e “se estrepou.” Justamente por querer ser o “herói da pátria,” num evento que extrapolava da sua envergadura escolar, vocacional, informativa e intelectual. E virou bandido por ser bocó. Ou seja, entrou na cova dos leões para empolgar a plateia e chegar a governador do Rio de Janeiro pelo espetáculo, e foi comigo pelos leões. E a fórmula foi tão boa que Lula não só terminou aquele mandato como emplacou o segundo e elegeu Dilma. Cumprindo o “Ideário da Revolução de 64” como se tivesse sido ele próprio que o estabelecera.
E o envolvimento de Lula como MENTOR, CHEFE E PRINCIPAL BENEFICIÁRIO do roubo do País dispensa carreamento de provas, porque, como o saudoso general João Figueiredo advertia quando chefiava o SNI: “O QUE ESTÁ NA CARA NÃO ESTÁ NA BUNDA,” ao que o saudoso general Golbery complementava: “Bandido de marca na testa não precisa ser marcado na virilha.” Pois, a prova incriminadora de Lula está escancarada no AUTO DE CORPO DE DELITO DO PAIS, falido, destruído, em crise política e crise econômica, sob recessão, desemprego, inflação, insegurança, apodrecimento institucional, desagregação nacional e alijamento do contexto financeiro internacional, movimentado por falcatruas contábeis, estelionato de ativos líquidos, estelionato estatístico, estelionato de preços públicos, estelionato de consumo, emissões de real frio e venda de patrimônio público. Mas, para Roberto Gurgel, Rodrigo Janot, Teori Zavaski, Lula é dotado de infalibilidade. “A palavra de Lula é a verdade imperativa dos deuses.” Daí, como a ex-senadora petista Heloisa Helena resulta como “leviana, fofoqueira” perante tais autoridades, o Signatário não teria melhor consideração. Como TODAS as delações premiadas da “Lava-Jato” não têm valor probatório contra o Lula para os mesmos. Pois, se o STF de Joaquim Barbosa consagrara a instituição do “domínio do fato” que faz inquestionáveis todos os tipos de provas que tenham evidência no auto de corpo de delito, a “Corte que antes do PT fora Excelsa,” a expurgou do STF com os “embargos infringentes.”
Luiz Inácio Lula da Silva É UM MARGINAL MENTIROSO COMUM. Entretanto, Rodrigo Janot não reconhece vínculo do mesmo com o roubo do País, nem no âmbito da “Operação Lava-Jato” onde a sua responsabilidade decorre da Lei, e por isso dispensa prova diante da fabulosa confissão de autoria dos seus subordinados e dos seus parceiros de quadrilhas, com os quais aparece em acervo fotográfico das respectivas relações quadrilheiras. Mas, Teori Zavaski o tem em “foro privilegiado,” por santidade decorrente da sua própria petulância, arrogância e menosprezo à honradez, à hombridade, ao caráter e ao grau de escolaridade e intelectualidade. Porquanto, fora disso, ele é só o composto de covardia com tudo o que é repugnante na criatura racional. Com cuja cobertura o MELIANTE comparece jocosamente perante a humilhada Polícia Federal que teima em não aderir à bandidagem no poder.

Daí, se esperaria outro desfecho da denúncia por crime de responsabilidade contra a Dilma Rousseff, que não fosse a repugnante peça encenada pelo elenco dos “bandidos escondidos atrás da toga,” que, mais uma vez negou eficácia à Constituição e acabou com a tripartição dos poderes, consolidando a anarquia oligárquica comunista terrorista fundamentalista de bandidos, bifurcada em bandidagem no poder e bandidagem de campo empenhada em roubar o País, massacrar a nação e destruir a Pátria? Logo, o POVO EM DESEMPENHO DE CIDADANIA perante o Foro Parlamentar teria, na Histórica, a suspeita de maquiavelismo se a denúncia que originou o espetáculo já não fosse desempenho da INTERVENÇÃO CONSTITUINTE no Processo Histórico, já constitucionalmente instalada perante o Supremo Tribunal Federal e demais poderes constitucionais. Pois, resultou claro que o POVO autor da denúncia obteve quatro excelentes resultados: 1) o “STF de hoje” comprovou a CRISE INSTITUCIONAL DE ESTADO tipificada pela negativa de eficácia à Constituição e extinção da tripartição dos poderes, que configura o terrorismo do poder integrado das gangues políticas no Congresso Nacional, com as corporações quadrilheiras no Poder Judiciário e Ministério Público; 2) comprovou a convicção comunista terrorista da “Corte de hoje” tipificada pela covardia que identifica todos os ideólogos comunistas fundamentalistas e explica a natureza hedionda de suas práticas; 3) deixou claro que a nação está sem foro de socorro no Regime e a bandidagem terrorista no poder não pretende se afastar dele. Legitimando, inquestionavelmente, a solução da INTERVENÇÃO PELAS ARMAS com nítida natureza de legítima defesa. Pois, o que a inteligência jurídica estabelece para o povo e respectiva organização social, vale primeiro para os que o governam e respectiva organização institucional. Não fosse assim, o Direito seria a composição astuciosa da tirania. E daí, a execução de Sadan Usseim seria um assassinato diabólico a merecer justiça; como os ataques que a França desfechou ao Estado Islâmico em represália aos atentados terroristas que sofreu, seria um massacre. Como, aliás, Lula, o PT e Dilma condenaram: “O que ocorreu na França tem de ser visto com cautela.”- Dilma. 4) E por último revelou a característica fundamental da vocação réproba e da psicopatia, porque, reputação ilibada tem por pressuposto o INTELECTO DESENVOLVIDO acima da média comum. Pois, a psiquiatria e as demais ciências da personalidade humana afirmam que “no grau de racionalidade média da humanidade, é impossível a santidade, porque o complexo existencial e de meio ambiente que acomodam o progresso é equivocado, incoerente, dinâmico e instável. E a pessoa, a menos que se isole do existencialismo humano, ou que transcenda dele, não conduz ideal que não precise de tolerância, transigência, barganha e acordos.” Daí, magistrados comunistas ou petistas, ou lulistas não se classificam nem como pessoas de intelectualidade mediana, porque já desta para cima, a pessoa percebe o MUNDO CIBERNÉTICO que nos envolve, já despojado de engendrações dialéticas do nível psicopata do comunismo, que se agrava ainda mais em sua derivação de petismo e fica pior em sua sub-derivação de lulismo que é mentiragem, cafajestismo, embuste, traição, covardia, analfabetismo, marginalidade, vicio, desumanidade, picaretagem, prostituição e tudo o que apodrece a criatura racional. Como se vê no auto de corpo de delito do País, já reunido em mais de uma tonelada de arquivos só do Signatário.
Mas, se as delações premiadas, que são autos de confissões dos bandidos companheiros de Lula, não são provas para colocá-lo na cadeia, para que elas servem? E onde a Procuradoria-Geral da República e o STF encontram arrimo legal para considerar prova o testemunho contra ladrões de galinhas que lotam o sistema prisional, mas não é prova o testemunho gritado ao mundo de uma senadora do PT, dos companheiros de banditismo do Lula? Vindo a calhar a denúncia do Ministro Gilmar Mendes, o qual não se confunde com a “Corte de hoje:”
“Não sou neófito na cena judicial política e há muito observo o TSE, antes até de aqui chegar, e sei que há uma certa assimetria na própria jurisprudência do tribunal. O tribunal é muito valente para cassar prefeitos de interior. Mas é muito reticente em relação às disputas nas capitais. É corajoso para cassar o governador da Paraíba, mas não quer se meter na disputa em SP, RJ ou MG. Há uma assimetria.”
A minha designação como relator foi contestada pela Procuradoria-Geral Eleitoral (em novembro de 2014). À época, eu já tinha até dito: ‘procurador se quiser atuar como advogado, assuma a bancada dos advogados do pt, mas não aqui. E não venha ele querer dar lição ao STE…
Então, o POVO NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS considera que o espetáculo do impeachment da Dilma protagonizado pelo Poder Legislativo, Poder Executivo e Poder Judiciário encerra o suporte impositivo da INTERVENÇÃO NO PODER. A bandidagem extinguiu eficácia ao Estado Democrático de Direito sem extinguir a sua estrutura institucional, dentro da qual passaram a operar o terrorismo oligárquico comunista que as transformou em ORGANIZAÇÃO CONGREGACIONAL DOS PODERES CONSTITUCIONAIS. Isso faz parecer que as Instituições estão funcionando. Quando, na verdade, está funcionando o roubo do País, massacre da Nação e destruição da Pátria, através da briga permanente entre as corporações quadrilheiras, distribuída pelos scripts do “combate à corrupção” desdobrado em vários títulos; da cassação do Cunha e do impeachment de Dilma; das tragédias sociais promovidas pela bandidagem; das desgraças, infortúnios e tudo o que não presta; e ultimamente, da “guerra contra o aedes egiptys” com o Exército em campo, os assaltantes da população roubando a mesma pelos “repelentes” e toda a gama de estelionatos respectiva; os fazedores de abortos com um mercado ativado e a Globo fazendo lavagem cerebral da população com a cobertura publicitária dessa guerra e da microcefalia por infestação viral, e fazendo jus à sua participação com o terrorismo de roubo do País.
A efetivação da INTERVENÇÃO se faz, pois, cada vez mais urgente. E País com a bandidagem em férias e a nação em beberagens e comilanças, se faz AMBIENTE ADEQUADO à alvorada de 2.016 em um TEMPO NOVO. Então, que tiver necessidade de fugir se apresse!
celio evangelista ferreira do nascimento
na representação constitucional da nação
no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas.
NOTA AOS PODERES CONSTITUCIONAIS VIA E-MAILS.
Eu celio evangelista ferreira do nascimento, no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas no POVO EM FORO DE SOBERANIA, informo que hoje dia 21.12.2015 resultou homologado por recepção e reconhecimento tácito o Ato Institucional de Cidadania do Povo nas Forças Armadas definindo posição pela POSSE DO TITULAR CONSTITUINTE da investidura interina no cargo de Presidente da República, para o fim da realização de eleições no prazo de 90 dias a contar da data de posse, na efetivação da INTERVENÇÃO DO POVO NO REGIME, que tem por objeto: 1) recuperar a vocação de liberdade do povo brasileiro; 2) restaurar o Estado Democrático de Direito; 3) restabelecer a unidade da nação; 4) reencaminhar o País para o trabalho. Desalojando o terrorismo comunista fundamentalista de bandidos formado pelo Foro de São Paulo e Estado Islâmico através das diversas organizações que os compõem, o qual está instalado no Brasil. Responsável pelo roubo do País de mais de R$ 36 trilhões, pelo massacre da Nação de mais de 5 milhões de pessoas eliminadas e o restante dela em extermínio pelo desemprego, desassistência de saúde, recessão da economia, inflação e falência e destruição do País, e da extinção da Pátria que foi dissolvida no projeto terrorista: “pátria grande” no qual distribuíram o Brasil pelo BNDES entre os países componentes da organização.
Considerando a tragédia de civilização do Brasil, bem tipificada pela sua situação econômica, social e institucional piorando a cada dia, esse evento apressa a efetivação da INTERVENÇÃO DO POVO NO REGIME, que encerrou o respectivo procedimento constitucional com o entrevero da bandidagem no poder instalado com o “impeachment da Dilma,” que o POVO EM EXERCÍCIO DE CIDADANIA instaurou pela denúncia por crime de responsabilidade contra Dilma Vana Rousseff perante o Foro Parlamentar, buscando a consolidação da prova de que a nação está sem foro de socorro no Regime, porque, perante qualquer dos poderes constitucionais, peticiona ao próprio bandido ou a protetor dele. Cuja, o STF produziu em riqueza de detalhes.
Os governos dos países livres vítimas do terrorismo, já estão cientificados através de suas embaixadas. Bem como a ONU, OEA, UE.
A data do evento é encargo de caserna das Forças Armadas em composição com os países vítimas do terrorismo em todas as suas formas. Porquanto, o Brasil realiza a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE no seu Processo Histórico em perfeita inserção no MUNDO LIVRE, no qual comunga em gêneses políticas, dogmas constitucionais e ideais de civilização.
O momento é apreensivo, mas não é para desespero. Tudo está sob controle. Temos um dos melhores efetivos policiais do mundo; as Forças Armadas são monolíticas e impenetráveis e estão sob o comando do povo constituído por 93% da nação, que assim se somou na última pesquisa.
Assim, repetindo a advertência do Exmo. General Paulo Chagas, de que: “NÃO QUEREMOS CHORO E NEM NOS SENSIBILIZAREMOS COM GEMIDOS,” aviso os que precisarem fugir, que o façam logo. Pois, a partir do dia da posse na Presidência Interina da República o Brasil estará fechado para balanço; com a finalidade de recuperar aos cofres da nação os mais de R$ 36 trilhões que foram roubado, e identificar para as respectivas penas, os responsáveis pelos mais de 5 milhões de brasileiros eliminados de 2003 para cá, quando o banditismo prosperou a 1.024%.
Dia 22.12.2.015 estarei publicando endereço e telefones de contatos para todos os que quiserem falar comigo, me darem o prazer de atendê-los. O local estará dentro de redoma cibernética na qual podemos ficar bem à vontade.
Brasília/DF, 21 de dezembro de 2015
celio evangelista ferreira do nascimento
na representação constitucional do povo
no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas.

VEJA O DOCUMENTO ILUSTRADO::        https://drive.google.com/open?id=0Bx6c2XTVi_Hvc0xEWGZhMzZFZGc

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