ISTO É O PROJETO AMAZONIA QUE INICIARÁ O BRASIL A PARTIR DE 2.015

FUNDAMENTOS PEDAGÓGICOS: Toda a balburdia que atrasa o desenvolvimento da humanidade e se acumula sobre as nações de massa mais miscigenada, tem origem no tipo de MENTE desenvolvida pelo CONHECIMENTO armazenado pela humanidade ao longo da sua história de empreendimentos e não da sua experiência genética de vida. Pois, verificamos no universo ao nosso redor, como Feynman já disse, que um sistema não tem somente uma única história, mas todas as histórias possíveis. Ou seja, tudo em nosso mundo é produto da nossa dinâmica procriadora-existencial, dentro da dinâmica auto laborativa da Galáxia, que insere o Planeta Vivo do qual somos conteúdo. Tudo vibra, tudo é dinâmico, tudo é instável, duto é cíclico no nascer e morrer de tudo.
Então, vivemos sob o movimento de dois mundos refletidos um no outro: 1) o mundo do senso comum baseado na efervescência social, que rege os povos subdesenvolvidos, e se processa fora do universo que a Ciência revela pelas maravilhas das tecnologias, como as que nos permitem perscrutar o interior do átomo e conhecer a essência primordial da Criação; 2) o mundo da divindade intrínseca da Criação que acabou sufocado na espécie racional pelo predomínio do registro histórico no código genético que alterou a sua estrutura sensorial e elevou a emoção sobre a razão, pelo atrofiamento do equilíbrio orgânico que desestruturou o sistema hormonal e neurológico e embotou a lucidez e o bom senso. E assim resulta em erupções intelectuais de entretenimento, vez que os intelectuais não encontram campo de absorção no contexto pedagógico consagrado, que é erigido para repelir o que extrapole dos dogmas de cátedras. E são conceituados como idealistas, visionários, teóricos, empíricos, sonhadores.
Daí ter se instalado o processo das transformações sociais que, primeiramente, desagregou a humanidade pela psicopatia ideológica, e agora está promovendo a degenerando moral pela soma do embotamento intelectual com o florescimento dos instintos liberados. Cujas primeiras patologias sociais produzidas são: 1) o apodrecimento moral; 2) o predomínio da insensatez; 3) a eliminação da personalidade; 4) o alastramento dos vícios; 5) a expansão das doenças; 6) a escravidão ao consumo; 7) o banditismo terrorista. Previstos do Apocalipse como “as sete pragas da inteligência templária,” ou conhecimento hermético, fundado na exegese que antecederiam o surgimento de uma NOVA GERAÇÃO de terráqueos com percepção intelectual mais estendida para a Inteligência da Criação.
E então, a educação não está mais avançando a inteligência sobre a problemática existencial que se expande e se acumula em questões sociais insolúveis e se transformam em projetos políticos inconsequentes, irresponsáveis e trágicos. Como vemos estar acontecendo por todo o Oriente Médio, África, Ásia e América Central e Latina. Porquanto, o ensino se dissolveu em curseira, que transforma o analfabetismo natural orientado pelos instintos disciplinados pela moral, em analfabetismo escolar orientado pelo consumo e as fachadas, sob o liberalismo desenfreado.
Isto já sentimos quando escrevemos a Constituição em 1988. E contrariando a dogmática da Inteligência Jurídica dominante, produzimos nossa Tábua Normativa contendo esses dois mundos: O primeiro, instituindo a Ordem Jurídica estruturando o Processo Social, e o segundo instituindo a Ordem Constitucional estruturado o Processo Histórico. No primeiro, ela situa o povo brasileiro em sua finalidade de Procriação e Sobrevivência, na busca de qualidade de vida; e no segundo, ela situa o suceder-se de gerações na execução do desenvolvimento evolutivo na busca de qualificação intelecto-espiritual. Por onde projetou-se a vocação de liberdade para a compreensão do Universo através do Progresso sem compactação de espaço, sem saturação de atividades e sem concentração de resultados. Por isto os juristas, cientistas políticos e sociólogos, a princípio, consideraram uma “heresia teoricamente perfeita, porém, sem execução prática.” Ao que, até o então presidente José Sarney filiou-se, sentenciando que: “A Constituição deixara o Brasil ingovernável.” Como a Constituição tinha seu tempo para ser implantada como PROJETO BRASIL sustentando uma CIVILIZAÇÃO NOVA para a Humanidade,  o qual precisava trazer à tona da política nacional a subversão terrorista que vinha teimando contra a vocação de liberdade da nação, desde 1936, a Constituição foi apenas promulgada, e de 2.003 para cá, chegou a ser transformada em uma agenda de anotações dos interesses corporativos das gangues políticas, que, por esse desempenho, inocularam um Estado Terrorista de Bandidos dentro do Estado Democrático de Direito, que instalou a Política como atividade de saqueamento do País, massacre da Nação e destruição da Pátria. E agora está submetida ao Decreto n. 8.243 de 23.5.2014 que consolida a Lei n. 12.528 de 18.11.2011 que declarou a subversão terrorista de bandidos surgidos em 1964, vencedora e a nação que contra eles se insurgira até 1979, vencida, e a invalida com o “Estado Popular Terrorista Anárquico” que esse Decreto objetiva instalar.
Então, como se previu, o subdesenvolvimento da civilização brasileira emergiu espontaneamente em TIRANIA TERRORISTA COMUNISTA FUNDAMENTALISTA DE BANDIDOS, e instalou naturalmente a REAÇÃO DE CIDADANIA DO POVO em Foro de Soberania, contra ela, que culminou neste momento com a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE no Processo Histórico, por EXECUÇÃO DA CONSTITUIÇÃO pelo Povo nas Forças Armadas, como a Constituição guardava em silêncio. Para cuja ocasião, reelaboramos o PROJETO AMAZÔNIA – Soberania, Poder e Riqueza pelo Caminho da Roça, que fora criado pelas Forças Armadas, definindo-o pela proposta de uma ECONOMIA EDUCATIVA, que reconceitua o lucro e funde a tríade econômica: Homem-Terra-Natureza pelo Cooperativismo de Estado, composto de iniciativa privada e governo, campo e cidade, e recompõe a vertical do desenvolvimento evolutivo com a soma do TRABALHO e EDUCAÇÃO. Na qual os doutores se formam no trabalho e são condecorados pela escola. Por isto, os campus universitários serão complexos cooperativos de produção e suprimentos de mercados. Instalando uma CIVILIZAÇÃO NOVA, na qual ser pobre no Brasil, será crime contra a humanidade.
Daí o POVO EM SUAS FORÇAS ARMADAS, está INSTALANDO O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO em REGIME DE INTERVENÇÃO CONSTITUINTE, que será anunciada a qualquer dia, com a presença das Forças Armadas. Em local que está sendo definido por Celio Evangelista, que assim encerrará o desempenho pela vocação de liberdade da Humanidade, no MODELO DE DEMOCRACIA que o povo brasileiro começou elaborar em 1964 e chegou agora ao término do projeto, que está pronto para ser instalado em canteiro de obras que reunifica a nação pelo TRABALHO na CONSTRUÇÃO DA PÁTRIA, e efetiva o seu grande destino de MEGA POTÊNCIA de uma CIVILIZAÇÃO NOVA fundada na SOBERANIA INTELECTUAL – EMANCIPAÇÃO ECONÔMICA – RESPEITABILIDADE MORAL de cada pessoa integrante da nação.
Assim que o local e data estiverem definidos, será participado a toda a nação.
INTERVENÇÃO: FUNDAMENTOS PEDAGÓGICOS. Já me perguntaram “porque tanto filosofar nessa intervenção, quando o pressuposto dela é correr com a bandidagem do poder, na bala, como sempre a humanidade fez?” As revoluções que o povo brasileiro fez sempre produziram um ciclo político de 20 a 26 anos, alguns chegando a 30 anos. Isso só produziu subdesenvolvimento, pobreza e destruição do patrimônio natural do País. Então, tomando exemplo no progresso que o País teve de 1964 a 1985, e constatando que a causa dos seus ciclos de civilização foi a falta de um PROJETO BRASIL em todas as vezes que ele proclamou e reproclamou a República, agora empreendemos o encerramento do descobrimento do Brasil de 1500 a 2.014, e o início do PROJETO BRASIL instalando uma CIVILIZAÇÃO NOVA para o Mundo, a partir de 2.015. Pela democracia forense militar meritória, que a Constituição projeta. Considerando que ainda somos um patrimônio a ser empreendido de US$ 243 trilhões, na 4ª maior geografia do Planeta, com a 5ª maior força de trabalho do mundo, identificada pelo 2º QI mais desenvolvido da humanidade. Com água potável para suprir 80% da vida no Planeta, por mais 5 mil anos; espaço geográfico para abrigar mais 600 milhões de pessoas; qualidade atmosférica para ceder carbono ao mundo; posição estratégica para centralizar um ORDEM ECONÔMICA UNIVERSAL NOVA. E então, agora, não será mais uma intervenção militar, porque, de novo, os políticos destruíram o País e bagunçaram a vida da nação. Mas sim, vamos substituir o modelo terrorista de bandidos que se instalou no poder, por um PROJETO BRASIL, que elaboramos com o nome de PROJETO AMAZÔNIA – Soberania, Poder e Riqueza pelo Caminho da Roça, com um ideário de construção de cem anos. Porquanto, partimos do pressuposto de que a Pátria tem de ser eterna. E por isso, a INTERVENÇÃO que estamos para efetivar a qualquer momento, não é um desfecho de alcovas políticas, nem de manifestação de descontentamento da nação, e nem de arroubo militar contra opressões de parte do poder civil. Mas sim, é a IMPLANTAÇÃO DE UM PROJETO DE QUALIFICAÇÃO DO POVO BRASILEIRO pelo trabalho, como “Cultivador da Terra,” que não quer dizer agricultura e sim, QUALIDADE DE VIDA por ascensão intelecto-espiritual continuada. Por isto, o Projeto Amazônia reúne em atividade comum o campo e a cidade, porque não poderá haver diferença entre a vida na cidade e a vida no campo, nem de meio ambiente e nem de graus de educação, cultura e ciência. Como não poderá haver diferença entre a vida pública e a vida privada do País. Mas, a nação deverá ser uma massa única de prosperidade, prazer, realização e história.
Dai usando a demora que os procedimentos constitucionais estabelecem para a intervenção militar forense, nos aprofundamos no conhecimento armazenado pela humanidade, para enraizarmos os campos de intelecto e ciência que temos de empreender no ENSINO NOVO que nossas ambições de progresso impõem ao OBJETIVO da intervenção que decidimos fazer. E, é claro que a gente não consegue definir nenhum projeto exequível, se ele não for plenamente entendido por sua visão de contexto. E esta só se consegue estabelecer pelo conhecimento nuclear do contexto objetivado. Dai, o Projeto Amazônia ser, inicialmente, mais um PADRÃO NOVO DE ENSINO, buscando o redimensionamento de consciência das pessoas para um aprofundamento intelectual mais estendido na Inteligência da Criação, do que a planta de um canteiro de obras, como tivemos de 1964 a 1985. Pois, resultou provado, e como a nação reconheceu, que: “aquele avanço de progresso não se sustentou porque ele não se preocupou em formar lideranças políticas, lideranças sociais e lideranças empresariais.” E foi mesmo, porque, se, a partir de 1985 o País tivesse caído em mãos de tais lideranças, a bandidagem que hoje o submete no poder, não teria tido espaço nem para perturbar nas esferas mais primárias da civilização brasileira. Exemplo vibrante disto é Lula da Silva, analfabeto, mentiroso, embusteiro, vadio, ter chegado à Magistratura de Estado e nela ainda ter deixado, depois de oito anos de saqueamento aberto do País, Dilma Rousseff, alfabetizada, porém extremamente ignorante, dissimulada, assassina, assaltante, sequestradora, terrorista, infanticida.
A ignorância sobre as formas de agir da natureza levou os povos antigos a inventar deuses que reagiam todos os aspecto da vida humana. Conceberam deuses do amor e da guerra; do sol, da terra e do céu, dos oceanos e dos rios, da chuva, das tempestades, e mesmo dos terremotos e vulcões. Quando os deuses estavam satisfeitos, recompensavam a humanidade com bom tempo, paz e ausência de desastres naturais e doenças. Por outro lado, o seu descontentamento trazia seca, guerra e epidemias. Isto porque, a conexão de causa e efeito dentro da natureza era imperceptível à sensibilidade humana desprovida dos meios instrumentais e esclarecimentos científicos de hoje. Foi a 624-546 a.C. que Tales de Mileto surgiu com a ideia de que a natureza segue princípios consistentes que podem ser decifrados. E  ai começou o longo processo de substituir a noção do reino dos deuses pelo conceito de  um universo governado pelas leis naturais, e criado conforme um projeto que, algum dia, poderíamos aprender e ler. Segundo as indicações geológicas, o Homo sapiens de após a Era dos Dinossauros, surgiu na África subsaariana cerca de duzentos mil anos atrás. A linguagem escrita data de aproximadamente 7.000 a.C. E o desenvolvimento pioneiro passou pela era jônica que apresentou uma forte tendência a desvelar as leis fundamentais por detrás dos fenômenos naturais. Com a difusão da influência jônica, surgiram outras visões de um universo possuidor de uma ordem interna, que poderia ser apreendida através da observação e da razão.  Anaximando, aluno de Tales, partiu do princípio de que: se os humanos tivessem aparecido na Terra como bebês, não teriam sobrevivido. Estabelecendo ai, a gênese da evolução sustentada depois por Darwin. Pois, Anaximandro deduziu disso, que o homem tinha de ter evoluído de outros animais de constituição físico-quimica que o constituiu depois. Empedocles, na Sicília, a c.490-c.430 a.C, observando que, uma vasilha com furos no fundo, submersa na agua, se enchia por eles, e, se fosse tivesse o bico tampado antes de ser retirada, a água se mantinha dentro dela; e notou que, se ela fosse submersa com o bico tampado, a água não entrava pelos furos do seu fundo. Então, notou que um elemento invisível atuava em tal operação. Estava descoberto o Ar, substituindo a antiga ideia de um poderoso deus invisível. A Demócrito c.640-c.370 c.C, deve-se a conclusão de que em nosso universo conhecido, tudo emerge de um núcleo que não pode ser cortado, ou átomo. Estava desvendada a origem do Universo material. E, embora Jesus nunca tivesse se preocupado com esses avanços no conhecimento da humanidade, foram os cristãos que rejeitaram a ideia de que o Universo fosse governado por leis naturais, e de que os humanos não ocupassem lugar privilegiado dentro dele. E, em 1.277 o bispo Tempier de Paris, seguindo instruções do Papa João XXI publicou uma lista de 219 heresias que deveriam ser condenadas e combatidas pela Igreja, porque afrontavam a onipotência de Deus. Curiosamente o Papa João XXI foi morto pelas leis da gravidade, quando o teto do seu palácio desabou sobre ele. Fato que, sendo ele “representante de Deus na Terra,” o expõe como simples tirano sem nenhuma ligação com Deus, que está nas leis naturais e não na imaginação religiosa. O conceito atual de leis naturais surgiu no século XVII por Kleper. Enfileirando Galileu, Descartes e Newton. Descartes concluiu que Deus poderia alterar à vontade a verdade ou falsidade de proposições éticas ou teoremas matemáticos, mas não a natureza. Com isto, entendo que posso informar, sem ofender alienações de fé, no PREOJETO AMAZONIA, que o UNIVERSO SE ORIGINA NO ABSOLUTO, MAS SE AUTOCONSTROI PELA ESPONTANEIDADE DOS SEUS ELEMENTOS MOVIMENTADOS ALEATORIAMENTE PELOS EFEITOS DA ATRAÇÃO E REPULSA, EXPANSÃO E CONTRAÇÃO. ONDE TUDO É ABSOLUTAMENTE AUTOREGIDO, OPERANDO O PROPÓSITO DO ABSOLUTO DE GERAR-SE ABSOLUTOS AO POVOAMENTO DA ETERNIDADE. Mas simples: Deus é o núcleo atômico da Criação em constante explosão através do respectivo conteúdo universal desta. E como tal, tanto emergindo cantando no brotinho da semente que rasga a terra procriando sua espécie, quanto na folha que despenca ao final do seu ciclo ou no furacão de devasta a terra pela fúria do complexo de energias concentradas que, por essa forma se desenlaçam. E daí MULHER, não há DEUSA MAIS SUBLIME E MAIS PODEROSA no seio da Criação, do que você, que é a FONTE DA VIDA e a ALMA DA CRIAÇÃO. Pois, sem a SENSBILIDADE DO HOMEM NADA EXISTE. E essa sensibilidade VOCÊ GERA EM TEU VENTRE E CRIA EM TEUS PEITOS. Então, vamos começar um TEMPO NOVO, a partir desta CONSTATAÇÃO?10313404_607984732633533_8780013067867800863_n

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