FORMALIZAR A “OPERAÇÃO LAVA PÁTRIA”

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FORMALIZAR A “OPERAÇÃO LAVA PÁTRIA” NO PERSECUTÓRIO INSTITUCIONAL DE ESTADO Nº PRM-CAC-PR 00003187-2015 – 23.05.2015. ESPECIFICANDO AS CAUSAS QUE A DETERMINAM.
EXPLICAÇÃO PREAMBULAR.
A explicação não seria necessária em esfera de Pretório Excelso no art. 1º incs. I,II e Parág. unico com o art. 3º incs. I/IV, o art. 4º incs. I,II,III e o art. 102 caput com o art. 127 caput da Constituição que instituem o Supremo Tribunal Federal e o Ministério Público em órgãos do FORO DE SOBERANIA para o processamento da REAÇÃO DE CIDADANIA que instala a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE no Processo Histórico, imposta pela RAZÃO DE ESTADO, a CRISE INSTITUCIONAL DE ESTADO, o ASSALTO AO PODER, a FALÊNCIA DO PAIS e o CÁOS SOCIAL, em cuja, o POVO EM FORO DE SOBERANIA formaliza a presente “OPERAÇÃO LAVA PÁTRIA” no Persecutório Institucional de Estado. Entretanto, o Supremo Tribunal Federal, pela Corte Magistral que o lota, rompeu com a sua respeitabilidade imaculada e a insuperabilidade de cátedras, instituídas por dogmas de civilização no art. 101 da Constituição, para dar prosperidade à ANARQUIA OLIGÁRQUICA TERRORISTA COMUNISTA DE BANDIDOS instalada na Presidência da República, de onde estende metástase para o Poder Legislativo, Poder Judiciário, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil e por todo o tecido institucional e estruturas operacionais da República, em forma de crime organizado no governo, operado por gangues políticas e gerido por corporações quadrilheiras, empenhada em saquear o País, massacrar a Nação e destruir a Pátria. Usando a fórmula astuta da sapiência de investidura fundamentada na força das corporações terroristas no poder que dispensa a nobreza de cátedra e até o pudor exigido pela hombridade, honradez e caráter. Como o próprio Supremo Tribunal Federal se registra para a História:
“Estou preocupado porque o que estamos assistindo no Brasil nos induz à perplexidade. Não seria demais admitir que estamos a largos passos de um Estado nazista. O que eu vejo de mais perigoso é que esse totalitarismo já escapou ao controle do próprio estado. Deveríamos estar em um Estado de direito democrático. Mas, aos poucos, o Estado está perdendo controle sobre ações nefastas, perigosas de crime organizado, que ao mesmo tempo se infiltra com ideias fascistas nas ações dos próprios agentes policiais. No Brasil, hoje, nós começamos a ver uma inversão: todo o cidadão é em princípio culpado. Nós todos somos suspeitos.” – Min. Edson Vidigal – STJ
“Bandidos se escondem atrás da toga.” Min. Eliana Calmon no desempenho da Corregedoria Nacional de Justiça e Presidência do CNJ.
“Vagabundos terminam por nos intimidar e nós ficamos reféns deles. Porque não acreditamos no sistema. Ficamos pensando: Vou me expor, colocar minha carreira em risco.” – Min. Eliana Calmom. – CNJ/STJ
“Nas corregedorias, é uma tradição não fazer nada. O corregedor sai da corregedoria e se candidata à presidência. Se ele mexer em muitas coisas, ele não é eleito. O Colégio de Corregedores vira sempre um grande piquenique. As mulheres vão, passeiam… tem jantares. E tudo fica por isso.” Min. Elliana Calmon CNJ/STJ
“É dificílimo uma corregedoria julgar desembargadores. Se for o que tem liderança, o que tem simpatia é ainda pior. E aqui quero dizer que os malandros são extremamente simpáticos. Faço isso por causa da boa magistratura, que não pode ser confundida com os vagabundos que estão infiltrados.” – Mins. Eliana Calmon CNJ/STJ
“Não podemos ter juízes covardes.” – Min.s Eliana Calmon CNJ/STJ
“A gente está lidando com gângsters. Vamos deixar claro; estamos lidando com bandidos.” – Min. Gilmar Mendes CNJ/STF.
“O Ministro do STF Joaquim Barbosa atacou duramente o ex-presidente da Corte Cezar Peluso. Joaquim Barbosa chamou Peluso de “corporativista,” “desleal,” “tirano,” e “pequeno,” em entrevista à jornalista Carolina Brigido, disponível para assinantes do jornal O Globo. Joaquim Barbosa denunciou que: “Peluso inúmeras vezes manipulou ou tentou manipular resultados de julgamentos, criando falsas questões processuais para tumultuar e não proclamar o resultado que era contrário ao seu pensamento. “ – Gazeta do paraná, f.l7, 21/4/2012 (grifamos)
“Governo pressiona, e STF recua em decisão sobre MPs. Após pressão do governo o Supremo Tribunal Federal modificou o efeito de decisão que colocaria em risco centenas de leis, editadas por meio de MP (Medida Provisória), que criaram não apenas o Instituto Chico Mendes, mas também as que criaram o Bolsa Família, o ProUni, o Brasil Sem Miséria e 560 MPs (de enorme peso empregatício no Estado). O governo entrou em campo. O Presidente da Câmara Marco Maia (PT-RS), e ministros do Planalto conversaram com ministros do Supremo e alertaram para o estrago que a decisão podia resultar. Acolhendo os argumentos da AGU o STF reverteu a decisão… O STF tomou uma decisão surpreendente que deixa o mundo jurídico em polvorosa; após ter julgado inconstitucional a lei que criou o Instituto Chico Mendes, voltou atrás e decidiu pela constitucionalidade da mesma lei… O governo, pela ministra do meio ambiente, Izabela Teixeira argumentou que a decisão anterior causaria mal estar e apreensão no órgão, que tem dois mil servidores.” (grifamos)
E no debate entre os ministros Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes eles deixaram claro que o padrão moral é só uma retórica dispositiva da Constituição, inexistente na Corte Excelsa, embora o art. 101 da Constituição o exija por condição da investidura:
“Joaquim Barbosa: Ministro Gilmar me perdoe a palavra, mas isso é jeitinho. Temos que acabar com isso.”
Gilmar Mendes: Vossa Excelência não pode pensar que pode dar lição de moral aqui.”
“Joaquim Barbosa: Eu não quero dar lição de moral.”
“Gilmar Mendes: Vossa Excelência não tem condições.”
“Joaquim Barbosa: Vossa Excelência tem? Aqui Vossa Excelência não está lidando com os seus capangas lá do Mato Grosso.”
Persistindo no julgamento dos embargos infringentes na AP 470, no qual acrescenta que o notável saber jurídico também é só uma consignação retórica da Constituição, na fundamentação do voto do Ministro Ricardo Lawandowski, arquiteto dos embargos infringentes desde que levou essa AP até a abertura das vagas no STF que abrigaram Teori Zawaski e Luiz Roberto Barroso “militante de esquerda” e construtor forense do “asilo político” ao bandido italiano Cesare Battisti:
“Aqui é a última instância de julgamento e é necessário que haja um reexame de julgamento.”
Registrando para a História, não apenas a incompatibilidade entre a inteligência do Ministro e a esfera da respectiva toga, como também, ferindo o Estado Democrático de Direito que ela identifica pelo padrão moral e o padrão de cátedra, assassinados. E esse é o tom que orquestrou o brado gutural dessa “última instância de julgamento,” posta pelo Ministro contra a Constituição no, não menos desassombrado “julgamento” do Ministro Celso de Mello que fez coro com o Ministro Luiz Roberto Barroso:
“O Supremo não pode se expor a pressões externas, como aquelas resultantes do clamor popular e da pressão das multidões, sob pena de completa subversão do regime constitucional dos direitos e garantias individuais e de aniquilamento de inestimáveis prerrogativas essenciais que a ordem jurídica assegura a qualquer réu.”
E enterrou a segurança jurídica do Regime fundada no padrão moral (reputação ilibada) e no padrão de cátedra (notável saber jurídico) com a denúncia contra o Ministro Joaquim Presidente do STF, que foi relator da AP 470, de parcialidade e despreparo:
“… é essencial que a Suprema Corte garanta às partes um julgamento digno, imparcial, isento e independente.”
E com a ausência de integridade e de pudor do próprio Ministro, registrada pelo seu caráter contraditório. Pois, nas condições que proferiu no julgamento da ação em 2.012, Celso de Mello, austero contra o banditismo no poder lecionou que:
“Nada mais ofensivo e transgressor à paz pública do que a formação de quadrilha no núcleo mais íntimo e elevado de um dos poderes da República, com o objetivo de obter, mediante perpetração de outros crimes, o domínio do aparelho do Estado e a submissão inconstitucional do Parlamento aos desígnios criminosos de um grupo que desejava controlar o poder.”
E na conspiração que ele instalou na Corte no dia 18.09.2013, o mesmo deslecionou, corrigindo para constar que:
“Ninguém. Absolutamente ninguém pode ser desmerecedor do direito de defesa, ainda que se revele antagônico o sentimento da coletividade… O Supremo não pode se expor a pressões externas, como aquelas resultantes do clamor popular e da pressão das multidões… Estar-se-ia a negar a acusados o direito fundamental e um julgamento justo.”
Este auto retrato do Supremo Tribunal Federal destes dias, acrescido da prosperidade do banditismo de 836% de 2.003 a 2.013, e da desintegração da nação por 94 milhões de encrencas judiciais, com o País transformado numa praça de auto extermínio em todas as áreas com os magistrados, cada vez mais não valendo o que custam, porque não cessam o aumento do preço de investiduras sem a contraprestação à economia que já definhou à década de 1950, mostra a ausência das condições constitucionais intrínsecas de investiduras, instituídas pelo art. 101 da Constituição, para garantir ao povo brasileiro a recuperação da sua vocação de liberdade através do Poder Judiciário. O custo dos magistrados transcendeu à capacidade econômica do País, sem ter, ao menos, a justificativa da AUTORIDADE DE CÁTEDRA. Porque, da justiça especial ao Pretório Excelso, a claudicação de juízo, somada à burocracia empregatícia forense com a respectiva deficiência de cultura e inteligência jurídica, que chegou ao cumulo de estudantes de Direito serem os lavradores de sentenças que os juízes nem leem para assinar, porque não se diferenciam muito em desqualificação cultural e intelectual dos estagiários, e tornaram o Poder Judiciário um DESSERVIÇO à nação. Que mais massacra por sua imponência funcional, seu padrão de vida, sua riqueza, sua FUTILIDADE EXISTENCIAL, do que ampara com EXEMPLO da DIGNIDADE HUMANA e MORALIDADE PÚBLICA postas por dogma da civilização brasileira na Constituição. Pois, ao custo explícito do Poder Judiciário em 2.014 de R$ 34,6 bilhões, se somam os custos implícitos de R$ 11,5 bilhões anuais de prejuízos com segurança privada; R$ 127 bilhões anuais de prejuízos com assaltos, roubos e furtos de cargas e de veículos; R$ 250 bilhões por ano de assaltos a bancos, gastos com segurança bancária e inadimplência por calotes envolvendo a bandidagem no poder; R$ 2,3 trilhões de prejuízos anuais que a nação acumula pelo travamento burocrático do País, liderado pelo Poder Judiciário; terrorismo moral e emburrecimento do povo por um ensino jurídico desqualificado que se reflete em toda a vida da nação, porque encontra recepção desde as escolas públicas transformadas em bordeis de iniciação das crianças na prostituição, cafajestismo, vício e vadiagem, com professoras feitas prostitutas cafetinas do Estado, e se consolida no apodrecimento moral do poder.

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