ATO INSTITUCIONAL DE CIDADANIA DE ULTIMATO

[002541]

O POVO EM 89.323.489 CONSTITUINTES EM FORO DE
SOBERANIA NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE
SUPREMA DAS FORÇAS ARMADAS PELO EXERCÍCIO
DIREITO DO PODER NA PESSOA DO SEU REPRESENTANTE
CONSTITUCIONAL AO FINAL FIRMADO,
À DILMA VANA
ROUSSEFF.
ATO INSTITUCIONAL DE CIDADANIA DE
ULTIMATO.
Na oferta de bom senso que lhe foi estendida,
com o prazo de 10 dias, lhe foi dito que a senhora, no
desempenho da sua ficha criminal de assassina,
sequestradora, terroristas, assaltante, restaurada pela
senhora mesma pela sua Lei terrorista nº 12.528 de
18.11.2011 que recuperou os currículos penais na vida
pública do Brasil até 1.946, está esbulhando o cargo de
Presidente da República por assalto ao poder praticado pelo
Foro de São Paulo com o Superior Tribunal Eleitoral através
do pleito eleitoral terrorista de 2.014 promovido por eles, com
dinheiro roubado da Petrobras, Eletrobrás, BNDES, e cofres
públicos, provado pela “Operação Lava-Jato” e o seu “ajuste
fiscal,” que produziu o sufrágio pelo qual fabricaram o seu
mandato com as urnas eletrônicas adquiridas para isso.
O
POVO NAS FORÇAS ARMADAS ESTÁ APARELHADO DAS
PROVAS SOBRE ISSO, PARA OS FOROS INTERNACIONAIS,
SE ALGUÉM SE INTERESSAR PELA PRISÃO DA SENHORA.
De cujo acervo probatório, menciona a popularidade da
senhora de 7% logo à proclamação do resultado do sufrágio
de 54.501.118 votos feitos pelas urnas eletrônicas. E,
consolida agora, por este Ato Institucional de Cidadania de
Ultimato à Sra., perante o Supremo Tribunal Federal através
da Procuradoria da República, como a Constituição institui,
com a oferta democrática à senhora da oportunidade de
dissolver a “crise política” e se investir de mandato legítimo,
como a senhora mesmo proclamou: VAMOS FAZER OUTRA
ELEIÇÃO ENTRE OS MESMOS CANDIDATOS, NO MESMO
PRAZO PUBLICITÁRIO, COM O SUPERIOR TRIBUNAL DE
JUSTIÇA E AS MESMAS URNAS ELETRÔNICAS NAS MÃOS
DO EXÉRCITO E POLÍCIA FEDERAL, FISCALIZADO PELO
POVO.
A senhora tem 10 (dez) dias a contar da data de
protocolo do presente, para aceitar a proposta perante o Alto
Comando das Forças Armadas, dando execução ao exercício
direito do poder pelo povo nos termos do art. 1º incs. I,II e
Parág. único, com o art. 4º incs. II, III, VIII, o art. 5º caput e
incs XLIII, LXXIII, §§ 2º e 3º, com o art.. 37 caput, o art. 84 inc.
XIII e o art. 142, o art. 60 § 1º, o art. 91 inc. VIII, o art. 144
caput, com o art. 127, o art. 102 caput, o art. 80, da CF, que
recepcionam o art. 1º com o art. 5º n. 1, o art. 10º n. 1, 2 da
Convenção Americana Sobre Direitos Humanos, o art. 2º com
o art. 21 n. 1 da Declaração Universal dos Direitos do Homem,
a Resol. do CS/ONU n. 1.373 de 28.09.2001, e faz aplicável o
art. 6º com o art. 8º da Carta Democrática Interamericana, e o
art. 55 c, da Carta da ONU, com o Decreto n. 5.639 de
26.12.2005, e o Decreto n. 4.388 de 25.09.2002.
Vencido
esse prazo, resultará consolidada por reconhecimento e
confissão a acusação do POVO EM FORO DE SOBERANIA NO
COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DAS
FORÇAS ARMADAS, de que:
a senhora é uma bandida
terrorista comum em assalto terrorista ao poder, na prática
do ROUBO DO BRASIL, MASSACRE DA NAÇÃO E
DESTRUIÇÃO DA PÁTRIA, através da anarquia oligárquica
terrorista comunista fundamentalista de bandidos, bifurcada
em bandidagem no poder e bandidagem de campo, em forma
de crime organizado no governo, operado por gangues
políticas e gerido por corporações quadrilheiras; por onde
transformou a democracia em uma anarquia oligárquica
terrorista comunista fundamentalista de bandidos, com o povo
sequestrado em seus lares e locais de trabalho, sob o
terrorismo do medo, insegurança pública, insegurança
jurídica, insegurança econômica, sofrendo guerra social
terrorista, apodrecimento moral da civilização brasileira,
destruição da família, desagregação da nação e
desmontagem da Economia; e faliu o Brasil, que vem sendo
movido por falcatruas contábeis, estelionato estatístico,
renuncias fiscais estelionatárias, estelionato de preços
públicos, estelionato de consumo e emissões de real frio; com
a intenção de dissolvê-lo no projeto terrorista “Pátria Grande”
sob a tutela de massacre do povo ao encardo da Rússia e
China.
A oferta está dentro da “democracia” que o Partido
dos Trabalhadores – PT, impôs ao Brasil. E por isso, a
renúncia da senhora à mesma, consolidará a PROVA de que:
O POVO ESTÁ SUBMETIDO POR UMA ORGANIZAÇÃO DE
BANDIDOS DISTRIBUIDOS POR ANTROS, QUADRILHAS E
GANGUES que, da Presidência da República estendem
metástase para o Congresso Nacional, Superior Tribunal
Eleitoral, Supremo Tribunal Federal, Ministério Público,
Imprensa, Universidades e Escolas Públicas e daí por todo o
tecido institucional e estruturas operacionais da República.
Cuja organização de bandidos, de dois em dois anos
redistribui o Pais entre si, como despojo das urnas, através
de “bases parlamentares,” “governo participativo” e
“coalizões políticas.” E, enquanto esse inventário não se
realiza, o País, além de roubado, paralisa; como está
acontecendo no “ajuste fiscal” que foi instaurado, porém,
“bombardeado” em seguida, porque a partilha eleitoral não
havia sido feita e nem “cambalacheada” a forma de inventário
do mesmo, vez que se trata de roubo do que resta do País em
escombros; provando que a bandidagem usa os mandatos
somente para roubar o Pais.
Encerrado o prazo ofertado, a
PRISÃO da senhora será formalizada em esfera judiciária
infraconstitucional, como bandida terrorista comum em
afronta à Segurança e Ordem Pública, em desempenho penal
concorrente contra a Segurança Nacional e à própria
Segurança do Mundo Livre à responsabilidade do povo
brasileiro. E, será efetivada pela Polícia Federal, ou pelas
Forças Armadas que, para ela estão constitucionalmente
investidas em Foro de Soberania.
Quartel General do
Exército –SMU- Brasilia/DF, 11 de agosto de 2.015
celio
evangelista ferreira do nascimento
na representação
constitucional do povo
no comando supremo e autoridade
suprema das Forças Armadas

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